sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

expositores e clientes comemoram o sucesso do Pavilhão da Agricultura Familiar


Um dos espaços mais concorridos da 25ª Expodireto Cotrijal, o Pavilhão da Agricultura Familiar é, mais uma vez, sucesso de público e vendas. Durante os cinco dias de feira os corredores do local permaneceram lotados, para alegria dos expositores.

“A Expodireto é maravilhosa. Nossas vendas têm sido excelentes, sobretudo, os queijos temperados e o queijo maturado por 30 dias”, explica Fernanda Manara, da agroindústria Laticínio Pipo, de Nova Romã do Sul, que participa da feira pelo terceiro ano consecutivo.

Quem também aprovou o evento foi Eliana Beatriz Oliveira, da agroindústria Estrelat, de Estrela, que comercializa doce de leite. Esta é a quarta participação da agroindústria na Expodireto.

“A primeira vez que participamos de uma feira foi aqui, foi o nosso lançamento. Desde então, já temos clientes fiéis que vêm até de São Paulo e nos procuram a cada nova edição”, relata Eliane.

E teve quem provou e aprovou os quitutes da agricultura familiar. É o caso do produtor rural Délcio Cassel, 74 anos, de Não-Me-Toque, que curtia um suco de abacaxi enquanto se preparava para mais uma volta entre os pavilhões.

“A variedade de produtos é muito boa. Além disso, há muita qualidade”, destaca Cassel.

Avaliação positiva

O engenheiro agrônomo e extensionista rural do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, Vilmar Wruch Leitzke, analisa que o Pavilhão da Agricultura Familiar cumpriu seu objetivo, estando consolidado na Expodireto.

“Nossa avaliação é extremamente positiva. O retorno que tivemos tanto do artesanato quanto das agroindústria é de que as vendas foram boas e superaram as expectativas. Além disso, há uma fidelização dos consumidores. Notamos, a partir de entrevistas com os expositores, que vários clientes de feiras anteriores retornam procurando os produtos”, afirma Leitzke.

Nesta edição do Pavilhão da Agricultura Familiar foram disponibilizados 192 espaços, que são ocupados por 222 expositores. Há 133 municípios representados, sendo que 49 municípios participam pela primeira vez.

O espaço é organizado pela Cotrijal, Emater/RS-Ascar, Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (Fetraf/RS) e Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores combatem pragas em pomares de citros



Citricultura gaúcha enfrenta estiagem e pragas




Foto: Seane Lennon

O Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (13) pela Emater/RS-Ascar apontou que os produtores de citros no Rio Grande do Sul enfrentam desafios relacionados ao clima e à incidência de pragas.

Na região de Caxias do Sul, alguns agricultores ainda realizam o raleio dos frutos pela manhã para evitar o calor intenso. O preço do produto varia entre R$ 15,00 e R$ 20,00 por caixa de 25 kg. A bergamota da variedade Okitsu está sendo comercializada diretamente ao consumidor por R$ 5,00/kg.

Em Frederico Westphalen, os frutos apresentam bom desenvolvimento, mas a estimativa de redução na produtividade se mantém em 30%, reflexo da estiagem na fase inicial. As condições fitossanitárias estão dentro do esperado, porém há registros de clorose variegada dos citros (CVC) e da presença de ácaro-da-falsa-ferrugem e ácaro-da-leprose em algumas áreas.

Na região de Soledade, a colheita das variedades precoces segue em andamento. Os agricultores mantêm medidas de controle contra a mosca-das-frutas, visando minimizar os impactos da praga nas lavouras.

Em Santa Rosa, a bergamota Okitsu está em fase de colheita e tem sido comercializada a R$ 3,00/kg. A carga de frutos das demais variedades está abaixo do esperado. Além disso, há registros de ataques de pulgões, larva-minadora, percevejos e ácaros, que migraram das lavouras de soja para os pomares. As chuvas recentes ajudaram a amenizar os danos, melhorando o estado das folhas e reduzindo o impacto das altas temperaturas sobre os frutos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Falta de chuvas e calor extremo comprometem safra de soja



Chuvas irregulares impactam lavouras de soja no Rio Grande do Sul




Foto: Canva

As precipitações registradas no final de fevereiro e em 9 de março favoreceram os cultivos de soja em regiões onde os volumes foram suficientes para reabastecer a umidade do solo. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (13), houve recuperação da turgescência foliar e interrupção dos danos fisiológicos provocados pelo déficit hídrico anterior.

“A distribuição das chuvas foi irregular, o que resultou em diferenças significativas no potencial produtivo entre as regiões”, apontou o relatório. Em áreas de menor pluviosidade, especialmente no Noroeste e Planalto Médio, a combinação de calor intenso entre os dias 3 e 8 de março e a umidade insuficiente no solo ampliou as perdas.

Nas regiões mais afetadas, os cultivos apresentaram sinais de estresse hídrico e térmico, como murchamento foliar, interrupção do enchimento de grãos e senescência precoce. “Houve casos de maturação desuniforme e retenção foliar atípica, além da coexistência de plantas secas e verdes na mesma lavoura”, informou a Emater.

A colheita segue em ritmo lento no estado, com apenas 5% da área colhida. De acordo com a Emater/RS-Ascar, o calor excessivo provocou a abertura de vagens e debulha de grãos nas lavouras já em fase de colheita, comprometendo ainda mais a produtividade. “Os primeiros resultados confirmam grande variabilidade no potencial produtivo, influenciada pelo volume de chuvas ao longo do ciclo e pela época de semeadura”, explicou o boletim.

A área cultivada inicialmente projetada para a safra era de 6.811.344 hectares, mas houve uma redução de 1,2%, totalizando 6.729.354 hectares. “A dificuldade de implantação no momento recomendado foi o principal fator para essa redução”, ressaltou o relatório. Além disso, a estiagem afetou a produtividade média, inicialmente estimada em 3.179 kg/ha, que foi revisada para 2.240 kg/ha, refletindo as perdas ao longo do ciclo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

monitoramento mantém controle de pragas no trigo



Chuvas pontuais beneficiam trigo no norte do Mato Grosso do Sul




Foto: Canva

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a colheita do trigo foi iniciada nos primeiros talhões da região centro-sul de Mato Grosso do Sul. Segundo o relatório, a estiagem registrada em alguns municípios reduziu a incidência de doenças nas lavouras. Já na região norte do estado, chuvas pontuais beneficiaram as áreas implantadas mais tardiamente.

Nas lavouras da região centro-sul, não houve registros de pragas, mas os técnicos identificaram aumento na incidência de sintomas de pinta-preta, mesmo após o manejo fitossanitário, que incluiu até nove pulverizações de fungicidas durante o ciclo da cultura. No norte do estado, os cultivos seguem conforme o planejamento, sem surtos de pragas, e com aplicações sendo realizadas de acordo com o monitoramento das lavouras.

O mercado do amendoim também apresenta avaliação positiva no plantio e na colheita. No entanto, os preços sofreram algumas reduções, embora o produto continue sendo considerado uma alternativa viável para os produtores da região. Segundo a Conab, até o momento, 45% da produção esperada já foi negociada. Além disso, contratos à base de troca foram firmados no início da safra.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil ganha novo mercado para carne bovina



Agronegócio brasileiro alcança a 35ª abertura de mercado em 2025




Foto: Pixabay

As autoridades sanitárias da Bósnia e Herzegovina aceitaram o Certificado Sanitário Internacional proposto pelo Brasil para a exportação de carne bovina. O anúncio foi feito pelo governo brasileiro e marca a abertura de um novo mercado para o produto nacional.

“A decisão do país reflete o alto nível de confiança no sistema de controle sanitário brasileiro”, informou o governo em comunicado. Com o reconhecimento, as exportações devem fortalecer as relações comerciais entre os dois países.

A Bósnia e Herzegovina, com cerca de 3,2 milhões de habitantes, já importa produtos florestais e do complexo sucroalcooleiro do Brasil. O país tem uma demanda crescente por carne bovina, abrindo espaço para o abastecimento via importação.

Com essa medida, o agronegócio brasileiro registra sua 35ª abertura de mercado em 2025, totalizando 335 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023.

Os avanços no comércio exterior são resultado do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), que seguem atuando para ampliar e diversificar os destinos dos produtos agropecuários brasileiros.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ações europeias registram recorde de fechamento com impulso de papéis de defesa


Logotipo Reuters

 

Por Nikhil Sharma e Johann M Cherian

(Reuters) – As ações europeias registraram um recorde de fechamento nesta segunda-feira, impulsionadas pelos papéis do setor de defesa, com investidores precificando a probabilidade de aumento dos gastos militares na região, após a crescente pressão dos Estados Unidos.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,54%, a 555,42 pontos, seu maior nível de fechamento de todos os tempos, com o setor aeroespacial e de defesa na liderança dos ganhos setoriais com um salto de 4,6%, o maior avanço diário desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022.

As ações de empresas de defesa subiaram: a italiana Leonardo teve alta de 8,1%, a sueca Saab AB saltou 16,2% e a britânica BAE Systems avançou 8,9%. Já o conglomerado alemão Thyssenkrupp, que está buscando cindir sua divisão de navios de guerra TKMS, subiu 19,8%, atingindo seu maior nível em mais de um ano.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que irá propor a isenção da defesa dos limites da União Europeia sobre os gastos do governo, em um momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu aos membros europeus da Otan que financiem a própria defesa do continente contra um possível ataque russo.

Os líderes europeus se reuniram em Paris para uma cúpula de emergência sobre a Ucrânia, depois que as autoridades dos EUA sugeriram que a Europa não terá nenhum papel nas próximas negociações destinadas a encerrar o conflito com a Rússia.

“Os governos europeus estão prontos para ampliar ainda mais seus planos de gastos com defesa nos próximos anos, o que deve beneficiar os preços das ações das empresas europeias de defesa”, disse Jack Allen-Reynolds, economista-chefe adjunto para a zona do euro da Capital Economics.

O avanço dos rendimentos dos títulos de renda fixa impulsionaram a alta de 1% do setor bancário, que foi negociado próximo a um recorde em 17 anos, enquanto as ações imobiliárias sensíveis a juros perderam 0,7%.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,41%, a 8.768,01 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 1,26%, a 22.798,09 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,13%, a 8.189,13 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,92%, a 38.327,72 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,47%, a 13.016,90 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,46%, a 6.623,32 pontos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Investimentos em tecnologia batem recorde



A IA vem sendo aplicada na geotecnologia



Esse avanço beneficia setores estratégicos como Tecnologia da Informação e Geotecnologia
Esse avanço beneficia setores estratégicos como Tecnologia da Informação e Geotecnologia – Foto: Canva

O Brasil ampliou significativamente os investimentos em inovação. Em 2024, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) destinou quase R$ 13 bilhões para projetos de pesquisa e desenvolvimento, segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. O valor é um recorde e representa um aumento de R$ 10 bilhões em relação a 2023, quando os aportes somaram R$ 3 bilhões.  

Esse avanço beneficia setores estratégicos como Tecnologia da Informação e Geotecnologia. Para Fernanda Braga, gerente da Associação de Profissionais de Agrimensura e Topografia (APAT), o investimento aquece o mercado e impulsiona o desenvolvimento do país. Segundo ela, novas tecnologias, como Inteligência Artificial (IA), já melhoram a precisão e a eficiência no setor, facilitando análises e decisões.  

“Trata-se de um movimento importante para aquecer o mercado e estimular o desenvolvimento do país. O último ano trouxe avanços significativos ao setor e possibilitou a implementação de novos recursos tecnológicos no trabalho dos profissionais, como a inteligência artificial”, comenta.

A IA vem sendo aplicada na geotecnologia para análise de imagens de satélite e detecção de mudanças ambientais. Na topografia, auxilia na interpretação de dados e identificação de padrões, enquanto na agrimensura otimiza o planejamento territorial. Para capacitar profissionais nesse novo cenário, a APAT oferece treinamentos e parcerias com instituições tecnológicas, preparando o setor para os desafios da inovação. 

Para Fernanda, “as novas tecnologias, a exemplo da Inteligência Artificial, abrem oportunidades para aprimorar a qualidade e a eficiência dos serviços de topografia e agrimensura no Brasil por ampliarem a precisão de padronização de dados, facilitando análises e tomadas de decisões”.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Conab revisa números e aponta maior exportação de soja


O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontou uma revisão para cima na estimativa da produção de soja no Brasil. A projeção foi ajustada em 1,36 milhão de toneladas, elevando a safra esperada de 166,01 milhões para 167,37 milhões de toneladas.

O aumento na produção teve impacto direto nas exportações da oleaginosa para o ano comercial de 2025, que foram revisadas para cima em 300 mil toneladas, totalizando agora 105,75 milhões de toneladas. Segundo o relatório da Conab, os estoques finais da safra 2024/25 sofreram redução de 583 mil toneladas.

Entre os principais ajustes, a Conab aumentou o estoque inicial em 402 mil toneladas e revisou a produção de farelo de soja em 448 mil toneladas, passando de 43,3 milhões para 43,76 milhões de toneladas. O crescimento foi impulsionado pelo aumento no volume de esmagamento. “As exportações foram ampliadas em 1,6 milhão de toneladas, chegando agora a 23,6 milhões de toneladas”, destaca o levantamento. A venda para o mercado interno, por outro lado, foi revisada para baixo, passando de 19 milhões para 16,5 milhões de toneladas, alinhando-se aos números da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

Os ajustes também impactaram os estoques de passagem, que sofreram redução de 1,2 milhão de toneladas. A Conab destacou ainda um aumento de 9 mil toneladas no volume destinado a sementes e outros usos, além de um crescimento de 14 mil toneladas no esmagamento da safra 2023/24, o que resultou em uma redução equivalente nos estoques finais.

No mercado de óleo de soja, a produção da safra 2023/24 foi reduzida em 26 mil toneladas. Houve também queda de 7 mil toneladas na venda do produto no mercado interno e uma diminuição de 20 mil toneladas nos estoques de passagem.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Estimativa da Conab é otimista na visão de Antônio Sartori



Consultor questiona projeção da Conab para safra gaúcha


Foto: United Soybean Board

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estimou a produção de soja no Rio Grande do Sul em cerca de 17 milhões de toneladas, uma redução de 13,2% em relação à safra anterior. O estado permanece como o quarto maior produtor da oleaginosa no país, atrás de Mato Grosso, Paraná e Goiás. A área cultivada foi ampliada para 6,84 milhões de hectares, com um incremento de 74,4 mil hectares, um aumento de 1,1% na comparação com a safra 2023/24.

A falta de chuvas regulares e a ocorrência de duas ondas de calor em fevereiro agravaram o estresse das lavouras, impactando diretamente a produtividade. “É profundamente lamentável ler o relatório da Conab divulgado ontem, estimando uma safra gaúcha de soja de 17,41 milhões de toneladas. Da maneira como está o clima e com a previsão que tem pela frente, a pergunta é simples: será que nós vamos colher 14? Tomara que sim, se chover até a colheita”, afirmou Antônio Sartori, consultor e sócio-fundador da Brasoja Agro Corretora.

Apesar das condições climáticas adversas, algumas chuvas pontuais foram registradas em praticamente todas as regiões, e uma precipitação mais generalizada no meio de fevereiro trouxe uma melhora visual para parte das lavouras. No entanto, a irregularidade das chuvas, somada às diferentes datas de semeadura e aos pacotes tecnológicos adotados pelos produtores, resultou em um cenário de grande variação na qualidade das lavouras dentro de um mesmo município.

A Conab segue realizando o mapeamento da área cultivada com soja no estado para ajustar suas estimativas e refletir com maior precisão a realidade da produção no Rio Grande do Sul.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Conab prevê safra recorde de algodão em 2025



Brasil mantém liderança na exportação global de algodão




Foto: Pixabay

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontou que o Brasil deve alcançar um volume recorde de 3,8 milhões de toneladas de algodão em pluma, um crescimento de 3,3% em relação à safra anterior. O aumento é impulsionado pela expansão de 5,1% na área plantada, que chegou a 2,04 milhões de hectares. Apesar do avanço, a produtividade média deve recuar 1,7%, ficando em 1,87 tonelada por hectare.

O país segue como o maior exportador mundial da fibra, posição garantida pela demanda crescente da Ásia. “O algodão brasileiro é muito bem-quisto no mundo. Devido ao preço e à qualidade apresentada, tem se mantido bastante competitivo e é vendido para vários países”, informou a Conab. A previsão é que as exportações cresçam 7,1% nesta safra, totalizando 2,97 milhões de toneladas.

No mercado interno, a expectativa é de um aumento no consumo de 2,16%, atingindo 710 mil toneladas em 2025. O setor se mostra otimista diante do crescimento econômico e da queda do desemprego no país, fatores que impulsionam a demanda por produtos têxteis.

Mesmo com o avanço das exportações e o crescimento do consumo doméstico, o estoque final de algodão deve aumentar 5,96% em relação à safra anterior, chegando a 2,5 milhões de toneladas. O volume recorde da safra e os estoques de passagem elevados contribuem para esse cenário.





Source link