quinta-feira, abril 30, 2026

Política & Agro

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Problema denominação de origem do café do Cerrado Mineiro


A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade



A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade dos lotes de café
A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade dos lotes de café – Foto: Divulgação

A Federação dos Cafeicultores do Cerrado lançou uma campanha para combater o uso indevido da Denominação de Origem (DO) “Cerrado Mineiro”, o primeiro selo de origem para cafés do Brasil. A iniciativa visa conscientizar a população sobre a importância de consumir cafés com origem rastreável e aumentar a oferta de produtos certificados, com previsão de 600 mil a 700 mil sacas para a safra 2024/2025, em comparação com as 115 mil sacas de 2023/2024.

Segundo Juliano Tarabal, Diretor Executivo da Federação, o uso indevido do selo nas embalagens de café compromete a reputação da região e prejudica consumidores e produtores. “Isto é considerado uma infração às normas da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, que possui o registro de Denominação de Origem assegurado pelo INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Por isso, queremos estar cada vez mais próximos dos diferentes elos da cadeia para orientar sobre os processos de utilização da origem controlada”, diz.

A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade dos lotes de café, valorizando o produto nacional e internacionalmente. Desde 2013, o Selo de Origem e Qualidade certifica cafés da Região do Cerrado Mineiro conforme os critérios de produção, e a política de Denominação de Origem garante a certificação para cafés com pelo menos 80 pontos que passam pelas cooperativas, ampliando a oferta de cafés com DO.

Augusto Faria, produtor, destaca a importância de proteger a autenticidade dos cafés e informar os consumidores sobre sua qualidade e história. A campanha será promovida por redes sociais, vídeos, palestras, materiais impressos e outros meios. A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) apoia a ação, ressaltando que a rastreabilidade e certificações reforçam a qualidade e as boas práticas agrícolas.

“A ação representa um esforço para garantir que os consumidores recebam produtos de qualidade e origem certificada, combatendo as infrações, fortalecendo a confiança no café do Cerrado Mineiro, além de valorizar o trabalho dos produtores que seguem os requisitos necessários para a certificação. Possuimos exponencial suficiente para atender a demanda do mercado global, para o qual temos mapeados a utilização da Origem Cerrado Mineiro em 44 países por mais de 700 marcas”, finaliza Tarabal.





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Amplitude térmica agressiva e baixa umidade afetam bovinos


Enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite



Enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite
Enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite – Foto: Divulgação

A temperatura ideal para bovinos varia com a raça: zebuínos toleram até 35ºC, enquanto taurinos preferem 15 a 27ºC. Bezerros leiteiros são sensíveis a variações extremas, exigindo cuidados especiais no inverno, segundo Felipe Pivoto, da Vetoquinol. O inverno de 2024 tem sido marcado por condições adversas, com alertas de tempo seco e qualidade do ar ruim, além de quedas bruscas de temperatura devido a massas de ar polar. Essas mudanças extremas complicam o manejo dos bovinos.

“Frequentemente, enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite. Isso traz prejuízos não só para a saúde humana, mas ainda mais para a saúde dos animais. Os bovinos, que se aglomeram e ficam, muitas vezes, expostos às mudanças nos termômetros, ficam suscetíveis às Doenças Respiratórias de Bovinos (DRBs)”, alerta Pivoto. 

A homeostase ajuda os animais a lidar com temperaturas extremas, mas pode causar estresse térmico, sudorese, vômitos e diarreia, afetando a alimentação e a imunidade. Vírus e bactérias aproveitam esse estresse para infectar o rebanho. Para minimizar os danos, é crucial gerenciar o impacto climático e monitorar sinais de infecção. O Acura Max, da Vetoquinol, combina antibiótico e anti-inflamatório para tratar doenças respiratórias e acelerar a recuperação.

“Os agentes externos, como vírus e bactérias, aproveitam-se dessa situação para infectar o rebanho, podendo se alastrar muito facilmente para grande número de animais. Para reduzir esses potenciais prejuízos, o pecuarista deve aliviar os impactos climáticos nos animais e estarem atentos aos sinais clínicos de infecção para tomada de decisão eficiente”, ressalta o médico-veterinário.
 





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O crescimento dos produtos biológicos no Brasil


Globalmente, o mercado de produtos biológicos registrou um crescimento



A transição dos produtos químicos para os biológicos é impulsionada pela necessidade de combater a resistência de pragas
A transição dos produtos químicos para os biológicos é impulsionada pela necessidade de combater a resistência de pragas – Foto: Pixabay

Os produtos biológicos têm se consolidado como uma alternativa eficaz e sustentável na agricultura, especialmente no Brasil. Segundo Reinaldo Bonnecarrere, Diretor de Biológicos LATAM da Indigo Agricultura, o mercado de bioinsumos no país atingiu mais de R$ 6 bilhões em 2023, com 80% desse valor vindo de biodefensivos e 20% de bioinoculantes. A previsão é de que o setor cresça anualmente 16,6% até a safra 2027/28, destacando-se como o segmento de maior avanço entre os insumos agrícolas, conforme levantamento da CropLife Brasil.

Globalmente, o mercado de produtos biológicos registrou um crescimento de US$ 13 a 15 bilhões em 2023, com expectativa de aumento de 13% a 14% até 2032, alcançando US$ 45 bilhões. O Brasil é um dos líderes mundiais neste setor, com uso crescente de biológicos em culturas extensivas como soja e milho. Esses produtos, baseados em microrganismos vivos, oferecem vantagens como melhor absorção de nutrientes, maior resistência a condições adversas e aumento da matéria orgânica no solo.

A transição dos produtos químicos para os biológicos é impulsionada pela necessidade de combater a resistência de pragas e doenças, além dos danos ambientais e à saúde provocados pelos químicos. Os biológicos promovem biodiversidade, têm ação prolongada e são menos dependentes de insumos fósseis, contribuindo para uma agricultura mais sustentável.

Com a demanda global por alimentos prevista para aumentar em 20% nos próximos dez anos, o Brasil tem um papel crucial em atender a 40% desse crescimento. A pesquisa contínua e o desenvolvimento de novos produtos prometem expandir as possibilidades e a eficácia do controle biológico, promovendo uma agricultura mais segura e sustentável.
 





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Crescimento do etanol de milho e impacto nos DDGs


Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho



Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho
Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho – Foto: Pixabay

De acordo com o ItaúBBA, a produção de etanol de milho no Brasil deverá alcançar 7,8 bilhões de litros na safra 2024/25, representando um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. Este aumento significativo está ligado ao crescente uso do milho na produção de etanol, que deve consumir cerca de 17,3 milhões de toneladas do grão, equivalente a 21% do consumo doméstico de milho. Em paralelo, a produção de DDGs (Distillers Dried Grains) deve atingir 5,2 milhões de toneladas em 2024, com o Brasil prevendo exportar 14% desse volume, ou 0,74 milhões de toneladas.

Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho, sendo 11 localizadas no Mato Grosso, 6 em Goiás, 2 no Mato Grosso do Sul, 1 no Paraná e 1 em São Paulo. A produção de etanol de milho é predominante no Centro-Oeste, mas novos projetos estão se expandindo para a região Norte-Nordeste (NNE) do país. 

Entre essas usinas, 11 são exclusivamente voltadas para o milho, enquanto as demais são usinas flex, que produzem etanol tanto de cana-de-açúcar quanto de milho. As usinas flex podem operar de duas maneiras: algumas alternam entre cana e milho conforme a safra, enquanto outras utilizam cana apenas como fonte de biomassa para gerar vapor, permitindo uma operação mais contínua.

A análise do ItaúBBA aponta que, apesar do expressivo crescimento no setor de etanol de milho, o sucesso contínuo do mercado de DDGs (Distillers Dried Grains) no Brasil está intrinsecamente ligado à manutenção de preços competitivos para o consumidor interno. Com o aumento significativo na produção e no consumo de etanol de milho, a oferta de DDGs deve crescer proporcionalmente. No entanto, para garantir a expansão sustentável deste mercado e aproveitar plenamente as oportunidades internas, é essencial que os preços dos DDGs permaneçam atrativos.
 





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Abiec considera os resultados do TAC da Carne uma grande evolução


A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) participou, nesta quinta-feira (23), da solenidade comemorativa aos 15 anos, do Termo de Ajustamento de Conduta da Carne (ou TAC da Carne), realizada na sede do Ministério Público Federal (MPF), em Belém/PA. O TAC foi firmado em 2009, como um dispositivo para coibir ilícitos na cadeia pecuária da Amazônia, com respaldo em uma lei federal de 2008, que tornou os frigoríficos corresponsáveis por irregularidades em sua cadeia de fornecimento, como as fazendas de engorda e de terminação, das quais os animais saem para o abate. O TAC da Carne abrange atualmente seis dos nove estados da Amazônia Legal – Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins.

Hoje, de um total de 158 plantas na Amazonia Legal são 111 frigoríficos signatários do TAC segundo mapeamento do Ministério Público junto ao Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). Associadas à Abiec são 20 empresas com 51 plantas. O TAC engloba os critérios hoje descritos no Protocolo do Boi na Linha (www.boinalinha.org ) que reúne e uniformiza procedimentos e parâmetros, em protocolos que evoluem gradativamente e que são levados em consideração nas auditorias. Dentre eles, desmatamento ilegal; sobreposição com terras indígenas e com unidades de conservação; embargo ambiental; trabalho escravo; Cadastro Ambiental Rural (CAR) e alteração nos limites do CAR; Licenciamento Ambiental Rural do estado do Pará; Guia de Trânsito Animal (GTA) e produtividade. No Pará, que passou pelo quinto ciclo de auditoria, o percentual de não-conformidades caiu de 10,4%, na auditoria de 2018, para 4,81%, na de 2023.

De acordo com o Diretor de Sustentabilidade da Abiec, Fernando Sampaio – foram 15 anos de um processo de aprendizado. “A indústria construiu esse know-how de como mapear e avaliar risco em seu fornecimento”, explica Sampaio. Em sua fala no evento, o diretor colocou o setor como parceiro do MPF, para enfrentar os desafios que ainda existem, como ampliar o número de empresas participando dos protocolos de monitoramento, o controle de fornecedores indiretos, o envolvimento de outros setores, como varejo e bancos, e pediu maior participação da indústria na governança que existe hoje no Pará, e que essa governança seja ampliada para garantir participação social nos outros estados da Amazônia.

 O evento 15 Anos do TAC da Carne foi organizado por Amigos da Terra, Imaflora e a Aliança Paraense pela Carne e pelo MPF. O Imaflora e Amigos da Terra secretariam o Comitê de Apoio ao TAC no Pará.

A Abiec tem um termo de cooperação com o Imaflora para promover o uso e a ampliação do Protocolo Boi na Linha, e atua com Amigos da Terra no Grupo de Trabalho de Fornecedores Indiretos- GTFI.





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Produção de etanol nos EUA atinge mínima


Costa do Golfo contrariou a tendência



O Centro-Oeste, a principal região produtora de etanol, viu sua produção cair para uma média de 1,002 milhão de barris
O Centro-Oeste, a principal região produtora de etanol, viu sua produção cair para uma média de 1,002 milhão de barris – Foto: Pixabay

A produção de etanol nos Estados Unidos caiu para o nível mais baixo em quase dois meses, conforme dados da Energy Information Administration (EIA). Na semana encerrada em 30 de agosto, a produção média foi de 1,061 milhão de barris por dia, uma redução em relação aos 1,071 milhão de barris da semana anterior. Este é o menor nível de produção desde 5 de julho, refletindo uma tendência de queda significativa.

O Centro-Oeste, a principal região produtora de etanol, viu sua produção cair para uma média de 1,002 milhão de barris por dia, em comparação com 1,012 milhão de barris na semana anterior. Esse é o nível mais baixo registrado na região em quase dois meses. A produção da Costa Leste também caiu, atingindo uma média de 9.000 barris por dia, de 12.000 barris, enquanto as Montanhas Rochosas reduziram sua produção para 11.000 barris, de 12.000 barris na semana anterior.

Contrariando a tendência geral de queda, a produção de etanol na Costa do Golfo registrou um aumento de mil barris, alcançando uma média diária de 29.000 barris. Esse crescimento indica uma recuperação parcial na região, que contrastou com a diminuição observada em outras áreas. Da mesma forma, a Costa Oeste também apresentou uma melhora significativa, com a produção subindo para 10.000 barris por dia, um incremento considerável em relação aos 8.000 barris registrados na semana anterior. 

Os estoques de etanol na semana encerrada em 30 de agosto diminuíram para 23,354 milhões de barris, uma queda em relação aos 23,572 milhões de barris da semana anterior. Este é o menor nível de estoques registrado em três semanas, indicando uma possível diminuição na oferta ou um aumento na demanda que está pressionando os níveis de estoque para baixo.





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Produtores antecipam plantio de mandioca visando melhor preço


Plantio de manivas para a produção de raízes de mandioca está em ritmo acelerado




Foto: Canva

Nesta quinta-feira (05), o Informativo Conjuntural da Gerência de Planejamento revelou que, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, o plantio de manivas para a produção de raízes de mandioca está em ritmo acelerado. Atualmente, 55% da área destinada ao cultivo já foi plantada, com os produtores adiantando a implantação para assegurar melhores condições de preço em um mercado com demanda crescente. A previsão é que a colheita das manivas inicie no início de janeiro, com grande parte dos cultivos começando a ser colhida a partir de fevereiro.

Os preços permanecem estáveis, com a caixa de 25 quilos de mandioca sendo comprada por R$ 110,00. A mandioca lavada não descascada é vendida diretamente ao consumidor a R$ 5,00/kg, enquanto a mandioca descascada alcança R$ 6,00/kg nos mercados varejistas e entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg em feiras e vendas diretas.

Em Soledade, as baixas temperaturas do inverno causaram queimaduras nas manivas, especialmente nas áreas de maior altitude. Como resultado, alguns produtores estão adquirindo manivas para reposição nos plantios. O excesso de umidade no solo e as geadas recentes afetaram a qualidade das raízes colhidas. Apesar disso, o clima tem favorecido o preparo do solo, e os plantios estão começando nas baixas altitudes do Vale do Rio Pardo.





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Produção de milho para silagem segue em crescimento


Plantio de milho para silagem avança com estabilidade




Foto: Pixabay

O plantio do milho destinado à produção de silagem está em andamento no Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar. O processo de preparo das áreas e de semeadura tem se intensificado, com variações de ritmo conforme as condições de umidade do solo. Para a safra 2024/2025, está prevista a implantação de 357.311 hectares de milho para silagem, com uma produtividade estimada em 38.440 kg/ha. Apesar da expectativa de uma leve redução da área de cultivo em nível estadual, a maioria das regiões mantém estabilidade em relação à safra anterior, sustentada pela demanda alimentar dos rebanhos leiteiros.

Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, a situação varia. Em Bagé, são previstos 6.495 hectares de milho silagem, com destaque para o município de Aceguá, que cultiva 2.500 hectares, representando 38,5% da área total da região devido à forte presença da atividade leiteira. Em Erechim, o preparo e a semeadura das áreas avançam, com as lavouras nas proximidades do Rio Uruguai já em desenvolvimento vegetativo inicial. Já em Frederico Westphalen, 40% da área foi semeada, mas as operações foram temporariamente interrompidas pela falta de chuvas.

A região de Pelotas prevê um aumento de 15% na área cultivada, totalizando 17.430 hectares, impulsionado pelos preços de venda da silagem, que variam de R$ 0,30 a R$ 0,55/kg. Nas regiões de Santa Rosa e Soledade, o período ainda é de entressafra, mas há expectativa de aumento nas áreas de plantio em Soledade, em virtude da crescente demanda do setor leiteiro local.





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Cevada apresenta projeção de alta produtividade


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Gerência de Planejamento, o desenvolvimento das lavouras de cevada no Rio Grande do Sul está em boas condições gerais. As plantas estão expandindo a área foliar e, nas áreas semeadas no início da janela de plantio, encontram-se nas fases de emissão de espigas e floração.

O manejo de plantas daninhas e a aplicação de nitrogênio foram finalizados, com os produtores agora focados no controle de doenças, especialmente o oídio, por meio da aplicação de fungicidas. No extremo Norte do Estado, algumas áreas semeadas no início da janela de plantio e atualmente em fase de floração têm recebido atenção especial devido aos danos causados por geadas.

A projeção para a safra é de 34.429 hectares, com uma expectativa de produtividade de 3.245 kg/ha. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Erechim, apesar de alguns danos pontuais provocados por geadas, a expectativa de produção permanece alta, alcançando 3.600 kg/ha, devido ao elevado potencial produtivo das áreas semeadas no final da janela de plantio.

Em Frederico Westphalen, aproximadamente 60% da área está em desenvolvimento vegetativo, 35% em florescimento e 5% em enchimento de grãos. Na região de Ijuí, as lavouras estão no final do estádio vegetativo, com baixa incidência de doenças e excelente potencial produtivo. Comparado às safras anteriores, as plantas mostram melhor sanidade e menos folhas basais amareladas.

Em Soledade, 19% das lavouras estão em perfilhamento, 78% em alongamento de colmo e 3% em espigamento. As condições climáticas durante o período foram favoráveis, e as perspectivas de produtividade estão alinhadas às expectativas, especialmente para as lavouras manejadas com boas práticas tecnológicas. No entanto, foram registrados casos de deficiências nutricionais em algumas áreas.

No mercado, a cotação média da cevada para indústria de malte na região de Erechim é de R$ 85,00 por saca de 60 quilos, enquanto em Frederico Westphalen, o preço médio é de R$ 83,00 por saca.





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