domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Fundecitrus Podcast – Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura


46º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

O 46º episódio do Fundecitrus Podcast traz a segunda e última parte da discussão sobre a irrigação na citricultura. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Nesse episódio, a pesquisadora do Instituto Agronômico (IAC) Regina Celia de Matos Pires aborda as diferentes estratégias para o manejo da água, uso racional, monitoramento do clima e os desafios para a citricultura.





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Preços do milho seguem em alta no Brasil, impulsionados por clima e exportações


Os preços do milho no Brasil continuam em elevação, refletindo um cenário de retenção de oferta e desafios climáticos. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), a média de preços no Rio Grande do Sul atingiu R$ 60,75 por saco, com algumas das principais praças registrando valores ao redor de R$ 59,00. Em outras regiões, os preços oscilaram entre R$ 43,00 e R$ 63,00 por saco, enquanto nos portos de exportação, como em Santos (SP), o valor chegou a R$ 69,00 por saco.

Na B3, o milho encerrou o mês de setembro em alta, girando entre R$ 68,90 e R$ 70,52 por saco, acumulando um aumento de 8% em algumas posições, como no contrato de novembro de 2024. Essa valorização ocorre, em parte, devido à decisão de muitos produtores de segurarem a venda do milho da safrinha, aguardando preços ainda mais elevados, diante das dificuldades climáticas que afetam o plantio da safra de verão.

Safra de verão enfrenta atrasos

De acordo com dados da StoneX, a produção brasileira de milho na safra de verão 2024/25 deve atingir 24,9 milhões de toneladas. No Paraná, o plantio desta primeira safra chegou a 74% nesta semana, um atraso em relação aos 82% registrados no mesmo período do ano passado. O estado espera colher 2,6 milhões de toneladas de milho nesta safra de verão, sendo que a principal colheita de milho no Paraná vem da segunda safra, a “safrinha”.

Segundo a CEEMA, o atraso no plantio também é observado em outras regiões do país, em parte devido ao clima seco, o que também pode impactar a semeadura da soja no Centro-Oeste. Como resultado, a expectativa é de um possível atraso no plantio da safrinha, o que traz incertezas para o mercado de milho nos próximos meses.

Exportações em queda, mas demanda interna aquece

Apesar da alta nos preços internos, a exportação de milho apresentou uma queda. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estimou que, em setembro, o volume exportado de milho tenha atingido 6,7 milhões de toneladas, 2,7 milhões a menos que no mesmo mês de 2023.

Já o relatório mais recente da Conab indica que o plantio da safra de verão no Brasil alcançou 21,6% da área projetada até o final de setembro, com 31,9% das áreas plantadas já em fase de emergência e o restante em estágio de desenvolvimento vegetativo.

Com os produtores segurando parte da oferta e as condições climáticas desafiando o plantio, o mercado de milho deve seguir aquecido, com impactos diretos no preço do grão, tanto no mercado interno quanto no de exportação. A expectativa é que as próximas semanas tragam definições mais claras para o setor, especialmente com a evolução do plantio da soja e o avanço das safras.





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Preço da saca de feijão preto sobe 30% no Paraná


Paraná amplia exportações de feijão preto





Foto: Pixabay

De acordo com Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), produtores de feijão preto no Paraná têm experimentado uma alta nos preços da saca. Em setembro, o preço médio da saca chegou a R$ 306,88, um aumento de 30% em relação a agosto (R$ 236,83) e 36% superior ao valor praticado no mesmo período do ano passado (R$ 225,43).

Esse aumento nos preços impulsionou a confiança dos produtores na primeira safra de feijão, que está estimada em 138,5 mil hectares. Mais da metade dessa área já foi semeada, e espera-se que a área total seja 29% maior em comparação ao mesmo período de 2023. Caso o clima seja favorável, a produção pode atingir 266,8 mil toneladas no estado, um aumento expressivo de 66% em relação às 160 mil toneladas colhidas na safra anterior, conforme dados do boletim.

Um dos fatores que explicam a elevação dos preços é a expectativa de manutenção das exportações para outros países da América Latina, como México e Venezuela, que juntos já adquiriram mais de 20 mil toneladas de feijão preto originárias do Paraná. Essas exportações, consideradas atípicas, têm fortalecido a posição do Paraná no comércio exterior do produto, aproximando o estado do Mato Grosso, maior exportador nacional de feijão preto.

Embora o Mato Grosso ainda mantenha uma liderança consolidada nas exportações, com canais estabelecidos para mercados como Índia e outros países da região há mais de uma década, o Paraná tem ampliado sua participação e se destacado na comercialização internacional.





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Plantio de soja já supera 1,3 milhão de hectares no Paraná


Campo Mourão e Toledo lideram o avanço do plantio de soja





Foto: Leonardo Gottems

De acordo com os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná avança de forma acelerada. Na última semana, foram plantados cerca de 700 mil hectares, elevando o total para mais de 1,3 milhão de hectares semeados. A estimativa para esta safra é de 5,8 milhões de hectares, e até o momento, 22% dessa área já foi plantada.

O núcleo regional com o plantio mais adiantado é o de Toledo, onde 85% dos 493 mil hectares previstos já estão no solo. O maior núcleo produtor de soja, Campo Mourão, já alcançou 40% do plantio dos 714 mil hectares previstos para esta safra. As lavouras já implantadas estão em boas condições, com 78% em fase de germinação e 22% em desenvolvimento vegetativo.

A expectativa é que o ritmo de plantio continue a se intensificar nas próximas semanas, impulsionado pelas boas condições climáticas e pelo progresso observado nas principais regiões produtoras do estado.





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Produção de gramados gerou mais de R$ 158 milhões no Paraná


Gramados representam 63,4% do valor da floricultura paranaense





Foto: Canva

Segundo os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção de gramados no Paraná em 2023 representou 63,4% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da floricultura, gerando uma renda de R$ 158,3 milhões em uma área de 17,7 milhões de metros quadrados. Esse valor faz parte do total de R$ 249,6 milhões gerados pelo setor da floricultura no estado. A produção de gramas se concentra principalmente nos Núcleos Regionais de Maringá, Curitiba, Cascavel, Toledo e Londrina, que juntos respondem por 91,2% dos cultivos no estado.

Entre os municípios, São José dos Pinhais lidera a produção com 3,9 milhões de metros quadrados de gramados cultivados e um valor bruto de R$ 34,4 milhões, o que corresponde a 21,7% do VBP estadual. Marialva vem logo atrás, com 3,6 milhões de metros quadrados e R$ 32,4 milhões, somando, junto a São José dos Pinhais, 42,2% do total da produção paranaense.

O cultivo de gramados no Paraná está presente em outros nove núcleos regionais e distribuído por 46 municípios, consolidando-se como uma importante atividade agrícola para o estado.





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preço do leite volta a subir em setembro


Clima afeta produção e preço do leite, aponta Deral





Foto: Divulgação

Segundo os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), após uma queda no preço médio do leite em agosto, o mercado registrou uma recuperação atípica em setembro, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral). O valor pago ao produtor atingiu R$ 2,76 por litro, posto na indústria, recuperando o patamar do mês anterior.

Esse aumento foi impulsionado por adversidades climáticas que reduziram a captação de leite pelos laticínios no Paraná. A estiagem, que elevou os custos e afetou a produção, mostrou sinais de alívio em setembro, mas as principais regiões produtoras ainda enfrentaram um déficit hídrico entre 40 e 50 mm.

Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), aescassez de chuvas nas áreas de produção refletiu diretamente nos preços ao consumidor. De acordo com a pesquisa de varejo do Deral, o leite em pó registrou aumento de 2,75%, enquanto o leite longa vida subiu 0,64%. Comparado ao mesmo período de 2023, esses produtos estão significativamente mais caros, com altas de 9,77% e 25,55%, respectivamente.





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Preços ficam estáveis nesta sexta-feira (23) no mercado de suínos


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A sexta-feira (23) termina para o mercado de suínos com preços estáveis, na maioria. Segundo análise do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne estão em alta em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo órgão. Em algumas praças, a atual média do vivo é a maior desde fevereiro/21, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho). 

Segundo pesquisadores do Cepea, os avanços são resultados da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria, que precisa atender às demandas interna e sobretudo, externa. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 167,00, assim como s carcaça especial, fechando em R$ 13,30/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (22), houve aumento somente no Paraná, na ordem de 0,84%, chegando a R$ 8,36/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 8,97/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,96/kg), Santa Catarina (R$ 8,28/kg), e São Paulo (R$ 8,79/kg).
 

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Preço do boi gordo sobe pelo quarto dia consecutivo em São Paulo


Mercado bovino de fêmeas em alta com dificuldade de oferta





Foto: Divulgação

Segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, pelo quarto dia consecutivo, o preço da arroba de bovinos terminados registrou alta nas principais praças pecuárias de São Paulo. A redução nas escalas de abate, que variam entre quatro e sete dias, é reflexo da oferta limitada de animais prontos para o abate. Nesse contexto, o mercado abriu com um aumento de R$ 3,00 por arroba para o “boi China” e R$ 5,00 por arroba para o boi gordo, com algumas negociações oferecendo valores acima da referência.

O mercado de fêmeas também apresentou alta. A arroba da vaca subiu R$ 3,00, enquanto a novilha teve um aumento significativo de R$ 10,00, evidenciando a escassez dessas categorias no mercado.

No Pará, o cenário foi semelhante, com alta no preço do boi gordo em todas as regiões, impulsionado pela oferta restrita, o que levou as escalas de abate a se reduzirem para quatro a cinco dias. Já no mercado de fêmeas, os preços se mantiveram estáveis.

Em Marabá, o boi gordo teve aumento de R$ 5,00 por arroba, enquanto a vaca e a novilha mantiveram seus preços inalterados. Em Redenção, a arroba do boi subiu R$ 3,00, e as fêmeas seguiram estáveis. Já em Paragominas, o boi gordo registrou alta de R$ 2,00 por arroba, sem mudanças nas demais categorias.

No Acre, o mercado de bovinos permaneceu estável na comparação diária, conforme o informativo.





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expansão do tabaco enfrenta escassez de mão de obra, mas safra avança


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Pelotas, a safra de tabaco 2024/2025 promete expansão, impulsionada pelo bom desempenho da safra anterior e pelos preços atrativos. No entanto, o crescimento da área plantada ainda enfrenta limitações devido à escassez de mão de obra, tanto familiar quanto contratada. Durante o mês de setembro, os produtores aceleraram o transplante das mudas para as lavouras definitivas e realizaram o preparo do solo e dos canteiros para a próxima safra de verão, além de continuarem com o manejo das mudas no sistema floating, incluindo podas e repicagem. A produção de mudas segue dentro do esperado, garantindo a implantação completa das áreas planejadas.

Entre os dias 22 e 28 de setembro, a região enfrentou chuvas intensas, com acumulados significativos, o que causou erosão nas lavouras e atrasou temporariamente o transplante de mudas. Entretanto, o aumento do fotoperíodo ajudou no desenvolvimento vegetativo das plantas já transplantadas. Até o momento, 45% da área destinada ao tabaco de verão foi transplantada. Nas regiões de Pelotas, Canguçu e São Lourenço do Sul, a colheita do tabaco de inverno continuou, embora algumas áreas tenham sofrido com danos causados por granizo, especialmente em Canguçu, São Lourenço do Sul e Amaral Ferrador. Por serem plantas jovens, espera-se que a recuperação ocorra sem grandes prejuízos à produtividade.

Na região de Santa Rosa, o cultivo de tabaco, que é realizado em pequenas áreas, teve o transplante das mudas concluído, com ótimo desenvolvimento vegetativo e expectativas otimistas de uma boa safra. O clima, com boa luminosidade e temperaturas elevadas, contribuiu para o crescimento das plantas, e os produtores estão focados nas práticas de adubação nitrogenada e controle de plantas daninhas.

Em Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, as atividades continuam concentradas na adubação nitrogenada e no controle de ervas daninhas, tanto por métodos químicos quanto por capina manual. A incidência de pragas permanece baixa, e o tabaco na região, que se caracteriza por um relevo de menor altitude, apresenta ótimo crescimento vegetativo. A colheita está prevista para começar em outubro. Nas áreas de maior altitude, o ritmo de plantio foi intensificado após as chuvas, e 45% da área prevista já foi transplantada. Em termos regionais, mais de 70% da área total destinada ao tabaco já foi plantada.





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produtores intensificam combate a doenças fúngicas em videiras no Rio Grande do Sul


Alta nas temperaturas acelera brotação das videiras em Soledade





Foto: Nadia Borges

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Santa Rosa, as videiras estão em fase de brotação e iniciando o ciclo reprodutivo. Os produtores já começaram a realizar o manejo cultural e o controle de doenças fúngicas comuns nessa fase, como antracnose e escoriose (Phomopsis viticola). Essas pragas são frequentes devido às condições climáticas da época.

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Além disso, a ocorrência de ventos fortes e granizo causou danos às plantações em áreas de cultivo protegido, com quebra de ramos. A brotação deste ano está atrasada em comparação ao ano passado, em função das baixas temperaturas registradas no mês de agosto.

Na região de Soledade, as videiras também estão em início de brotação, sendo que as altas temperaturas observadas recentemente aceleraram esse processo. Nesta etapa, os produtores iniciam os tratamentos preventivos contra antracnose e escoriose e realizam o manejo cultural nos vinhedos, com a rolagem das plantas de cobertura e a aplicação de herbicidas seletivos para controle de ervas daninhas.





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