sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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alta nos fretes e queda nas exportações


A edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgada na sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta aumento na demanda por transporte interno e queda nas exportações de grãos na Bahia. A valorização dos fretes ocorre tanto pelo crescimento da procura quanto pela redução da oferta de prestadores de serviço.

Em Irecê, a demanda por transporte aumentou devido ao mercado aquecido da mamona, que registrou alta e atingiu R$ 300,00 por saca de 60 kg no final de janeiro. O setor de esmagamento de oleaginosas tem puxado essa alta nos preços.

Já em Luís Eduardo Magalhães, houve uma redução no volume transportado no início de 2025, apesar da alta nas cotações dos fretes. O deslocamento de transportadores para o Centro-Oeste, impulsionado pela demanda interna por milho e caroço de algodão, contribuiu para essa dinâmica. As exportações da região seguem para os portos de Salvador, Santos e São Luís, enquanto o mercado interno abastece o Nordeste, especialmente as regiões com forte presença da pecuária e avicultura.

Em Paripiranga, os valores do frete aumentaram para todos os destinos analisados. O milho apresentou valorização desde o final de 2024, atingindo R$ 70,00 por saca no fim de janeiro, impulsionado pelo período de entressafra e pela comercialização dos estoques armazenados nas propriedades rurais. Com a colheita acelerada no oeste da Bahia, a expectativa é que esses estoques sejam escoados até março.

No mercado externo, as exportações baianas registraram forte retração. Em janeiro de 2025, houve uma queda de 53,6% na exportação de soja, milho e algodão, em comparação com dezembro de 2024, refletindo o esgotamento dos estoques da safra 2023/24.

No setor da soja, foram exportadas 130 mil toneladas em janeiro de 2025, representando redução de 68,2% em relação ao mês anterior e queda de 75% na comparação anual. Do volume total exportado, 83,61% saíram pelo Porto de Salvador e 16,39% pelo Porto de São Luís.

Por outro lado, as exportações de algodão cresceram, atingindo 70 mil toneladas, um aumento de 117% em relação a janeiro de 2024 e 30,5% na comparação com dezembro de 2024. O escoamento foi feito principalmente pelo Porto de Santos (68,8%) e pelo Porto de Salvador (30,69%).





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Governo de Goiás impulsiona a formação em inovação agrícola


Estão abertas as inscrições para a segunda turma da Pós-Graduação Lato Sensu em Bioinsumos no Centro de Excelência em Bioinsumos (CEBIO) do Instituto Federal Goiano (IF Goiano). A primeira especialização voltada para a área de insumos biológicos do Brasil tem como objetivo a formação de especialistas na área, um segmento em crescimento no cenário do agronegócio goiano.

A instituição disponibilizou 150 vagas, destinadas a egressos de qualquer graduação, com prioridade para profissionais das Ciências Agrárias e Biologia. As oportunidades estão distribuídas entre os campi do IF Goiano em Campos Belos, Ceres, Cristalina, Hidrolândia, Iporá, Morrinhos, Posse, Rio Verde e Urutaí. Com duração de 18 meses, os aprovados terão aulas teóricas online e atividades práticas presenciais. As inscrições ficam abertas até o dia 7 de março e devem ser feitas na página oficial do processo seletivo pelo link: https://www.ifgoiano.edu.br/home/index.php/component/content/article/57-destaque/24404.

Essa iniciativa integra as ações do CEBIO, que visa impulsionar pesquisas e inovações em insumos biológicos. O Centro, em colaboração com a Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Universidade Federal de Catalão (UFCat) e a Universidade Federal de Goiás (UFG), desempenha um papel estratégico no desenvolvimento de soluções sustentáveis para o agronegócio. Suas Unidades de Referência em Insumos Biológicos (URBs) e Unidades de Transferência de Tecnologia (UTTs) fomentam a pesquisa aplicada e a disseminação de conhecimento no setor.

A divulgação do resultado final está prevista para o dia 22 de abril, quando serão apresentadas informações sobre matrícula e o calendário acadêmico e todas as informações necessárias estão disponibilizadas no site.

Conheça o CEBIO

O CEBIO, financiado pelo Governo do Estado de Goiás e com orientação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), lidera ações estratégicas relacionadas aos insumos biológicos no estado, respondendo às necessidades do agronegócio por iniciativas nesse campo.

Programa Estadual de Bioinsumos

O Governo de Goiás publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE) de 17 de maio de 2021, a Lei nº 21.005, de 14 de maio de 2021, que institui o Programa Estadual de Bioinsumos. O objetivo do Programa, proposto pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é ampliar e fortalecer a adoção de práticas para a evolução do setor agropecuário, com a expansão da produção, do desenvolvimento e da utilização de bioinsumos e sistemas de produção sustentáveis.





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Agricultura familiar do Piauí recebe R$ 6,5 milhões para PAA


Os agricultores e agricultoras familiares do Piauí poderão contar com R$ 6,5 milhões para desenvolver projetos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS). O recurso será repassado para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e é resultado de emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União apresentadas por deputados e senadores eleitos pelo estado em 2024.

Com o recurso, a Conab irá adquirir 973 toneladas de alimentos produzidos por 507 agricultores e agricultoras familiares. Os alimentos serão destinados a instituições da rede socioassistencial, equipamentos públicos e sociais de segurança alimentar e nutricional, e demais entidades de atendimento acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas temáticas, a fim de atender as pessoas em situação de insegurança alimentar. Os produtos irão complementar a alimentação de 62 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.

As propostas atendem às cidades de Água Branca, Alto Longá, Campo Grande do Piauí, José de Freitas, Luzilândia, Miguel Alves, Oeiras, São Braz, Sigefredo Pacheco, Simplício Mendes, Coivaras, Nazária, Belém do Piauí, Conceição do Canindé, Cristino Castro, Palmeiras, Murici dos Portelas, Campinas do Piauí, Flores do Piauí, Monsenhor Gil, Bela Vista do Piauí, Francisco Macedo, Nossa Senhora de Nazaré, Monsenhor Hipólito, Paulistana, Santo Antônio dos Milagres, Assunção do Piauí, Santa Rosa do Piauí, Eliseu Martins e Nossa Senhora dos Remédios.

PAA/CDS – A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da aquisição de sua produção. Os alimentos são obtidos com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e destinados ao abastecimento da rede socioassistencial, equipamentos públicos e sociais de segurança alimentar e nutricional, e demais entidades de atendimento acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas temáticas.





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alimentação saudável para curtir a folia


De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, durante o Carnaval, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e alimentos gordurosos pode sobrecarregar o organismo. Para ajudar os foliões a manter a saúde e se recuperar dos excessos, o Instituto de Pesca (IP-Apta), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, recomenda incluir peixes e frutos do mar na alimentação antes, durante e após o feriado.

Ricos em proteínas de qualidade, minerais essenciais e ácidos graxos como o ômega-3, os pescados contribuem para a saúde cardiovascular, auxiliando na circulação sanguínea e na redução de inflamações. Além disso, são aliados do sistema imunológico e podem ajudar na função cerebral, prevenindo doenças neurodegenerativas.

A pesquisadora Érika Fabiane Furlan, do Instituto de Pesca, orienta sobre os cuidados na escolha e no consumo do pescado:

  • Peixe fresco deve ter olhos brilhantes, coloração viva e escamas aderidas.
  • Mantenha o pescado refrigerado ou congelado para evitar deterioração.
  • Sushi e sashimi devem ser consumidos em locais de confiança.
  • Sobras de peixe cozido devem ser armazenadas em recipientes herméticos e consumidas em até dois dias.


A desidratação é um risco comum no Carnaval, agravado pelo calor e pelo consumo de álcool. Além de ingerir bastante água, é recomendável incluir peixes ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, atum, truta e arenque, além de sementes de chia e linhaça.

Opções como filé de peixe grelhado, sashimi de atum e sardinhas assadas são nutritivas e ajudam na recuperação muscular e na regeneração do corpo. Para o bom funcionamento do fígado, o consumo de salmão e atum, ricos em selênio, auxilia na proteção das células hepáticas contra os danos causados pelo álcool.

Além dos pescados, uma alimentação equilibrada deve incluir vegetais como couve, tomate, abóbora e folhas verdes, que são fontes de fibras, vitaminas e minerais essenciais para a digestão e a reposição de energia.





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Mosca-branca impulsiona uso de biológicos no campo



Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP



Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP
Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP – Foto: Nadia Borges

A mosca-branca tem se mostrado a porta de entrada para o uso de defensivos biológicos nas propriedades agrícolas. Segundo Leonardo Ribeiro, Assistente Técnico de Vendas da Koppert Brasil, essa praga permite aos produtores observarem na prática a eficácia dos bioinseticidas, quebrando barreiras de ceticismo sobre essas tecnologias. A informação foi divulgada no LinkedIn.  

De acordo com ele, o Boveril Evo, um bioinseticida à base do fungo Beauveria bassiana, tem demonstrado grande eficiência no controle da mosca-branca. Durante o acompanhamento da aplicação, é possível notar diferentes estágios da ação do fungo, desde letargia até a esporulação, garantindo controle prolongado da praga.  

Além disso, Ribeiro destaca que um dos principais argumentos para convencer os agricultores é a observação direta do bioinseticida em ação. Além de eliminar o inseto, o fungo permanece na área, exercendo seu efeito por vários dias. Essa permanência reforça a confiança dos produtores no uso de defensivos biológicos.  

Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP, onde, sete dias após a aplicação de Boveril Evo, ainda era possível visualizar sinais claros da infecção fúngica na mosca-branca na soja. Esse tipo de evidência visual ajuda a demonstrar a efetividade e o potencial dos biológicos como ferramentas essenciais no manejo integrado de pragas. “O controle desse inseto com o bioinseticida Boveril Evo é uma experiência fantástica! É possível perceber diferentes níveis de ação do fungo, inclusive os sintomas iniciais da infecção, demonstrando a permanência do agente biológico na área dias após aplicação”, conclui.

 





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Isso é essencial para a germinação do algodão



A semente deve estar bem em contato com o solo



A semente deve estar bem em contato com o solo
A semente deve estar bem em contato com o solo – Foto: Divulgação

Segundo o Engenheiro Agrônomo e Consultor na Ceres Consultoria Agronômica, André Consonni, a germinação do algodão começa quando a semente absorve entre 50 e 60% de sua massa em água, ativando processos metabólicos essenciais. A produção de giberelinas estimula enzimas que convertem lipídios armazenados em açúcares, fornecendo energia para o crescimento da plântula. 

“Parte desses açúcares é consumida na respiração celular, gerando a energia necessária para a divisão e expansão das células da radícula, enquanto outra parte é utilizada na formação das novas estruturas. Esse processo ocorre cerca de um dia após a semeadura, desde que as condições sejam favoráveis”, comenta o especialista, na rede social LinkedIn.

Para uma germinação eficiente, o especialista explica que a semente deve estar bem em contato com o solo, favorecendo a absorção de água e permitindo a entrada de oxigênio, essencial para a respiração celular. A temperatura influencia diretamente a velocidade do processo, impactando a atividade enzimática e a conversão dos carboidratos.  

Após a emissão da radícula, seu crescimento ocorre rapidamente, seguido pelo alongamento do hipocótilo, que começa por volta do segundo dia. Nos primeiros 7 a 10 dias, a parte aérea cresce lentamente, enquanto as raízes se aprofundam, podendo alcançar até cinco vezes o tamanho da parte aérea ao final do estágio V0. “Esse rápido crescimento radicular é fundamental para que a planta estabeleça uma base sólida, permitindo que ela supere desafios e aproveite oportunidades ao longo do ciclo”, conclui.

 





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Estratégias divergentes no mercado de feijão



Consumidores estão escolhendo feijão mais barato



A diferença de preço no varejo, de aproximadamente R$ 2/2,50 por quilo, tem levado consumidores a migrar para o feijão mais barato
A diferença de preço no varejo, de aproximadamente R$ 2/2,50 por quilo, tem levado consumidores a migrar para o feijão mais barato – Foto: Pixabay

O mercado de feijão no Brasil reflete uma dinâmica complexa, conforme apontado pelo Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE). Dois depoimentos recentes ilustram a diversidade de estratégias entre produtores e empacotadores, evidenciando as diferenças de percepção sobre oferta e demanda.

De um lado, um grande produtor com mais de 2.500 hectares cultivados e estoque armazenado próximo a Brasília afirma estar tranquilo quanto à comercialização. Para ele, vender o feijão colhido no ano passado a preços de R$ 230/240 a saca não é vantajoso, pois o produto foi cultivado sob irrigação e mantido em câmara fria. Sua estratégia é aguardar até abril para negociar a mercadoria, pois não acredita na existência dos altos volumes estimados pela CONAB. Ele considera sua decisão racional e alinhada à de outros produtores.

Por outro lado, um empacotador de grande porte em Goiás, que normalmente adquire sete carretas semanais do melhor feijão disponível, tem visto suas vendas reduzirem para apenas três carretas por semana. Ele enfatiza que sua marca trabalha exclusivamente com feijão extra, que atualmente compra por R$ 220/230 a saca. Enquanto isso, concorrentes têm optado por feijão de qualidade intermediária (nota 7/7,5), comprado a preços mais baixos, entre R$ 160/170, e estocado grandes volumes nas últimas semanas.

A diferença de preço no varejo, de aproximadamente R$ 2/2,50 por quilo, tem levado consumidores a migrar para o feijão mais barato, impactando as vendas do segmento premium. Com a inflação afetando diversos alimentos, a mudança de comportamento do consumidor pode manter esse cenário nos próximos meses, prolongando as dificuldades para os produtores e empacotadores que apostam na qualidade superior.





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Desafios no acesso a fertilizantes



A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados



A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados
A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados – Foto: Divulgação

Segundo Pedro Henrique Ruwer, Gerente de Divisão de Vendas da Ativa Agro, o mercado de fertilizantes passa por mudanças significativas que impactam diretamente a produção agrícola. A suspensão da produção de fosfatados da Yara Fertilizantes em Cubatão e Paulínia, a venda de cinco fábricas da Nutrien e a interrupção de linhas de crédito equalizado do Plano Safra 2024/2025 tornam o cenário ainda mais desafiador. 

Essas alterações pressionam a relação de troca entre fertilizantes químicos e culturas como soja, milho e trigo, elevando custos e reduzindo a rentabilidade. Diante desse contexto, Ruwer destaca a necessidade de buscar soluções alternativas para manter a fertilidade do solo sem comprometer a sustentabilidade financeira e ambiental.  

Entre as estratégias mais promissoras, os remineralizadores de solo surgem como uma opção eficiente para suprir nutrientes de forma gradual, melhorando a qualidade do solo a longo prazo. Outra alternativa viável são os fertilizantes organominerais, que combinam fontes orgânicas e minerais, aumentando a eficiência na absorção de nutrientes e reduzindo perdas por lixiviação. Além disso, os microrganismos solubilizadores de fósforo desempenham um papel essencial ao tornar disponíveis os nutrientes já presentes no solo, mas em formas pouco acessíveis às plantas.  

A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados e mitiga o impacto da volatilidade dos preços. Além disso, promove um manejo mais sustentável, alinhado às exigências do mercado e às boas práticas agrícolas. A busca por alternativas inteligentes e eficientes se torna fundamental para enfrentar os desafios atuais e garantir a viabilidade da produção no futuro.

 





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Chuvas melhoram soja e milho na Argentina



No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos



No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos
No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos – Foto: Sheila Flores

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que as recentes chuvas melhoraram a condição hídrica da soja e do milho na Argentina, apesar de desafios regionais. A área de soja classificada como Normal/Excelente subiu 1,2 p.p., enquanto a condição Adequada/Ótima avançou 4,8 p.p. Cerca de 20% da soja de primeira está em enchimento de grãos sob melhores condições, especialmente nos núcleos norte e sul. 

No entanto, no centro e sul de Buenos Aires, mais de 50% das lavouras enfrentam déficit hídrico, o que pode comprometer o rendimento. Já a soja de segunda entrou no período crítico em situação mais favorável, reduzindo perdas potenciais. Ainda assim, no Centro-Norte de Santa Fe e no sul da região agrícola, é essencial recompor a umidade do solo para evitar novas quedas na produtividade.

No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos, com início em Buenos Aires. As chuvas favoreceram os cultivos tardios, em período crítico (VT-R1) em 70,5% da área, resultando em uma melhora de 2,1 p.p. nos lotes entre Normal e Excelente. No entanto, os plantios intermediários sofreram com déficit hídrico e calor na floração, sem recuperação significativa. No sul da região agrícola, sem chuvas generalizadas, o desenvolvimento da cultura dependerá da previsão climática.

A colheita de girassol atingiu 10,8% da área apta, com rendimento médio de 22 qq/ha, mantendo a projeção de 4,1 milhões de toneladas. No NEA, a produtividade está entre as cinco melhores da série histórica, enquanto Buenos Aires e La Pampa ainda aguardam chuvas para garantir bons rendimentos.

 





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