terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Colheita da noz-pecã começa com expectativas mistas



Noz-pecã tem boas perspectivas, mas clima preocupa produtores




Foto: Pixabay

O mais recente boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), revelou cenários distintos para a produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul. Enquanto algumas regiões apresentam boa frutificação, outras registram expectativas frustrantes para a safra.

Na região de Pelotas, em Turuçu, os produtores enfrentam baixa produtividade na primeira colheita comercial, frustrando as projeções iniciais. Já na região de Santa Rosa, os pomares estão em fase de frutificação e demonstram bom desenvolvimento.

Em Erechim, a colheita começou e há forte demanda dos setores de panificação e agroindústria. A produção deve superar os números de 2024. Em Soledade, a cultura está na fase de formação da amêndoa, e apesar da falta de chuvas em janeiro e fevereiro, que causou queda de frutos, a situação já se estabilizou. As chuvas recentes ajudaram no enchimento das amêndoas e a sanidade dos pomares é considerada satisfatória.

Com a demanda em alta e produção variada, o setor segue atento às condições climáticas e à qualidade dos frutos para garantir o abastecimento do mercado.





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Cotações mistas, mas com pequenas mudanças, encerram esta segunda-feira (17)…


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Esta segunda-feira (17) terminou com cotações mistas para o mercado do frango, mas mudanças sutis nos preços. De acordo com dados do Cepea, o mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. Segundo pesquisadores do órgão, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo.

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo subiu 1,85%, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 0,37%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável no Paraná, com valor de R$ 4,65/kg, assim como em Santa Catarina, com preço de R$ 4,61/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à sexta-feira (14), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,41/kg e R$8,40/kg.

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Fonte:

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Mercado da soja segue cauteloso no Sul


A demanda por esmagamento mantém os preços da soja no Rio Grande do Sul elevados, apesar da cautela no mercado, segundo a TF Agroeconômica. A quinta-feira registrou pouca movimentação e algumas quedas nos preços, mas os valores seguem acima da média nacional. 

A alta do dólar e a queda na Bolsa de Chicago influenciaram o cenário, enquanto os prêmios permaneceram firmes. A incerteza climática segue pesando nas projeções da safra, que variam entre menos de 17 milhões e quase 25 milhões de toneladas. No porto, a saca foi cotada a R$ 137,00, enquanto no interior os preços ficaram em R$ 130,00 nas principais praças. Em Panambi, o preço de pedra manteve-se em R$ 125,00.  

Em Santa Catarina, a safra de soja sofre com o clima irregular, reduzindo a produtividade de 70 para 50 sacas por hectare. A colheita começa na segunda semana de março, mas a expectativa é de um volume inferior ao da temporada passada. No porto de São Francisco, a cotação para junho ficou em R$ 130,87. No Paraná, a projeção da safra é de 21,2 milhões de toneladas, uma leve queda de 0,65% em relação ao mês anterior. O preço em Paranaguá chegou a R$ 135,00, enquanto no interior variou entre R$ 122,91 em Cascavel e R$ 127,00 em Ponta Grossa.  

No Mato Grosso do Sul, a colheita avança rapidamente, com algumas regiões, como Sidrolândia, superando 50% da área colhida. A produtividade varia entre 15 e 80 sacas por hectare, refletindo as chuvas irregulares. Em Dourados, Campo Grande e Sidrolândia, o spot foi cotado a R$ 117,65. No Mato Grosso, a colheita entra na fase final com produtividade entre 50 e 70 sacas por hectare. Apesar da boa safra, os preços seguem baixos, com cotações de R$ 106,64 em Sorriso e Lucas do Rio Verde, e R$ 116,09 em Rondonópolis e Primavera do Leste.

 





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Demanda interna impulsiona alta do milho na B3



O milho na CBOT registrou sua quinta sessão consecutiva de queda



Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83,
Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83, – Foto: AgResource

O milho negociado na B3 encerrou o dia em alta nesta quinta-feira (27), descolando-se da tendência de queda observada na Bolsa de Chicago (CBOT), de acordo com informações da TF Agroeconômica. A forte demanda interna, especialmente impulsionada pela produção de etanol, tem sustentado os preços no mercado físico e na bolsa, mesmo em um período que tradicionalmente apresentaria recuo. Além disso, a valorização do dólar compensou a baixa externa, favorecendo as cotações brasileiras.

Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83, com alta diária de R$ 0,47 e avanço de R$ 4,11 na semana. Já o contrato para maio de 2025 subiu R$ 0,41 no dia, encerrando a R$ 82,61, enquanto julho de 2025 teve um leve acréscimo de R$ 0,01, fechando a R$ 74,17. A dificuldade logística e a menor disponibilidade de grãos no mercado físico também contribuem para essa valorização.

Em contraste, o milho na CBOT registrou sua quinta sessão consecutiva de queda. O contrato de março fechou em baixa de 2,82%, cotado a US$ 4,64 por bushel, enquanto o vencimento para maio caiu 2,53%, encerrando a US$ 4,81 por bushel. A pressão negativa veio de fatores como a declaração do ex-presidente Donald Trump sobre a imposição antecipada de tarifas comerciais e a divulgação de dados pelo USDA, que apontaram uma redução de 45% nas exportações semanais do cereal.

A combinação desses fatores demonstra um cenário de divergência entre os mercados interno e externo. Enquanto o milho brasileiro se mantém valorizado pela demanda interna e pela alta do dólar, a Bolsa de Chicago segue pressionada por incertezas comerciais e queda nas exportações.

 





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Soja recua em Chicago com incerteza no mercado internacional


As cotações da soja encerraram fevereiro em queda na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo um cenário de maior oferta global e incertezas na demanda chinesa. O contrato para o primeiro mês fechou em US$ 10,22 por bushel em 27 de fevereiro, contra US$ 10,45 na semana anterior. O farelo e o óleo de soja também recuaram, com perdas acumuladas de 7,4% e 5,4%, respectivamente, nos últimos dias.

Nos Estados Unidos, o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) divulgou no Fórum Outlook de fevereiro que a área de soja pode ser reduzida para 34 milhões de hectares, abaixo dos 35,3 milhões do ciclo anterior. No entanto, a queda ficou abaixo das expectativas do mercado, o que contribuiu para a desvalorização dos contratos futuros.

No Brasil, o cenário cambial tem ajudado a sustentar os preços internos. Com o real desvalorizado para R$ 5,83 por dólar, a saca de soja fechou a semana em R$ 125,40 no Rio Grande do Sul, enquanto nas principais praças os valores oscilaram entre R$ 103,00 e R$ 124,50. O avanço da colheita, que atingiu 37,6% da área plantada, pode pressionar os preços no curto prazo.

Apesar das quedas, a projeção de safra brasileira segue robusta, variando entre 166 e 171 milhões de toneladas, dependendo do impacto das quebras no Sul do país. Consultorias como a AgRural estimam 168,2 milhões de toneladas, enquanto a Hedgepoint Global Markets aposta em 171,5 milhões de toneladas.

Por outro lado, as exportações brasileiras de soja desaceleraram em fevereiro. Até a terceira semana do mês, o país havia exportado 3,7 milhões de toneladas, uma redução de 29% em relação ao mesmo período de 2024. A colheita tardia pode estar limitando os embarques.

O mercado segue atento ao comportamento da demanda chinesa, que representa mais de 70% das exportações brasileiras. Com a economia chinesa crescendo a um ritmo mais lento e políticas para reduzir a dependência da soja importada, especialistas alertam para um possível excesso de oferta global nos próximos anos.





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Milho tem forte valorização no Brasil com baixa disponibilidade no mercado


Os preços do milho seguem firmes no Brasil, impulsionados pela menor oferta no mercado e pelo aumento da demanda. No Rio Grande do Sul, a saca fechou a semana em R$ 67,69, enquanto nas principais regiões produtoras os valores oscilaram entre R$ 66,00 e R$ 86,00.

Na B3, os contratos futuros atingiram patamares históricos, com o vencimento de março/25 negociado entre R$ 73,15 e R$ 83,70. A valorização é reflexo da relação estoque/consumo apertada. Segundo a Conab, essa relação estava em 2,5% em janeiro, o menor nível já registrado no país.

A retração dos vendedores tem sido um dos principais fatores de sustentação dos preços. Com a expectativa de novas valorizações, muitos produtores optaram por segurar as vendas. Enquanto isso, compradores enfrentam dificuldades para recompor seus estoques e se deparam com preços elevados.

A safra de milho segunda safra (safrinha) segue avançando, mas ainda com atrasos. No Centro-Sul, 64% da área já foi plantada, segundo a AgRural, enquanto a Conab aponta 53,6%. Em Mato Grosso, estado líder na produção do cereal, o plantio alcançou 67,7%, mas segue 13,2 pontos percentuais atrasado, devido ao plantio tardio da soja e excesso de chuvas.

Nas exportações, o Brasil embarcou 1,2 milhão de toneladas de milho nos primeiros 15 dias úteis de fevereiro, segundo a Secex. O volume está 11,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2024, mas ainda dentro das projeções da Anec, que estima exportações totais de 1,29 milhão de toneladas no mês.

A expectativa para os próximos meses dependerá do desempenho da safrinha, que pode definir a oferta no segundo semestre. Caso as condições climáticas favoreçam a colheita, os preços podem perder força. No entanto, com estoques historicamente baixos, o milho segue com viés de alta no mercado doméstico.





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colheita atrasada em SC e PR; preços variam no MS


A TF Agroeconômica destacou que o mercado de exportação de milho no Rio Grande do Sul encerrou suas compras, concentrando-se agora no embarque dos volumes adquiridos. Os terminais passam a focar exclusivamente na soja e seus derivados. Enquanto isso, as indústrias seguem comprando milho e aproveitam oportunidades de aquisição “a fixar”, permitindo ajustes graduais nos preços. As indicações de compra variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00, dependendo da localidade, enquanto os armazenadores seguem vendendo conforme a demanda dos produtores, com preços entre R$ 72,00 e R$ 75,00. Em Panambi, o preço subiu para R$ 67,00 por saca.  

Em Santa Catarina, a Conab informou que a colheita avançou pouco na última semana, atingindo 29% da área apta, ainda abaixo dos 39% registrados na mesma época de 2024. A Epagri apontou que os preços internos no estado seguem um movimento de leve retração, divergindo do cenário internacional, onde há expectativa de alta para março de 2025. No acumulado anual, os preços subiram 13% no Oeste, região com maior demanda devido à presença de agroindústrias. Atualmente, as cooperativas locais pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, enquanto nos portos os valores variam de R$ 72,50 a R$ 73,50 para entregas entre agosto e outubro.  

No Paraná, a Conab revisou os dados da colheita da primeira safra, confirmando atraso nos trabalhos. No mercado local, as ofertas para o milho spot giram em torno de R$ 70,00 por saca. No porto de Paranaguá, os preços para a safrinha variam de R$ 72,30 a R$ 74,50, dependendo do prazo de entrega e pagamento. Já no Mato Grosso do Sul, a Aprosoja indicou que o plantio da safrinha atingiu 24,2% da área prevista. Os preços no estado tiveram variação: recuaram 1,52% em Campo Grande (R$ 65,00), mas subiram em outras regiões, com Chapadão atingindo R$ 69,00 (+7,81%) e Dourados e Maracaju registrando R$ 70,00 por saca.

 





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mercado reage a novos ataques na Ucrânia e clima adverso nos EUA



Chuvas excessivas no norte da França e na Alemanha prejudicaram a qualidade dos grãos




Foto: Canva

As condições climáticas desfavoráveis na Europa impactam a safra de trigo e abrem espaço para a Rússia aumentar sua participação no mercado global. Chuvas excessivas no norte da França e na Alemanha prejudicaram a qualidade dos grãos, limitando a oferta de trigo para exportação. De acordo com analistas, a safra europeia pode sofrer uma redução de até 4 milhões de toneladas em relação ao projetado inicialmente. “Os problemas climáticos na colheita fizeram com que parte do trigo perdesse qualidade para moagem e fosse direcionado à alimentação animal”, explicou um consultor de mercado.

Enquanto isso, a Rússia segue com uma safra robusta e preços competitivos. A produção russa deve alcançar 91 milhões de toneladas em 2024, consolidando o país como o maior exportador global. Recentemente, Moscou reduziu tarifas de exportação para atrair mais compradores internacionais.

Os preços internacionais refletem esse cenário. O trigo europeu ganhou prêmio devido à menor disponibilidade, enquanto o trigo russo mantém cotações mais baixas e segue conquistando mercado no Norte da África e no Oriente Médio.

Nos Estados Unidos, a produção também sofreu com o clima seco, especialmente nas regiões produtoras de trigo de primavera. O USDA revisou para baixo a estimativa da safra norte-americana, o que pode favorecer a valorização do trigo no médio prazo.

O cenário global segue volátil, e os próximos meses serão decisivos para os preços. Com menor oferta na Europa e produção elevada na Rússia, os importadores analisam oportunidades, enquanto produtores em diferentes países buscam estratégias para se manterem competitivos.





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Clima deve variar e exige atenção no campo durante o feriado


A previsão do tempo para o Carnaval 2025 indica variações climáticas em diferentes regiões do país, exigindo planejamento para quem pretende viajar ou seguir com as atividades no agronegócio. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um boletim detalhado com as condições climáticas entre os dias 1º e 4 de março. Confira como será o clima e se programe.

Região Norte

O tempo deve permanecer instável em grande parte da região, com pancadas de chuva frequentes, principalmente no período da tarde e noite. Essas precipitações podem vir acompanhadas de raios, trovoadas e rajadas de vento, o que exige atenção redobrada, especialmente para quem trabalha com lavouras sensíveis à umidade excessiva. No norte do Amazonas e em Roraima, a possibilidade de chuva é menor, mas ainda há condições para pancadas isoladas no final do dia. O calor continua intenso, favorecendo a evapotranspiração e exigindo uma boa gestão hídrica para as plantações.

Região Nordeste

A previsão aponta para dias com muitas nuvens e pancadas de chuva intercaladas com períodos de sol em estados como Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Essas precipitações podem beneficiar regiões produtoras que dependem da umidade para a lavoura, mas também podem gerar transtornos em locais com o solo saturado. Do Rio Grande do Norte até a Bahia, espera-se a ocorrência de chuvas mais intensas e localizadas, podendo impactar o escoamento da produção agrícola. No interior da região, predomina o tempo seco e quente, favorecendo a colheita e a secagem de grãos.

Região Centro-Oeste

Os produtores da região devem se preparar para chuvas distribuídas ao longo do dia, especialmente no período da tarde e noite. Essas condições climáticas podem trazer desafios para a colheita de grãos e o manejo das pastagens. Em algumas áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, as precipitações podem vir acompanhadas de rajadas de vento, exigindo cautela no transporte e armazenamento da produção. Apesar da instabilidade, as temperaturas se mantêm elevadas, impulsionando o crescimento vegetativo de diversas culturas.

Região Sudeste

A previsão indica dias de calor intenso, com máximas chegando a 37°C no Rio de Janeiro e 33°C em São Paulo. Essas condições favorecem a maturação de culturas como a cana-de-açúcar e a fruticultura, mas também aumentam a necessidade de irrigação nas lavouras. No entanto, áreas do litoral paulista e do Espírito Santo podem registrar chuvas isoladas, o que pode impactar regiões de produção de café e hortaliças. O predomínio de sol e tempo seco em algumas localidades também eleva o risco de incêndios em vegetações secas.

Região Sul

Os três estados da região têm previsão de temperaturas elevadas durante os dias de feriado. A sensação de calor será intensificada pelo tempo abafado e pelo aumento da nebulosidade ao longo do dia. A partir da tarde, as condições ficam favoráveis para pancadas de chuva isoladas, o que pode auxiliar na recuperação dos solos em algumas áreas, mas também pode atrasar trabalhos de colheita. No Rio Grande do Sul, o tempo quente e úmido favorece o desenvolvimento da soja e do milho, exigindo monitoramento para doenças fúngicas.





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Soja, milho e trigo: mercado ajusta posições


De acordo com informações da TF Agroeconômica, a soja registra recuperação parcial em Chicago, após as quedas anteriores, com os fundos ajustando posições. O estoque final de 8,71 milhões de toneladas previsto pelo USDA para 25/26 sustenta o mercado, mas incertezas tarifárias e boas condições climáticas na América do Sul seguem pressionando os preços. No Brasil, a cotação do CEPEA subiu 1,90% no dia, atingindo R$ 134,55 por saca.

“A soja, assim como os demais produtos, está apresentando recuperação parcial nesta manhã em Chicago, após as quedas das sessões anteriores, enquanto os fundos de investimento tentam ajustar suas posições”, comenta.

O milho opera com leves altas em Chicago, interrompendo cinco dias consecutivos de perdas. A previsão de uma safra recorde nos EUA e tarifas de 25% sobre importações do México e Canadá pesam sobre o mercado. No Brasil, o CEPEA indica avanço diário de 0,57%, com a saca a R$ 87,68. A semeadura da safrinha segue acelerada, enquanto as chuvas na Argentina podem beneficiar as lavouras.

“Após sua quinta sessão consecutiva de baixa, o milho está sendo negociado com leves ganhos em Chicago, impulsionado por problemas técnicos associados a fundos de investimento. Entre os fatores que continuam pressionando os preços estão a previsão de uma colheita recorde nos EUA na próxima temporada”, completa.

O trigo sobe nos EUA após quatro sessões de baixa, impulsionado por fatores técnicos e tensão comercial com o México. A reunião entre Trump e Zelensky, que pode impactar o mercado do Mar Negro, também está no radar dos traders. No Brasil, o CEPEA registra alta diária de 1,04% no Paraná e 0,10% no Rio Grande do Sul.

“O trigo está sendo negociado em ritmo de alta nos mercados dos EUA após cair nos quatro dias anteriores. Também neste caso, e por enquanto, questões técnicas estão influenciando os investidores, que vêm liquidando contratos de grãos”, conclui.





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