sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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Remunerações em alta: Tesouro e Agro


Essa diminuição no prêmio de risco de crédito levanta questionamentos




Essa diminuição no prêmio de risco de crédito levanta questionamentos para os investidores
Essa diminuição no prêmio de risco de crédito levanta questionamentos para os investidores – Foto: Pixabay

As remunerações dos títulos do Tesouro vinculados à inflação (Tesouro IPCA/NTN-B) têm aumentado ao longo de 2024, conforme publicado por Thiago Gil, Managing Director na Cordiant Capital, em sua rede social LinkedIn. Esse aumento é influenciado pela expectativa de inflação futura, que pode ser analisada pela diferença entre a remuneração dos títulos pré-fixados e os atrelados à inflação de mesmo prazo. Essa tendência não apenas impacta a liquidez, mas também a demanda por títulos do agronegócio, como os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), que têm remuneração atrelada ao IPCA.

Um gráfico apresentado por Gil compara a evolução da remuneração dos títulos do Tesouro atrelados à inflação (NTN-B 2026) com o prêmio sobre o IPCA das emissões de CRAs. Observa-se que, ao longo do tempo, ambas as remunerações seguem uma trajetória similar. O autor também calcula uma proxy do prêmio de risco de crédito, representada pela diferença entre os cupons dos CRAs e da NTN-B. Essa proxy, embora não ajuste por duration, indica que, com o aumento na remuneração das NTN-B, o prêmio de risco de crédito está se achatando.

Essa diminuição no prêmio de risco de crédito levanta questionamentos para os investidores: o benefício fiscal do CRA compensa o risco de crédito do setor, especialmente diante da redução da diferença de remuneração entre as emissões privadas e o Tesouro IPCA? Se a demanda por remunerações maiores para as emissões privadas aumentar, isso poderá significar um custo maior da dívida para as empresas do agro ou uma migração para indexadores como CDI+ ou dólar. Em um cenário de recuperação judicial (RJ) e risco de crédito elevado, essa discussão torna-se crucial para o financiamento do setor.





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Tarifas de fertilizantes: O que esperar?


Caso a tarifa seja aprovada, espera-se que o preço do nitrato de amônio aumente




Essa questão é crucial para o setor agrícola
Essa questão é crucial para o setor agrícola – Foto: Divulgação

Recentemente, a possibilidade de impor uma tarifa sobre as importações de Nitrato de amônio no Brasil ganhou destaque nas discussões do setor. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, a dependência brasileira em relação às importações de fertilizantes NPK é alarmante, uma vez que a produção interna de Nitrato de amônio caiu de 216 mil toneladas em 2017 para 156 mil toneladas em 2023. Isso indica um aumento na dependência do mercado externo, o que é preocupante para o agronegócio nacional.

Atualmente, mais de 95% do nitrato de amônio importado pelo Brasil provém da Rússia. As culturas que mais consomem esse fertilizante incluem a cana-de-açúcar, o café e os citros, essenciais para a produção agrícola no país. Em um cenário em que a Câmara de Comércio Exterior (Camex) votará no dia 17 de outubro sobre a implementação de uma tarifa de 15%, as possíveis consequências para o mercado de nitrogenados são significativas.

Caso a tarifa seja aprovada, espera-se que o preço do nitrato de amônio aumente, impactando diretamente os produtores rurais. Com um aumento nos custos, pode haver uma migração para outras fontes de nitrogênio, o que influenciará o preço dos fertilizantes nitrogenados de maneira geral. Embora os efeitos não sejam imediatos, há uma probabilidade considerável de um aumento de preços no médio prazo.

Essa questão é crucial para o setor agrícola. Jeferson Souza pondera se a implementação dessa tarifa realmente fomentará a produção nacional. Embora exista a possibilidade de competitividade interna, a realidade é que os produtores rurais acabarão arcando com os custos dessa medida. A dependência excessiva do mercado externo é preocupante, mas soluções como tarifas podem não ser o caminho ideal para o fortalecimento do setor. A longo prazo, a competitividade do produtor rural brasileiro pode ser comprometida, o que requer uma reflexão mais profunda sobre as políticas a serem adotadas para garantir a sustentabilidade da produção agrícola no Brasil.
 





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Instabilidades no Centro-Oeste e Sul do Brasil


De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a previsão para esta terça-feira (15.10) é de condições climáticas agitadas em várias regiões do Brasil, especialmente no Sul e no Centro-Oeste, com impactos diretos e indiretos nas culturas agrícolas.

No Rio Grande do Sul, a formação de uma área de baixa pressão atmosférica deve provocar temporais localmente fortes, com acumulados variando de 50 mm a 75 mm em 24 horas. Essas precipitações intensas são esperadas principalmente no centro do estado, podendo vir acompanhadas de rajadas de vento, chuvas volumosas em curtos períodos e eventual queda de granizo. A ocorrência de tempestades severas pode prejudicar a colheita de trigo e atrasar os preparativos para o plantio de soja e milho.

O estado de Santa Catarina também será impactado, mas com menor intensidade. No entanto, produtores devem ficar atentos, especialmente nas áreas mais vulneráveis, onde condições adversas podem ocorrer.

Já no Centro-Oeste, as chuvas intensas previstas para esta terça-feira devem marcar o início de uma semana com fortes temporais. Os estados do Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso registram projeções médias de 10 a 15 mm, com volumes pontuais que podem chegar a 40 mm. Essas precipitações são bem-vindas para o início do plantio da soja, mas há risco de vendavais que podem causar danos localizados e exigir maior cuidado nas operações a campo.

A região do Recôncavo Baiano também entra no radar meteorológico, com chuvas associadas aos resquícios de uma frente fria oceânica. O tempo ficará encoberto durante todo o dia, com volumes pontuais que podem ultrapassar 50 mm, beneficiando a produção de culturas como o cacau.

Em contrapartida, áreas do oeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e parte do litoral norte do Brasil terão um dia de poucas chuvas, favorecendo a conclusão de atividades agrícolas.

Com a chegada do padrão climático de transição entre primavera e verão, marcado por temperaturas acima da média, a irregularidade nas chuvas será uma constante. “Em algumas fazendas, é possível que a chuva forte atinja apenas uma parte da área, enquanto o restante receba apenas nebulosidade”, destaca Gabriel Rodrigues.

A recomendação aos produtores é ficar atento às previsões para os próximos dias e monitorar de perto as condições meteorológicas, uma vez que a semana seguirá com elevados volumes de chuva nas regiões centrais do país, podendo impactar cronogramas de plantio e colheita.





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Impacto do cooperativismo na economia paranaense


O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos




O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos
O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos – Foto: Pixabay

Carlos Alberto Tavares Ferreira, fundador e CEO da Carbon Zero, destaca a importância do cooperativismo no agronegócio brasileiro, especialmente no Estado do Paraná. Com 13 das 20 maiores cooperativas agrícolas do Brasil situadas nesta região, o Paraná se firmou como um verdadeiro celeiro de inovação e desenvolvimento. Este cenário reflete a força do cooperativismo paranaense, que combina tecnologia, sustentabilidade e gestão colaborativa, resultando em um impacto positivo tanto na economia local quanto na nacional.

O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos, carnes e diversos produtos agrícolas. O modelo cooperativo tem sido fundamental para o crescimento sustentável dessas atividades, permitindo que os cooperados acessem recursos e conhecimentos essenciais para aumentar a eficiência e a competitividade. As cooperativas locais são reconhecidas como pioneiras em práticas de governança e preservação ambiental, desempenhando um papel crucial na descarbonização do agronegócio.

De acordo com ele, essas iniciativas não apenas promovem a sustentabilidade, mas também criam um ciclo de prosperidade que beneficia toda a cadeia produtiva. A união de esforços entre os cooperados fortalece a competitividade no mercado global, garantindo a sustentabilidade socioeconômica da agricultura paranaense. O trabalho coletivo realizado pelas cooperativas é um exemplo claro de como é possível transformar realidades e gerar impactos positivos em larga escala, contribuindo para um futuro mais sustentável e inovador no setor agrícola.
 





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Conab prevê crescimento de 8,3% na produção de grãos


A primeira projeção para a safra de grãos 2024/25, divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), revela uma expectativa otimista: produção de 322,47 milhões de toneladas, um salto de 8,3% em relação ao ciclo anterior. Caso o número se concretize, será o maior volume da série histórica, com um adicional de 24,62 milhões de toneladas. A área cultivada também deve crescer, passando para 81,34 milhões de hectares, alta de 1,9%.

Arroz: Expansão Surpreende no Centro-Oeste e Sudeste

Um dos destaques é o aumento expressivo na área de arroz, que deverá crescer 9,9%. A maior expansão será no Centro-Oeste (+33,5%) e no Sudeste (+16,9%). Em Mato Grosso, o plantio deve alcançar 133 mil hectares, uma alta de 39,3%. Essa retomada do cultivo pode fazer com que a produção nacional atinja 12 milhões de toneladas, nível não visto desde a safra 2017/18.

NÃO PERCA – Live exclusiva: Meteorologista vai revelar as previsões climáticas para a safra 2024/25

O presidente da Conab, Edegar Pretto, atribui os bons resultados ao esforço dos agricultores e ao retorno de políticas públicas para o setor: “Com esses números, a previsão é de que o Brasil volte ao patamar das maiores safras de arroz da sua história.”

Milho e soja

Para o milho, a Conab prevê uma produção total de 119,74 milhões de toneladas, crescimento de 3,5%. No entanto, a primeira safra do cereal deve encolher, com redução de 1,1% na produção e 5,4% na área cultivada. Mesmo assim, o mercado interno segue aquecido, impulsionado pelo setor de etanol e pela exportação de proteína animal.

Na soja, espera-se um crescimento mais modesto, com a área plantada aumentando 2,8%. A produção projetada é de 166,05 milhões de toneladas, mas a semeadura enfrenta dificuldades devido ao atraso das chuvas no Centro-Oeste. As exportações brasileiras de soja, no entanto, devem alcançar 105,54 milhões de toneladas, impulsionadas pela demanda mundial, principalmente da China.

Culturas de inverno: clima afeta o trigo

Entre as culturas de inverno, o trigo sofreu o maior impacto das adversidades climáticas. A previsão de safra caiu para 8,26 milhões de toneladas devido à estiagem e geadas no Paraná. A situação, porém, é mais favorável no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o que pode equilibrar o mercado.

Mercado

Com o aumento da oferta de arroz, espera-se uma redução nos preços internos, mas ainda mantendo a rentabilidade para os produtores. Além disso, as exportações de arroz devem crescer, podendo chegar a 2 milhões de toneladas, e os estoques finais podem alcançar 840 mil toneladas.

Já no caso do milho, a menor oferta inicial da América Latina pode elevar os preços no mercado internacional. A previsão de exportação do cereal brasileiro é de 34 milhões de toneladas.

 

 





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Financiamento inovador para o setor de commodities


A Tether contratou uma equipe dedicada ao desenvolvimento de oportunidades




A empresa acredita que o crédito é essencial para empresas de comércio de commodities
A empresa acredita que o crédito é essencial para empresas de comércio de commodities – Foto: Pixabay

A Tether Holdings Ltd, conhecida como a emissora da stablecoin mais utilizada do mundo, o USDT, está considerando entrar no mercado de empréstimos para empresas de comércio de commodities. Esse movimento tem o potencial de transformar uma indústria tradicionalmente dependente de bancos convencionais para a obtenção de crédito. A Tether vem conversando com diversas empresas do setor, que enfrentam dificuldades em acessar financiamento, especialmente em um cenário global desafiador.

As reuniões da Tether com os comerciantes incluem discussões sobre como sua stablecoin pode ser utilizada não apenas para evitar o dólar em países sob sanções, como Venezuela e Rússia, mas também em transações de commodities mais tradicionais. A proposta é considerada atrativa, uma vez que o financiamento da Tether não estaria sujeito às rigorosas regulamentações que afetam os bancos tradicionais, o que poderia agilizar pagamentos e transações.

A empresa acredita que o crédito é essencial para empresas de comércio de commodities que movimentam grandes quantidades de petróleo, metais e alimentos. Enquanto gigantes do setor, como a Trafigura, possuem vastas linhas de crédito, os jogadores menores enfrentam barreiras significativas. A Tether, que relatou US$ 5,2 bilhões em lucros no primeiro semestre de 2024, possui capital suficiente para participar desse mercado em crescimento.

Com a guerra na Ucrânia exacerbando a dependência do setor de commodities em relação ao dólar, surgiu um incentivo para o uso de stablecoins como a USDT. Empresas como a estatal de petróleo da Venezuela e produtores de metais na Rússia já começaram a utilizar a stablecoin para facilitar transações internacionais. A Tether contratou uma equipe dedicada ao desenvolvimento de oportunidades de financiamento no comércio e enviou executivos a dois eventos do setor em setembro: um em Genebra e outro na LME Week em Londres. Sua divisão de investimentos, a Tether Investments, analisa centenas de propostas mensalmente, concentrando-se em áreas como infraestrutura financeira alternativa para mercados emergentes, inteligência artificial e biotecnologia.





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Fábrica clandestina de fertilizantes é fechada


Empresa tem 30 dias para regularizar a situação





Foto: Mapa

Uma fábrica clandestina de fertilizantes foi interditada em São Roque, no interior de São Paulo, durante uma operação realizada nos dias 8 e 9 de outubro. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a ação contou com o apoio da unidade regional de Araraquara e teve início após uma denúncia anônima encaminhada pela Ouvidoria do Ministério.

A fiscalização identificou que o estabelecimento operava sem registro junto ao Mapa, não possuía licença ambiental e utilizava equipamentos inadequados para a produção de Fertilizantes minerais mistos. Entre os itens apreendidos, estavam 40 toneladas de matéria-prima a granel e 500 sacas de 25 kg de produtos já embalados e prontos para comercialização. Todo o estoque de embalagens e rótulos também foi confiscado, e a fábrica foi imediatamente interditada.

De acordo com o Mapa, a empresa tem 30 dias para regularizar sua situação perante os órgãos competentes. Além das irregularidades na produção, foram encontrados indícios de fraude: enquanto as embalagens indicavam que os produtos eram fertilizantes minerais mistos, o material apreendido era, na verdade, fertilizante mineral simples.

A operação foi conduzida com base na legislação vigente, incluindo a Lei n.º 14.515/22 e os Decretos n.º 4.954/2004 e 8.384/2014, que regulamentam a produção e fiscalização de fertilizantes no país.





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avanço da colheita e queda nos preços


Já no mercado externo, os valores têm reagido





Foto: Divulgação

Apesar de preocupações relacionadas à baixa produtividade, o avanço da colheita de trigo no Sul do Brasil tem resultado em novas quedas de preços. Os vendedores começam a liquidar os estoques de 2023 e muitos estão flexíveis nos valores de negociação.

Conforme dados divulgados pelo Cepea, os compradores, por sua vez, aguardam uma maior entrada do cereal da nova safra e, com isso, apostam em preços menores. Já no mercado externo, os valores têm reagido, influenciados pela baixa umidade, que preocupa o avanço do cultivo do trigo de inverno no Hemisfério Norte.





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Queda de preços à vista


De acordo com a TF Agroeconômica, o aumento da oferta mundial de milho e a redução nas compras pela China, maior importador global, têm aumentado a disponibilidade do grão e, consequentemente, a possibilidade de queda nos preços. Com as previsões climáticas favoráveis, a expectativa é que essa tendência se confirme tanto no curto quanto no médio e longo prazos, favorecendo as exportações americanas em detrimento das brasileiras, como observado em outubro.

No Brasil, a disputa entre indústrias de carnes e exportadores, que sustentava uma tendência de alta, reverteu com a confirmação das menores exportações brasileiras no mês, fazendo com que os preços recuassem para R$ 64,00 e, possivelmente, R$ 62,50.

Entre os fatores de alta, destacam-se as menores exportações brasileiras, estimadas pela ANEC em 5,68 milhões de toneladas para outubro, comparadas a 6,44 milhões em setembro e 8,09 milhões no mesmo mês de 2023. Além disso, os problemas de navegabilidade nos rios amazônicos afetam a capacidade de exportação pelos portos do Arco Norte, que escoam grande parte da produção nacional de milho e dependem das exportações devido à baixa demanda local.

Já os fatores de baixa incluem as previsões do USDA, que apontam para um aumento na produção dos Estados Unidos, consolidando essa safra como a segunda maior da história. A produção foi ajustada para 386,18 milhões de toneladas, com um rendimento médio maior de 11.536 kg/ha. Além disso, houve redução na expectativa de importação de milho pela China, de 21 para 19 milhões de toneladas. Também foram mantidos os números para a América do Sul: o Brasil com 127 milhões de toneladas de produção e 49 milhões de exportações, e a Argentina com 51 milhões e 36 milhões, respectivamente. 

Diante desse cenário, a TF Agroeconômica recomenda que os produtores coloquem ordens de venda nos níveis atuais para evitar quedas maiores nos preços.
 





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Nova baixa para o milho na B3


Após três sessões de alta para o milho, as traders veem oportunidade de realizar lucro e a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fecha em baixa, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Na esteira dos acontecimentos, dados do USDA projetaram, no dia de hoje, uma produção menor para o milho em um cenário mundial, onde com a perca de 1 milhão de toneladas de milho ucraniano, o mundo passaria a produzir 1,21 bilhões de toneladas. As produções foram mantidas para o caso de Brasil e Argentina – 127 e 51 milhões, respectivamente – e para o caso dos Estados Unidos, houve o incremento para 386,1 milhões, ante 385,7 dos números anteriores”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 68,49 apresentando baixa de R$ 0,33 no dia, alta de R$ 0,44 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,72, baixa de R$ 0,66 no dia, alta de R$ 0,69 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 73,35, baixa de R$ 0,13 no dia e alta de R$ 1,03 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em baixa. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,66% ou $ -2,75 cents/bushel a $ 415,75. A cotação para março25, fechou em baixa de -0,74% ou $ -3,25 cents/bushel a $ 433,00”, indica.

“O relatório de oferta e demanda do USDA consolidou a atual safra como a segunda maior da história americana, sendo a primeira a campanha anterior. Com isso, mesmo com alguns ajustes nos estoques, já incorporados nas cotações com o relatório trimestral de estoques, a divulgação do WASDE teve um tom baixista para o mercado. O avanço da colheita nos EUA e a manutenção da safra na América do Sul também pressionaram as cotações nesta sexta-feira”, conclui.





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