domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Brasil pode obter grau de investimento até 2026


O Brasil pode conseguir o grau de investimento (selo de bom pagador da dívida pública) até 2026, no atual governo, disse nesta terça-feira (1º) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro comentou nesta noite a elevação da nota da dívida pública do país pela agência de classificação de risco Moody’s.

Com a decisão da Moody’s, que melhorou a nota brasileira de Ba2 para Ba1, o Brasil está um nível abaixo do grau de investimento. As outras duas principais agências, a Fitch e a S&P Global, mantém o país dois níveis abaixo do grau de investimento.

“Penso que, se o governo como um todo compreender que vale a pena esse esforço, que esse esforço que está sendo feito produz os melhores resultados e continuarmos sem baixar a guarda em relação às despesas, em relação às receitas, fazendo o nosso trabalho, acredito realmente que nós temos a chance de completarmos mandato do presidente Lula reobtendo o grau de investimento. Ele não está dado, mas é uma possibilidade concreta”, declarou Haddad ao deixar o ministério.

Na avaliação do ministro, o comunicado da Moody’s “está em linha” com o trabalho da equipe econômica nos últimos dois anos. “Se continuarmos perseverando nesse caminho, de ajuste fiscal e monetário, nós temos uma grande chance de conseguir uma estabilidade da relação dívida/PIB, dos gastos públicos depois de muitos anos de desequilíbrio fiscal”, comentou o ministro.

Sem mencionar medidas específicas, Haddad disse que, depois de o governo aumentar as receitas, “ainda há um trabalho a ser feito”, em relação às despesas. Segundo ele, o reequilíbrio das contas públicas permitirá ao país reduzir os juros que corrigem a dívida do governo e conseguir o grau de investimento, que deixou de ser concedido ao Brasil em 2015.

A decisão da Moody’s ocorre uma semana depois de Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirem com representantes das principais agências de classificação de risco durante viagem oficial a Nova York. Os dois se encontraram tanto com representantes Moody’s como da Fitch Ratings e da S&P Global.

Em comunicado, a Moody’s citou a melhora “significativa” no crédito do país. Segundo a agência, isso se deve ao crescimento “robusto” do Produto Interno  Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) e às recentes reformas econômicas e fiscais, como a reforma tributária, que melhorará o ambiente de negócios e a alocação de tributos.

A agência também mencionou o plano de transição energética como fator que atrai investimentos privados e reduz a vulnerabilidade do país a choques climáticos.





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Seca persistente afeta culturas de inverno na Ucrânia e oeste da Rússia


Índice de Saúde da Vegetação aponta vigor fraco de safras no Mar Negro





Foto: USDA

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em bloqueio de alta pressão sobre o noroeste da Rússia manteve um padrão climático estagnado na região, agravando a seca em áreas agrícolas do Leste Europeu. O calor, com temperaturas de 2 a 8°C acima do normal, acelerou a colheita das safras de verão, mas intensificou a escassez hídrica em partes do sul da Bielorrússia, Ucrânia e oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o estabelecimento das culturas de inverno. Nos últimos 90 dias, algumas dessas áreas registraram menos de 25% das chuvas normais, acentuando as dificuldades para a agricultura local.

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Por outro lado, recentes chuvas nas proximidades da Moldávia trouxeram um alívio temporário, permitindo um clima mais seco e favorável ao trabalho de campo e à preparação das safras de inverno. Em algumas regiões mais ocidentais, precipitações variáveis, entre 1 e 25 mm, também beneficiaram parcialmente as plantações.

Apesar dessas melhorias localizadas, o Índice de Saúde da Vegetação, monitorado por satélites, continuou a indicar baixo vigor nas plantações da maior parte da região do Mar Negro, destacando os desafios enfrentados pelos agricultores.





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Chuvas beneficiam trigo e cevada na Turquia, mas seca persiste no Irã e Síria


Seca persiste em regiões do Oriente Médio





Foto: Canva

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas leves a moderadas, variando entre 2 e 25 mm, foram registradas nas áreas central e leste da Turquia, proporcionando umidade essencial para o estabelecimento das safras de inverno, como trigo e cevada. Precipitações mais intensas, de até 85 mm, atingiram a costa do Mar Negro, embora essas chuvas tenham ocorrido fora das principais regiões de cultivo do país.

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A influência das chuvas também se estendeu para o oeste e norte da Síria, onde áreas próximas à costa mediterrânea receberam até 40 mm de precipitação, beneficiando a agricultura local. No entanto, o cenário é diferente no leste da Síria e no centro e sul do Irã, onde o clima seco predominou. As chuvas de inverno, que são essenciais para essas áreas, costumam chegar apenas em outubro, conforme aponta os dados do boletim.

As condições climáticas também trouxeram calor anômalo ao sul e leste do Irã, com temperaturas até 5°C acima da média. Em outras partes da região, as temperaturas permaneceram mais próximas do normal, variando entre 1°C e 2°C acima da média.





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Operação no Paraná apreende 10 mil litros de vinho falsificado


Operacão aconteceu na última sexta-feira





Foto: Mapa

Na última sexta-feira (27), uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil do Paraná resultou na apreensão de aproximadamente 800 caixas com mais de 10 mil litros de vinho falsificado em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A ação teve como objetivo combater a fabricação ilegal e garantir a segurança dos produtos consumidos pela população.

Segundo informações do Mapa, a operação revelou que o local da produção apresentava condições sanitárias precárias, com a utilização de substâncias proibidas como corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar na fabricação do vinho, configurando fraude. Amostras do produto foram coletadas para análise e comprovação da adulteração.

De acordo com o chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, o ambiente onde o vinho era produzido estava em péssimas condições, e o proprietário não possuía autorização para a fabricação, tampouco emitia notas fiscais. A ação reforça a importância de o consumidor adquirir produtos devidamente registrados no Mapa para evitar riscos à saúde.





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Clima favorece algodão e arroz na Índia, mas novo ciclone ameaça Filipinas


Chuvas de monção avançam lentamente no sul da Ásia





Foto: Pixabay

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o recuo das monções no sul da Ásia tem ocorrido de maneira lenta, com grande parte da região ainda recebendo chuvas abundantes. O clima seco ficou concentrado no norte e noroeste da Índia, aliviando o excesso de umidade das fortes chuvas das últimas semanas e beneficiando a maturação de safras como algodão e arroz. A maioria do país registrou entre 25 mm e 100 mm de chuva, com alguns locais chegando a 200 mm, o que favoreceu as culturas de kharif plantadas tardiamente. As chuvas de monção devem durar até outubro.

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Segundo o boletim, no leste da Ásia, predominou o tempo seco, especialmente nas áreas de cultivo da China, favorecendo a maturação de grãos e sementes oleaginosas. Em Heilongjiang, chuvas passageiras (até 25 mm) pouco impactaram as colheitas, enquanto precipitações mais intensas (até 150 mm) no sudeste causaram inundações localizadas, mas foram benéficas para o arroz de colheita tardia. A semeadura das culturas de inverno, que normalmente inicia em outubro, será feita sob irrigação.

Já no Sudeste Asiático, o clima chuvoso seguiu presente em grande parte da Indochina, com a maioria das áreas recebendo mais de 100 mm de chuva, o que beneficiou o desenvolvimento do arroz e reabasteceu reservatórios para a estação seca, que começa em novembro. Nas Filipinas, chuvas leves trouxeram alívio às áreas afetadas por um ciclone na semana anterior, mas a chegada de outro ciclone ao final do período pode resultar em novas chuvas intensas, impactando o arroz em maturação. A precipitação sazonal nas áreas produtoras de óleo de palma da Malásia e Indonésia causou poucos atrasos na colheita, enquanto chuvas ocasionais em Java marcaram o início da estação chuvosa e beneficiaram a última safra de arroz do atual ciclo de cultivo, conforme dados do Weekly Weather and Crop Bulletin.





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Calor fora de época e seca prolongada ameaçam safras na Argentina


Plantio de girassol acelera, enquanto milho avança mais lentamente





Foto: Divulgação

Segundo dados do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o clima seco e quente fora de época segue causando preocupações em importantes áreas agrícolas do oeste da Argentina. O estresse hídrico nas plantações de grãos de inverno continua, especialmente em Córdoba, onde as temperaturas diurnas superaram os 30°C, prejudicando o desenvolvimento das lavouras e limitando a umidade para a germinação de safras de verão.

Segundo o boletim, enquanto chuvas leves a moderadas (entre 5 e 35 mm) atingiram as regiões do sul da Argentina, como La Pampa e Buenos Aires, o aumento sazonal das temperaturas foi acompanhado por geadas persistentes, retardando o crescimento das culturas de inverno. No norte, precipitações leves em torno de Salta contrastaram com as chuvas mais intensas (25-50 mm) registradas no nordeste, incluindo áreas de cultivo de algodão em Santa Fé e Formosa.

Em relação ao plantio, o governo da Argentina relatou que, até o dia 26 de setembro, 18% da área destinada ao cultivo de girassol já havia sido plantada, quatro pontos percentuais à frente do ritmo do ano passado. O plantio de milho, por outro lado, avançou 8%, ligeiramente abaixo dos 9% registrados no mesmo período de 2023, conforme dados do Weekly Weather and Crop Bulletin.





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Furacão John devasta costa sul do México, mas principais áreas agrícolas escapam de grandes danos


Furacão John traz chuvas torrenciais ao sul do México





Foto: Canva

Segundo dados do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o furacão John atingiu a costa sul do Pacífico mexicano com ventos fortes e chuvas torrenciais, provocando destruição na infraestrutura costeira. O furacão, que chegou como uma tempestade de categoria 3, com ventos de até 105 nós, atingiu inicialmente a costa na fronteira entre Oaxaca e Guerrero.

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Segundo o boletim, após causar inundações e deslizamentos de terra, especialmente nas regiões de Michoacán a Oaxaca, o furacão dissipou-se brevemente, antes de se reformar e atingir novamente a costa. Em algumas áreas, as chuvas superaram 400 mm, trazendo severos danos à infraestrutura, principalmente ao sistema de transporte. No entanto, os impactos mais devastadores ocorreram fora das principais áreas agrícolas do país, preservando grande parte das plantações.

Apesar das chuvas intensas no litoral, as áreas agrícolas mais ao interior, especialmente no planalto sul (Jalisco a Puebla), sudeste (incluindo a Península de Yucatán) e nas plantações de cana-de-açúcar em Veracruz, foram beneficiadas com chuvas mais sazonais, variando entre 10 a 50 mm, o que ajudou no desenvolvimento de milho e outras culturas.

Já no norte do país, o clima mais seco prevaleceu, com chuvas leves e irregulares concentradas nas proximidades de Chihuahua e norte de Tamaulipas. A seca foi acompanhada por temperaturas elevadas, atingindo até 40°C em algumas regiões, o que intensificou a evaporação nas bacias hidrográficas do noroeste, conforme dados do Weekly Weather and Crop Bulletin.





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frente fria movimenta o Brasil


Embora as precipitações ainda ocorram de forma irregular, já sinalizam a proximidade





Foto: Arquivo

A frente fria que avança pelo Brasil traz mudanças significativas nas condições climáticas nesta quinta-feira (03.10). De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, há uma expectativa de elevação nas chuvas, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Embora as precipitações ainda ocorram de forma irregular, já sinalizam a proximidade da estação chuvosa nessas áreas. São esperadas chuvas desde o norte de Santa Catarina até o sul de Goiás, com maior concentração de volumes no leste do Paraná e sudeste de São Paulo, onde os acumulados podem ultrapassar 40 mm.

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No Mato Grosso, as chuvas serão mais esparsas, mas há possibilidade de temporais intensos, principalmente entre a tarde e a noite, com acumulados que podem chegar a 30 mm em algumas áreas. No entanto, o meteorologista alerta para a irregularidade das chuvas, destacando a necessidade de mais consistência para a recuperação da umidade do solo.

Além disso, uma massa de ar frio avança pelo sul do Rio Grande do Sul, derrubando as temperaturas e trazendo risco de geadas nas áreas mais altas. Gabriel Rodrigues ressalta que, embora não se trate de uma frente fria severa, essas geadas tardias podem prejudicar culturas como milho e arroz no estado.

Enquanto isso, grandes partes de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Bahia continuam com tempo seco, com temperaturas que podem ultrapassar 37°C.





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Produtividade da soja pode aumentar com proteção a polinizadores


A fase de florescimento da soja, conhecida como florada, ocorre entre 20 e 30 dias após a semeadura, um momento em que a visita de insetos polinizadores, como abelhas, é comum nas lavouras. Esses insetos são atraídos pelo néctar e exercem papel importante  na polinização das plantas. No entanto, o uso inadequado de pesticidas durante esse período pode representar um sério risco para os polinizadores, comprometendo não só a biodiversidade, mas também a produtividade agrícola.

“A aplicação indevida de pesticidas é uma ameaça real para os polinizadores. Na BASF, estamos comprometidos com a segurança alimentar e a preservação da biodiversidade, promovendo o uso correto de nossas tecnologias por meio de treinamentos contínuos para os agricultores”, ressalta Marcelo Batistela, vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF no Brasil. A empresa tem investido em projetos que visam a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis, com o objetivo de garantir a segurança dos polinizadores e a continuidade de uma agricultura produtiva.

Estudos recentes, como o liderado pela Rutgers University-New Brunswick, nos EUA, revelam que a baixa presença de polinizadores tem impactado a produção agrícola em diversos continentes, incluindo a América do Sul. Segundo a pesquisa, cerca de dois terços das fazendas analisadas não estão atingindo a produção esperada devido à falta desses insetos. No Brasil, a Embrapa estima que a presença de abelhas pode aumentar a produtividade da soja em até 13%, destacando a importância de práticas que preservem esses insetos.

O manejo adequado dos inseticidas é essencial para evitar danos aos polinizadores, especialmente durante o período de maior atividade desses insetos, como explica Maurício do Carmo Fernandes, gerente de Stewardship e Sustentabilidade da BASF. “É fundamental que os agricultores saibam diferenciar pragas de polinizadores e inimigos naturais, e evitem o uso de inseticidas enquanto as abelhas estão forrageando”, orienta Fernandes.

Entre as recomendações, destaca-se a aplicação dos produtos em horários específicos, preferencialmente no final da tarde ou à noite, quando os polinizadores são menos ativos. Além disso, fatores como velocidade do vento, temperatura e umidade relativa do ar devem ser observados para reduzir o impacto sobre os insetos.

A adoção dessas práticas simples pode promover uma convivência mais equilibrada entre a produção agrícola e a preservação dos polinizadores, contribuindo para a conservação da biodiversidade e o aumento da produtividade de grãos.

“Seguir essas orientações traz benefícios para todos: os agricultores, o meio ambiente e a produção sustentável de alimentos,” conclui Fernandes.





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Seguro rural terá certificação inédita


Com carga de 18 horas, o programa tem sua primeira turma confirmada


Foto: Pixabay

Os desastres ambientais que atingiram o Brasil em 2024 geraram prejuízos de bilhões de reais ao mercado de seguros. Só no estado do Rio Grande do Sul, palco do maior sinistro ambiental da história do País, as enchentes prejudicaram gravemente o agronegócio local. Segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a produção rural gaúcha pode levar até uma década para voltar a ter as mesmas condições produtivas.

O Rio Grande do Sul, que ocupa a segunda posição no ranking de contratações do Seguro Rural em todo o País, prevê perdas superiores a R$ 3 bilhões apenas no setor agropecuário. De acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), as catástrofes climáticas na região resultaram em indenizações de R$ 6 bilhões pagas pelas seguradoras.

Diante do aumento da quantidade e da gravidade de sinistros ambientais, a relevância do Seguro Rural se torna cada vez mais evidente. Essencial para proteger as atividades agrícolas, a modalidade vem ganhando destaque no mercado brasileiro. Com isso, cresce também a necessidade de profissionais capacitados para atuar nesse segmento.  

Certificação avançada

Para atender à crescente demanda por profissionais especializados no tema, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) lançou a inédita Certificação Avançada em Seguro Rural.

Desenvolvido para capacitar profissionais a compreenderem as especificidades do Seguro Rural, o curso oferece um aprofundamento em estratégias e práticas essenciais para o gerenciamento de riscos agrícolas, abrangendo tópicos como análise de risco, subscrição, regulação de sinistros e gestão de carteiras de seguros rurais.

Com carga de 18 horas, o programa tem sua primeira turma confirmada. Ministradas de forma on-line ao vivo, as aulas terão início em 7 de outubro e as matrículas seguem abertas até o dia 4 do mesmo mês.

 





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