terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Mercado de carne bovina registra queda na cotação em março



Os preços se mantiveram estáveis no Espírito Santo




Foto: Pixabay

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, o mercado de carne bovina iniciou março com ofertas de gado comedidas, mas o escoamento da carne esteve fraco, resultando em uma queda de R$ 2,00/@ para todas as categorias. O movimento de abate está atendendo, em média, a sete dias de escala.

No estado do Espírito Santo, os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias de gado.

No último dia útil de fevereiro, sexta-feira (28/2), a B3 registrou a liquidação do contrato futuro do boi gordo (código BGIG25), com o preço da arroba ficando em R$ 313,70, à vista e livre de impostos.

No mercado atacadista, a carcaça casada do boi capão apresentou alta de 2,4%, enquanto o preço da carcaça do boi inteiro manteve-se estável. Já para a carcaça da vaca casada, o preço permaneceu sem alterações, e a novilha teve um aumento de 0,8% no valor.

No mercado de carnes alternativas, o preço do frango médio subiu 2,6%, ou R$ 0,20/kg. Em contrapartida, o preço da carcaça de suíno especial registrou uma queda de 5,1%, ou R$ 0,70/kg.





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preço do suíno vivo sobe 3,4% em 2024


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (06), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo no Paraná apresentou um aumento de 3,4% em 2024, comparado ao ano anterior. A alta foi equivalente a R$ 0,21 por quilograma vivo.

Durante o ano de 2024, os preços oscilaram entre R$ 5,84 em junho e R$ 7,28 em dezembro, com uma média anual de R$ 6,47, o que representou o maior valor nominal desde o início da série histórica em 1995. O recorde anterior foi de R$ 7,21, em novembro de 2024, e de R$ 7,17, em novembro de 2020.

Quando comparado aos custos de produção calculados pela Embrapa Suínos e Aves, o preço pago pelo quilograma do suíno vivo superou o custo de produção em R$ 0,73 em 2024, enquanto em 2023 essa diferença foi de R$ 0,23. Em 2022 e 2021, no entanto, o preço pago pelos suínos foi inferior ao custo de produção, resultando em prejuízos estimados de R$ 0,97 e R$ 0,36 por quilograma, respectivamente.

A valorização do preço do suíno vivo trouxe um alívio aos produtores paranaenses, ajudando na recuperação do setor após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

Em janeiro de 2025, contudo, o preço pago ao produtor registrou uma queda de 7% (equivalente a R$ 0,52), enquanto o custo de produção aumentou em 2,8% (R$ 0,17). Já em fevereiro, o preço médio recebido pelos suinocultores foi de R$ 6,98, representando um leve aumento de 3% (R$ 0,22) em relação ao mês anterior. A Embrapa ainda não divulgou os custos de produção de fevereiro.





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Açúcar tem alta após cinco dias de queda nos mercados


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) em alta, revertendo a tendência de queda das cinco sessões anteriores. Tanto na ICE Futures de Nova York quanto na ICE Futures Europe, os preços registraram valorização em todos os lotes.

Em Nova York, o contrato maio/25 do açúcar bruto subiu 10 pontos, sendo negociado a 18,20 centavos de dólar por libra-peso, um avanço de 0,6% em relação ao dia anterior. Já a tela julho/25 teve um incremento de 15 pontos, fechando a 17,89 cts/lb. Os demais contratos também apresentaram aumentos entre 1 e 15 pontos. Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou o movimento de alta. O contrato maio/25 foi negociado a US$ 522,00 por tonelada, alta de US$ 4,00. O lote agosto/25 subiu US$ 4,40, sendo cotado a US$ 503,30 por tonelada. Os demais vencimentos também tiveram ganhos entre 70 cents e US$ 4,00.

No mercado interno, o açúcar cristal também registrou valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na quarta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,23, ante os R$ 138,87 da sexta-feira anterior, um avanço de 1,70%.

Por outro lado, o etanol hidratado começou março em queda, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.926,00 por metro cúbico, contra os R$ 2.945,50 registrados na sexta-feira (28), uma redução de 0,66%.





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Chuvas beneficiam lavouras de mandioca



Colheita da mandioca de segundo ano avança no estado




Foto: Canva

Segundo o boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06) produção de mandioca e aipim no Rio Grande do Sul segue com desenvolvimento adequado. Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras plantadas neste ano estão em crescimento e não houve registro de perdas. O controle de invasoras é realizado manualmente na maioria das propriedades.

A colheita das lavouras de segundo ano está em andamento, e as áreas implantadas em 2024 começam a ser colhidas. O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg está em R$ 120,00. No mercado, a mandioca lavada e não descascada é vendida a R$ 5,43/kg. Para o varejo, a mandioca descascada tem valores de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Soledade, em Venâncio Aires, a colheita também foi iniciada. Atualmente, cerca de 20 plantas são necessárias para preencher uma caixa de 22 kg, que está sendo comercializada a R$ 50,00. O desenvolvimento das lavouras é considerado razoável, segundo a Emater.





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Cotrijal aprova distribuição milionária para associados


A Cotrijal anunciou a distribuição de R$ 24,7 milhões para seus associados. O montante se refere às sobras da cooperativa correspondentes ao exercício de 2024. O valor que deve ser distribuído equivale a 200 mil sacas de soja. A decisão da cooperativa foi aprovada durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na última sexta-feira (28), no parque da Expodireto, em Não-Me-Toque (RS).

Cerca de 2,7 mil associados e familiares participaram das assembleias regionais na última semana. Nos eventos, a diretoria da cooperativa informou os dados referentes ao balanço e as atividades realizadas em 2024. O faturamento da Cotrijal durante o período foi de R$ 4,8 bilhões. A cooperativa apontou também os investimentos de R$ 100 milhões em infraestrutura, com melhorias no fluxo, aumento de capacidade de armazenagem, secagem e recebimento de grãos realizados no último ano. 

O presidente da Cotrijal, Nei César Manica, comentou que 2024 foi um ano desafios para os gaúchos, especialmente por conta das enchentes que afetaram o estado. “2024 foi mais um ano de desafios para o produtor gaúcho, entre eles, as enchentes que ocorreram no estado, afetando principalmente a região centro-sul da área de atuação da cooperativa, o que também nos exigiu um esforço coletivo. Porém, seguimos trabalhando ao lado dos nossos produtores, levando informações, assistência técnica e suporte, alcançando, juntos – Cotrijal e associados – resultados positivos para a nossa cooperativa”, explicou o presidente.

Durante os encontros, a diretoria informou que pretende expandir a Unidade de Beneficiamento de Sementes, fortalecer parcerias, e discutir temas como, “irrigação, créditos de carbono, rastreabilidade e sustentabilidade” ao longo do ano de 2025.

Vale ressaltar que a cooperativa organiza a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, que vai acontecer de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque (RS). A feira contará com mais de 550 expositores e espera atrair milhares de visitantes. Neste ano foram criadas 1,5 mil novas vagas de estacionamento, totalizando 12,5 mil vagas para carros e motos.

A entrada para o evento é gratuita. Na última edição, a feira recebeu mais de 377 mil visitantes em uma área de 130 hectares.





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Frente de calor e chuvas abundantes na Argentina


De acordo com a perspectiva agroclimática divulgada pela Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a Argentina enfrentará condições climáticas intensas nos próximos dias. O norte e o centro-leste do país experimentarão um calor extremo, enquanto o oeste e o sul terão temperaturas mais amenas. 

As altas temperaturas são atribuídas aos ventos tropicais, que continuarão a influenciar a região, elevando as máximas para níveis significativamente acima da média. Simultaneamente, um frente de tempestade deverá provocar precipitações em grande parte da área agrícola, com exceção das porções nordeste e sudoeste, que ficarão com precipitações escassas. O evento será finalizado com a chegada de uma massa de ar polar, que trará uma queda moderada de temperatura para o oeste e sul do país, sem afetar o centro e o norte.

No Brasil, a perspectiva é marcada por intenso calor, principalmente no interior do país, com focos extremos de altas temperaturas. O calor será intensificado pelos ventos tropicais que sopram com força, enquanto a região amazônica e o norte do Cerrado receberão chuvas significativas. Por outro lado, a maior parte da área agrícola brasileira, incluindo o Cerrado, grande parte da Região Nordeste e o Sul, não deve receber precipitações significativas. A situação será concluída com a entrada de ventos do sul, que trarão um alívio temporário no litoral atlântico, mas sem afetar o interior, onde o calor persistirá.

No início da primeira etapa, os ventos tropicais continuarão a afetar a região, causando temperaturas máximas muito acima da média no norte e centro-leste da área agrícola, enquanto o oeste, centro-oeste e sul terão registros menos intensos. O leste de Salta, grande parte da Região do Chaco, o Paraguai, a Mesopotâmia, o nordeste de Córdoba e grande parte do Uruguai terão máximas superiores a 35°C, enquanto o leste do NOA, o leste de Cuyo, a maior parte da Região Pampeana e o norte e sudeste do Uruguai registrarão máximas entre 30 e 35°C. O centro-leste do NOA, o oeste de Cuyo e o sul de Buenos Aires terão máximas entre 25 e 30°C, e apenas as áreas serranas e montanhosas do oeste observarão temperaturas abaixo de 25°C.

 





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Como a onda de calor está afetando as lavouras?


A safra de verão entra em sua reta final. Segundo o levantamento de safra da Conab divulgado na segunda-feira (3), a colheita de soja teve um avanço de 48,4%, o que representa um crescimento de 1,1% em relação ao mesmo período da safra passada. O milho avançou 25,3%, mas o apresenta um atraso de 4,1% em relação à última safra. Já o feijão de primeira safra, cerca de 56,4% do grão já foi colhido, apresentando um avanço de 12,4% em relação à safra anterior.

O plantio do milho safrinha avança com bom ritmo, com 69,6% das lavouras já em campo. Embora isso represente um atraso de 4,12% em relação ao mesmo período da safra anterior. Dentre as condições mais recentes, o calor vem afetando a qualidade das lavouras, como no feijão de Santa Catarina, onde onde se observa restrição devido às chuvas mais escassas e às altas temperaturas recentes.

No Rio Grande do Sul, o milho de primeira safra apresenta perdas maiores por estresse hídrico, que é intensificado pelas temperaturas mais elevadas. Sobretudo nas regiões do Planalto Superior, Sul, Campanha e Depressão Central, onde as operações de colheita recém começaram.

De acordo com o meteorologista Gabriel Luan Rodrigues, nos próximos dias, as altas temperaturas podem causar distúrbios fisiológicos em parte das lavouras de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, além de reduzir o armazenamento hídrico no solo e causar restrição hídrica à soja em enchimento de grãos nesses dois estados, além do milho segunda safra em início do desenvolvimento em algumas regiões do Paraná.

Segundo a Consultoria Agroconsult em seus resultados preliminares do Rally da Safra 2025, há áreas de soja com perdas consolidadas no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso do Sul.No estado gaúcho, foram pelo menos 30 dias sem chuva e temperaturas acima de 40°C, derrubando a estimativa de produtividade para 39 sc/ha – bem abaixo das 49,5 sc/ha projetadas antes do Rally. Já no Mato Grosso do Sul, o encurtamento do ciclo reduziu a produtividade para 49,5 sc/ha.

O Paraná, São Paulo e Santa Catarina também apresentam uma redução na estimativa de produtividade em decorrência das elevadas temperaturas e chuvas mais escassas ao longo do ciclo da soja. Em contrapartida, a consultoria Céleres não indica uma perda de produtividade tão grande quanto à Agroconsult. Os maiores destaques ficam para Santa Catarina (redução de -6,8%)e Rio Grande do Sul (redução de -8,3%).

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Fim da onda de calor e temperaturas amenas

A partir da próxima sexta-feira (07) uma frente fria deve se formar sobre o centro da Argentina, com força o suficiente para quebrar o padrão de temperaturas elevadas no Brasil. No sábado (08), as primeira chuvas dessa frente fria devem chegar ao sul do Brasil, trazendo acumulados na ordem dos 7 a 15 mm no sul do Rio Grande do Sul, no final do dia, com potencial para temporais localmente fortes. “O calor deve se intensificar, devido ao fenômeno “pré-frontal” quando há um acúmulo de ar quente à frente das instabilidades da frente fria. Ainda no sábado temperaturas devem se aproximar dos 38°C no Rio Grande do Sul, oeste do Paraná, Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo”, explica Rodrigues.

No domingo (9), a expectativa é que as chuvas da frente fria consigam avançar pelo Rio Grande do Sul, ainda na madrugada, avançando até Santa Catarina. Os acumulados podem atingir valores de 50 a 70 mm no decorrer do período, com possibilidade de tempestades severas, especialmente na parcela central do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina. 

Com o avanço das chuvas, a expectativa é de redução nas temperaturas máximas.

Rodrigues prevê que, na próxima segunda-feira (10) as temperaturas máximas podem ficar abaixo dos 30°C, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Parana. As temperaturas mínimas podem atingir os melhores valores desde o início do verão, com 10°C no sul gaúcho e serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.  

Por outro lado, ainda na segunda (10), o calor segue intenso em Mato Grosso do Sul e São Paulo. A expectativa é de que as chuvas da frente fria cheguem nestas regiões ao final do dia. 

Segundo o especialista, deste modo, a tendência é de que as temperaturas apresentem uma redução mais significativa a partir de terça (11), saindo da marca dos 35°C de segunda, para valores mais próximos de 30°C. Assim, com o avanço dessa nova frente fria boa parte do Brasil, terá temperaturas próximas à média do período. Ou seja, ainda são esperadas temperaturas elevadas, típicas de verão, mas pode ser o fim da atual onda de calor.





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Após volatilidade, dólar cai 2,72% e encerra em R$ 5,755



Durante a tarde, a desvalorização do dólar intensificou-se, acompanhando a tendência




Foto: Pixabay

Nesta quarta-feira de Cinzas, 5 de março de 2025, o dólar registrou uma expressiva queda de 2,71%, fechando cotado a R$ 5,75. O mercado brasileiro teve seu início de operações postergado para as 13h, devido ao feriado de Carnaval.

Durante a tarde, a desvalorização do dólar intensificou-se, acompanhando a tendência global. O índice DXY, que avalia a força da moeda americana em relação a uma cesta de seis moedas de países desenvolvidos, apresentava uma queda de 1,18% às 17h.

O dólar comercial mostrou alta volatilidade no dia, atingindo R$ 5,847 no início das negociações, mas encerrando com uma significativa queda de 2,72%, a R$ 5,755.

Este movimento foi influenciado pelo primeiro discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Congresso americano na noite anterior, e por declarações do secretário de Comércio dos EUA sobre a possibilidade de um alívio tarifário.





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Agronegócio mineiro movimenta US$ 17,1 bilhões


O agronegócio de Minas Gerais atingiu US$ 17,1 bilhões em 2024. De acordo com a edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado na última sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o valor representa um crescimento de 19,2% em relação a 2023. O volume exportado chegou a 17 milhões de toneladas, o que representou o aumento de 8,2% na comparação anual.

O relatório aponta que a necessidade de abrir espaço para a nova safra de grãos 2024/25 resultou em um aumento no volume de fretes internos e para os portos. “Segundo os agentes transportadores as movimentações de soja e milho em rotas internas do estado, ou mesmo com destino aos portos tiveram incrementos acentuados em relação ao último trimestre de 2024”, conforme o boletim.

Com esse desempenho, o estado alcançou a quarta posição entre os maiores exportadores do Brasil, ultrapassando São Paulo como principal fornecedor de produtos agropecuários para a União Europeia. Minas Gerais embarcou US$ 4,4 bilhões em produtos para o bloco europeu, consolidando-se como líder nessa frente.

Segundo o boletim, o café, carro-chefe do agro mineiro, teve um ano recorde, impulsionado pela valorização do dólar e pela queda dos estoques nos principais países produtores. Foram 31 milhões de sacas exportadas, gerando uma receita de US$ 7,9 bilhões, o que representou 46,1% do total comercializado pelo setor no estado. “Todas as proteínas (bovina, frango e suína) obtiveram crescimento em receita e volume. O setor alcançou US$ 1,7 bilhão e 502 mil toneladas”, informou.

De acordo com a Conab, o complexo sucroalcooleiro se manteve na terceira posição entre os principais produtos do agro, com a marca de US$ 2,5 bilhões e 5,2 milhões de toneladas. O complexo soja registrou queda de 10,2% na receita e aumento de 7,1% no volume. O resultado foi de US$ 3,2 bilhões e 7,2 milhões de toneladas.





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Frango: volume e faturamento das exportações até a 2ª semana de fevereiro…


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta segunda-feira (17), as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas até a segunda semana de fevereiro (10 dias úteis), atingiram mais de 70% referentes ao volume e faturamento de fevereiro do ano passado.

A receita obtida com as exportações de carne de frango até o momento no mês de fevereiro, US$ 460.596,979, representa 72,06% do total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 639.124,931. No caso do volume embarcado, as 259.770,24 toneladas representam 70,48% do volume registrado em fevereiro de 2024, quantidade de 368.530,306 toneladas.

O faturamento por média diária até este momento do mês foi de US$ 46.059,6979 quantia 36,9% a mais do que o registrado em fevereiro de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 10,46% quando comparado aos US$ 51.442,724 vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 25.977,024, houve aumento de 33,9% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se retração de 9,44% em relação às 28.686,752 toneladas da semana anterior.

Já o preço pago por tonelada, US$ 1.773,093, é 2,2% superior ao praticado em fevereiro do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa redução de 1,12% no comparativo ao valor de US$ 1.793,257 visto na semana passada.

 





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