domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Nova frente fria avança e traz temporais para o Sul


Precipitações devem reduzir a velocidade de descida dos rios





Foto: Arquivo

A semana começou com a formação de uma nova frente fria no Sul do Brasil, prometendo chuvas intensas e possibilidade de queda de granizo, conforme alertou Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink. Segundo ele, as instabilidades inicialmente estão concentradas no Uruguai, mas devem avançar ao longo do dia para o sul do Rio Grande do Sul, com potencial para eventos climáticos adversos na noite desta segunda-feira, 30 de setembro de 2024.

“Até o final de terça-feira, as instabilidades atingirão Santa Catarina, com acumulados expressivos de chuva, podendo superar 80 mm”, afirma Gabriel. O meteorologista também alerta que essas precipitações devem reduzir a velocidade de descida dos rios, que subiram após as fortes chuvas da semana passada.

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Além disso, o fenômeno conhecido como “pré-frontal” trará temperaturas elevadas para os três estados da região Sul antes da chegada efetiva das chuvas. O cenário reforça a tendência de tempo adverso, com mais eventos de granizo ao longo da primavera.





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Cotações no mercado do frango ficam estagnadas nesta sexta-feira (23)


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O mercado do frango encerra esta semana de negociações nesta sexta-feira (23) com cotações estáveis. De acordo com análise do Cepea, o poder de compra de avicultores do estado de São Paulo frente aos principais insumos utilizados na atividade (milho e farelo de soja) vem crescendo em agosto. Isso porque, enquanto os preços do frango vivo estão subindo, os do milho registram pequena alta e os do farelo, queda, em relação a julho. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,50/kg, assim como a ave no atacado, fechando, em média, R$ 6,20/kg.

No caso do animal vivo, o preço não mudou em Santa Catarina, cotado a R$ 4,38/kg, da mesma maneira que no Paraná, custando R$ 4,66/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (22), tanto o frango congelado quanto a ave resfriada ficaram estáveis, curando, respectivamente, R$ 7,17/kg e R$ 7,20/kg.

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Vídeo: Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura


45º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Na citricultura, não é diferente. Em dois episódios, o Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a implantação desse sistema, planejamento, benefícios, estudo de solo e tipos mais adequados para o setor. Hoje, 36% da área total do cinturão conta com irrigação e a tendência é de aumento. Nesse primeiro episódio, a conversa é com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Braz Tangerino Hernandez.





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De pesquisas sobre câncer à agricultura: tecnologia avança no campo


Avanços na fisiologia vegetal estão abrindo novas possibilidades para aumentar a produtividade agrícola. Marcelo Rodrigues, CEO da Krilltech, explica que a tecnologia criada pela empresa tem como foco estimular o metabolismo primário das plantas, potencializando a produção e o consumo de ATP. Essa energia adicional permite que as plantas alcancem seu pleno potencial genético, resultando em aumentos expressivos de produtividade, especialmente em testes de campo.

“A maioria dos produtores costuma focar muito em defensivos, adubos e fertilizantes, mas a fisiologia vegetal precisa ser tratada de forma mais especializada”, explica Marcelo. “Nós, da Krilltech, desenvolvemos produtos que atuam em rotas metabólicas específicas, como a produção de ATP, que é a energia base da planta. Com isso, ativamos processos metabólicos que permitem à planta expressar todo o seu potencial produtivo, mesmo em condições adversas.”

A tecnologia da Krilltech difere dos produtos convencionais por não utilizar extratos vegetais ou hormônios. “Desenvolvemos produtos baseados na fisiologia da planta, quase como uma ‘medicina’ para vegetais”, destaca Marcelo. “Nossa abordagem é tratar a planta como um atleta de alta performance, ajudando-a a expressar o máximo de seu potencial genético.”

Parceria com a Embrapa 

O CEO também menciona que os produtos da Krilltech são os primeiros a utilizar nanotecnologia com foco em processos metabólicos específicos nas plantas. A primeira geração de produtos, como o Arbolina, foi desenvolvida em parceria com instituições de peso, como a Universidade de Brasília (UnB), a UFRJ e a Embrapa. “Desde os primeiros trabalhos, os resultados têm sido expressivos, com aumentos de 15% a 25% na produtividade de culturas como tomate e pimentão.”

Em campo, os resultados são consistentes: “Na soja, obtivemos 80% de resultados positivos, com retorno significativo para os produtores. Em culturas como cacau, café e tomate, os ganhos também são impressionantes”, afirma Marcelo. Ele destaca que, para cada real investido pelo produtor, há um retorno de até R$ 50, como no caso do tomate industrial.

Como surgiu

Marcelo Rodrigues revela que a inovação nasceu a partir de estudos sobre o câncer. “Inicialmente, eu trabalhava com pesquisas na área de câncer, estudando como modificar a superfície de partículas para interagir com organelas e processos metabólicos específicos. Esse trabalho envolvia a utilização de luminescência para marcar tumores.”

A aplicação da tecnologia em plantas surgiu quando Marcelo apresentou os resultados de suas pesquisas para a Embrapa. “O Dr. Jimar Silva, da Embrapa, me sugeriu usar a mesma lógica em plantas, e foi aí que surgiu a ideia de desenvolver produtos agrícolas com base nesse conceito. Nós adaptamos o que fazíamos em laboratório para a agricultura e criamos a Krilltech.”

 





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Queda na produção de bergamota e laranja no Rio Grande do Sul


Segundo as informações do Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), nas regiões administradas pela Emater/RS-Ascar, os produtores de citros observam variações na produtividade e no andamento da colheita devido às condições climáticas. Em Alegrete e São Gabriel, na região de Bagé, há floração abundante nos pomares, e a colheita de laranja e bergamota em São Gabriel está próxima de ser finalizada.

Já na região de Caxias do Sul, as estimativas indicam uma queda de 40% na produtividade da bergamota. Excesso de chuvas e baixa insolação resultaram em queda de frutos, rachaduras e dificuldades para a realização e eficácia dos tratamentos fitossanitários. Neste momento, a floração está em pleno curso, e os produtores aplicam fungicidas para proteger a florada. Variedades tardias como Montenegrina e Murcott estão sendo colhidas, enquanto as variedades precoces já tiveram a colheita encerrada. O preço da bergamota Montenegrina subiu, sendo comercializada a R$ 3,50/kg.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

A produção de laranja do grupo Umbigo enfrenta reduções ainda mais acentuadas, com as laranjeiras sendo severamente afetadas pelo clima durante a fase de florescimento na primavera de 2023. Alta umidade e baixa radiação solar prejudicaram o pegamento dos frutos. A colheita das variedades tardias, como Monte Parnaso e Lane Late, continua, acompanhada de tratamentos fitossanitários para garantir a sanidade da florada. Os preços no mercado seguem em alta, com a laranja de bom calibre cotada a R$ 3,20/kg.

Na região de Erechim, a floração está na fase final, com excelente pegamento de frutos. Os produtores intensificam os tratamentos fitossanitários para prevenir doenças nas flores e frutos jovens. O preço da fruta destinada à indústria caiu, variando entre R$ 1,70 e R$ 1,80/kg, enquanto a fruta para mesa está em R$ 2,00/kg. Em alguns pomares, há incidência de mosca-branca, exigindo manejo especializado.

Na região de Santa Rosa, a floração predomina na maioria das variedades de citros, inclusive as tardias que ainda têm frutas em maturação. As plantas mostram vigorosa brotação, refletindo mudanças nas condições climáticas. A fase de floração, com grande presença de abelhas, demanda atenção especial no controle de pragas como pinta-preta, larva-minadora e cochonilha, com o uso de bioinsumos.





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safra da uva avança sem doenças e com floração precoce


De acordo com as informações do Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), nas regiões administradas pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, o clima tem sido favorável para a viticultura, com intensa insolação, temperaturas moderadas e chuvas em volumes ideais. Essas condições têm proporcionado um excelente desenvolvimento das vinhas, que exibem brotação vigorosa e uniforme. Até o momento, a safra segue sem registro de geadas tardias, o que trouxe tranquilidade aos viticultores da região.

As variedades superprecoces, cultivadas em áreas mais quentes, como os vales dos maiores rios, já começaram a florescer, enquanto variedades mais tardias, como Cabernet Sauvignon e Moscatos, estão iniciando a brotação das gemas. Além disso, as vinhas não apresentam problemas de doenças ou pragas até o momento. As últimas videiras implantadas estão passando pelo processo de amarração da estrutura aérea, e o azevém tem crescido espontaneamente como planta de cobertura do solo, com poucos casos de dessecação registrados.

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Na região de Soledade, os picos de temperatura aceleraram a brotação das videiras, e os viticultores seguem com tratamentos preventivos contra antracnose e escoriose. Em Santa Rosa, a maioria das variedades de videiras quebrou a dormência e iniciou a brotação, com as mais precoces já em floração. Pulverizações com calda bordalesa foram aplicadas para controlar antracnose e míldio. No entanto, a brotação está um pouco atrasada em relação ao ano anterior, devido às temperaturas mais baixas em agosto.

Na região de Frederico Westphalen, as videiras, principalmente da variedade Niágara, estão em plena floração, enquanto a Vênus já se encontra na fase de grão chumbinho. A Seyve Villard continua em desenvolvimento. Tratamentos para prevenção de escoriose e antracnose estão em andamento, e, apesar da ausência de doenças, ainda há registro de algumas ocorrências de cochonilha-do-tronco.





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CNA prevê ano desafiador com retração de R$ 40 bilhões


Segundo dados divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve registrar uma queda de 3,2% em 2024, alcançando a marca de R$ 1,2 trilhão. Esse indicador reflete o faturamento bruto das atividades agrícolas e pecuárias dentro dos estabelecimentos rurais, considerando a média dos preços recebidos pelos produtores no país.

Entre os destaques do setor agrícola, a soja, principal cultura do país com participação de 37,4% no VBP, deverá sofrer uma retração de 17%, impulsionada pela queda de 12,9% nos preços e de 4,7% na produção. O milho também enfrenta um cenário desafiador, com previsão de queda de 19,6% no VBP, devido à redução de 12,3% na produção e 8,4% nos preços. Por outro lado, algumas culturas mostram desempenho positivo, como a cana-de-açúcar, que ocupa a terceira posição no VBP agrícola e deve registrar um crescimento de 5% em 2024, resultado de um aumento tanto na produção (0,5%) quanto nos preços (4,5%).

No setor pecuário, a bovinocultura de corte é uma das poucas áreas que projeta crescimento de 4,3% na produção, apesar de enfrentar uma redução de 8,8% nos preços. Essa combinação resulta em uma queda de 4,8% no VBP da carne bovina. Já a produção de carne de frango e carne suína devem registrar crescimento de 5,4% e 5,1%, respectivamente.

De acordo com a CNA, o VBP da agricultura para 2024 deve ser de R$ 834 bilhões, uma queda de 4% em relação a 2023. Já a pecuária, apesar de alguns destaques positivos, deve fechar o ano com R$ 404 bilhões, uma retração de 1,4% em comparação ao ano anterior?.





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Modelo suíço prevê tempo de germinação da batata


Foram avaliados dados extensivos de mais de 500 variedades de batatas




Foram avaliados dados extensivos de mais de 500 variedades de batatas
Foram avaliados dados extensivos de mais de 500 variedades de batatas – Foto: Agrolink

O centro científico suíço Agroscope desenvolveu um modelo inovador que permite prever o tempo de germinação de uma variedade específica de batata com base nas condições climáticas. Com uma base de dados de 25 anos de testes de variedades, o objetivo principal é fornecer à prática agrícola e à indústria uma ferramenta eficiente para otimizar o armazenamento de batatas. A germinação durante o armazenamento resulta na perda de qualidade do tubérculo, acarretando prejuízos econômicos para os produtores. A previsão precisa do tempo de germinação após o período de dormência permite um melhor controle do processo de armazenamento, minimizando perdas.

No estudo realizado pela Agroscope, foram avaliados dados extensivos de mais de 500 variedades de batatas testadas em seis locais ao longo de 25 anos, acumulando mais de 3.000 registros de germinação. A análise revelou que a variedade da batata é o principal fator na duração do período de dormência, representando 60,3% da variação, seguida pelo ano de plantio (13,9%) e pela localização geográfica (5,4%). Isso destaca a importância de se conhecer a variedade específica para otimizar o armazenamento e a qualidade do produto final.

O modelo preditivo desenvolvido pela Agroscope é baseado em cerca de 250 parâmetros, com uma precisão impressionante de 14,59 dias na previsão do tempo de germinação. Entre os principais parâmetros utilizados estão a “classe varietal” e a “soma das temperaturas máximas diárias do ar desde o plantio até a colheita”. O modelo foi testado e validado em experimentos de estufa, nos quais se observaram medições precisas da dormência de sementes de diferentes variedades de batata sob diversas condições de temperatura.

Com o aumento dos desafios impostos pelas mudanças climáticas na agricultura, ferramentas preditivas como essa podem se tornar essenciais para manter a qualidade dos produtos armazenados e reduzir desperdícios. A Agroscope já planeja desenvolver um aplicativo para smartphones ou um site que permitirá aos agricultores prever o tempo de germinação de uma variedade específica de batata, inserindo apenas o nome da variedade, a data de plantio e a data de colheita. Isso trará benefícios significativos para a agricultura, possibilitando um gerenciamento mais eficiente e econômico do armazenamento de batatas.
 





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Área de florestas plantadas cresce em Goiás e produção florestal bate recorde


Segundo dados divulgados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, a produção florestal em Goiás ultrapassou R$ 472 milhões em 2023, de acordo com a pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (26). O levantamento mostra que a silvicultura, responsável pela extração de madeira, continua sendo a principal atividade do setor, gerando R$ 457 milhões, enquanto a extração vegetal respondeu por R$ 15,3 milhões.

Do total produzido pela silvicultura, 67,7% do valor é proveniente da produção de lenha, que gerou R$ 309,4 milhões. A madeira em tora representou 30,9% da produção, com R$ 141,3 milhões, e o carvão vegetal contribuiu com 1,4%, somando R$ 6,3 milhões. Em comparação com 2022, houve um aumento no valor da lenha, enquanto a participação da madeira em tora e do carvão vegetal apresentou uma leve queda.

A pesquisa também aponta que a área de florestas plantadas em Goiás aumentou 2,4% em 2023, totalizando 124,4 mil hectares. Esse crescimento quebra uma sequência de quatro anos de queda, com destaque para o aumento de 1,6% na área plantada de eucalipto, que agora representa 92,4% das plantações florestais no estado.

Além da silvicultura, a extração de produtos alimentícios também teve um bom desempenho. Foram extraídas 3,77 mil toneladas desses produtos em Goiás, um aumento de 21,6% em relação ao ano anterior. O valor total gerado por essa extração foi de R$ 6,7 milhões, sendo o pequi o principal destaque, com crescimento de 21,8%, gerando R$ 5,65 milhões, o que corresponde a 37,1% do valor total da extração vegetal no estado.





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Conselho Monetário Nacional define preços de referência para produtos agropecuários


Valores consideram a evolução dos custos de produção





Foto: Canva

Segundo dados divulgados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião ordinária realizada nesta quinta-feira (26/9), foram aprovados os preços de referência para diversos produtos agropecuários que vigorarão no ano agrícola 2024/2025. Esses valores consideram a evolução dos custos de produção e os preços médios praticados no mercado, sendo fundamentais para nortear a concessão de crédito ao amparo do Financiamento Especial para Estocagem de Produtos Agropecuários (FEE) e do Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP).

O FEE destina-se aos produtores rurais, enquanto o FGPP abrange a aquisição de produtos por cooperativas, agroindústrias e empresas que atuam no beneficiamento e industrialização de produtos agropecuários.

O CMN, presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. A definição dos preços de referência impacta diretamente o setor, oferecendo segurança financeira e previsibilidade ao mercado agropecuário.





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