terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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VLI inicia embarques para exportação da safra 2024/2025 de soja


Perspectiva de produção recorde no país movimenta corredores logísticos Norte, Leste e Sudeste

A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, iniciou os embarques para a exportação da safra 2024/2025 de soja que, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve atingir recorde histórico, chegando a 166 milhões de toneladas, 12,4% em relação à temporada anterior. A partir da segunda quinzena de fevereiro até o segundo semestre, volumes captados nos estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Bahia e Pará serão escoados por meio dos corredores logísticos Leste e Sudeste (Ferrovia Centro Atlântica – FCA) e Norte (Ferrovia Norte Sul – FNS).

Os embarques são realizados por meio do sistema multimodal da VLI, que integra, no Corredor Norte, os terminais logísticos de Porto Nacional e Palmeirante (TO) e de Porto Franco (MA) ao Terminal Portuário de São Luís (TPSL); e os terminais de Araguari, Pirapora e Uberaba (MG), nos Corredores Leste e Sudeste, ao porto de Tubarão (Espírito Santo) e ao Terminal Integrador Portuário Luís Antônio Mesquita – Tiplam (Baixada Santista) respectivamente.

“A safra da soja é fundamental para o desenvolvimento econômico do país à medida que compõe uma cadeia produtiva complexa, que vai desde a produção primária até a transformação industrial e a produção de carnes. Neste sentido, a integração entre portos, ferrovias e terminais traz eficiência e confiabilidade aos nossos clientes, permitindo que o grão seja exportado com sucesso para diferentes destinos do mundo, como Ásia, Europa e Estados Unidos”, afirma Gabriel Fonseca, gerente geral Comercial da VLI para a área de grãos.

Além do crescimento expressivo esperado nos volumes específicos de soja, em 2024/2025, o Brasil espera um recorde histórico também na safra de grãos como um todo. De acordo com levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em fevereiro, o país deve colher 325,7 milhões de toneladas destas commodities, o que representa crescimento de 9,4% em relação à temporada anterior. O resultado é reflexo de um aumento de 2,1% na área cultivada, estimada em 81,6 milhões de hectares, além da recuperação de 7,1% na produtividade média das lavouras, prevista para 3.990 quilos por hectare.





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Brasil expande exportação de sêmen bovino para a Nigéria



Brasil alcança sua 34ª abertura de mercado em 2025




Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que as autoridades sanitárias da Nigéria aprovaram o Certificado Sanitário Internacional proposto pelo Brasil para a exportação de sêmen bovino. A decisão representa mais um avanço para o agronegócio brasileiro no mercado africano.

Com mais de 223 milhões de habitantes e uma das maiores economias da África, a Nigéria importou, em 2024, mais de US$ 880 milhões em produtos agrícolas do Brasil. A abertura do mercado para o sêmen bovino brasileiro reflete a confiança do país africano no sistema sanitário nacional e abre novas oportunidades de negócios para produtores brasileiros.

A ampliação das exportações acompanha o crescimento demográfico e econômico do continente africano, que vem demandando cada vez mais produtos agropecuários de alta qualidade.

Com essa nova negociação, o Brasil alcança sua 34ª abertura de mercado em 2025, totalizando 334 desde o início de 2023. O avanço é resultado da parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que trabalham para expandir a presença do agronegócio brasileiro no cenário internacional.





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preço da tilápia sobe 6% na Quaresma



Preço do pescado sobe menos que outras proteínas no Paraná




Foto: Pixabay

O consumidor paranaense pagará mais caro pelo filé de tilápia durante a Quaresma de 2025, conforme aponta o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Departamento de Economia Rural (Deral).

Segundo o boletim, a pesquisa de preços no varejo indica que, em fevereiro, o quilo do filé de tilápia foi comercializado a R$ 55,42, o que representa um aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, quando comparado a janeiro deste ano, houve uma leve queda de 2% no valor.

Apesar do reajuste, a tilápia ainda está entre as proteínas com menor variação de preço no período. Outras carnes populares, como bovina e de frango, registraram aumentos superiores a 20%, tornando o pescado uma opção relativamente mais acessível para os consumidores.

O Paraná é o maior produtor de tilápia do Brasil, e a Quaresma costuma impulsionar a demanda por pescados, influenciando os preços no mercado.





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colheita acelera e mercado registra queda



Preço do arroz apresentou uma leve queda no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

O boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), aponta avanço na colheita do arroz no Rio Grande do Sul, especialmente na Fronteira Oeste. Na região administrativa de Bagé, 9% da área cultivada já foi colhida. Em Itaqui, os trabalhos estão adiantados, com 20% dos 67 mil hectares colhidos. Já em São Borja, a colheita atinge 15% dos 33.965 hectares cultivados. No geral, 33% das lavouras da região ainda estão em enchimento de grãos, enquanto 31% encontram-se em maturação.

Na Região da Campanha, a colheita ainda está no início, com 33% das lavouras em floração e 45% em enchimento de grãos. Já na Região de Pelotas, a maior parte da cultura segue em desenvolvimento: 55% das áreas estão na fase de granação, 35% em floração e 10% maduras e prontas para a colheita. Produtores da região realizam manutenção em estradas e equipamentos para garantir o escoamento da produção.

A Região de Santa Maria registrou redução na área plantada devido aos estragos causados pela enchente de maio de 2025, que comprometeu a estrutura de irrigação e contenção. A colheita já foi realizada em 5% da área, enquanto 26% das lavouras estão em maturação e 50% em enchimento de grãos.

Apesar do avanço na colheita, o preço do arroz apresentou uma leve queda no mercado. Segundo levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 50 quilos registrou redução de 2,15% na última semana, passando de R$ 96,93 para R$ 94,85.





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hora de proteger o solo


Com a colheita da soja concluída, o momento é propício para planejar a cobertura do solo, uma prática essencial para garantir a sustentabilidade do sistema produtivo. Segundo Gessí Ceccon, analista e engenheiro agrônomo da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), a cobertura do solo não apenas protege contra a erosão, mas também melhora as condições físicas do solo, favorecendo a produtividade futura. “A soja no verão tem um alto valor econômico, e por isso é a cultura predominante. No entanto, após sua colheita, precisamos focar em melhorar as condições do solo”, explica Ceccon.

O milho desponta como a principal espécie para sustentar o sistema de plantio direto, pois possui um sistema radicular agressivo que auxilia na descompactação do solo. “O milho, apesar do foco na produtividade de grãos, tem um papel fundamental na melhoria estrutural do solo. Suas raízes crescem profundamente, aproveitando a umidade residual e criando poros para infiltração da água”, destaca o engenheiro.

Outro ponto essencial é a consorciação do milho com a braquiária, estratégia que a Embrapa vem pesquisando há 20 anos. As raízes de milho produzem poros maiores e as raízes de braquiária poros menores, ambos importantes para a infiltração e armazenamento de água no solo. Apesar de algumas dificuldades técnicas no manejo da população de plantas e no uso de herbicidas no consórcio, a técnica tem se mostrado eficaz. “A braquiária começa a se destacar quando o milho atinge a fase de maturidade, proporcionando uma cobertura uniforme e protegendo o solo contra a erosão e a perda de umidade”, pontua Ceccon.

A cobertura do solo com a braquiária também auxilia na fixação da palha, evitando que ventos fortes a desloquem, mantendo assim a proteção da superfície do solo. Após o período adequado para o plantio do milho, entra em cena a cobertura com plantas como a braquiária consorciada com leguminosas, sendo a mais indicada a crotalária ochroleuca. “A crotalária, diferente do milho e da braquiária, tem raiz pivotante que cresce profundamente, contribuindo para um perfil de solo mais estruturado”, explica Ceccon.

O manejo adequado também passa pelo momento correto de intervenção. Segundo Ceccon, um manejo na braquiária em junho é essencial para reiniciar a produção de massa e garantir qualidade na cobertura do solo. “Plantar braquiária solteira é coisa do passado. Sempre que possível, devemos associá-la a uma leguminosa para melhorar a qualidade da cobertura”, enfatiza. A adoção dessas estratégias permite que a soja seja semeada mais próxima da dessecação, garantindo melhor condição física do solo e maior eficiência produtiva da soja. “Cada detalhe faz diferença na produtividade e na sustentabilidade do sistema produtivo”, conclui Ceccon.





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alta nos fretes e queda nas exportações


A edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgada na sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta aumento na demanda por transporte interno e queda nas exportações de grãos na Bahia. A valorização dos fretes ocorre tanto pelo crescimento da procura quanto pela redução da oferta de prestadores de serviço.

Em Irecê, a demanda por transporte aumentou devido ao mercado aquecido da mamona, que registrou alta e atingiu R$ 300,00 por saca de 60 kg no final de janeiro. O setor de esmagamento de oleaginosas tem puxado essa alta nos preços.

Já em Luís Eduardo Magalhães, houve uma redução no volume transportado no início de 2025, apesar da alta nas cotações dos fretes. O deslocamento de transportadores para o Centro-Oeste, impulsionado pela demanda interna por milho e caroço de algodão, contribuiu para essa dinâmica. As exportações da região seguem para os portos de Salvador, Santos e São Luís, enquanto o mercado interno abastece o Nordeste, especialmente as regiões com forte presença da pecuária e avicultura.

Em Paripiranga, os valores do frete aumentaram para todos os destinos analisados. O milho apresentou valorização desde o final de 2024, atingindo R$ 70,00 por saca no fim de janeiro, impulsionado pelo período de entressafra e pela comercialização dos estoques armazenados nas propriedades rurais. Com a colheita acelerada no oeste da Bahia, a expectativa é que esses estoques sejam escoados até março.

No mercado externo, as exportações baianas registraram forte retração. Em janeiro de 2025, houve uma queda de 53,6% na exportação de soja, milho e algodão, em comparação com dezembro de 2024, refletindo o esgotamento dos estoques da safra 2023/24.

No setor da soja, foram exportadas 130 mil toneladas em janeiro de 2025, representando redução de 68,2% em relação ao mês anterior e queda de 75% na comparação anual. Do volume total exportado, 83,61% saíram pelo Porto de Salvador e 16,39% pelo Porto de São Luís.

Por outro lado, as exportações de algodão cresceram, atingindo 70 mil toneladas, um aumento de 117% em relação a janeiro de 2024 e 30,5% na comparação com dezembro de 2024. O escoamento foi feito principalmente pelo Porto de Santos (68,8%) e pelo Porto de Salvador (30,69%).





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Governo de Goiás impulsiona a formação em inovação agrícola


Estão abertas as inscrições para a segunda turma da Pós-Graduação Lato Sensu em Bioinsumos no Centro de Excelência em Bioinsumos (CEBIO) do Instituto Federal Goiano (IF Goiano). A primeira especialização voltada para a área de insumos biológicos do Brasil tem como objetivo a formação de especialistas na área, um segmento em crescimento no cenário do agronegócio goiano.

A instituição disponibilizou 150 vagas, destinadas a egressos de qualquer graduação, com prioridade para profissionais das Ciências Agrárias e Biologia. As oportunidades estão distribuídas entre os campi do IF Goiano em Campos Belos, Ceres, Cristalina, Hidrolândia, Iporá, Morrinhos, Posse, Rio Verde e Urutaí. Com duração de 18 meses, os aprovados terão aulas teóricas online e atividades práticas presenciais. As inscrições ficam abertas até o dia 7 de março e devem ser feitas na página oficial do processo seletivo pelo link: https://www.ifgoiano.edu.br/home/index.php/component/content/article/57-destaque/24404.

Essa iniciativa integra as ações do CEBIO, que visa impulsionar pesquisas e inovações em insumos biológicos. O Centro, em colaboração com a Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Universidade Federal de Catalão (UFCat) e a Universidade Federal de Goiás (UFG), desempenha um papel estratégico no desenvolvimento de soluções sustentáveis para o agronegócio. Suas Unidades de Referência em Insumos Biológicos (URBs) e Unidades de Transferência de Tecnologia (UTTs) fomentam a pesquisa aplicada e a disseminação de conhecimento no setor.

A divulgação do resultado final está prevista para o dia 22 de abril, quando serão apresentadas informações sobre matrícula e o calendário acadêmico e todas as informações necessárias estão disponibilizadas no site.

Conheça o CEBIO

O CEBIO, financiado pelo Governo do Estado de Goiás e com orientação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), lidera ações estratégicas relacionadas aos insumos biológicos no estado, respondendo às necessidades do agronegócio por iniciativas nesse campo.

Programa Estadual de Bioinsumos

O Governo de Goiás publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE) de 17 de maio de 2021, a Lei nº 21.005, de 14 de maio de 2021, que institui o Programa Estadual de Bioinsumos. O objetivo do Programa, proposto pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é ampliar e fortalecer a adoção de práticas para a evolução do setor agropecuário, com a expansão da produção, do desenvolvimento e da utilização de bioinsumos e sistemas de produção sustentáveis.





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Agricultura familiar do Piauí recebe R$ 6,5 milhões para PAA


Os agricultores e agricultoras familiares do Piauí poderão contar com R$ 6,5 milhões para desenvolver projetos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS). O recurso será repassado para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e é resultado de emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União apresentadas por deputados e senadores eleitos pelo estado em 2024.

Com o recurso, a Conab irá adquirir 973 toneladas de alimentos produzidos por 507 agricultores e agricultoras familiares. Os alimentos serão destinados a instituições da rede socioassistencial, equipamentos públicos e sociais de segurança alimentar e nutricional, e demais entidades de atendimento acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas temáticas, a fim de atender as pessoas em situação de insegurança alimentar. Os produtos irão complementar a alimentação de 62 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.

As propostas atendem às cidades de Água Branca, Alto Longá, Campo Grande do Piauí, José de Freitas, Luzilândia, Miguel Alves, Oeiras, São Braz, Sigefredo Pacheco, Simplício Mendes, Coivaras, Nazária, Belém do Piauí, Conceição do Canindé, Cristino Castro, Palmeiras, Murici dos Portelas, Campinas do Piauí, Flores do Piauí, Monsenhor Gil, Bela Vista do Piauí, Francisco Macedo, Nossa Senhora de Nazaré, Monsenhor Hipólito, Paulistana, Santo Antônio dos Milagres, Assunção do Piauí, Santa Rosa do Piauí, Eliseu Martins e Nossa Senhora dos Remédios.

PAA/CDS – A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da aquisição de sua produção. Os alimentos são obtidos com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e destinados ao abastecimento da rede socioassistencial, equipamentos públicos e sociais de segurança alimentar e nutricional, e demais entidades de atendimento acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas temáticas.





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alimentação saudável para curtir a folia


De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, durante o Carnaval, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e alimentos gordurosos pode sobrecarregar o organismo. Para ajudar os foliões a manter a saúde e se recuperar dos excessos, o Instituto de Pesca (IP-Apta), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, recomenda incluir peixes e frutos do mar na alimentação antes, durante e após o feriado.

Ricos em proteínas de qualidade, minerais essenciais e ácidos graxos como o ômega-3, os pescados contribuem para a saúde cardiovascular, auxiliando na circulação sanguínea e na redução de inflamações. Além disso, são aliados do sistema imunológico e podem ajudar na função cerebral, prevenindo doenças neurodegenerativas.

A pesquisadora Érika Fabiane Furlan, do Instituto de Pesca, orienta sobre os cuidados na escolha e no consumo do pescado:

  • Peixe fresco deve ter olhos brilhantes, coloração viva e escamas aderidas.
  • Mantenha o pescado refrigerado ou congelado para evitar deterioração.
  • Sushi e sashimi devem ser consumidos em locais de confiança.
  • Sobras de peixe cozido devem ser armazenadas em recipientes herméticos e consumidas em até dois dias.


A desidratação é um risco comum no Carnaval, agravado pelo calor e pelo consumo de álcool. Além de ingerir bastante água, é recomendável incluir peixes ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, atum, truta e arenque, além de sementes de chia e linhaça.

Opções como filé de peixe grelhado, sashimi de atum e sardinhas assadas são nutritivas e ajudam na recuperação muscular e na regeneração do corpo. Para o bom funcionamento do fígado, o consumo de salmão e atum, ricos em selênio, auxilia na proteção das células hepáticas contra os danos causados pelo álcool.

Além dos pescados, uma alimentação equilibrada deve incluir vegetais como couve, tomate, abóbora e folhas verdes, que são fontes de fibras, vitaminas e minerais essenciais para a digestão e a reposição de energia.





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Mosca-branca impulsiona uso de biológicos no campo



Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP



Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP
Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP – Foto: Nadia Borges

A mosca-branca tem se mostrado a porta de entrada para o uso de defensivos biológicos nas propriedades agrícolas. Segundo Leonardo Ribeiro, Assistente Técnico de Vendas da Koppert Brasil, essa praga permite aos produtores observarem na prática a eficácia dos bioinseticidas, quebrando barreiras de ceticismo sobre essas tecnologias. A informação foi divulgada no LinkedIn.  

De acordo com ele, o Boveril Evo, um bioinseticida à base do fungo Beauveria bassiana, tem demonstrado grande eficiência no controle da mosca-branca. Durante o acompanhamento da aplicação, é possível notar diferentes estágios da ação do fungo, desde letargia até a esporulação, garantindo controle prolongado da praga.  

Além disso, Ribeiro destaca que um dos principais argumentos para convencer os agricultores é a observação direta do bioinseticida em ação. Além de eliminar o inseto, o fungo permanece na área, exercendo seu efeito por vários dias. Essa permanência reforça a confiança dos produtores no uso de defensivos biológicos.  

Um exemplo desse efeito foi registrado em Buri/SP, onde, sete dias após a aplicação de Boveril Evo, ainda era possível visualizar sinais claros da infecção fúngica na mosca-branca na soja. Esse tipo de evidência visual ajuda a demonstrar a efetividade e o potencial dos biológicos como ferramentas essenciais no manejo integrado de pragas. “O controle desse inseto com o bioinseticida Boveril Evo é uma experiência fantástica! É possível perceber diferentes níveis de ação do fungo, inclusive os sintomas iniciais da infecção, demonstrando a permanência do agente biológico na área dias após aplicação”, conclui.

 





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