sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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Tecnologia aumenta produtividade do amendoim


A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado




A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado
A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado – Foto: Pixabay

O cultivo de amendoim tem se destacado no Brasil como alternativa para rotação de culturas, especialmente em áreas de reforma de cana-de-açúcar, trazendo benefícios ao solo e aos produtores. Com 80% da produção nacional concentrada em São Paulo e uma área plantada de 248,2 mil hectares, a segunda maior desde o início da série histórica da Conab, o Brasil também lidera as exportações de óleo de amendoim, com 86 mil toneladas, segundo o USDA. Para potencializar essa cultura, a AgTech Sima tem ampliado sua atuação, oferecendo tecnologias que aumentam a eficiência no campo, como explicou Felipe de Carvalho, coordenador da empresa no Brasil.

A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado que permite identificar e controlar pragas e doenças desde o plantio até a colheita, sendo eficaz especialmente contra a Mancha preta, causada pelo fungo *Cercosporidium personatum*. Presente nas principais regiões produtoras, essa doença pode reduzir em mais de 50% a produtividade, tornando fundamental o monitoramento. A ferramenta da Sima permite identificar, por meio de fotografias, o grau de severidade das infecções, facilitando uma ação rápida e precisa para mitigar perdas.

Para controlar a Mancha preta, é recomendado remover restos culturais infectados, ajustar a data de plantio e seguir um programa de pulverizações fungicidas iniciado entre 30 e 40 dias após a semeadura. Com tecnologias adaptadas, a Sima visa ajudar produtores a aumentar a produtividade e a rentabilidade de suas lavouras de amendoim, consolidando a importância da precisão no monitoramento agrícola.





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Exportação de carne de peru sofre queda acentuada


O Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), revelou que as exportações brasileiras de carne de peru registraram uma queda significativa nos primeiros oito meses de 2024. Segundo o Agrostat Brasil, o país exportou 38.054 toneladas de carne de peru no período, gerando uma receita de US$ 93,035 milhões. Esses números representam uma redução de 19,8% no volume e de expressivos 54,6% na receita cambial, quando comparados ao mesmo período de 2023, que teve 47.451 toneladas exportadas e uma receita de US$ 144,083 milhões.

Entre os principais estados exportadores, Santa Catarina lidera com US$ 38,335 milhões e 16.009 toneladas, seguido pelo Rio Grande do Sul com US$ 35,067 milhões e 13.841 toneladas, e Paraná, que exportou 8.180 toneladas, gerando US$ 19,550 milhões. Em comparação com o ano anterior, todos os estados apresentaram retração: Paraná teve uma queda de 26,6% no volume exportado, Rio Grande do Sul diminuiu 24,6%, e Santa Catarina, 10,8%. Em termos de receita, o Paraná registrou a menor queda, com 4,4%, enquanto o Rio Grande do Sul sofreu a maior perda, de 45,2%.

O preço médio da carne de peru “in natura”, que corresponde a 96,1% das exportações (36.577 toneladas), foi de US$ 2.386,81 por tonelada, uma redução de 12,7% em relação ao valor médio do ano anterior, que foi de US$ 2.735,07 por tonelada.

Os principais destinos das exportações de carne de peru brasileira foram México (6.473 toneladas, US$ 20,514 milhões), África do Sul (6.428 toneladas, US$ 9,005 milhões), Chile (4.949 toneladas, US$ 14,970 milhões), Países Baixos (4.329 toneladas, US$ 16,539 milhões) e Guiné Equatorial (1.705 toneladas, US$ 2,659 milhões). Comparando com o ano anterior, o México registrou queda de 43,3% no volume importado, a África do Sul reduziu suas compras em 22,2%, enquanto o Chile aumentou suas importações em 50,2%, e Guiné Equatorial apresentou alta de 45,2%.





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PIB do agronegócio da Bahia alcança R$ 35,1 bilhões


Segundo dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, agronegócio baiano registrou um crescimento expressivo no segundo trimestre de 2024, com alta de 13,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Produto Interno Bruto (PIB) do setor, divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), atingiu R$ 35,1 bilhões em valores correntes, representando 28,4% da atividade econômica do estado. O bom desempenho do setor reforça a importância do agronegócio para a economia baiana, consolidando sua posição como um dos principais motores de crescimento no estado.

O destaque no período foi para o agregado II, que compreende a agropecuária em si, respondendo por 59,6% da atividade total do agronegócio. A colheita de culturas como soja, milho e algodão, tradicionais na Bahia, foi determinante para esse avanço, já que o segundo trimestre é historicamente o mais forte para a produção agrícola no estado.

A SEI classifica o PIB do agronegócio em quatro agregados: o agregado I, que engloba insumos para a agropecuária; o agregado II, que inclui agricultura, pecuária, silvicultura, extrativismo vegetal e pesca; o agregado III, que se refere às indústrias que utilizam produtos do agregado II; e o agregado IV, que abrange transporte, comércio e serviços ligados à distribuição dos produtos agrícolas.

No acumulado do primeiro semestre de 2024, o setor movimentou R$ 51,96 bilhões, representando 21,69% do PIB da Bahia. Comparado ao primeiro semestre de 2023, o crescimento foi de 5,2%. Esse avanço reflete a relevância do agronegócio não apenas como um componente fundamental da economia estadual, mas também como um impulsionador da dinâmica econômica baiana.

O aumento da participação do agronegócio no PIB baiano no segundo trimestre é atribuído, principalmente, à sazonalidade da produção agrícola, que concentra colheitas nesse período, e à valorização de produtos como café, laranja e frutas, que puxaram o crescimento do setor. Enquanto no primeiro trimestre de 2024 o agronegócio representava 13,7% da economia do estado, essa participação saltou para 28,4% no segundo trimestre, sinalizando uma trajetória de expansão robusta.





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Tocantins reforça combate a queimadas no Pantanal e Amazonas


O Governo do Tocantins, por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO), está empenhado em diversas operações de combate a incêndios florestais, tanto no estado quanto em outras regiões do país. Equipes tocantinenses estão em ação no Amazonas e no Mato Grosso do Sul (Pantanal), além de atuarem intensamente nos Parques Estaduais do Jalapão e do Cantão, na Ilha do Bananal e no município de Lagoa da Confusão, locais que enfrentam queimadas frequentes.

Nos parques estaduais, dezenas de bombeiros militares participam de operações contínuas, com reforço em setembro, período mais crítico devido à seca, ventos fortes e baixa umidade. Em outubro, com o início das chuvas, o número de focos de incêndio reduziu, mas as equipes permanecem de prontidão, conforme as informações divulgadas pelo Governo do Tocantins.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

No Pantanal, a equipe tocantinense, composta por seis bombeiros, está em Corumbá (MS) há 56 dias, atuando dentro da Operação Pantanal. A missão foi designada pelo governador Wanderlei Barbosa, em resposta à gravidade dos incêndios que afetam a região. Em paralelo, no Amazonas, o CBMTO está há 91 dias no combate às queimadas, com bombeiros atuando em diversas localidades, incluindo Manaus, Humaitá, Lábrea, Boca do Acre e Apuí.

Além do CBMTO, 15 outras corporações participam da operação no Pantanal, com um contingente de 89 combatentes, utilizando 11 aeronaves, 24 viaturas e embarcações. O comandante-geral do CBMTO, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, destacou a importância da cooperação entre os estados no enfrentamento das queimadas, ressaltando a capacidade e o preparo dos bombeiros tocantinenses para lidar com a situação, bem como a confiança de que poderão contar com apoio semelhante em futuras crises.

As operações no Tocantins, Pantanal e Amazonas são essenciais para conter o avanço dos incêndios florestais que devastam ecossistemas inteiros, demonstrando a importância do trabalho conjunto das forças de segurança.





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Alta nos preços do alho e tomate em Minas Gerais


O levantamento semanal de preços das hortaliças, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), aponta que o monitoramento dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, revela oscilações nos preços entre o final de setembro e o início de outubro de 2024. A análise, que utiliza os preços praticados no período de 23 de setembro a 4 de outubro de 2024, tem como objetivo avaliar a oferta, demanda e os possíveis impactos no abastecimento de alimentos no estado.

Entre os produtos analisados, destacam-se abóbora moranga, abobrinha italiana, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate, que apresentaram variações tanto para cima quanto para baixo, refletindo as dinâmicas do mercado no período. Produtos como abobrinha, alho, chuchu, pimentão, quiabo e tomate registraram aumento nas cotações, enquanto abóbora, batata, cebola e cenoura tiveram queda nos preços.

O preço da abóbora moranga, por exemplo, apresentou um aumento de 20,1% na primeira semana analisada, seguido por uma queda de 8,5%, fechando o período em R$ 3,33/kg. Já a abobrinha italiana teve um aumento expressivo de 27% na primeira semana e, após variações, terminou o período a R$ 1,66/kg, o que representa uma alta de 13,8% em relação à semana anterior.

O alho brasileiro, que vinha apresentando estabilidade, registrou um aumento de 4,3% na segunda semana da análise, com o preço subindo para R$ 24,00/kg. No caso da batata, o preço caiu 16,7%, fechando o período a R$ 3,33/kg, reflexo do pico da safra de inverno e do aumento das temperaturas, que acelerou a colheita.

A cebola, por sua vez, viu seu preço cair 20% na primeira semana, mantendo-se em R$ 2,00/kg até o final do período analisado, devido ao alto volume de oferta e à menor qualidade dos produtos, impactados pelas altas temperaturas que afetam a qualidade dos bulbos. A cenoura, que começou o período a R$ 1,50/kg, chegou a R$ 1,75/kg no final da segunda semana, com uma variação negativa de 15,5%.

Chuchu e quiabo, produtos básicos da alimentação, sofreram elevações significativas nos preços. O chuchu subiu 40,2% no período analisado, fechando a R$ 3,42/kg, enquanto o quiabo apresentou um aumento de 66,7%, encerrando o período a R$ 9,16/kg. O tomate, por sua vez, registrou uma alta de 23,1%, refletindo a redução de áreas plantadas e o término da safra em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, finalizando a análise a R$ 2,67/kg.

A variação nos preços é resultado de diversos fatores, como a sazonalidade das safras, condições climáticas e a demanda por determinados produtos. Com o monitoramento contínuo, a SEAPA busca fornecer dados atualizados sobre o comportamento dos preços e garantir que o abastecimento alimentar do estado seja adequadamente acompanhado.





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Alimentos da estação: Mais saúde e sabor


Estar atento aos períodos de safra é essencial tanto para o plantio quanto para as compras no supermercado ou feira. Isso ocorre porque hortaliças, frutas e legumes da estação estão em seu ápice nutricional e, consequentemente, possuem um sabor mais intenso. Consumir alimentos da época não só traz benefícios à saúde, mas também impacta positivamente o meio ambiente e a economia, já que alimentos fora de safra geralmente precisam ser transportados de longas distâncias, aumentando custos e emissões de poluentes. Assim, quanto mais próximo o local de produção do consumo, melhor para todos.

A Isla Sementes, referência no Brasil em variedades de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos, destaca uma seleção especial de produtos que podem ser plantados e encontrados facilmente em feiras e mercados. Esses produtos oferecem alternativas mais saudáveis e nutritivas para o dia a dia. Em outubro, com a chegada da primavera e temperaturas mais amenas, o plantio de diversas espécies é favorecido em todas as regiões do país.

Entre as hortaliças indicadas para o período estão abóbora, abobrinha, alface, cebolinha, cenoura, jiló, pimentão, quiabo, rúcula e tomate. Já as frutas da estação incluem caju, jabuticaba, melancia, melão, pitanga e romã. Para quem gosta de flores, outubro é um bom momento para plantar cravina, crisântemo, dália, dracena, jasmim, margarida e rosa.

Para uma alimentação mais balanceada, a berinjela é uma ótima escolha: rica em fibras e vitaminas, pode ser preparada de diversas formas, como assada, refogada ou em sopas. A beterraba, com seu sabor adocicado e vibrante cor vermelha, é versátil em saladas, sopas e até sucos. O espinafre, conhecido por ser baixo em calorias, pode ser consumido cru ou cozido, enquanto a ervilha, rica em proteínas e fibras, é ideal para caldos e refogados.
 





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Flutuações nos preços das fruta em Minas Gerais


O Balanço Semanal de Preços das Frutas, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), revela importantes flutuações nos preços das principais frutas comercializadas no CeasaMinas, localizado em Contagem, entre os dias 23 de setembro e 4 de outubro de 2024. O levantamento, realizado em conjunto com as instituições vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, tem como objetivo monitorar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais.

A metodologia adotada considera a comparação dos preços médios praticados no Ceasa-MG, unidade Grande BH. O estudo abrangeu as dez frutas mais comercializadas em volume, incluindo abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Entre os destaques, o abacaxi apresentou um aumento inicial de 6,3%, seguido por uma queda de 5,9%, mantendo-se estável a R$ 80,00 a dúzia. A variação média da fruta foi de -2%, passando de R$ 81,67 para R$ 80,00. Por outro lado, o preço da banana prata permaneceu inalterado ao longo do período analisado.

O coco verde teve um aumento de 12% no final do período, enquanto o preço da laranja pera subiu 10% na segunda semana, alcançando R$ 5,50/kg. O limão tahiti extra também registrou altas significativas, com variações de 8,3% e 7,7%, fechando a R$ 7,00/kg.

A maçã gala, por sua vez, teve uma queda acumulada de 4,7%, chegando a R$ 9,53/kg. O mamão formosa caiu 15,4% no preço, encerrando o período a R$ 2,50/kg, enquanto a manga tommy viu seu preço cair 11,5%, atingindo R$ 2,86/kg. A melancia graúda teve uma queda de 3,6%, passando para R$ 1,80/kg.

No caso da uva itália, as variações foram mais complexas, com uma alta de 11,1% na primeira semana, seguida por uma queda de 5% e uma nova alta de 5,3%, mantendo-se em R$ 12,50/kg. Ao comparar os preços médios entre as semanas de 23 a 27 de setembro e de 30 de setembro a 4 de outubro, apenas a banana se destacou pela estabilidade.

A análise dos resultados aponta que o aumento dos preços da laranja e do limão pode ser atribuído ao calor, que afeta a produção e reduz a oferta, ao mesmo tempo em que eleva o consumo. Já os viticultores têm priorizado o mercado externo devido a boas remunerações.

As frutas que apresentaram queda nos preços foram: abacaxi, maçã, mamão, manga e melancia. O aumento da oferta de maçãs importadas, que possuem calibres e colorações mais atrativas, resultou na diminuição da demanda pelas maçãs brasileiras, impactando seus preços. No caso do mamão, a alta oferta e um mercado lento foram fatores decisivos para a desvalorização. A manga enfrentou dificuldades logísticas nas exportações, intensificando a oferta no mercado interno. A melancia também foi afetada pela alta oferta, levando à pressão nas cotações.





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Boi Gordo: Parceria do Cepea com a B3 para elaboraçaõdo indicador é encerrada


NOTA

Piracicaba, 9 de outubro de 2024.

O Cepea, Centro de pesquisas da Esalq/Universidade de São Paulo, informa que a parceria com a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 está sendo encerrada. Independentemente disso, o Cepea seguirá elaborando o Indicador do boi. Todas as suas pesquisas sobre o mercado pecuário serão continuadas, assim como as dos mercados agrícolas.

O Agronegócio Brasileiro continuará contando com as informações e análises do Cepea para que a justa concorrência sempre prevaleça.  A parceria do Cepea com a B3 segue com a elaboração dos Indicadores do Milho e do Etanol, bem como outras iniciativas em estudo.

O Cepea reitera seu compromisso com os princípios científicos, a imparcialidade e os valores de integridade que o guiam há mais de 40 anos. Em sua rede de mais de 20 mil colaboradores, atuantes em 32 cadeias agropecuárias pesquisadas continuamente, o agente de pequeno porte tem o mesmo espaço que o de grande porte.

Sem fins lucrativos, o Cepea faz pesquisas que objetivam proporcionar transparência aos mercados, reduzindo as assimetrias de informação que limitam o desenvolvimento equilibrado do mercado. Em ambientes transparentes e com informações simétricas, a influência do poder econômico nos negócios tende a desaparecer.

O compromisso do Cepea, assim como o da ESALQ e o da USP, é com a sociedade brasileira.

Equipe Cepea

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Krilltech chega ao mercado europeu


Empresa agrícola inicia sua expansão internacional ao oficializar acordo comercial com a Biorizon Biotech na Fruit Attraction 2024, na Espanha

Parceria prevê a distribuição de produtos e investimento em outros mercados globais futuramente

A Krilltech dará um dos passos mais importantes de sua história este mês. Durante a Fruit Attraction 2024, reconhecido evento global para a cadeia produtiva de frutas e vegetais, que acontece de 8 a 10 de outubro, em Madri, Espanha, a empresa oficializará uma parceria com a companhia espanhola Biorizon Biotech para representação e comercialização de suas soluções no mercado agrícola europeu.

Fundada como uma startup em 2015, nos laboratórios da Universidade de Brasília (UnB), a Krilltech chamou a atenção ao desenvolver uma tecnologia que sinaliza processos fisiológicos primários e secundários das plantas, as auxiliando a atingir todo o potencial genético e produtivo.

Inédita no mundo, a tecnologia foi patenteada e dimensionada para produção em larga escala em parceria com a UnB e a Embrapa, resultando na criação do primeiro produto da Krilltech: a Arbolina, que chega à Europa pelas mãos da Biorizon.

A solução tem resultados comprovados, que incluem aumento da eficiência fotossintética, teor de clorofila, enraizamento e produtividade em grandes culturas como soja, tomate, batata, entre outra. Essas características, inclusive, atendem perfeitamente às necessidades agrícolas dos produtores europeus, e se encaixam na exigente política de sustentabilidade do continente.

Segundo Marcelo Rodrigues, sócio-fundador da Krilltech, a atuação internacional sempre foi um objetivo da marca, que se concretiza agora na Fruit Attraction 2024. “Sendo o primeiro produto com distribuição comercial, a Arbolina certamente abrirá portas para novas soluções, que já estão em testes e logo também serão disponibilizadas no Velho Continente por meio da parceria com a Biorizon Biotech”.

Com sede em Almería, Espanha, a Biorizon é pioneira no desenvolvimento e comercialização de produtos à base de microalgas. Hoje, a empresa é uma referência internacional e opera em quase 60 países, sendo reconhecida pela União Europeia por seu trabalho com agricultura regenerativa.

“Este acordo reforça nossa estratégia de inovação ao conjugar os produtos da Krilltech com as tecnologias e produtos da Biorizon Biotech, o que proporciona novas e poderosas ferramentas aos agricultores”, celebra David Iglesias, CEO da empresa espanhola.





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Redução de juros nos EUA: Efeitos no mercado global


A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano




A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano
A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano – Foto: Pixabay

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, uma empresa especializada em gestão de risco e inteligência de mercado, o recente afrouxamento da política monetária dos Estados Unidos em setembro teve um impacto significativo no mercado de commodities. O analista Victor Arduin destaca que, após um primeiro semestre de expectativas frustradas, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) decidiu reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base, um movimento considerado agressivo e estratégico para estimular a economia.

A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano, tornando as commodities mais baratas para compradores que utilizam outras moedas. Como as matérias-primas são cotadas em dólares, essa desvalorização da moeda norte-americana cria um ambiente favorável para a valorização das commodities, refletindo diretamente nos preços globais e potencialmente aumentando a rentabilidade dos exportadores.

Além disso, o relatório aponta que a redução das taxas nos Estados Unidos abre espaço para que economias asiáticas também relaxem suas políticas monetárias restritivas. Isso é especialmente relevante, uma vez que a flexibilização dessas políticas pode gerar expectativas de crescimento econômico mais robusto na região em 2025. Um crescimento mais acelerado na Ásia pode resultar em uma demanda crescente por commodities, reforçando ainda mais a tendência de alta dos preços no mercado global.

No entanto, é importante ressaltar que o cenário não está isento de riscos. Persistem questões estruturais na economia chinesa, que podem afetar a dinâmica do mercado de commodities, assim como desafios no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que também podem influenciar negativamente a recuperação econômica global.
 





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