domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

produtores intensificam combate a doenças fúngicas em videiras no Rio Grande do Sul


Alta nas temperaturas acelera brotação das videiras em Soledade





Foto: Nadia Borges

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Santa Rosa, as videiras estão em fase de brotação e iniciando o ciclo reprodutivo. Os produtores já começaram a realizar o manejo cultural e o controle de doenças fúngicas comuns nessa fase, como antracnose e escoriose (Phomopsis viticola). Essas pragas são frequentes devido às condições climáticas da época.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Além disso, a ocorrência de ventos fortes e granizo causou danos às plantações em áreas de cultivo protegido, com quebra de ramos. A brotação deste ano está atrasada em comparação ao ano passado, em função das baixas temperaturas registradas no mês de agosto.

Na região de Soledade, as videiras também estão em início de brotação, sendo que as altas temperaturas observadas recentemente aceleraram esse processo. Nesta etapa, os produtores iniciam os tratamentos preventivos contra antracnose e escoriose e realizam o manejo cultural nos vinhedos, com a rolagem das plantas de cobertura e a aplicação de herbicidas seletivos para controle de ervas daninhas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas atrasam plantio do arroz em várias regiões gaúchas


Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, a semeadura do arroz avança de forma lenta no Rio Grande do Sul, com progresso concentrado na região Oeste do estado, onde os produtores aproveitaram períodos de clima seco, intercalados por chuvas moderadas e temperaturas elevadas. No entanto, nas regiões Sul, Campanha, Centro e Metropolitana, chuvas intensas entre os dias 23 e 26 de setembro interromperam tanto o preparo do solo quanto o início das primeiras semeaduras.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área cultivada de 948.356 hectares, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade de 8.478 kg por hectare. Na Fronteira Oeste, a semeadura avançou rapidamente até o dia 26 de setembro, quando as chuvas interromperam as atividades. De modo geral, as precipitações foram suficientes para garantir uma boa germinação e emergência das plantas, exceto em algumas localidades de São Gabriel, onde volumes de até 200 mm causaram danos em áreas já preparadas para o plantio.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Em Maçambará, 30% dos 20 mil hectares previstos foram semeados. Os rizicultores de Uruguaiana e Barra do Quaraí estão otimistas com o aumento no preço do arroz, sendo considerado excelente pelos produtores, muitos dos quais ainda mantêm estoques em suas propriedades. Na Campanha, o excesso de umidade impediu o avanço do plantio, com apenas algumas centenas de hectares semeados até o momento. Em Dom Pedrito, as chuvas entre 23 e 26 de setembro danificaram taipas, canais e estradas internas, que precisarão de reparos, conforme dados do informativo.

Na região de Pelotas, as atividades de implantação foram interrompidas devido ao acúmulo de água nas lavouras. O Rio Jaguarão e a Lagoa Mirim registraram elevação em seus níveis, causando alagamentos em áreas próximas. A Barragem do Chasqueiro também atingiu 110,8% de sua capacidade de armazenamento, com um nível de 42,68 metros.

Em Santa Maria, a semeadura começou em municípios como Cachoeira do Sul e São Vicente do Sul, mas foi interrompida pelas chuvas, com apenas 2% da área prevista já plantada. Em Santa Rosa, as atividades estão suspensas devido à recorrência de chuvas, e os produtores esperam iniciar o cultivo na segunda quinzena de outubro, para aproveitar melhor a insolação no período de floração e enchimento de grãos.

Na região de Soledade, o excesso de precipitações inundou várzeas e interrompeu o preparo do solo. Embora o plantio de arroz pré-germinado tenha começado, apenas 2% da área prevista foi semeada até o momento.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos de arroz no estado aumentou 0,84%, passando de R$ 115,00 para R$ 115,97, conforme o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Potencial produtivo da cevada se mantém alto no Rio Grande do Sul


Mercado da cevada registra preço médio de R$ 83,00/sc em Frederico Westphalen





Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, as condições climáticas favoráveis têm beneficiado o cultivo da cevada no Rio Grande do Sul, com chuvas intensas e ventos fortes restritos ao Sul e Noroeste, longe das principais regiões produtoras do cereal, como o Planalto e o Alto Uruguai. O manejo adequado e a ausência de pressões significativas de patógenos mantêm o potencial produtivo elevado nesta safra. No entanto, para que a cevada atinja valor comercial na produção de malte, é crucial que seu poder germinativo supere 95%, um fator que depende das condições climáticas nas fases finais do ciclo de produção.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a projeção para a área de cultivo é de 34.429 hectares, com uma expectativa de produtividade de 3.245 kg/ha. Na região administrativa de Erechim, as lavouras têm evoluído satisfatoriamente, especialmente no estágio de enchimento de grãos, com uma expectativa média de produção de 3.600 kg/ha.

Em Ijuí, a cultura está avançando rapidamente, com mais de 60% das lavouras em fase de enchimento de grãos e cerca de 20% em maturação. As condições fitossanitárias continuam favoráveis, com baixa incidência de pragas e doenças, refletindo no bom estado geral das plantas.

Na região de Soledade, todas as lavouras estão na fase reprodutiva, com 50% em espigamento/florescimento e 50% em enchimento de grãos, com uma expectativa de produtividade de 3.200 kg/ha.

No mercado, a cotação média da cevada para a indústria de malte na região de Frederico Westphalen está fixada em R$ 83,00 por saca de 60 quilos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil pode obter grau de investimento até 2026


O Brasil pode conseguir o grau de investimento (selo de bom pagador da dívida pública) até 2026, no atual governo, disse nesta terça-feira (1º) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro comentou nesta noite a elevação da nota da dívida pública do país pela agência de classificação de risco Moody’s.

Com a decisão da Moody’s, que melhorou a nota brasileira de Ba2 para Ba1, o Brasil está um nível abaixo do grau de investimento. As outras duas principais agências, a Fitch e a S&P Global, mantém o país dois níveis abaixo do grau de investimento.

“Penso que, se o governo como um todo compreender que vale a pena esse esforço, que esse esforço que está sendo feito produz os melhores resultados e continuarmos sem baixar a guarda em relação às despesas, em relação às receitas, fazendo o nosso trabalho, acredito realmente que nós temos a chance de completarmos mandato do presidente Lula reobtendo o grau de investimento. Ele não está dado, mas é uma possibilidade concreta”, declarou Haddad ao deixar o ministério.

Na avaliação do ministro, o comunicado da Moody’s “está em linha” com o trabalho da equipe econômica nos últimos dois anos. “Se continuarmos perseverando nesse caminho, de ajuste fiscal e monetário, nós temos uma grande chance de conseguir uma estabilidade da relação dívida/PIB, dos gastos públicos depois de muitos anos de desequilíbrio fiscal”, comentou o ministro.

Sem mencionar medidas específicas, Haddad disse que, depois de o governo aumentar as receitas, “ainda há um trabalho a ser feito”, em relação às despesas. Segundo ele, o reequilíbrio das contas públicas permitirá ao país reduzir os juros que corrigem a dívida do governo e conseguir o grau de investimento, que deixou de ser concedido ao Brasil em 2015.

A decisão da Moody’s ocorre uma semana depois de Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirem com representantes das principais agências de classificação de risco durante viagem oficial a Nova York. Os dois se encontraram tanto com representantes Moody’s como da Fitch Ratings e da S&P Global.

Em comunicado, a Moody’s citou a melhora “significativa” no crédito do país. Segundo a agência, isso se deve ao crescimento “robusto” do Produto Interno  Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) e às recentes reformas econômicas e fiscais, como a reforma tributária, que melhorará o ambiente de negócios e a alocação de tributos.

A agência também mencionou o plano de transição energética como fator que atrai investimentos privados e reduz a vulnerabilidade do país a choques climáticos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Seca persistente afeta culturas de inverno na Ucrânia e oeste da Rússia


Índice de Saúde da Vegetação aponta vigor fraco de safras no Mar Negro





Foto: USDA

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em bloqueio de alta pressão sobre o noroeste da Rússia manteve um padrão climático estagnado na região, agravando a seca em áreas agrícolas do Leste Europeu. O calor, com temperaturas de 2 a 8°C acima do normal, acelerou a colheita das safras de verão, mas intensificou a escassez hídrica em partes do sul da Bielorrússia, Ucrânia e oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o estabelecimento das culturas de inverno. Nos últimos 90 dias, algumas dessas áreas registraram menos de 25% das chuvas normais, acentuando as dificuldades para a agricultura local.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Por outro lado, recentes chuvas nas proximidades da Moldávia trouxeram um alívio temporário, permitindo um clima mais seco e favorável ao trabalho de campo e à preparação das safras de inverno. Em algumas regiões mais ocidentais, precipitações variáveis, entre 1 e 25 mm, também beneficiaram parcialmente as plantações.

Apesar dessas melhorias localizadas, o Índice de Saúde da Vegetação, monitorado por satélites, continuou a indicar baixo vigor nas plantações da maior parte da região do Mar Negro, destacando os desafios enfrentados pelos agricultores.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas beneficiam trigo e cevada na Turquia, mas seca persiste no Irã e Síria


Seca persiste em regiões do Oriente Médio





Foto: Canva

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas leves a moderadas, variando entre 2 e 25 mm, foram registradas nas áreas central e leste da Turquia, proporcionando umidade essencial para o estabelecimento das safras de inverno, como trigo e cevada. Precipitações mais intensas, de até 85 mm, atingiram a costa do Mar Negro, embora essas chuvas tenham ocorrido fora das principais regiões de cultivo do país.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

A influência das chuvas também se estendeu para o oeste e norte da Síria, onde áreas próximas à costa mediterrânea receberam até 40 mm de precipitação, beneficiando a agricultura local. No entanto, o cenário é diferente no leste da Síria e no centro e sul do Irã, onde o clima seco predominou. As chuvas de inverno, que são essenciais para essas áreas, costumam chegar apenas em outubro, conforme aponta os dados do boletim.

As condições climáticas também trouxeram calor anômalo ao sul e leste do Irã, com temperaturas até 5°C acima da média. Em outras partes da região, as temperaturas permaneceram mais próximas do normal, variando entre 1°C e 2°C acima da média.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Operação no Paraná apreende 10 mil litros de vinho falsificado


Operacão aconteceu na última sexta-feira





Foto: Mapa

Na última sexta-feira (27), uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil do Paraná resultou na apreensão de aproximadamente 800 caixas com mais de 10 mil litros de vinho falsificado em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A ação teve como objetivo combater a fabricação ilegal e garantir a segurança dos produtos consumidos pela população.

Segundo informações do Mapa, a operação revelou que o local da produção apresentava condições sanitárias precárias, com a utilização de substâncias proibidas como corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar na fabricação do vinho, configurando fraude. Amostras do produto foram coletadas para análise e comprovação da adulteração.

De acordo com o chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, o ambiente onde o vinho era produzido estava em péssimas condições, e o proprietário não possuía autorização para a fabricação, tampouco emitia notas fiscais. A ação reforça a importância de o consumidor adquirir produtos devidamente registrados no Mapa para evitar riscos à saúde.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece algodão e arroz na Índia, mas novo ciclone ameaça Filipinas


Chuvas de monção avançam lentamente no sul da Ásia





Foto: Pixabay

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o recuo das monções no sul da Ásia tem ocorrido de maneira lenta, com grande parte da região ainda recebendo chuvas abundantes. O clima seco ficou concentrado no norte e noroeste da Índia, aliviando o excesso de umidade das fortes chuvas das últimas semanas e beneficiando a maturação de safras como algodão e arroz. A maioria do país registrou entre 25 mm e 100 mm de chuva, com alguns locais chegando a 200 mm, o que favoreceu as culturas de kharif plantadas tardiamente. As chuvas de monção devem durar até outubro.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Segundo o boletim, no leste da Ásia, predominou o tempo seco, especialmente nas áreas de cultivo da China, favorecendo a maturação de grãos e sementes oleaginosas. Em Heilongjiang, chuvas passageiras (até 25 mm) pouco impactaram as colheitas, enquanto precipitações mais intensas (até 150 mm) no sudeste causaram inundações localizadas, mas foram benéficas para o arroz de colheita tardia. A semeadura das culturas de inverno, que normalmente inicia em outubro, será feita sob irrigação.

Já no Sudeste Asiático, o clima chuvoso seguiu presente em grande parte da Indochina, com a maioria das áreas recebendo mais de 100 mm de chuva, o que beneficiou o desenvolvimento do arroz e reabasteceu reservatórios para a estação seca, que começa em novembro. Nas Filipinas, chuvas leves trouxeram alívio às áreas afetadas por um ciclone na semana anterior, mas a chegada de outro ciclone ao final do período pode resultar em novas chuvas intensas, impactando o arroz em maturação. A precipitação sazonal nas áreas produtoras de óleo de palma da Malásia e Indonésia causou poucos atrasos na colheita, enquanto chuvas ocasionais em Java marcaram o início da estação chuvosa e beneficiaram a última safra de arroz do atual ciclo de cultivo, conforme dados do Weekly Weather and Crop Bulletin.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Calor fora de época e seca prolongada ameaçam safras na Argentina


Plantio de girassol acelera, enquanto milho avança mais lentamente





Foto: Divulgação

Segundo dados do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o clima seco e quente fora de época segue causando preocupações em importantes áreas agrícolas do oeste da Argentina. O estresse hídrico nas plantações de grãos de inverno continua, especialmente em Córdoba, onde as temperaturas diurnas superaram os 30°C, prejudicando o desenvolvimento das lavouras e limitando a umidade para a germinação de safras de verão.

Segundo o boletim, enquanto chuvas leves a moderadas (entre 5 e 35 mm) atingiram as regiões do sul da Argentina, como La Pampa e Buenos Aires, o aumento sazonal das temperaturas foi acompanhado por geadas persistentes, retardando o crescimento das culturas de inverno. No norte, precipitações leves em torno de Salta contrastaram com as chuvas mais intensas (25-50 mm) registradas no nordeste, incluindo áreas de cultivo de algodão em Santa Fé e Formosa.

Em relação ao plantio, o governo da Argentina relatou que, até o dia 26 de setembro, 18% da área destinada ao cultivo de girassol já havia sido plantada, quatro pontos percentuais à frente do ritmo do ano passado. O plantio de milho, por outro lado, avançou 8%, ligeiramente abaixo dos 9% registrados no mesmo período de 2023, conforme dados do Weekly Weather and Crop Bulletin.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Furacão John devasta costa sul do México, mas principais áreas agrícolas escapam de grandes danos


Furacão John traz chuvas torrenciais ao sul do México





Foto: Canva

Segundo dados do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o furacão John atingiu a costa sul do Pacífico mexicano com ventos fortes e chuvas torrenciais, provocando destruição na infraestrutura costeira. O furacão, que chegou como uma tempestade de categoria 3, com ventos de até 105 nós, atingiu inicialmente a costa na fronteira entre Oaxaca e Guerrero.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Segundo o boletim, após causar inundações e deslizamentos de terra, especialmente nas regiões de Michoacán a Oaxaca, o furacão dissipou-se brevemente, antes de se reformar e atingir novamente a costa. Em algumas áreas, as chuvas superaram 400 mm, trazendo severos danos à infraestrutura, principalmente ao sistema de transporte. No entanto, os impactos mais devastadores ocorreram fora das principais áreas agrícolas do país, preservando grande parte das plantações.

Apesar das chuvas intensas no litoral, as áreas agrícolas mais ao interior, especialmente no planalto sul (Jalisco a Puebla), sudeste (incluindo a Península de Yucatán) e nas plantações de cana-de-açúcar em Veracruz, foram beneficiadas com chuvas mais sazonais, variando entre 10 a 50 mm, o que ajudou no desenvolvimento de milho e outras culturas.

Já no norte do país, o clima mais seco prevaleceu, com chuvas leves e irregulares concentradas nas proximidades de Chihuahua e norte de Tamaulipas. A seca foi acompanhada por temperaturas elevadas, atingindo até 40°C em algumas regiões, o que intensificou a evaporação nas bacias hidrográficas do noroeste, conforme dados do Weekly Weather and Crop Bulletin.





Source link