domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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Alerta de chuvas intensas no Norte e Nordeste



Alerta indica a possibilidade de precipitações e ventos fortes




Foto: Arquivo

Nesta sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alertas de chuvas intensas para diversas áreas das regiões Norte e Nordeste do Brasil. Esses avisos, classificados nas cores laranja e amarelo, indicam a possibilidade de precipitações e ventos fortes, exigindo atenção da população.

Região Norte:

Manaus (AM): Alerta laranja em vigor até as 9h de hoje, com previsão de chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, acompanhadas de ventos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Belém (PA): Alerta amarelo válido até as 10h, indicando chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos de 40 a 60 km/h. O risco é menor, mas ainda inclui possíveis alagamentos e descargas elétricas.

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Região Nordeste:

Salvador (BA): Alerta amarelo até as 10h, com previsão de chuvas rápidas e isoladas, podendo acumular até 50 mm/dia e ventos de até 60 km/h.

Recife (PE): Alerta laranja em vigor até as 10h, com possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes, similares aos previstos para Manaus.





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Milho na B3 acompanha Chicago



O cenário global também contribui para o fortalecimento das cotações



Diante desse contexto, os contratos futuros registraram ganhos no dia
Diante desse contexto, os contratos futuros registraram ganhos no dia – Foto: Canva

A B3 acompanhou a alta em Chicago e encerrou a quinta-feira (06) com valorização nos principais contratos futuros de milho, segundo análise da TF Agroeconômica. O mercado segue pressionado pela preocupação com a redução do potencial da segunda safra brasileira, devido a atrasos na colheita da safra de verão e no plantio da safrinha, que pode perder a janela ideal em diversas regiões. Além disso, a disputa entre a indústria e os portos mantém os preços aquecidos.

O cenário global também contribui para o fortalecimento das cotações. A demanda externa segue firme, enquanto os estoques e a produtividade enfrentam incertezas. No Brasil, a colheita tardia da soja atrasou a semeadura do milho safrinha, o que pode impactar negativamente os rendimentos, elevando as preocupações do mercado e sustentando os preços em patamares mais altos.

Diante desse contexto, os contratos futuros registraram ganhos no dia. O vencimento para março de 2025 fechou a R$ 77,95, alta de R$ 1,33 no dia e R$ 2,21 na semana. O contrato de maio/25 subiu R$ 0,75 no dia e R$ 1,72 na semana, encerrando a R$ 77,28. Já o julho/25 fechou a R$ 72,34, com elevação de R$ 0,50 no dia e R$ 1,22 na semana. 

O milho na CBOT fechou em alta após o México revogar restrições à compra de milho transgênico. A decisão beneficia exportadores dos EUA e ajudou a reverter as perdas do dia. O contrato de março subiu 0,41%, a US$ 495,25, e o de maio avançou 0,54%, a US$ 507,50. Além disso, as exportações cresceram 9%, com o México liderando as compras. A medida pode manter os preços sustentados, enquanto o mercado monitora fatores como demanda global e condições climáticas nos EUA.

 





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Sancionada lei que remunera produtor de cana por créditos do Renovabio


Foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei 15.082, de 2024, que garante ao produtor de cana-de-açúcar destinada ao biocombustível participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização. A lei altera a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), para incluir produtores independentes de matéria-prima para biocombustíveis na divisão dos chamados Créditos de Descarbonização (CBios). O texto que modifica o marco regulatório do setor permite que produtores de cana participem dessa remuneração, antes exclusiva das usinas produtoras de etanol.

Publicada no Diário Oficial da União da terça-feira (31), a norma altera a Lei 9.478, de 1997, sobre a comprovação de estoque para retirada de biodiesel, e reforça a regulação do setor com medidas como o aumento de multas para os agentes que não cumprirem as metas estabelecidas. O não cumprimento das metas de descarbonização passa a ser tipificado como crime ambiental e a comercialização de combustíveis será proibida para distribuidores inadimplentes com sua meta individual.

A legislação também revoga a autorização dada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em casos de reincidência de descumprimento das metas. 

O RenovaBio é um programa de descarbonização da matriz de transportes, com impactos relevantes para o meio ambiente, contribuindo para o atendimento aos compromissos do Brasil no âmbito do Acordo de Paris sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

Receitas

De acordo com a lei, os produtores de cana-de-açúcar deverão receber parcelas de, no mínimo, 60% das receitas oriundas da comercialização dos CBios gerados a partir do processamento da cana entregue por eles às usinas. Quando o agricultor fornecer à indústria os dados primários necessários ao cálculo da nota de eficiência energético-ambiental, além desses 60%, ele deverá receber 85% da receita adicional sobre a diferença de créditos, já descontados os custos de emissão.

Já os produtores das demais matérias-primas de biocombustíveis, como soja e milho, usados para a produção de biodiesel e etanol, respectivamente, poderão negociar a parcela de remuneração no âmbito privado.

Crime ambiental

A nova lei também endurece as regras para o cumprimento das metas individuais de descarbonização pelas distribuidoras de combustíveis. Elas deverão ser cumpridas até 31 de dezembro de cada ano. O descumprimento configura crime ambiental, com multa que poderá variar de R$ 100 mil a R$ 500 milhões. Para cumprir as metas, as distribuidoras compram os CBios emitidos pelas usinas de biocombustíveis.

Cada crédito representa uma tonelada de carbono equivalente que deixou de ser emitida.

Vetos

Lula vetou dois trechos da lei. Um deles permitia a tomada de créditos de contribuições tributárias pelas distribuidoras na aquisição dos CBios. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento observaram que o texto vetado “equipara os créditos de descarbonização a insumos para os distribuidores a fim de gerar créditos para compensação no processo de não cumulatividade de tributos federais”.

Segundo o Executivo, “o preceito contraria o interesse público” e é inconstitucional por criar “renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário e financeiro”.

O outro veto também foi pedido pelo Ministério da Fazenda ao trecho que equipara os CBios aos demais valores mobiliários.

Projeto

A Lei 15.082, de 2024, teve origem no PL 3.149/2020, aprovado pelo Senado em 4 de dezembro. O texto é de autoria do então deputado e atual senador Efraim Filho (União-PB). Ele próprio foi o relator da matéria no Senado. 





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Indústrias seguem comprando milho no Sul


No mercado do estado do Rio Grande do Sul, as indústrias seguem olhando e comprando milho, agora cobrindo o mês de fevereiro e março, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços de compra da indústria: Santa Rosa R$ 70,00 Ijuí R$ 70,00 Não Me Toque R$ 71,00 Marau R$ 72,00 Gaurama R$ 72,00 Arroio do Meio R$ 73,00 Lajeado R$ 73,00 Frederico R$ 73,00 Montenegro R$ 74,00 Armazenadores, vão vendendo, na medida que o produtor vende. Pedidas variam de R$ 71,00 a R$ 73,00 interior, fevereiro cheio. Exportação, com a elevação em Chicago, indicou R$ 80,00 sobre rodas entrega fevereiro e pagamento em meados de março”, comenta.

A colheita em SC está atrasada, com apenas 4,2% da área colhida, mas tem boa produtividade no Meio-Oeste. Lavouras no Planalto e Serra apresentam bom desenvolvimento.  preço ao produtor caiu 1,79% em dezembro e segue em leve retração em janeiro. Enquanto o mercado interno diverge, Chicago prevê alta para março/2025. Nos portos, os valores variam de R$ 72,00 (agosto) a R$ 72,50 (outubro).

No Paraná, os produtores esperam uma boa produtividade. “As ofertas para o milho spot giram ao redor de R$ 72,00/saca no interior. Para a safrinha no porto de Paranaguá os compradores oferecem R$ 72,00 com entrega em agosto e pagamento em 30/09 até 73,00 com entrega em setembro e pagamento em 30/10”, completa.

O plantio do milho safrinha no Mato Grosso do Sul está levemente atrasado, alcançando 5% da área. A comercialização atingiu 77% até 20 de janeiro, 3,55 pontos abaixo de 2024.  O preço da saca subiu 0,99% entre 17 e 27 de janeiro, chegando a R$ 63,56. A média do período foi R$ 63,08, alta de 35,65% em relação a 2024. “As cotações no mercado físico caíram na média geral no MS. Campo Grande está em R$ 63,00 Chapadão R$ 60,00, Dourados apresentou alta para R$ 65,99, assim como Maracaju (64,00). Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia onde os preços subiram para R$ 64,50”, conclui.

 





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Cesta básica registra alta em 13 capitais do Brasil


O preço da cesta básica registrou alta em janeiro de 2024 em 13 das 17 capitais monitoradas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores elevações ocorreram em Salvador (6,22%), Belém (4,80%) e Fortaleza (3,96%). Por outro lado, quatro cidades apresentaram queda no custo dos itens essenciais: Porto Alegre (-1,67%), Vitória (-1,62%), Campo Grande (-0,79%) e Florianópolis (-0,09%).

A cidade de São Paulo lidera o ranking da cesta básica mais cara do país, com um valor de R$ 851,82, representando aproximadamente 60% do salário mínimo vigente (R$ 1.518). No cálculo do Dieese, para cobrir despesas básicas de uma família de quatro pessoas, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 7.156,15.

Fatores que impulsionaram a alta

O Dieese apontou que o aumento no custo da cesta básica foi impulsionado por três produtos essenciais:

Café em pó, que teve alta em todas as cidades pesquisadas no último ano.

Tomate, cujo preço subiu em cinco capitais e teve aumentos superiores a 40% em Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro, devido às chuvas.

Pão francês, com elevação de preços em 16 das 17 cidades, reflexo da menor oferta de trigo nacional e da necessidade de importação em um cenário de câmbio desvalorizado.

Por outro lado, alguns produtos ajudaram a conter reajustes ainda maiores. A batata registrou queda em todas as capitais nos últimos 12 meses, enquanto o leite integral, apesar de oscilações, ficou mais barato em 12 cidades em dezembro. O arroz e o feijão também apresentaram redução nos preços recentes, devido ao aumento da oferta.





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Mercado de trigo inicia mês sem muita movimentação



Em Santa Catarina, o mercado segue estável



No Paraná, a expectativa para a safra 2025/26 é de aumento na área plantada
No Paraná, a expectativa para a safra 2025/26 é de aumento na área plantada – Foto: Canva

A TF Agroeconômica reporta que o mercado de trigo no Rio Grande do Sul iniciou fevereiro com pouca movimentação. Os moinhos locais já garantiram suas posições para o mês e avançam lentamente na cobertura de março. As indicações de compra estão em R$ 1.280,00 por tonelada no interior para embarque em março, enquanto trigos mais fortes (W290 e estabilidade 10) chegam a R$ 1.350,00. Os vendedores pedem entre R$ 1.300,00 e R$ 1.400,00. Já na exportação, os compradores estão apenas ajustando suas posições conforme a nomeação dos navios, com preços similares aos do mercado interno.

Em Santa Catarina, o mercado segue estável, acompanhando o ritmo de vendas das farinhas. Os preços CIF variam entre R$ 1.400,00 em Mafra e R$ 1.500,00 por tonelada em Pinhalzinho. Há também movimentação em torno do trigo importado, que chega a R$ 1.700,00 no porto e R$ 1.800,00 no interior. Os preços pagos aos triticultores se mantiveram em Canoinhas (R$ 72,00/saca) e Chapecó (R$ 69,00), mas subiram em Joaçaba (R$ 74,33). Rio do Sul (R$ 68,00), São Miguel do Oeste e Xanxerê (R$ 73,00) registraram estabilidade.

No Paraná, a expectativa para a safra 2025/26 é de aumento na área plantada, impulsionada pela queda nos preços da soja. Apesar disso, o mercado segue cauteloso quanto à concretização dessa tendência. No curto prazo, os preços mais comuns estão em R$ 1.400,00 CIF moinhos na região centro-sul, para entrega em fevereiro e pagamento no início de março, com alguns recebendo apenas em março. O aumento dos fretes tem reduzido os preços FOB, impactando a comercialização.

 





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Vendas diretas ganham espaço no agronegócio brasileiro


O modelo de vendas diretas, que movimenta mais de R$ 47 bilhões anuais e conta com 3,5 milhões de empreendedores no Brasil, começa a se expandir no agronegócio. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o país lidera esse mercado na América Latina, e grandes players do agro já adotam essa estratégia comercial.  

“O agronegócio é visto com grande potencial de expansão na venda direta, em destaque a Produce, que vêm desenvolvendo o modelo. A personalização e customização são características únicas que diferenciam de outros modelos de vendas e que fortalecem o negócio”, aponta a presidente da Adriana Colloca, presidente da ABEVD.

A Produce, pioneira no setor, vem se destacando com um modelo baseado no relacionamento direto com produtores rurais. Fundada em Chapecó (SC), a empresa já conta com mais de 10 mil consultores e um portfólio de mais de 600 produtos, incluindo sementes, defensivos, fertilizantes e insumos biológicos. Segundo o cofundador Guilherme Trotta, as vendas diretas da empresa cresceram mais de 100% em 2024, e a expectativa para este ano é dobrar novamente o volume comercializado.  

Além de fortalecer a conexão entre fornecedores e agricultores, esse modelo tem sido uma oportunidade para novos empreendedores. Jovens como Thiago Oliveira, de 23 anos, viram na flexibilidade das vendas diretas uma chance de ingresso no mercado agro. Já profissionais experientes, como o veterinário Evandro Neiva, de 61 anos, encontraram uma forma de diversificar a renda.  

Com a crescente adesão ao modelo, a venda direta no agronegócio promete transformar a forma como os produtos chegam ao campo, eliminando intermediários e tornando o processo mais eficiente e lucrativo para todos os envolvidos.

“Um dos detalhes que me chamou a atenção para as vendas diretas na Produce foi a linha de nutrição e biológicos, além da grande variedade de produtos para linha pecuária que também achei bem interessante. Mas também foquei na venda de sementes de sorgo e milho, e vejo que posso diversificar o nicho de mercado e aproveitar o número de contatos que passei a ter no telefone”, conta Evandro.

 





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Adubos sustentáveis e o mercado de carbono



O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais



O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais
O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais – Foto: Divulgação

O Brasil possui um enorme potencial para liderar o mercado de carbono, impulsionado por sua biodiversidade, matriz energética renovável e práticas agrícolas sustentáveis. De acordo com João Berdu, engenheiro agrônomo e CEO da Jiantan, a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), instituído pela Lei nº 15.042 em dezembro de 2024, fortalece esse cenário.

Dentro desse contexto, os adubos biológicos surgem como uma solução estratégica na agropecuária sustentável. O Brasil já demonstrou avanços significativos na recuperação de pastagens degradadas e no uso de biofertilizantes, reduzindo emissões e aumentando a produtividade de forma ecologicamente responsável. A aplicação desses insumos, aliada a técnicas como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e biodigestores, reforça o papel do país na mitigação dos impactos climáticos globais.  

A Jiantan é um exemplo de empresa que atua nesse setor, fomentando a adoção de práticas regenerativas e contribuindo para a geração de ativos ambientais. Além disso, o mercado regulado de carbono no Brasil já destina 70% dos contratos para comunidades indígenas e quilombolas..  

O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais: o regulado, que exige monitoramento de emissões para empresas que ultrapassam 10 mil toneladas de CO2 por ano, e o voluntário, que permite a aquisição de créditos por empresas e indivíduos. Entre os ativos disponíveis, destacam-se a Cota Brasileira de Emissões e o Certificado de Redução ou Remoção Verificada de Emissões, fundamentais para garantir a transparência e eficácia desse mercado.

“Esses métodos, aliados à matriz energética predominantemente renovável (hidrelétrica, eólica, solar e biomassa), posicionam o país como referência em economia verde e aliado estratégico na luta contra o aquecimento global”, afirmou, na rede social LinkedIn.

 





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Fixação de nitrogênio reduz custos da soja



A inoculação pode substituir totalmente a necessidade de adubação nitrogenada



Para garantir bons resultados com a inoculação, alguns cuidados são essenciais
Para garantir bons resultados com a inoculação, alguns cuidados são essenciais – Foto: Nadia Borges

A fixação biológica de Nitrogênio é um processo natural que ocorre com a ajuda de bactérias chamadas risóbios, que vivem em simbiose nas raízes de algumas plantas cultivadas. Segundo o Instituto BioSistêmico (IBS), essas bactérias capturam o Nitrogênio do ar e o transformam em formas aproveitáveis para a nutrição vegetal. 

Além disso, estimulam o crescimento das raízes, melhorando a absorção de nutrientes e água. Em troca, as plantas fornecem abrigo e alimento aos microrganismos, promovendo uma relação benéfica para ambas as partes.  

No Brasil, a inoculação de sementes pode substituir totalmente a necessidade de adubação nitrogenada na cultura da soja, fornecendo até 300 quilos de nitrogênio por hectare a um custo reduzido para o agricultor. Na safra 2021/22, por exemplo, o investimento médio na inoculação foi de apenas R$ 25 por hectare. Além do aspecto econômico, a tecnologia tem um impacto ambiental positivo, pois evita a poluição dos recursos hídricos associada ao uso excessivo de fertilizantes nitrogenados.  

Para garantir bons resultados com a inoculação, alguns cuidados são essenciais. Primeiramente, deve-se escolher produtos registrados no MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) e verificar sua compatibilidade com defensivos químicos. O armazenamento também é fundamental: o inoculante deve ser mantido em local fresco e bem ventilado, longe de agrotóxicos e fertilizantes.  

Na aplicação, o produtor pode optar por diferentes métodos, como tratamento de sementes, aplicação no sulco ou em área total nos primeiros dias de crescimento da soja. Para maximizar a eficiência, é essencial seguir a dose recomendada pelo fabricante, evitar a exposição das sementes inoculadas ao calor e realizar a aplicação no dia do plantio. 

 





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Reutilização de sementes é sustentável para jardinagem



É essencial armazenar as sementes de forma adequada



Uma das maneiras mais eficazes de reutilizar sementes é coletando-as de suas próprias plantas
Uma das maneiras mais eficazes de reutilizar sementes é coletando-as de suas próprias plantas – Foto: Seane Lennon

A reutilização de sementes é uma prática excelente para promover a sustentabilidade e reduzir os custos em projetos de jardinagem ou agricultura. Essa abordagem não só contribui para a preservação ambiental, como também oferece uma forma de economia ao criar um ciclo contínuo de produção, sem a necessidade de compra constante de sementes.  

Uma das maneiras mais eficazes de reutilizar sementes é coletando-as de suas próprias plantas. Guarde as sementes de vegetais, frutas ou flores que você cultivou, como tomates, pepinos, pimentões e até flores decorativas. Ao fazer isso, você cria um ciclo sustentável de cultivo e garante uma produção contínua ao longo das safras.  

Para garantir o sucesso no reaproveitamento, é essencial armazenar as sementes de forma adequada. Mantenha-as em potes ou envelopes, em um local fresco e seco, até que estejam prontas para o próximo plantio. Esse cuidado no armazenamento prolonga a viabilidade das sementes, evitando que percam suas propriedades ao longo do tempo.  

Além disso, a seleção das melhores sementes é crucial. Escolha aquelas que vêm de plantas saudáveis e produtivas, com boa adaptação ao seu ambiente, para garantir o máximo aproveitamento na próxima colheita. Ao aplicar essas práticas, você não só promove um cultivo mais eficiente, mas também apoia um sistema de agricultura mais sustentável e consciente. “Reutilizar sementes é uma excelente forma de promover a sustentabilidade e a economia em seus projetos de jardinagem ou agricultura”, comenta, em uma publicação na rede social LinkedIn.

 





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