quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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exportações de milho crescem 573% no 1º quadrimestre


As exportações de milho de Minas Gerais registraram forte crescimento entre janeiro e abril de 2025. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), o Estado embarcou 105 mil toneladas do grão, o que representa um aumento de 573% no volume em comparação com o mesmo período de 2024. Em valores, as vendas externas somaram US$ 32 milhões, alta de 34%.

A maior parte das exportações correspondeu ao milho classificado como cereal. Nesse segmento, os embarques alcançaram 101 mil toneladas, com receita de US$ 22 milhões, o que representa um avanço de 1.200% em relação ao ano anterior. As demais categorias de produtos à base de milho movimentaram cerca de US$ 10 milhões, com o envio de aproximadamente 3 mil toneladas.

Uberaba, no Triângulo Mineiro, foi o município com maior produção estadual de milho, conforme os dados mais recentes da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. Em 2023, a cidade produziu 372,3 mil toneladas, o equivalente a 4,49% da produção de Minas Gerais.

O Brasil ocupa atualmente posição de destaque entre os maiores produtores mundiais de milho. No caso de Minas, além da relevância econômica, o produto também tem forte presença cultural, especialmente nas festas juninas. A tradição de celebrar o milho nesta época do ano remonta à colonização portuguesa, quando os agricultores, impossibilitados de cultivar trigo, adaptaram as celebrações para o milho.

A colheita no país costuma ocorrer em junho, coincidindo com as festas de São João. O ciclo tem início em março, com o plantio durante a semana de São José. O grão é ingrediente de diversos pratos típicos, como canjica, pipoca, bolo de milho e bolo de fubá. Além de tradicional na culinária, o milho é reconhecido por seu valor nutricional, sendo fonte de vitaminas A, C e E.





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cotonicultura avalia impacto da crise no Irã


A alta dependência do Brasil em relação aos fertilizantes importados, especialmente os nitrogenados, acendeu o alerta entre os produtores rurais diante do agravamento de tensões geopolíticas. Atualmente, cerca de 85% dos fertilizantes utilizados nas lavouras brasileiras vêm do exterior. No caso específico da Ureia, aproximadamente 17% do volume consumido no país tem origem no Irã, um dos países diretamente envolvidos no conflito que impacta o mercado internacional.

Embora as unidades de produção de fertilizantes nos países afetados não tenham sido diretamente atingidas, o mercado global já sente os efeitos da instabilidade. A produção de ureia no Irã está temporariamente paralisada. Segundo dados da consultoria StoneX, o preço da ureia acumula alta de aproximadamente 9% desde o início do ano. “Há expectativa de novas altas se o cenário de instabilidade persistir”, aponta o relatório da consultoria.

O algodão é uma das culturas mais impactadas por esse cenário. Cultivado principalmente no Cerrado, o algodoeiro exige manejo intensivo de adubação devido à baixa fertilidade natural dos solos da região e ao ciclo de cultivo prolongado, que varia entre 140 e 180 dias.

De acordo com Márcio Portocarrero, diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), mesmo com o uso de práticas como a rotação de culturas com soja e milho na entressafra, o setor depende do fornecimento adequado de insumos. “Uma possível crise global de produção de fertilizantes tem impactos expressivos para o setor. Os produtores precisarão avaliar com cuidado suas estratégias de manejo para mitigar perdas”, afirma.

Além da questão dos fertilizantes, o setor enfrenta incertezas no cenário de exportações. A China foi responsável por 49% das compras de algodão brasileiro na safra 2023/24, mas a demanda pode ser afetada pelas tensões comerciais com os Estados Unidos. O algodão adquirido pela China é, em grande parte, utilizado na produção de têxteis destinados ao mercado norte-americano. Uma nova rodada de tarifas sobre os produtos chineses pode reduzir a necessidade de importações de algodão pela China.

Portocarrero defende medidas para reduzir a vulnerabilidade brasileira na importação de fertilizantes. Entre as ações prioritárias, destaca a reativação, conclusão ou ampliação de fábricas estratégicas no país. Nesse sentido, a Petrobras anunciou a retomada das unidades de Araucária (PR) e Três Lagoas (MS), além da ampliação de encomendas para as fábricas da Unigel, localizadas em Sergipe e na Bahia. No curto e médio prazo, outras alternativas estão em avaliação. Entre elas estão a redução de tarifas de importação, a revisão de metas do Plano Nacional de Fertilizantes e o incentivo ao uso de nutrientes orgânicos, organominerais e remineralizadores, que potencializam os efeitos dos fertilizantes químicos nas lavouras.





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Falta de sol e frio desaceleram crescimento das pastagens


As condições climáticas registradas nas últimas semanas no Rio Grande do Sul têm impactado negativamente o desenvolvimento das pastagens. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quarta-feira (18), o frio intenso, a ocorrência de geadas e a baixa insolação reduziram o crescimento das forrageiras em várias regiões do Estado.

Apesar do cenário adverso, algumas áreas de campo nativo e pastagens cultivadas ainda permitiram um nível de pastejo, complementado por silagem e sal proteinado. “De forma geral, a oferta de forragem foi suficiente para manter o desempenho dos rebanhos”, informa o boletim. No entanto, nas propriedades que dependem exclusivamente do campo nativo, já há relatos de prejuízos na condição corporal dos animais.

Na região de Bagé, na Campanha, as geadas intensas queimaram grande parte da massa verde, o que reduziu a oferta de forragem. Em Caxias do Sul, o trigo forrageiro apresentou bom desenvolvimento e tem sido utilizado para pastejo.

Na região de Erechim, a umidade do solo favoreceu o crescimento das culturas de verão e das gramíneas nativas e perenes de inverno, mesmo com as temperaturas baixas. Já em Frederico Westphalen, as chuvas frequentes impediram a aplicação de fertilizantes e dejetos de suínos, práticas que costumam estimular as pastagens.

Em Ijuí, os altos volumes de chuva dos últimos dias não geraram necessidade de replantio nas áreas de pastagem. Em Passo Fundo, o frio mais intenso desacelerou ainda mais o crescimento das espécies forrageiras do campo nativo, exigindo a transferência dos bovinos para pastagens cultivadas. Na região de Pelotas, a oferta de pastagens de inverno permanece limitada. A estiagem de outono atrasou os plantios e, mesmo nas áreas implantadas no período ideal, o desenvolvimento foi prejudicado pela falta de água.

O cenário em Porto Alegre foi mais favorável, com as condições climáticas favorecendo o desenvolvimento das pastagens de inverno. Em Santa Maria, o campo nativo permanece estagnado, com forragem de baixa qualidade e alto teor de fibra. Na região de Santa Rosa, os produtores estão evitando o pastejo para preservar a rebrota e o enraizamento das plantas, minimizando os efeitos do pisoteio. Em Soledade, as pastagens perenes, as anuais de verão e os campos nativos apresentam baixa oferta de volumoso devido ao frio.





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Safras de milho e soja avançam nos Estados Unidos, aponta USDA



Iowa registra 84% da lavoura de milho em bom estado




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (17) o boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin com atualização sobre o progresso das lavouras de milho e soja no país.

Até o dia 15 de junho, 94% da safra de milho havia emergido, resultado dois pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado, e alinhado à média dos últimos cinco anos. Quanto à qualidade, 72% do milho foi classificado como bom a excelente, um ponto percentual acima da semana anterior. No estado de Iowa, maior produtor nacional, 84% da lavoura de milho recebeu essa classificação.

Em relação à soja, 93% da área prevista para o cultivo já havia sido plantada até 15 de junho, um ponto percentual acima do ritmo do ano passado, mas um ponto abaixo da média de cinco anos. O USDA informou que 84% da soja já havia emergido, número quatro pontos percentuais à frente do mesmo período de 2024 e um ponto acima da média histórica.

A avaliação de qualidade da soja indicou que 66% da safra foi classificada como boa a excelente, uma queda de dois pontos percentuais em comparação com a semana anterior.





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Confinamento/Cepea: Custos sobem, mas confinamento deve se manter rentável


Em abril, o custo do confinamento teve nova alta. Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado esteve atrelado aos avanços nos gastos diários de alimentação e operacional e à valorização do boi magro. Mesmo com essa elevação, a rentabilidade da atividade deve se manter positiva, conforme previsão calculada pelo Cepea em parceria com a Tortuga/DSM. Para abates programados para agosto (considerando-se os custos de abril), a previsão de rentabilidade do confinamento é de 1,74%; para abates programados para julho (com custos calculados em março), a previsão é de rentabilidade de 4,34%. 

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Brasil discute parceria comercial com Honduras



Máquinas e café ganham destaque na pauta




Foto: Divulgação

O fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Honduras foi tema de uma reunião realizada nesta quarta-feira (18), em Brasília, entre o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e o ministro de Promoção de Investimentos de Honduras, Miguel Medina.

Entre os produtos com potencial para impulsionar a balança comercial estão café, frutos do mar, têxteis, máquinas e veículos. Segundo o secretário Márcio Elias Rosa, há um interesse crescente por parte das empresas brasileiras em ampliar o comércio e os investimentos com o país da América Central. “Queremos prosperar nesta parceria e desenvolver a complementariedade econômica, especialmente em áreas estratégicas como descarbonização e digitalização”, afirmou.

Atualmente, Honduras ocupa a 97ª posição no ranking de países com maior fluxo comercial com o Brasil. Em 2024, as exportações brasileiras para Honduras alcançaram US$ 205,4 milhões, com predominância de produtos da indústria de transformação, que representaram 95,1% do total embarcado, e da agropecuária, com 4,6%.

Do lado das importações, o Brasil comprou US$ 23,9 milhões em mercadorias de Honduras em 2024. As aquisições foram compostas por 65,9% de produtos diversos, 31,8% da indústria de transformação e 2,3% de itens do setor agropecuário.





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Geadas comprometem qualidade da mandioca



Santa Rosa registra impactos do frio




Foto: Canva

A colheita da mandioca segue em ritmo acelerado na região administrativa de Soledade, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (18) pela Emater/RS-Ascar. Os agricultores intensificam o trabalho de seleção e armazenamento das ramas, que serão utilizadas na multiplicação das plantas no próximo ciclo.

Em busca de garantir mudas mais resistentes, muitos produtores têm adquirido material de regiões livres de contaminação por bacterioses. No entanto, o cenário de mercado tem pressionado os preços. Em Mato Leitão, a caixa de 22 quilos é comercializada entre R$ 20,00 e R$ 25,00, com tendência de novas quedas, segundo o boletim da Emater.

Na região de Santa Rosa, os efeitos do frio intenso começam a impactar o desenvolvimento da cultura. O informativo destaca que a mandioca, por ser uma planta de origem tropical, tem sua atividade metabólica reduzida com as temperaturas baixas, o que limita o crescimento e a fotossíntese.

Nas áreas da Fronteira Noroeste e das Missões, as temperaturas chegaram a 5°C ou menos em alguns momentos, o que aumentou o risco de geadas leves. Os técnicos alertam que as geadas podem causar danos nas folhas e nos ramos, além de endurecer a casca e reduzir a qualidade da raiz, o que compromete a produtividade futura.

Apesar das temperaturas baixas, o tempo seco tem contribuído para manter o solo firme. Essa condição tem favorecido os tratos culturais e ajudado a prevenir doenças fúngicas.





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Exportações do agro mineiro crescem 24% no acumulado de 2025


Minas Gerais registrou um avanço de 24% nas exportações do agronegócio entre janeiro e maio de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o valor total embarcado chegou a US$ 8,4 bilhões. Apesar da queda de 5,2% no volume exportado, que somou 6,9 milhões de toneladas, a valorização dos preços internacionais compensou a redução física.

O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora do estado. As vendas externas da commodity alcançaram US$ 4,8 bilhões, o que representa um crescimento de 67,2% em valor. Segundo a Seapa, a alta nos preços internacionais foi decisiva para o resultado, mesmo com uma queda de 5,5% no volume embarcado, reflexo da menor oferta interna e de dificuldades logísticas.

O setor de carnes também apresentou desempenho positivo. As exportações totalizaram US$ 680,4 milhões, com aumento de 17,1% no valor e de 7,1% no volume. A carne bovina foi a principal responsável pela alta, com crescimento de 17,2% em receita e 5,1% em quantidade. A carne de frango respondeu por 23,5% da receita das carnes exportadas, movimentando US$ 159,7 milhões, com elevações de 8,6% em valor e 3,9% em volume.

O complexo soja, por outro lado, registrou queda de 9,2% em valor, atingindo US$ 1,6 bilhão, enquanto o volume permaneceu estável em 4 milhões de toneladas. Segundo a Seapa, o recuo nos preços foi influenciado pelo aumento global dos estoques e pela redução dos prêmios de exportação.

Alguns produtos registraram crescimento expressivo, como os ovos, com alta de 674,8% em valor exportado, além dos produtos apícolas, que cresceram 90,5%. Os cereais, com destaque para o milho, tiveram aumento de 89,4%, e os queijos avançaram 25,4%. Para a Seapa, os dados demonstram a ampliação da presença mineira em novos mercados consumidores.

O setor sucroalcooleiro enfrentou retração. As exportações somaram US$ 487,1 milhões, com queda de 35,4% em valor e 29,7% em volume. O açúcar de cana respondeu por US$ 461,2 milhões, com recuo de 36,1%, enquanto o álcool registrou baixa de 22,3%. Os produtos florestais também fecharam o período com queda de 3%, totalizando US$ 465,7 milhões exportados.





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Milho: como evitar a giberela



“A giberela é uma doença grave que ataca principalmente as espigas do milho”



“A giberela é uma doença grave que ataca principalmente as espigas do milho"
“A giberela é uma doença grave que ataca principalmente as espigas do milho” – Foto: Nadia Borges

A giberela, causada pelo fungo Fusarium graminearum, é uma doença preocupante que compromete principalmente as espigas de milho, sobretudo em períodos de alta umidade e chuvas durante a fase de floração, alerta a engenheira agrônoma Milena Barros. O problema vai além da perda de produtividade: a contaminação dos grãos por toxinas como zearalenona e deoxinivalenol (DON) pode torná-los impróprios para o consumo humano e animal.

“A giberela é uma doença grave que ataca principalmente as espigas do milho, causada por um fungo chamado Fusarium graminearum. Ela aparece, principalmente, em períodos chuvosos e úmidos durante a floração”, comenta.

Entre os sinais mais comuns estão espigas com aspecto de apodrecimento, iniciando pela ponta, grãos esbranquiçados ou rosados, presença de micélio visível de cor rosada e deformações que deixam os grãos mais leves e murchos. Esse quadro impacta diretamente na qualidade final da colheita e na rentabilidade do produtor.

Para reduzir os riscos de ocorrência, Milena Barros recomenda adotar algumas medidas preventivas: optar por sementes de cultivares com maior resistência à doença, fazer rotação de culturas — como alternar o milho com soja — e manejar adequadamente os restos de palhada e espigas deixados no campo, que servem de abrigo para o fungo.

Além disso, o monitoramento constante das condições climáticas e a aplicação de fungicidas, se indicados por um técnico, são práticas que reforçam o controle da giberela. Dessa forma, é possível proteger a lavoura, assegurar grãos de melhor qualidade e evitar prejuízos maiores. As informações foram divulgadas no LinkedIn.

 





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Produção de milho do Zimbábue deve dobrar



As importações de milho devem recuar 300 mil toneladas



As importações de milho devem recuar 300 mil toneladas
As importações de milho devem recuar 300 mil toneladas – Foto: Leonardo Gottems

A produção de milho no Zimbábue deve mais que dobrar no ano comercial de 2025-26, impulsionada por condições climáticas mais favoráveis, segundo relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A estimativa é de que a colheita alcance 1,3 milhão de toneladas, superando amplamente as 635 mil toneladas registradas no ciclo anterior, prejudicado pela seca. O FAS destacou que o desempenho desta safra foi favorecido por um padrão climático La Niña mais intenso na segunda metade do período produtivo.

Com a recuperação da produção, as importações de milho devem recuar 300 mil toneladas em comparação ao ano anterior, totalizando 1 milhão de toneladas em 2025-26. Apesar dessa redução, o volume segue elevado em termos históricos, já que a demanda doméstica é projetada em 2,2 milhões de toneladas, um acréscimo de 8% sobre o consumo de 2024-25. Grande parte das compras externas continuará vindo da África do Sul, que deverá ter cerca de 1,5 milhão de toneladas disponíveis para exportação nesse mesmo período.

Embora o milho seja o principal grão cultivado no Zimbábue, os agricultores locais enfrentam diversos obstáculos, ressalta o FAS. A produção é dominada por agricultores comunitários, responsáveis por 60% da área plantada, mas que respondem por menos de 40% do volume total, devido à baixa produtividade das lavouras.

Segundo o FAS, mais de 90% da produção depende exclusivamente das chuvas, já que o acesso a sistemas de irrigação ainda é muito limitado. Além disso, a capacidade de expansão da produção é contida por fatores macroeconômicos adversos e pelo alto custo de insumos, como combustível e fertilizantes, o que restringe a competitividade e a eficiência do setor agrícola do país.

 





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