domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Preços do tomate e cenoura sobem em Minas Gerais


De acordo com os dados do Semanal de Preços da horticultura divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), as 10 hortaliças mais comercializadas no CeasaMinas foram analisadas: abóbora moranga, abobrinha, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate. Dentre as principais oscilações de preço, o destaque foi para a abóbora moranga, que apresentou uma alta expressiva de 75% na primeira semana, seguida por um aumento adicional de 20,1%, alcançando R$ 3,66/kg. A variação média da abóbora foi de 34,7%, refletindo uma elevação significativa.

A abobrinha italiana, por outro lado, passou por uma queda de 36,2%, com o preço atingindo R$ 1,22/kg, seguido por uma recuperação de 27%, fechando o período a R$ 1,55/kg. No entanto, a média semanal ainda indicou uma queda de 9,9%. A cebola também sofreu redução no preço, com quedas consecutivas de 9,1% e 20%, atingindo R$ 2,00/kg na segunda semana. A média semanal registrou um recuo de 18,8%.

Outras hortaliças, como o pimentão verde, apresentaram queda de 19,9% na segunda semana, fechando o período a R$ 2,22/kg, enquanto o chuchu registrou queda de 33,5%, seguida de uma alta de 67,5%, resultando em um preço final de R$ 2,63/kg. Já o tomate longa vida AA teve quedas acentuadas de 18,2% e 44,4%, mas registrou recuperação na segunda semana, finalizando com uma variação média positiva de 4%.

A análise também apontou estabilidade nos preços do alho brasileiro, batata e quiabo. As hortaliças que registraram elevação nas cotações foram abóbora moranga, cenoura e tomate, enquanto a abobrinha italiana, cebola, chuchu e pimentão apresentaram quedas.

Fatores climáticos, logísticos e a qualidade dos produtos ofertados influenciaram diretamente as variações. A redução da colheita de inverno impactou a oferta de tomate, enquanto a qualidade da cebola foi afetada pelas altas temperaturas, que prejudicaram a integridade dos bulbos.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), em parceria com as vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA monitora os preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, com o objetivo de acompanhar o abastecimento alimentar no estado. A análise mais recente, que abrange o período de 16 a 27 de setembro de 2024, utiliza como base os preços médios praticados na unidade Grande BH, permitindo identificar tendências de oferta e demanda





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Soja cai com realização de lucros na CBOT


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou uma baixa nesta segunda-feira, impulsionada pela realização de lucros acumulados ao longo da semana anterior. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, encerrou o dia com queda de 0,82%, cotado a $1057,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 0,72%, fechando o dia a $1075,25 por bushel, refletindo a tendência de realização de lucros observada no mercado. Em contraste, o farelo de soja para outubro registrou uma leve alta de 0,17%, encerrando o pregão com o valor de $344,3 por tonelada curta, mostrando um desempenho mais estável. O óleo de soja, por sua vez, destacou-se com um avanço expressivo de 3,15%, fechando a $43,51 por libra-peso, impulsionado por fatores específicos de demanda no mercado de óleos vegetais.

A análise do desempenho do dia apontou que, embora o mercado tenha oscilado bastante durante o pregão, a realização de lucros prevaleceu, após a soja acumular ganhos superiores a 5% na semana anterior. O relatório trimestral de estoques do USDA foi considerado neutro, com dados próximos às expectativas do mercado.

Além disso, os embarques de exportação de soja subiram 35,5%, porém dentro da faixa esperada pelos operadores. Mesmo com uma venda adicional de 116 mil toneladas de soja para a China, o feriado prolongado no país asiático contribuiu para um desaquecimento nas negociações internacionais.

Esses fatores, aliados à forte alta registrada na sexta-feira anterior, não foram suficientes para conter a pressão dos fundos, que optaram por realizar lucros, encerrando o dia com quedas nos contratos de soja.
 





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Semana da soja começa lenta


A semana começou lenta no mercado de soja do estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado operou dos dois lados (alta e baixa) hoje, mas no final do pregão foi predominantemente no lado baixista em Chicago. Poucos negócios foram reportados, apesar de ainda haver bons preços aos produtores e comerciantes. R$ 143,50 para entrega em outubro, e pagamento 30/10, no Porto”, comenta.

Valores estáveis ao longo da semana e fraca negociação em Santa Catarina. “Os preços se mantiveram estáveis no estado no começo da semana. A oscilação em Chicago melhorou os preços, mas não animou os vendedores. O produtor está aproveitando a melhora na umidade  com as chuvas do começo da semana para voltar ao campo e diminuir o atraso do plantio no estado. O preço no porto foi de R$ 127,00, Chapecó a R$ 118,00”, completa.

No Paraná, o porto de Paranaguá subiu, mas poucos negócios são vistos. “Nos Campos Gerais, Paraná, o preço subiu, para R$ 140 por saca CIF indústria, com entrega imediata e pagamento em outubro, avanço de R$ 3. No spot, a saca FOB para embarque e pagamento em outubro subiu de R$ 129 para R$ 131, sem acordos. O mercado esteve mais ativo, com cotações em Guarapuava subindo de R$ 133 para R$ 136 por saca FOB, para entrega e pagamento em outubro”, indica.

O Mato Grosso do Sul registrou uma diferença de 2 reais na pedida e na oferta. “Em Mato Grosso do Sul, o mercado de soja disponível encerrou o mês com atividade limitada. Nesta segunda-feira, compradores propunham R$ 133 por saca FOB, com retirada e pagamento em outubro, enquanto produtores buscavam R$ 135. Preços do dia: Dourados R$ 129,00. Campo Grande: R$ 129,00”, informa.

Mesmo com preços melhores, os negócios ainda estão travados no Mato Grosso. “Apesar do ajuste, as negociações seguem travadas, já que os produtores mantiveram pedidos em R$ 135 por saca. Em Primavera do Leste, a indicação ficou em R$ 135, com negócios pontuais e volumes baixos. Campo Verde: R$ 131,90, Lucas do Rio Verde: R$ 126”, conclui.
 





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Milho sobe na B3 e em Chicago


Segundo a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3)  registraram alta nesta segunda-feira (30), impulsionados pelo relatório do USDA, que apresentou estoques trimestrais de milho abaixo do esperado. O relatório indicou 44,7 milhões de toneladas em estoques, abaixo da expectativa de até 51,2 milhões, o que surpreendeu os traders. Além disso, as preocupações climáticas no Brasil, especialmente o cenário de secas previsto para outubro, aumentam a apreensão quanto ao possível atraso no plantio da soja, o que impactaria a safrinha de 2025.

Os contratos futuros fecharam o dia em alta: o vencimento para novembro/24 foi de R$ 68,93, com alta de R$ 0,29 no dia e R$ 0,80 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,26, subindo R$ 0,07 no dia e R$ 0,90 na semana; e o vencimento para março/25 atingiu R$ 72,04, com acréscimo de R$ 0,18 no dia e R$ 0,23 na semana.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços do milho também subiram após o relatório do USDA, que apontou estoques finais de 44,70 milhões de toneladas nos EUA em 1º de setembro. Apesar de um aumento em relação ao ano anterior (34,54 milhões de toneladas), o número ficou abaixo da estimativa de 47,07 milhões de toneladas prevista por analistas. O contrato de dezembro/24 fechou em alta de 1,61%, a $ 424,75/bushel, enquanto o de março/25 subiu 1,44%, para $ 441,25/bushel.

“O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira. As cotações subiram após dados terem mostrado estoques finais abaixo do esperado nos Estados Unidos. Em relatório trimestral, o USDA informou que as reservas em 1º de setembro deste ano somavam 44,70 milhões de toneladas”, conclui.
 





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Milho inicia semana em ritmo lento


No mercado de milho, a segunda-feira iniciou em ritmo lento no estado do Rio Grande do Sul, com produtores aumentando pedidas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 65,00; Não-Me-Toque a R$ 66,00; Marau e Gaurama R$ 67;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 68,00 e Montenegro a R$ 69,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior. Não ouvimos sobre negócios neste início de semana”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio avança bem, mas a comercialização inicia a semana em ritmo lento. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 65,00 no interior e R$ 67,00/68,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, completa.

No Paraná, os exportadores praticamente desistem da briga por lotes e o interior faz negócios pontuais. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 62,00 (+1,00); Cascavel a R$ 60,00; Campos Gerais R$ 67,00 (-2,00); Guarapuava a R$ 66,00; Londrina R$ 63,00. Negócios próximos a Guarapuava, onde segundo rumores 1000 tons rodaram a 66,50 a saca, com retirada imediata”, indica.

O Mato Grosso do Sul segue sem negócios importantes. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior”, conclui.
 





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Exportação de milho: Alta nos prêmios


Segundo a TF Agroeconômica, o cenário de exportação de milho no Brasil segue com os compradores aumentando os prêmios, mas sem conseguir atrair os vendedores. Em Paranaguá, os prêmios de exportação de milho fecharam o dia com algumas variações. Para outubro, a compra registrou um aumento, subindo para 110 (+2), enquanto as ofertas de venda permanecem sem valor (sV), com base em Z4. 

Já para novembro, a compra subiu levemente para 115 (+1), mantendo as vendas também sem valor. Em dezembro, o prêmio de compra subiu mais significativamente, atingindo 118 (+2), ainda sem ofertas de venda disponíveis. Para janeiro de 2025, os vendedores pedem 135, mas não há compradores dispostos a pagar o valor (sC). Para os meses de julho e agosto de 2025, não há ofertas de venda (s/Vend), mas o prêmio de compra subiu para 60 (+5), com base U5.

Enquanto isso, no mercado chinês, as cotações do milho voltaram a fechar em alta. Para o contrato de novembro, houve um aumento de 54 CNY/t, enquanto para janeiro o avanço foi de 55 CNY/t. A cotação do amido de milho também subiu, com acréscimos de 52 CNY/t para novembro e 48 CNY/t para janeiro. Por outro lado, as cotações dos ovos registraram quedas, com uma redução de 17 CNY/500kg para o contrato de setembro e 7 CNY/500kg para o de outubro. As cotações do suíno, no entanto, mostraram forte alta, com um acréscimo de 180 CNY/t para setembro e 350 CNY/t para novembro.

No mercado argentino, o panorama foi de estabilidade, com ajustes positivos nos preços do milho. O cereal com entrega para outubro foi negociado a A$ 175 mil/t, registrando um aumento de A$ 2 mil/t em relação à semana anterior. Para novembro, o preço ajustou-se para A$ 176 mil/t, e em dezembro, subiu para A$ 177 mil/t, mantendo o mesmo ritmo de alta. No mercado futuro MATBA, os preços do milho para entrega em abril registraram leve alta, fechando a US$ 187,00 por tonelada, em comparação aos US$ 185,00 anteriormente. No mercado de Chicago, as cotações fecharam a US$ 167,22 por tonelada.





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Milho acompanha Chicago e sobe na B3


A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) acompanhou o mercado internacional e o milho fechou em alta na sexta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Bolsas internacionais apresentaram alguma resistência acima de níveis de US$ 4,10 o bushel, especialmente depois das chuvas que se apresentaram no delta esta semana, em plena colheita. No Brasil, produtores oferecerem resistência à venda, e pedidas sobem em praticamente todos os estados e regiões produtoras, o que garante mais alguma resistência à baixa na B3”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 68,64 apresentando alta de R$ 0,47 no dia, alta de R$ 0,78 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,19 alta de R$ 0,43 no dia, alta de R$ 0,90 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 71,86, alta de R$ 0,35 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou dia e semana em alta com clima nos Estados Unidos e no Brasil. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,15 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 418,00. A cotação para março25, fechou em alta de 0,93 % ou $ 4,00 cents/bushel a $ 435,00”, indica.

“O clima ainda está ditando o rumo das cotações do milho norte-americano. Nos EUA os operadores estão de olho nas chuvas sobre as lavouras maduras na parte central e sul do país. No Brasil, a falta de chuva na região central está atrasando o plantio da primeira safra de milho e de soja, o que pode prejudicar o plantio do milho safrinha, responsável pelo grande volume do cereal do país. A Comissão Europeia reduziu mais uma vez a perspectiva de colheita de milho e cevada”, conclui.





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Maçã/Cepea: Preços estão subindo! – Notícias Agrícolas


Em agosto, as vendas de maçã tiveram uma melhora significativa nos grandes centros consumidores, do Sul e do Sudeste. De acordo com colaboradores do Hortifrúti/Cepea, o retorno às aulas foi o principal fator.

Assim, com a oferta controlada, o preço de algumas variedades e perfis registraram alta nas regiões classificadoras nesta semana (19 a 23/08). Na média das praças, a gala 165 Cat 1, por exemplo, foi negociada a R$ 134,33/cx de 18 kg, aumento de 6% em relação à semana anterior. Já a fuji 165 Cat 1 foi vendida a R$ 130,5/cx de 18 kg, crescimento de 5% no mesmo período.

Para a próxima semana, o preço pode se estabilizar devido ao fim de mês, que tende restringir o comércio.

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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul teve negócios pontuais ao Noroeste, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais ao noroeste, onde 1000 tons rodaram a R$ 63,50 no CIF indústria, entrega imediata”, comenta.

Vendedores mantém pedidas entre R$ 2,00 a R$ 3,00 acima e compradores recuam em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 65,00 no interior e R$ 67,00/68,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, completa.

No Paraná, a ferrovia puxa ritmo no norte e no oeste e compradores sobem indicações no interior. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 61,00 (+1,00); Cascavel a R$ 60,00 (+1,00); Campos Gerais R$ 69,00 (+2,00); Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 61,00. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Negócios na ferro oeste, onde segundo rumores 10000 tons rodaram a 62,00 a saca, com entrega imediata. No norte, agentes apontam bons volumes também na ferrovia”, indica.

No Mato Grosso do Sul não foram ouvidos negócios, praticamente. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior”, conclui.

 





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Clima seco e postura cautelosa de produtores elevam preço do milho


Produtores limitam a oferta no mercado spot, aguardando novas valorizações





Foto: Nadia Borges

Os preços do milho voltaram a subir em praticamente todas as regiões monitoradas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Segundo informações divulgadas pelo Cepea, a alta nas cotações é impulsionada principalmente pela retração dos vendedores, que têm priorizado os trabalhos no campo e estão atentos ao clima quente e seco em algumas das principais regiões produtoras da safra de verão.

Muitos produtores já concluíram a colheita da segunda safra 2023/24 e, após conseguirem armazenar boa parte da produção, agora limitam a oferta no mercado spot, aguardando novas valorizações. Enquanto isso, a demanda segue firme, com compradores aumentando suas intenções de aquisição, mas enfrentando os preços mais elevados pedidos pelos vendedores que estão ativos no mercado.

Ainda segundo os pesquisadores do Cepea, esse cenário tem resultado em um ritmo lento de negociações no mercado spot nacional, com ambos os lados aguardando melhores condições para fechar novos negócios. O clima e a postura cautelosa dos agentes do setor seguem como fatores determinantes na dinâmica de preços do milho.





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