sábado, março 28, 2026

Política & Agro

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Dessecação pré-plantio é aliada do cotonicultor



Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio



Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio
Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio – Foto: Canva

Segundo informações do Grupo de Estudos em Cultura do Algodoeiro da Universidade Federal de Viçosa (Gecotton/UFV), o manejo adequado de plantas daninhas é fundamental para o sucesso do cultivo do algodão em sistema de plantio direto (SPD). Essas plantas competem com o algodoeiro por nutrientes, luz e água, além de servirem como abrigo para pragas e doenças. Por isso, é essencial adotar práticas integradas de controle, como a aplicação de herbicidas seletivos, rotação de culturas e controle mecânico.

Uma dessas práticas é a dessecação pré-plantio, técnica utilizada para eliminar as plantas daninhas e restos culturais presentes na área antes da semeadura. Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio, por meio da aplicação de herbicidas que podem ser aplicados no solo ou diretamente sobre as folhas das plantas. Entre os herbicidas foliares, há os de contato e os sistêmicos, que se deslocam internamente pela planta, via floema. Já os herbicidas aplicados ao solo têm ação ascendente, das raízes para as folhas.

O SPD oferece inúmeras vantagens para o cultivo do algodoeiro, como menor dependência de condições climáticas, redução da compactação do solo, menor desgaste de máquinas e agilidade nas operações. Também contribui para a redução da erosão e para a diminuição dos custos de produção, sendo uma alternativa viável e sustentável para a cotonicultura moderna.

No entanto, o sistema não é recomendado para áreas com solos mal preparados, especialmente aqueles com altos teores de alumínio e presença de camadas compactadas. O algodoeiro é altamente sensível ao alumínio tóxico e à baixa oxigenação do solo, fatores que comprometem o desenvolvimento das raízes e, consequentemente, a produtividade da lavoura.

 





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Cenário global incerto pressiona juros no Brasil



O dólar também perdeu força



O dólar também perdeu força
O dólar também perdeu força – Foto: Pixabay

No último dia 7 de maio, o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa básica de juros dos EUA entre 4,25% e 4,50%, conforme já precificado pelo mercado. Apesar da pressão do presidente americano por cortes que estimulem a economia, a expectativa é de que reduções ocorram apenas a partir do terceiro trimestre, podendo chegar a 0,75 ponto percentual, a depender dos efeitos das tarifas comerciais impostas globalmente.

Nesse ambiente de incerteza, commodities como petróleo e minério de ferro registraram queda. O petróleo sofreu com anúncios da OPEP de aumento na produção e risco de queda no consumo global. Já o minério foi pressionado pela possível desaceleração da economia chinesa, apesar dos estímulos internos. Segundo Guilhermo Marques, diretor da Hedgepoint, o receio com a guerra comercial e tensões geopolíticas tem impulsionado a valorização do ouro, que subiu 4,89% entre 2 e 7 de maio, passando de US\$ 3.243,30 para US\$ 3.401,94.

O dólar também perdeu força, com o índice DXY caindo 1,3% nas últimas semanas. A tendência de desvalorização frente a moedas emergentes é puxada pela diversificação de reservas por bancos centrais, expectativa de queda nos juros dos EUA e maior fluxo de capital para países como Brasil e México, onde os juros seguem elevados.

No Brasil, o Copom elevou a Selic para 14,75% ao ano, em sua sexta alta consecutiva. O movimento visa controlar uma inflação de 5,5% registrada em março, acima da meta de 3% do CMN. A autoridade monetária segue pressionada por um cenário fiscal frágil, com dívida pública próxima de 62% do PIB, e por fatores estruturais que sustentam a inflação, como preços administrados e instabilidade nos custos de energia.

 





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Consultoria recomenda cautela aos produtores



A aposta em uma possível valorização futura deve ser limitada



A aposta em uma possível valorização futura deve ser limitada
A aposta em uma possível valorização futura deve ser limitada – Foto: Nadia Borges

Segundo análise da TF Agroeconômica, o mercado da soja segue pressionado por fatores políticos e climáticos, especialmente nos Estados Unidos, onde o Congresso bloqueou um projeto que prorrogaria os créditos fiscais (45Z) para produtores de biodiesel. Essa medida, ainda não definitiva, gerou impacto negativo nas cotações. No entanto, a consultoria vê espaço para um otimismo moderado: o aumento dos estoques mundiais (exceto China) foi de apenas 1 milhão de toneladas, número considerado baixo e que pode ser rapidamente afetado por oscilações na demanda global, seja com a aprovação de subsídios nos EUA, a volta do B15 no Brasil ou aumento do consumo na Europa.

A TF recomenda cautela aos sojicultores. Com os atuais preços oferecendo margens lucrativas, a orientação é vender a maior parte da safra para garantir retorno sobre os custos. A aposta em uma possível valorização futura deve ser limitada a, no máximo, 10% da produção a ser colhida, de forma a não comprometer a saúde financeira do produtor em caso de queda nos preços.

Entre os fatores de alta estão o crescimento das exportações brasileiras de soja e farelo, conforme atualização da ANEC, e a expectativa de maior uso de biodiesel em países como Brasil, Índia e EUA, o que pode impulsionar os preços futuros. Já os fatores de baixa incluem o aumento da produção no Brasil e na Argentina, que somam 3,47 milhões de toneladas extras, além do ritmo acelerado de vendas dos produtores e a possível redução no uso obrigatório de biodiesel nos EUA. Soma-se a isso o bom andamento da safra americana 2025/26, em condições climáticas favoráveis, que contribui para manter o mercado em equilíbrio, apesar das incertezas.

 





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Soja fecha mista em Chicago após semana volátil


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sexta-feira (16) de forma mista, refletindo uma semana marcada por forte volatilidade. O contrato de julho, referência para a safra brasileira, recuou -0,12% ou \$ -1,25 cent/bushel, fechando a \$ 1050,00. Já o contrato de agosto caiu -0,10% ou \$ -1,00 cent/bushel, cotado a \$ 1046,25. No mercado de derivados, o farelo de soja para julho fechou em queda de -1,52% ou \$ -4,5/ton curta a \$ 291,90, enquanto o óleo de soja recuou -0,79% ou \$ -0,39/libra-peso, finalizando a \$ 48,93.

Apesar de uma semana que chegou a registrar a maior cotação dos últimos nove meses, os preços devolveram rapidamente todos os ganhos, encerrando o período praticamente estáveis. A principal decepção do mercado veio do retrocesso no projeto que previa a extensão dos créditos tributários 45Z até 2031. Tais créditos beneficiariam produtores de matérias-primas utilizadas na produção de combustíveis de baixo carbono, como biodiesel, impactando diretamente a demanda por soja.

Outro fator de pressão negativa foi o avanço da colheita na Argentina e a ampla disponibilidade da safra brasileira, que está praticamente 100% no mercado. Órgãos oficiais dos dois países elevaram recentemente suas estimativas de produção, o que contribuiu para o cenário baixista nos preços internacionais.

No acumulado da semana, a soja registrou baixa de -0,17% ou \$ -1,75 cent/bushel. O farelo de soja também caiu -0,75% ou \$ -2,2/ton curta, enquanto o óleo de soja foi o único a apresentar valorização, com alta de 0,74% ou \$ 0,36/libra-peso.

 





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Soja encerrou a semana sem ritmo


No Rio Grande do Sul, a colheita da soja estava praticamente finalizada em 15 de maio de 2025, com cerca de 98% da área cultivada já colhida, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega maio e pagamento 30/05 na casa de R$ 135,00, marcando manutenção. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00(-1,51%) Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 130,00(-1,51%) Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 130,00(-1,51%) Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 131,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o mercado segue sem ritmo. A retração nos prêmios de exportação e a queda nas cotações internacionais mantêm o cenário travado, sem avanços relevantes nas negociações entre produtores e compradores. Os preços variaram entre R$ 125,00 e R$ 130,00 por saca no interior, com registros de R$ 131,42 no Oeste e R$ 132,52 no porto de São Francisco. Não houve atualizações sobre frete ou armazenamento durante o período analisado.

Limitações na armazenagem preocupam produtores no Paraná mesmo após colheita concluída. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 126,90, marcando baixa de 7,31%. Em Cascavel, o preço foi 115,05(- 8,90%). Em Maringá, o preço foi de R$ 115,47(-8,89%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 114,24(-12,57%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$132,52. No balcão, preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, completa.

A colheita da soja em Mato Grosso do Sul terminou em maio com bom desempenho, apesar de problemas climáticos pontuais como seca e calor. A produtividade média foi considerada positiva, refletindo manejo eficiente e resiliência dos produtores. Os preços variaram entre R$ 111,34 e R$ 115,74 nas principais praças do estado.

Nesse contexto, o Mato Grosso conclui colheita da soja com atenção voltada à comercialização e gargalos logísticos. “A combinação entre superprodução e infraestrutura deficiente impede que os ganhos no campo se traduzem plenamente em rentabilidade para o produtor. Campo Verde: R$ 114,59(+0,04%). Lucas do Rio Verde: R$ 122,51(+12,89%), Nova Mutum: R$ 106,47(-1,89%). Primavera do Leste: R$ 114,59(+0,04%). Rondonópolis: R$ 114,59(+0,04). Sorriso: 108,5”, conclui.

 





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Milho segue em queda: E agora?



Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços



Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços
Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, as cotações do milho continuam em queda acentuada, tanto no mercado físico (com recuo de 0,19% no dia e 8,99% no mês, de acordo com o CEPEA) quanto no mercado futuro da B3. Diante da ampla oferta atual de matéria-prima, a consultoria recomenda que produtores fixem os preços imediatamente, antes da intensificação da colheita em julho, período sazonalmente marcado por pressões de baixa. A TF destaca que já vem orientando essa estratégia há mais de dois meses, e quem seguiu a recomendação estaria obtendo um ganho de cerca de R\$ 14,00 por saca até o momento.

Entre os poucos fatores que podem limitar a queda, a consultoria aponta a valorização dos preços de proteínas animais no Brasil: o frango subiu 6,14% e o suíno 10,06% no ano, o que pode estancar a queda do milho ao elevar a demanda interna. No entanto, a elevação da safra brasileira de milho pela Conab — de 124,74 para 126,88 milhões de toneladas — segue pesando negativamente sobre os preços.

Do lado da pressão baixista, destaca-se a continuidade da desvalorização internacional: os contratos futuros de milho em Chicago completaram a quinta semana consecutiva de queda, enquanto no Brasil já são dez semanas de baixa. Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços, reflexo também de um cenário global incerto.

Além disso, no mercado internacional, há apreensão com a falta de acordos comerciais entre os EUA e países importadores, às vésperas de uma safra recorde esperada na temporada 2025/26. O ex-presidente Donald Trump afirmou que será impossível atender a todas as demandas por tratamento tarifário diferenciado, e que notificações sobre os custos comerciais serão enviadas nas próximas semanas. 

 





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Milho fecha semana em queda na B3 e em Chicago



A cotação de julho caiu 1,11% no dia



A cotação de julho caiu 1,11% no dia
A cotação de julho caiu 1,11% no dia – Foto: Pixabay

Segundo dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho encerraram esta sexta-feira (16) e a semana em baixa na B3, pressionados por dois fatores principais: o aumento da estimativa de produção divulgado pela Conab e a confirmação de um caso de gripe aviária no Sul do Brasil. A Conab projetou uma produção total de 126,9 milhões de toneladas para a safra 2023/24, o que representa um crescimento de 9,9% em relação ao ciclo anterior. A notícia pesou sobre as cotações, que já vinham pressionadas por excesso de oferta.

Além disso, a detecção de gripe aviária levou a China — responsável por 10,8% do mercado de frango brasileiro — a suspender temporariamente as importações, medida seguida por outros países ao longo do final de semana. Como o milho é um insumo fundamental na ração de aves, a expectativa de queda na demanda por parte da avicultura também contribuiu para o recuo das cotações.

Na B3, os fechamentos do dia refletiram esse cenário. O contrato julho/25 encerrou a R\$ 62,01, com baixa de R\$ 0,46 no dia e de R\$ 2,16 na semana. Já o setembro/25 fechou em R\$ 67,15, queda de R\$ 0,61 no dia e de R\$ 0,88 na semana. O indicador Cepea também registrou retração semanal de -0,19%.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também acumulou perdas. A cotação de julho caiu 1,11% no dia, para US\$ 443,50 por bushel, e encerrou a semana com baixa de 6,25% ou US\$ 1,39 por bushel. O ritmo acelerado do plantio nos EUA, somado às boas perspectivas para as safras no Brasil e na Argentina, além da concorrência dos preços baixos do trigo, seguem pressionando o cereal. 

 





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consumo segue seguro, dizem especialistas



Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos




Foto: Divulgação

Apesar da confirmação do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em uma granja comercial no Brasil, o consumo de carne de frango e ovos segue totalmente seguro para a população. A informação foi reforçada por autoridades sanitárias e especialistas, após a detecção do vírus em um matrizeiro em Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Em entrevista ao Portal Agrolink, o engenheiro agrônomo Juarez Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos. “Mesmo que a ave estivesse contaminada, o vírus não é passado para humanos pelo consumo de carne ou ovos. A população pode ficar tranquila”, afirmou. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) também ressaltou que o risco de infecção humana é extremamente baixo e restrito a profissionais que têm contato direto com aves doentes.

A influenza aviária é causada por um vírus que atinge aves, sobretudo as silvestres e de fundo de quintal. A presença do patógeno na avicultura industrial brasileira era até então inédita. Técnicos já isolaram o foco e implantaram medidas de contenção, incluindo o abate sanitário dos animais e a desinfecção completa das instalações.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reiterou a segurança alimentar dos produtos avícolas e elogiou a rapidez da resposta sanitária brasileira. “Seguimos com total transparência e garantimos que não há risco no consumo de frango e ovos. O Brasil tem um dos sistemas de defesa sanitária mais eficientes do mundo.”

Como medida preventiva, o Mapa orienta a população a não tocar em aves mortas ou com sinais neurológicos e respiratórios. Em casos suspeitos, o correto é acionar os serviços veterinários oficiais. A gripe aviária não é uma doença de transmissão alimentar, e não há registros no Brasil de pessoas infectadas por meio da ingestão de alimentos.

Mesmo com o impacto comercial, sobretudo na relação com a China, que suspendeu temporariamente as importações, o governo reforça que o foco está controlado e que o país continua confiável como fornecedor global de proteína animal.





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Redução tarifária EUA-China impacta mercado da soja


O primeiro mês cotado da soja na Bolsa de Chicago encerrou a quinta-feira (15) em US$ 10,51 por bushel, após ter atingido US$ 10,67 ao longo da semana. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) referente a semana de (09/05 a 15/05), publicada na quinta-feira (15), o recuo foi motivado por três fatores principais: a redução de tarifas entre Estados Unidos e China, a alta nas cotações do óleo de soja e a divulgação de uma estimativa de safra mais enxuta nos EUA.

“A confirmação de uma área semeada menor nos Estados Unidos, conforme o relatório de oferta e demanda divulgado no dia 12, trouxe incertezas ao mercado, mesmo com o clima favorável ao plantio”, explicou a Ceema. Até 11 de maio, cerca de 48% da área prevista havia sido plantada, acima da média de 37% dos últimos cinco anos.

O relatório também indicou uma redução de 4,1% na área a ser cultivada com soja nos EUA em 2025/26, projetando uma produção de 118,1 milhões de toneladas, levemente inferior à da safra anterior. Os estoques finais norte-americanos devem cair para 8,03 milhões de toneladas, e o preço médio pago aos produtores deve subir para US$ 10,25 por bushel.

Globalmente, a produção mundial de soja para o ciclo 2025/26 é estimada em 426,8 milhões de toneladas. A produção brasileira deve alcançar 175 milhões, enquanto a da Argentina pode atingir 48,5 milhões e a do Paraguai, 11 milhões de toneladas. As exportações brasileiras estão projetadas em 112 milhões de toneladas, volume igual ao estimado para as importações chinesas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No entanto, os dados oficiais da China indicam tendência de queda nas compras. Em abril, as importações de soja pelo país asiático somaram 6,08 milhões de toneladas, o menor volume para o mês desde 2015. “A burocracia nos portos aumentou o tempo de transporte interno para até 25 dias, o que tem atrasado o comércio”, informou a Ceema.

O governo chinês projeta uma redução nas importações para 2025/26, estimando compras de 95,8 milhões de toneladas — bem abaixo dos 112 milhões previstos pelo USDA. Para o ciclo atual, 2024/25, as importações devem ficar em torno de 96 milhões, frente a 104,8 milhões no ano anterior.

Mesmo com a redução temporária nas tarifas entre China e Estados Unidos, produtores norte-americanos apontam desvantagens. “Os 10% de tarifa ainda mantidos impedem a competitividade dos nossos produtos frente à soja brasileira”, afirmaram representantes do setor nos EUA, segundo a Ceema.





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Abelhas consomem reservas para enfrentar noites frias



Produção de própolis cresce no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

As condições climáticas registradas nas últimas semanas têm influenciado diretamente o manejo apícola no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (15) pela Emater/RS-Ascar, as abelhas seguem ativas durante o dia na região administrativa de Porto Alegre. No entanto, as noites mais frias estão exigindo maior consumo das reservas internas pelas colmeias para manutenção da temperatura do enxame.

Segundo o boletim, os valores dos enxames e das caixas variam conforme a espécie, o tipo e a finalidade de uso. A Emater também destaca o crescimento do interesse pela produção de extrato de própolis, tanto pelo potencial de mercado quanto pelos benefícios à saúde.

Na região de Santa Rosa, a disponibilidade de floradas como amor-agarradinho e louro tem reduzido a necessidade de intervenções nos apiários. A demanda pelo mel de abelhas sem ferrão continua elevada. “Os preços de comercialização na região oscilam entre R$ 80,00 e R$ 100,00 o quilo”, informa a Emater.

O órgão também observa que os sistemas de produção estão se ajustando às variações sazonais, mantendo estabilidade nas atividades apícolas mesmo diante das mudanças climáticas do outono.





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