sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Com reajuste de 6,88%, rede de armazéns deve ser ampliada



Medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Companhia




Foto: Leonardo Gottems

As tarifas cobradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para serviços de armazenagem foram atualizadas com um aumento médio de 6,88%. Os novos valores passaram a vigorar em maio e têm como objetivo tornar mais atrativa a participação de armazenadores privados no sistema de estocagem pública, além de ampliar a rede de unidades credenciadas para receber produtos vinculados às políticas agrícolas do governo federal.

Segundo informações da Conab, a medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Companhia e publicada no Diário Oficial da União. O último reajuste havia sido feito em junho de 2023. Com a nova atualização, o governo busca fortalecer os estoques reguladores, fundamentais para garantir preços mínimos ao produtor rural, abastecer o programa Venda em Balcão (ProVB), viabilizar ações de doação de alimentos e assegurar o equilíbrio do abastecimento interno em momentos de oscilação de mercado.

A nova tabela de preços traz os valores detalhados para diferentes operações e tipos de produto. Por exemplo, o custo para recebimento ou expedição de produtos a granel foi fixado em R$ 3,45 por tonelada. Já o valor da armazenagem quinzenal de granel está em R$ 3,95 por tonelada — com acréscimo de 50% no caso do arroz. Além disso, há sobretaxas específicas para produtos como milho e feijão, com alíquotas que variam conforme as características da mercadoria armazenada. A tabela completa pode ser consultada na seção de Armazenagem do site oficial da Conab.

Para participar do sistema de estocagem da Conab, os armazéns interessados precisam estar credenciados e firmar um Contrato de Depósito com a estatal. Esse documento define todas as condições operacionais, técnicas e de remuneração, com base na tabela atualizada. Os requisitos estão disponíveis no Edital de Chamada Pública 01/2025. A adesão deve ser formalizada por meio da Superintendência Regional da Companhia no estado onde o armazém está localizado.

O cumprimento dos critérios técnicos exigidos é fiscalizado periodicamente pela Conab, garantindo a integridade e a rastreabilidade dos estoques públicos. Armazenadores interessados em aderir ao sistema ou esclarecer dúvidas sobre o reajuste podem entrar em contato diretamente pelo telefone (61) 3312-6116.





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Alta umidade dificulta colheita do feijão



Chuvas limitam colheita do feijão 2ª safra no RS




Foto: Canva

O avanço da colheita do feijão segunda safra no Rio Grande do Sul foi impactado pelas condições climáticas nas últimas semanas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29), 65% da área cultivada já foi colhida, embora o processo esteja sendo dificultado pelo tempo chuvoso e pela alta umidade no campo.

“Apesar da boa qualidade física e sanitária dos grãos colhidos, o teor de umidade está elevado, exigindo secagem imediata para evitar perdas na armazenagem e comercialização”, destacou o boletim técnico.

De acordo com a Emater, cerca de 30% das lavouras estão em fase de maturação, enquanto 5% ainda se encontram no enchimento de grãos. A área total cultivada com feijão segunda safra é estimada em 15.597 hectares, com produtividade média de 1.316 kg por hectare.

A instabilidade climática afetou de forma diferente as regiões do estado. Em Frederico Westphalen, 95% das lavouras já foram colhidas, e apenas 5% estão em maturação. Já na região de Ijuí, as chuvas permitiram colheita apenas nos dias 22 e 23 de maio, o que limitou os trabalhos a 42% da área plantada. As áreas remanescentes estão em fase de maturação, com produtividade considerada satisfatória.

Na região de Soledade, a maior parte das lavouras encontra-se em maturação fisiológica (50%), enquanto 30% ainda estão no enchimento de grãos e 20% já foram colhidas. A produtividade, no entanto, ficou abaixo do esperado inicialmente, devido a um período prolongado de estiagem de aproximadamente 30 dias, que comprometeu o desenvolvimento das plantas e reduziu o potencial produtivo.

A Emater alerta que, caso as chuvas persistam nas próximas semanas, o desempenho das lavouras em final de ciclo poderá ser prejudicado.





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Bahia finaliza safra com recorde



Levantamento destaca o uso de biotecnologia



O levantamento da Aiba, baseado em 140 amostras coletadas nas principais microrregiões produtoras, reforça o uso de biotecnologia
O levantamento da Aiba, baseado em 140 amostras coletadas nas principais microrregiões produtoras, reforça o uso de biotecnologia – Foto: United Soybean Board

A Bahia finalizou a safra de soja 2024/2025 com um desempenho histórico, consolidando sua importância no agronegócio nacional. De acordo com o Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a produção atingiu 8,7 milhões de toneladas em uma área de 2,1 milhões de hectares, com produtividade média de 68 sacas por hectare, o melhor resultado dos últimos 30 anos. Os dados foram validados pela Conab e refletem o avanço técnico e o compromisso dos produtores com a sustentabilidade.

Para o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, os números são resultado do esforço do agricultor, do uso de tecnologias avançadas e do manejo adequado das lavouras. Ele destaca o papel do Programa Fitossanitário, que monitora continuamente a sanidade das plantas, combatendo pragas como a Ferrugem Asiática. 

“Trata-se de um levantamento criterioso, com base em metodologia consolidada, e os números refletem uma safra robusta e tecnicamente validada. O agricultor baiano está colhendo os frutos de um trabalho contínuo, baseado em conhecimento técnico, responsabilidade e adaptação às condições do campo”, declarou Mandelli.

O levantamento da Aiba, baseado em 140 amostras coletadas nas principais microrregiões produtoras, reforça o uso de biotecnologia, agricultura de precisão e práticas sustentáveis, como o Sistema Plantio Direto na Palha (SPD), que melhora o solo e reduz emissões de gases. A irrigação sustentável também cresceu 40% em dois anos, alcançando 334 mil hectares. Além da soja, a colheita do milho avança rapidamente, com produtividade estimada em 187 sacas por hectare e produção total de 1,17 milhão de toneladas. A colheita deve ser concluída nas próximas semanas, conforme dados da Conab.

 





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Safra de milho cresce, mas consumo pode superar produção


Os preços do milho no mercado brasileiro encerraram a semana entre os dias 23 e 29 de maio em estabilidade, mas com viés de baixa, segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada na quinta-feira (29).

A média gaúcha foi de R$ 63,32 por saca, enquanto as principais praças nacionais operaram em torno de R$ 61,00. Em outras regiões do país, os preços variaram entre R$ 53,00 e R$ 65,00 por saca. Na B3, os contratos apresentaram forte volatilidade. O vencimento para julho recuou para R$ 63,31, o de setembro fechou em R$ 64,59 e o de janeiro de 2026 terminou a R$ 71,00 por saca.

A colheita da segunda safra teve início no Mato Grosso. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), até a sexta-feira anterior, 0,31% da área cultivada já havia sido colhida. O clima favorável impulsiona a expectativa de produção no estado, que pode atingir 48,9 milhões de toneladas — crescimento de 3,6% em relação ao ano passado.

A consultoria Datagro elevou suas projeções para a safra nacional de milho 2024/25, estimando uma produção total de 132,7 milhões de toneladas. Se confirmado, o volume será 8,7% superior ao da safra passada, que fechou com 122,1 milhões de toneladas.

A consultoria estima que a safra de verão tenha encerrado com 25,2 milhões de toneladas, 2% acima da anterior. Segundo o relatório, a produtividade subiu para 6.608 kg/ha, alta de 9% sobre a safra passada. Já a segunda safra, que representará 81% do volume total, pode alcançar 107,5 milhões de toneladas, com produtividade recorde de 5.957 kg/ha.

Apesar do cenário produtivo favorável, a Datagro alerta para mais um ano de déficit. “A expectativa é que a demanda supere a produção brasileira em 2,3 milhões de toneladas, consolidando o quinto déficit consecutivo do cereal no país, ainda que menos severo que o do ano anterior, o qual foi de 4,8 milhões de toneladas”, informou a consultoria.





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Pastagens avançam com melhora das condições de umidade


A atualização semanal do Informativo Conjuntural, divulgada pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (29), aponta que os baixos volumes de chuva até 23 de maio contribuíram para a manutenção de níveis adequados de umidade no solo, favorecendo o acesso dos animais às áreas de pasto e evitando a degradação por pisoteio.

Segundo a entidade, “as áreas que receberam adubação nitrogenada em cobertura apresentaram crescimento acelerado e maior densidade de perfilhamento”, destacando-se pela coloração verde-escura e desenvolvimento superior às demais. Em contrapartida, o crescimento das espécies forrageiras em campo nativo foi reduzido.

Na região de Bagé, a Emater observou queda na oferta de forragem em campos nativos, sobretudo nas propriedades com alta lotação animal. Em Caxias do Sul, a germinação das áreas recém-implantadas e o crescimento das forrageiras plantadas mais cedo evoluíram satisfatoriamente.

Em Erechim, a combinação entre umidade do solo e maior incidência de luz solar tem beneficiado o desenvolvimento de culturas de inverno, como aveia e azevém, além de algumas variedades de trigo destinadas ao pastoreio. Frederico Westphalen também relatou estímulo ao rebrote das pastagens, com o retorno das chuvas e temperaturas amenas.

Na região de Ijuí, a Emater afirma que “as pastagens anuais de inverno vêm se desenvolvendo bem”, apesar do volume de forragem ainda ser limitado em função do atraso no início do crescimento. Em Passo Fundo, os campos nativos entraram em fase de repouso, e os animais têm sido direcionados às áreas cultivadas.

Pelotas segue com pastoreio em pastagens perenes de verão irrigadas, o que tem evitado o vazio forrageiro típico do outono. Em Porto Alegre, há sinais de recuperação do campo nativo, enquanto as pastagens de inverno continuam em implantação e desenvolvimento gradual.

Santa Maria mantém baixa qualidade nas pastagens nativas, com material fibroso e pouco nutritivo. Já em Santa Rosa, o pastoreio está em andamento nas áreas semeadas com aveia e trigo, e o plantio de azevém deve ser realizado na sequência. Em Soledade, embora atrasadas, as pastagens de inverno já entraram na fase inicial de pastejo, impulsionadas pelas chuvas recentes.





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Preços futuros do milho fecham a semana pressionados por condições…


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Acompanhando as condições climáticas da safra americana, os vencimentos futuros finalizaram a sessão com desvalorizações na sessão desta sexta-feira (16) na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais contratos terminaram o dia com baixas de 5,00 pontos e 3,25 pontos.

O contrato julho/25 terminou cotado com recuo de 5,00 pontos e negociado em US$ 4,43 por bushel. Já o contrato setembro/25 finalizou com queda de 3,50 pontos e está próximo de US$ 4,21 por bushel, enquanto o dezembro/25 fechou negociado por US$ 4,35  com recuo de 3,25 pontos.  Já o  março/26  está precificado em US$ 4,50 com baixa de 3,00 pontos.

Os principais vencimentos futuros do milho registraram perdas no comparativo frente ao início desta semana. Em que o contrato julho/25 fechou a sessão da segunda-feira (12) cotado em US$ 4,48 por bushel e teve uma queda de 1,12%, quando comparado com o fechamento de hoje.

Já o contrato setembro/25 encerrou o pregão da última segunda-feira cotado em US$ 4,32 por bushel e teve uma queda de 2,55%, frente ao valor do fechamento desta sexta-feira. O contrato dezembro/25 teve uma baixa semanal de 2,25%

De acordo com as informações internacionais, os futuros do milho apresentaram desempenho volátil na sessão desta sexta-feira, pressionados pelas condições ideais de cultivo no Meio-Oeste dos Estados Unidos.

Ainda de acordo com as informações, as chuvas no Meio-Oeste devem aumentar de domingo a quarta-feira para repor os suprimentos de umidade e ajudar no crescimento das plantações, de acordo com o Commodity Weather Group.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou que cerca de 62% da safra de milho dos EUA estava no solo até domingo, contra 40% na semana anterior e a média de 56% para esta época do ano, informou o USDA. Vinte e oito por cento já haviam emergido, acima dos 11% da semana anterior e da média de 21%.

A Agrinvest reportou que os preços do milho recuaram diante do mercado projetando uma grande safra de grãos nos Estados Unidos. As negociações futuras ainda monitoram as condições climáticas e as lavouras de outros países, especialmente na Ásia.

B3

Na Bolsa Brasileira (B3), as negociações futuras também finalizaram em campo negativo na sessão desta sexta-feira (16). O vencimento julho/25 está cotado em R$ 62,05 por saca com desvalorização de 0,72% e contrato  setembro/25 está precificado em R$ 64,00 com queda de 0,61%.

A Agrinvest reportou que as negociações futuras na Bolsa Brasileira recuaram após a confirmação do primeiro caso de gripe aviária em granja comercial no Brasil, o que levou a China a suspender temporariamente as importações de carne de frango do Brasil. 

“Arabia Saudita e Emirados Árabes, importantes compradores, ainda não se pronunciaram. China e Hong Kong respondem por 10,8% das exportações brasileiras de frango em 2024. A expectativa é de que o embargo seja temporário, já que o Brasil segue como o fornecedor mais competitivo”, comentou a Agrinvest.

Mercado Interno

A semana foi marcada por pressão baixista para as cotações no mercado interno, com os produtores avançando na fixação de oferta e os consumidores atuando com pouca força nas aquisições, conforme a Safras & Mercado destacou em nota.  

A Safras Consultoria reportou que fatores como a evolução do clima no Brasil para o desenvolvimento das lavouras, o movimento do dólar e dos preços futuros do milho e a paridade de exportação seguem no radar dos investidores.

As cotações do milho no mercado interno registraram movimentação distintas  nas regiões produtoras acompanhadas pelo Notícias Agrícolas. No município de Tangará da Serra/MT, o preço da saca do milho está precificada em R$ 65,00 e teve queda de 4,41%.

Na região de Campo Novo do Parecis/MT, o valor comercializado do cereal está próximo de R$ 63,00 por saca e com queda de 4,55%. No município de Sorriso/MT, o valor do milho está em torno de 59,00 por saca e teve recuo de 1,99%.

Já em Rio Verde/GO, a cotação do milho está próxima de R$ 64,00 por saca e teve baixa de 1,54%. No município de Machado/MG, o valor do milho está sendo negociado em R$ 68,00 por saca e teve desvalorização de 1,45%.

Em Campo Grande/MS, os preços do milho tiveram avanço de 2,22% e estão precificados em R$ 46,00 por saca. No município de Dourados/MS, o valor da saca do cereal está próxima de 55,00 por saca e teve um incremento de 1,85%. Em Cândido Mota/SP, o preço do milho teve baixa de 0,94% e está sendo negociado em R$ 52,50 por saca.





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Colheita de soja chega ao fim com perdas e incertezas



Chuvas atrasam fim da colheita de soja




Foto: Pixabay

A colheita da soja no Rio Grande do Sul está praticamente concluída, restando apenas áreas residuais referentes a cultivos tardios ou de segunda safra, que representam menos de 0,5% da área total plantada no estado. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (29) pela Emater/RS-Ascar, por meio do Informativo Conjuntural.

Segundo a entidade, as chuvas registradas a partir de 24 de maio atrasaram a conclusão dos trabalhos no campo. “A colheita só será finalizada com a melhora das condições climáticas”, informou a Emater.

O levantamento confirma perdas expressivas na produtividade da safra. A área plantada no estado foi estimada em 6.770.405 hectares, com produtividade média de 1.957 quilos por hectare. O resultado representa uma queda de 38,43% em relação à estimativa inicial, que era de 3.179 quilos por hectare.

Com os prejuízos acumulados, muitos produtores estão em busca de alternativas para reequilibrar suas finanças. “Há uma crescente demanda por medidas de securitização de dívidas”, destacou a Emater. A falta de políticas de renegociação pode levar a uma redução da área destinada à soja na próxima safra.





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Goiás registra queda nos preços de laticínios



Preço do creme de leite tem maior queda no mês




Foto: Divulgação

O setor lácteo goiano registrou queda nos preços pagos pela indústria de laticínios em maio. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (3) durante reunião da Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea, o índice da cesta de derivados teve recuo médio de 2,41% no mês.

As informações constam no boletim mensal elaborado com base em dados do Instituto Mauro Borges (IMB), responsável pelo levantamento. A cesta inclui cinco produtos: creme de leite, leite condensado, leite em pó, leite UHT e queijo muçarela. Os preços são ponderados conforme o peso de cada item na composição da produção industrial do setor.

“O índice representa a média ponderada dos preços recebidos pela indústria para os derivados monitorados”, informou a Câmara Técnica.

Entre os produtos analisados, o creme de leite registrou a maior queda, com recuo de 7,19%. O queijo muçarela e o leite UHT também apresentaram baixas significativas, de 3,22% e 2,13%, respectivamente. Já o leite condensado teve redução de 2,0% e o leite em pó, de 0,36%.





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produtividade da soja cai na Fronteira Oeste


A colheita da soja está praticamente encerrada no Rio Grande do Sul. Segundo informou o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (29), na região administrativa de Bagé, que abrange municípios da Fronteira Oeste, os trabalhos foram interrompidos pelas chuvas a partir de 24 de maio, mas a maior parte dos produtores já havia antecipado a operação.

As perdas foram expressivas em diversas localidades. “Em Itacurubi, as perdas chegaram a 55%, principalmente em cultivares precoces com baixos rendimentos”, apontou a Emater/RS-Ascar. Em Manoel Viana e Maçambará, as quebras foram estimadas em 60% e 70%, respectivamente. Em Quaraí, a produtividade ficou em 1.531 kg por hectare, com perdas adicionais por debulha natural. Em São Borja, as lavouras tardias e de replantio tiveram produtividade média de 900 kg por hectare.

Na região da Campanha, a colheita também foi finalizada, com exceção de áreas pontuais em Hulha Negra. A melhor produtividade foi registrada em Aceguá, com 2.400 kg por hectare. Já Lavras do Sul e Caçapava do Sul registraram quebras de 55% e 40%, respectivamente.

Outras regiões administrativas, como Caxias do Sul, Erechim, Frederico Westphalen, Passo Fundo e Soledade, concluíram a colheita. Em Ijuí, restam 0,75% das lavouras, principalmente de segundo cultivo. Nessas áreas, a produtividade variou conforme o regime hídrico. “Nas lavouras irrigadas, a média foi de cerca de 2.400 kg por hectare”, destacou o boletim.

Na região de Santa Maria, a colheita está em fase final. As maiores perdas foram observadas no Vale do Jaguari, no Planalto e nas porções Centro e Sul da região. Na Quarta Colônia, onde o clima foi mais favorável, a redução de produtividade foi menor.

Em Pelotas, ainda restam pequenas áreas a serem colhidas em municípios como Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Jaguarão e Herval, com predominância de lavouras de segundo cultivo. Em Santa Rosa, 99% da área já foi colhida. As lavouras semeadas em março, que ainda permanecem no campo, apresentam expectativa de produtividade superior a 2.400 kg por hectare.





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Dia Mundial do Leite é celebrado dia 1º de junho



Brasil é 3º maior produtor de leite no mundo




Foto: Pixabay

Comemorado neste 1º de junho, o Dia Mundial do Leite foi instituído em 2001 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) com o objetivo de promover o consumo de lácteos em todo o mundo. A data destaca a importância nutricional e econômica do leite, considerado pela FAO como o alimento mais consumido no planeta, com aproximadamente 580 milhões de toneladas de leite e derivados ingeridos anualmente.

O Brasil ocupa a terceira posição entre os maiores produtores mundiais, com uma produção superior a 34 bilhões de litros por ano, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O consumo per capita no país é de cerca de 320 mililitros por dia, enquanto a FAO recomenda o equivalente a três porções diárias, o que representa aproximadamente 480 mililitros.

Minas Gerais se mantém como o principal estado produtor do país, respondendo por mais de 27% da produção nacional. De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), são cerca de 9,3 bilhões de litros por ano, com a atividade presente em quase todos os 853 municípios mineiros. “A produção de leite em Minas Gerais tem papel estratégico na geração de renda, especialmente entre os agricultores familiares”, informou a Seapa em nota divulgada para marcar a data.





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