terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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O futuro da agricultura sustentável



O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos



O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos
O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos – Foto: Pixabay

A agricultura sempre foi fundamental para o desenvolvimento humano, e com o crescimento populacional e os desafios ambientais, a busca por práticas mais sustentáveis nunca foi tão urgente. Os Nanofertilizantes surgem como uma solução inovadora, com previsão de crescimento do mercado para US$ 12,4 bilhões até 2034. Ao utilizar nanotecnologia, esses fertilizantes fornecem nutrientes de forma mais eficiente, liberando-os de maneira controlada para garantir a absorção ideal pelas plantas.

Diferente dos fertilizantes tradicionais, que muitas vezes resultam em desperdício e poluição, os nanofertilizantes reduzem a quantidade de insumos necessários, aumentando a produtividade e diminuindo os impactos ambientais. Eles estão disponíveis em várias formas, como nanocompostos e nutrientes nanoencapsulados, e sua aplicação precisa melhora a saúde do solo, além de otimizar o uso dos fertilizantes.

O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos, com a população projetada para atingir 9,7 bilhões até 2050, e as preocupações com a sustentabilidade, como a degradação do solo e da água. Além disso, há forte apoio governamental para práticas agrícolas sustentáveis e investimentos em nanotecnologia. Contudo, desafios como os altos custos de produção, questões regulatórias e a falta de conhecimento dos agricultores sobre os benefícios dos nanofertilizantes precisam ser superados.

O mercado é segmentado por tipo de nutrientes e aplicação, com destaque para a produção de culturas e horticultura. Regiões como América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico estão na vanguarda, com a América Latina também se destacando pela adoção de tecnologias inovadoras. Empresas como BASF, Nutrien e Yara estão investindo na pesquisa e desenvolvimento de nanofertilizantes, moldando o futuro da agricultura. Até 2034, espera-se que essa tecnologia desempenhe um papel essencial na segurança alimentar e na sustentabilidade.

 





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Mato Grosso lidera exportações de algodão no Brasil, aponta Imea



MT consolidou liderança no mercado de algodão




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Mato Grosso consolidou sua posição de liderança no mercado brasileiro de algodão ao exportar 186,80 mil toneladas de pluma em novembro de 2024, o maior volume mensal registrado desde o início da safra 2023/24. Esse montante representou 62,37% do total exportado pelo Brasil no período, segundo informações do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Entre os principais destinos do algodão mato-grossense, a China retomou o posto de maior compradora, adquirindo 43,54 mil toneladas no mês, seguida de perto pelo Vietnã, com 42,83 mil toneladas.

No acumulado da safra 2023/24 até novembro, Mato Grosso já embarcou 505,54 mil toneladas de algodão, configurando o segundo maior volume da série histórica para o período de agosto a novembro.

Perspectivas para a Safra 2023/24

O Imea projeta que Mato Grosso exporte 1,80 milhão de toneladas de algodão ao longo do ciclo da safra 2023/24, com estimativa de que 1,29 milhão de toneladas sejam embarcadas até julho de 2025. No entanto, é importante destacar que o beneficiamento da safra ainda está em andamento, o que significa que nem toda a produção está disponível para exportação neste momento.

 





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Fraude no leite destaca a necessidade de reforçar fiscalização



Fraude abala a confiança dos consumidores




Foto: Divulgação

Os recentes casos de adulteração de leite no Rio Grande do Sul, que resultaram na apreensão de toneladas de produtos fraudulentos, trazem à tona a urgência de uma fiscalização agropecuária mais robusta e bem estruturada no Brasil. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), essa atuação é essencial para garantir a qualidade e segurança dos alimentos consumidos pelos brasileiros e exportados para outros países.

As práticas criminosas de adulteração não apenas colocam em risco a saúde pública, mas também abalam a confiança dos consumidores nos produtos de origem animal e vegetal. O presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, enfatizou que tais ocorrências são inaceitáveis:

“Casos de adulteração de alimentos não podem ser tolerados, e a proteção à saúde pública deve ser uma prioridade inegociável. É fundamental que as autoridades adotem medidas imediatas para ampliar e fortalecer a fiscalização agropecuária em todo o país.”

A entidade reforça que a falta de auditores fiscais é um dos maiores desafios enfrentados pelo setor. O déficit de profissionais compromete a capacidade de resposta às irregularidades, favorecendo a impunidade e aumentando o risco de novas fraudes. Para combater essas práticas, o sindicato defende a realização de concursos públicos para repor o quadro de fiscais, além de melhorias nas condições de trabalho.

A Anffa Sindical alerta ainda que a segurança alimentar é um pilar estratégico para o Brasil, tanto para o mercado interno quanto para manter a competitividade no comércio internacional. Sem uma fiscalização eficaz, o país corre o risco de prejudicar sua imagem perante outros mercados.





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Faesp quer retratação do Carrefour sobre a decisão do grupo em não comprar…


Uma das principais marcas de varejo, por meio do CEO do Carrefour França, anunciou que suspenderá vendas de carne do Mercosul: decisão gera críticas e debate sobre sustentabilidade

O Carrefour França anunciou que suspenderá a venda de carne proveniente de países do Mercosul, incluindo o Brasil, alegando preocupações com sustentabilidade, desmatamento e respeito aos padrões ambientais europeus. A afirmação é do CEO do Carrefour na França, Alexandre Bompard, nas redes sociais do empresário, mas destinada ao presidente do sindicato nacional dos agricultores franceses, Arnaud Rousseau.

A decisão gerou repercussão negativa no Brasil, especialmente no setor agropecuário, que considera a medida protecionista e prejudicial à imagem da carne brasileira, amplamente exportada e reconhecida pela qualidade.

Essa decisão reflete tensões maiores entre a União Europeia e o Mercosul, com debates sobre padrões de produção e sustentabilidade como pontos centrais. Para a Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), essa decisão é prejudicial ao comércio entre França e Brasil, com impactos negativos também aos consumidores do Carrefour.

Os argumentos da pauta ambiental alegada pelo Carrefour e pelos produtores de carne na França não se sustentam, uma vez que a produção da pecuária brasileira está entre as mais sustentáveis do planeta. Esta posição, vinda de uma importante marca de varejo, é um indício de que os investimentos do grupo Carrefour no Brasil devem ser vistos com ressalva, segundo o presidente da Faesp, Tirso Meirelles.

“A declaração do CEO do Carrefour França, Alexandre Bompard, demonstra não apenas uma atitude protecionista dos produtores franceses, mas um total desconhecimento da sustentabilidade do setor pecuário brasileiro. A Faesp se solidariza com os produtores e espera que esse fato isolado seja rechaçado e não influencie as exportações do país. Vale lembrar que a carne bovina é um dos principais itens de comercialização do Brasil”, disse Tirso Meirelles.

O coordenador da Comissão Técnica de Bovinocultura de Corte da Faesp, Cyro Ferreira Penna Junior, reforça esta tese. “A carne brasileira é a mais sustentável e competitiva do planeta, que atende aos padrões mais elevados de qualidade e exigências do consumidor final. Tais retaliações contra o nosso produto aparentam ser uma ação comercial orquestrada de produtores e empresas da União Europeia que não conseguem competir conosco no ‘fair play’”, diz Cyro.

Para o presidente da Faesp, cabe ao Carrefour reavaliar sua posição e, eventualmente, se retratar publicamente, uma vez que esta decisão, tomada unilateralmente e sem critérios técnicos, revela uma falta de compromisso do grupo com o Brasil, um importante mercado consumidor.

Várias outras instituições se posicionaram contra a decisão do Carrefour, e o Ministério da Agricultura (Mapa). “No que diz respeito ao Brasil, o rigoroso sistema de Defesa Agropecuária do Mapa garante ao país o posto de maior exportador de carne bovina e de aves do mundo”, diz o Mapa em comunicado. “Vale reiterar que o Brasil possui uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e atua com transparência no setor […] O Mapa não aceitará tentativas vãs de manchar ou desmerecer a reconhecida qualidade e segurança dos produtos brasileiros e dos compromissos ambientais brasileiros”, continua a nota.





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milho registra alta após relatório do USDA



Brasil e a Argentina mantiveram suas estimativas de produção inalteradas




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De acordo com a análise semanal do Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (12), Os preços do milho na Bolsa de Chicago apresentaram elevação nesta semana, com o primeiro contrato cotado encerrando a quinta-feira (12) a US$ 4,31 por bushel, acima dos US$ 4,26 registrados na semana anterior. O relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado no dia 10, influenciou o mercado ao manter a estimativa para a safra de milho dos EUA em 2024/25, mas reduzir os estoques finais, o que contribuiu para a alta nos preços.

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A produção de milho nos Estados Unidos foi estimada em 384,6 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais caíram para 44,2 milhões de toneladas. Em âmbito global, a produção mundial do grão foi reduzida para 1,218 bilhão de toneladas, uma queda de cerca de um milhão em relação às projeções de novembro. Já os estoques finais globais recuaram para 296,4 milhões de toneladas, uma redução de aproximadamente 8 milhões, conforme o apontado pelo Ceema.

Segundo o Ceema, o Brasil e a Argentina mantiveram suas estimativas de produção inalteradas, em 127 milhões e 51 milhões de toneladas, respectivamente. As exportações brasileiras de milho para o novo ano comercial são projetadas em 48 milhões de toneladas. Nos Estados Unidos, o preço médio do milho para os produtores foi mantido em US$ 4,10 por bushel.





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Produtores têm melhor momento para compra de insumos



Preços dos fertilizantes registraram uma redução média de 2% em novembro




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O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) fechou novembro de 2024 em 0,98, representando uma redução de 3% em comparação ao mês anterior, quando o indicador registrava 1,01. Esta é a segunda queda consecutiva no índice, sinalizando um momento ainda mais oportuno para os produtores adquirirem insumos, já que valores mais baixos refletem condições mais vantajosas de troca.

Nesse cenário, as commodities agrícolas também mostraram crescimento nos preços, com um aumento médio de 3%. A cana-de-açúcar liderou a valorização, subindo cerca de 6%, seguida pelo milho, que apresentou alta de 4%. Com o plantio da soja se aproximando do fim em diversas regiões brasileiras, as expectativas para uma safra robusta continuam em alta. Além disso, o La Niña foi considerado neutro pelos órgãos meteorológicos, favorecendo as condições climáticas das lavouras até o momento.

Insumos em queda

Os preços dos fertilizantes registraram uma redução média de 2% em novembro. A ureia foi o destaque, com uma queda de 8%, enquanto o superfosfato simples (SSP) teve uma redução de 5%. Este cenário reflete uma janela estratégica para compras de insumos, especialmente diante da alta de 3% no dólar no mesmo período, impulsionada por medidas fiscais do governo, como cortes de gastos e mudanças no imposto de renda.

Agora, o foco dos produtores e do mercado está no encerramento do plantio da soja, no acompanhamento do desenvolvimento das lavouras e na janela de plantio da safrinha. Além disso, o desempenho do clima será um fator determinante para as próximas safras.





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prejuízos podem chegar a R$ 6 mil por hectare


No Brasil, a safra 2024/25 de soja está com quase toda a área plantada nos principais estados produtores. Após um início impactado por uma seca prolongada, as chuvas ocorridas entre o final de outubro e novembro possibilitaram a aceleração do plantio. Apesar do avanço, o clima segue como fator crítico, trazendo desafios para garantir boa produtividade e uma colheita bem-sucedida.

“Estamos entrando em um período de alta incidência de chuvas nas principais áreas produtoras de soja, o que pode gerar doenças fúngicas, como a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) que causa até 90% de perdas na lavoura, caso não seja controlada. Em números, em situações de alta severidade, os prejuízos podem ultrapassar R$ 6 mil por hectare, um prejuízo muito alto para o produtor”, explica Fábio Lemos, gerente de culturas e portfólio da FMC.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Outro dado alarmante é o aumento expressivo de casos de ferrugem asiática. De acordo com o Consórcio Antiferrugem, coordenado pela Embrapa Soja, a média de registros da doença nas últimas cinco safras foi de 33 ocorrências por ciclo. No entanto, no ciclo 2023/24, o número disparou para 111 casos, uma alta de 234%, indicando a urgência em reforçar o manejo fitossanitário. “O produtor precisa estar atento, desde o início do plantio, e fazer um manejo com rotação de ativos com a inserção de novas moléculas para evitar a propagação da doença. O portfólio da FMC, por exemplo, conta com o fungicida Onsuva®, que possui na formulação uma carboxamida inédita e exclusiva, o fluindapir e um triazol, o difenoconazole, altamente seletivo, que proporciona um melhor manejo de doenças e rotação com outras soluções existentes no mercado, promovendo a sustentabilidade no controle”, comenta o gerente.

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O ativo fluindapir permite eficiência na rotação de ingredientes ativos, reduzindo a pressão de seleção de doenças. Com formulação altamente seletiva, o fluindapir promove a alternância com outras tecnologias disponíveis no mercado, reforçando a sustentabilidade no manejo agrícola.

Dentre outras estratégias para manejo da ferrugem-asiática, Lemos destaca as boas práticas como a ausência da semeadura de soja e a eliminação de plantas voluntárias na entressafra por meio do vazio sanitário para redução do inóculo do fungo, a utilização de cultivares de ciclo precoce, além de semeaduras no início da época recomendada e a utilização de fungicidas.





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Mercado de Carbono deve fomentar a preservação ambiental


A partir de agora, o Brasil conta oficialmente com uma regra que estabelece as bases para um mercado regulado de carbono no estilo cap and trade. A nova legislação determina limites de emissões de gases de efeito estufa (cap) e permite que o excedente das permissões, a Cota Brasileira de Emissões (CBE), e dos créditos, o Certificado de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVE), sejam passíveis de negociação (trade).

A CBE é um ativo transacionável, representativo do direito de emissão de 1 tCO 2 e (uma tonelada de dióxido de carbono equivalente), outorgado pelo órgão gestor do SBCE, de forma gratuita ou onerosa, para as instalações ou as fontes reguladas.

Com a legislação, nosso país entra para o grupo das nações que possuem um sistema regulado de precificação de carbono, o que fortalece sua posição no cenário global de combate às mudanças climáticas. A iniciativa deve atrair investimentos internacionais, fomentar a preservação ambiental e gerar novas oportunidades de negócio e renda.

O mercado doméstico de carbono passa então a ser dividido em dois modelos: regulado e voluntário.

A produção primária agropecuária, bem como os bens, benfeitorias e a infraestrutura no interior da propriedade rural a ela diretamente associados ficaram de fora da regulamentação, devido principalmente à dificuldade em realizar medições mais precisas, enquanto não houver metodologia para contabilizar as mitigações. Também não serão consideradas emissões indiretas as decorrentes da produção de insumos ou de matérias-primas agropecuárias.

No entanto, o setor tem a oportunidade de gerar créditos de carbono com base na manutenção dos excedentes de Reserva Legal (RL), contribuindo tanto com a conservação da natureza e a sustentabilidade nos processos produtivos quanto no cumprimento das metas ambientais estabelecidas no país.

Para Natascha Trennepohl, integrante do comitê de Sustentabilidade da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e sócia do Trennepohl Advogados, há muitos desafios para os próximos anos.

“O SBCE será implementado em fases; a primeira, da regulamentação, deve levar de 12 a 24 meses. Visto que o texto foi sancionado sem vetos, os desafios para 2025 e 2026 estão relacionados à definição de regras para o monitoramento, a estruturação do registro, a definição de metodologias e a delimitação do próprio escopo da lei com a definição de quais os setores, os limites, as obrigações e até como será a governança e a estruturação do órgão gestor”.





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Chuvas e manejo favorecem os citros, mas há risco de perdas



Suspeitas deriva preocupa produtores




Foto: Agrolink

Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (12) pela Emater/RS-Ascar, citricultura apresenta cenários variados de desempenho no Rio Grande do Sul. Na região administrativa de Bagé, em Itaqui, as chuvas regulares e as temperaturas em elevação têm beneficiado os pomares, resultando em boa sanidade e excelente resposta às adubações. O pegamento de frutos é promissor, indicando uma safra positiva.

Por outro lado, em Maçambará, o cenário é mais desafiador. Apesar da excelente carga inicial de laranjas, há suspeitas de deriva de herbicidas aplicados em lavouras vizinhas, o que está provocando um abortamento de frutos. Levantamentos preliminares indicam que as perdas podem atingir até 80% da produtividade esperada, gerando preocupação entre os produtores.

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Na região administrativa de Frederico Westphalen, os pomares estão em fase de desenvolvimento dos frutos, com boas condições gerais. A expectativa para a safra 2024/2025 é de uma produtividade média de 35 toneladas por hectare. Os citricultores estão investindo em adubações e tratamentos fitossanitários preventivos, especialmente no controle da mosca-branca, que tem apresentado alta incidência, embora ainda sem causar grandes danos econômicos.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Porém, em algumas áreas, foi detectada a presença da Clorose Variegada dos Citros (CVC), o que exige maior atenção no manejo. Apesar disso, o quadro fitossanitário geral é considerado adequado, alimentando as expectativas por uma safra produtiva e de qualidade, conforme apontado no informativo.





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pragas e doenças marcam final da safra de pêssego



Alta oferta pressiona preços no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (12) pela Emater/RS-Ascar, a safra do pêssego destinado à indústria está próxima do encerramento na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas. Em Pelotas e municípios vizinhos, cerca de 80% dos frutos já foram colhidos, mas a temporada enfrentou desafios como a grande incidência do gorgulho-do-milho, que migra de paióis, armazéns ou lavouras não colhidas para atacar frutos maduros. Além disso, a podridão-parda, favorecida pelas condições climáticas desde a floração, continua impactando a produção.

Outro ponto crítico é a redução do calibre das frutas de cultivares médias e tardias. Para a safra industrial, os preços de referência foram fixados em R$ 2,50 por quilo para frutos tipo I (diâmetro acima de 53 mm) e R$ 2,20 para tipo II.

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Na região de Passo Fundo, a colheita de variedades precoces avança, com cerca de 40% da produção já comercializada. Contudo, a alta oferta tem pressionado os preços, que variam entre R$ 3,50 e R$ 4,00 por quilo, dependendo da qualidade.

Em Soledade, os trabalhos concentram-se nas variedades de ciclo médio. O manejo intensificado para controle da podridão-parda, agravada pelas chuvas, foi essencial para minimizar prejuízos e manter a qualidade da colheita.





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