quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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Tocantins inicia vazio sanitário da soja em 1º de julho



A medida visa interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática da soja




Foto: USDA

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) informou que o período do vazio sanitário da soja terá início em 1º de julho e seguirá até 30 de setembro. Durante esses três meses, estará proibido o plantio e a manutenção de plantas vivas de soja em lavouras de sequeiro em todo o estado.

A medida visa interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática da soja, uma das principais pragas que afetam a oleaginosa. Segundo a Adapec, a responsabilidade pela eliminação das plantas vivas de soja, sejam voluntárias ou não, recai sobre os produtores ou ocupantes das áreas cultivadas. “Havendo a presença de plantas vivas no campo, os responsáveis devem eliminá-las por meios químicos ou mecânicos”, destaca o órgão. O descumprimento da norma poderá acarretar sanções previstas na legislação vigente.

A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, e se espalha com rapidez entre as lavouras por meio do vento. A principal consequência da infestação é a queda precoce das folhas, o que compromete a formação completa dos grãos e reduz a produtividade das lavouras.

A exceção à regra durante o período do vazio sanitário é válida para cultivos com fins de pesquisa, produção de sementes e ensino, desde que realizados em áreas de terras altas ou nas planícies tropicais sob sistema de subirrigação.

Na safra 2024/2025, foram cadastradas na Adapec 2.705 propriedades com lavouras de soja de sequeiro, totalizando uma área plantada de 1,415 milhão de hectares.





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Argentina anuncia volta das retenciones



A medida tem forte impacto regional



A medida tem forte impacto regional
A medida tem forte impacto regional – Foto: Pixabay

O governo da Argentina anunciou o fim do alívio temporário nas alíquotas de exportação para produtos-chave do agronegócio, retomando o aumento das chamadas “retenciones” para soja e milho a partir de 1º de julho. A decisão, publicada no Boletín Oficial por meio do decreto 439/2025, foi mal recebida pelas entidades do setor, que alertam para o impacto negativo sobre a competitividade e o planejamento das próximas safras.

De acordo com o novo decreto, a alíquota sobre a exportação da soja voltará a 33% (antes estava em 26%), enquanto milho e sorgo passarão de 9,5% para 12%. O girassol, por sua vez, voltará a tributar 7% após cinco meses com tarifa reduzida de 5,5%. Por outro lado, o governo de Javier Milei decidiu manter a redução para o trigo e a cevada, que seguirão com alíquota de 9,5% até março de 2026, desde que os exportadores ingressem 90% das divisas ao país em até 30 dias úteis após a venda externa.

A medida tem forte impacto regional e ocorre às vésperas da tradicional feira agropecuária de Palermo, em Buenos Aires, onde há expectativa de participação do presidente Milei. Ela também é acompanhada de críticas do setor rural, que vinha se beneficiando da redução temporária para acelerar embarques. Desde janeiro, foram registradas exportações de quase 44 milhões de toneladas de milho e derivados da soja, movimentando cerca de US$ 5 bilhões, o que representa um fôlego importante para a economia argentina.

Para o Brasil, maior concorrente da Argentina na exportação de milho e derivados de soja, o restabelecimento das alíquotas pode representar ganho de competitividade no mercado internacional, especialmente na disputa por mercados como China, União Europeia e norte da África. No entanto, o trigo argentino ainda deve manter presença significativa na Região Sul do Brasil, já que as alíquotas reduzidas e o avanço do plantio, com mais de 70% da área estimada já semeada, favorecem a continuidade das exportações ao mercado brasileiro.

 





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EUA ficam fora das vendas de soja para a China


Segundo análise divulgada na quinta-feira (26) pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), os preços da soja no Brasil seguem pressionados para baixo. O cenário é influenciado pela combinação de câmbio elevado — que se mantém entre R$ 5,50 e R$ 5,55 por dólar —, estabilidade nos prêmios e queda nas cotações da Bolsa de Chicago.

No Rio Grande do Sul, a média estadual indica R$ 122,18 por saca. No entanto, as principais praças locais já voltaram a operar com valores próximos de R$ 119,00. Em outras regiões do país, as cotações oscilaram entre R$ 107,00 e R$ 121,00 por saca. Um ano antes, os preços variavam entre R$ 117,00 e R$ 129,00. A Ceema destaca que, desconsiderando a inflação acumulada de 5,3% nos últimos 12 meses, a perda real é ainda mais significativa.

Em relação às exportações, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que o Brasil deve embarcar 15 milhões de toneladas de soja em junho, o que representa um crescimento de 1,2 milhão de toneladas em comparação com o mesmo mês de 2024. Por outro lado, as exportações de farelo de soja devem somar 1,92 milhão de toneladas, abaixo das 2,05 milhões registradas no mesmo período do ano anterior.

A expressiva oferta brasileira impacta diretamente a competitividade dos Estados Unidos no mercado internacional. “Na semana passada, dos 26 navios de soja negociados com destino à China, todos foram carregados com produto do Brasil e da Argentina”, informou a Ceema. A consultoria acrescenta: “No ano passado, 14 navios dos EUA seguiram para a China no mês de junho. Neste ano, nenhum”.

De acordo com a Agrinvest Commodities, a Argentina já exportou 4,8 milhões de toneladas de soja no atual ano comercial, mantendo uma postura agressiva de mercado, com descontos de 40 a 45 centavos de dólar por bushel. “O Brasil também segue muito competitivo, pois enquanto as tarifas de 10% sobre a soja americana continuarem, a China não teria outra opção a não ser continuar comprando do Brasil e Argentina”, conclui a consultoria.





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Com soluções da Sumitomo Chemical, agricultor alcança maior produtividade de soja no Pará


Na última safra, o agricultor Rodolfo Schlatter alcançou uma produtividade de 108,8 sacas por hectare na cultura de soja, integrando estratégias de manejo avançadas e colaborando com tecnologias modernas do portfólio da Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro. Esse desempenho o consagrou campeão paraense no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), do qual a Sumitomo Chemical é patrocinadora. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira (26/6) durante o 17º Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja. A conquista reforça a importância da adoção de boas práticas agrícolas, do apoio técnico e da parceria entre pesquisa e indústria para promover ganhos de produtividade.

Engenheiro agrônomo e produtor rural, Rodolfo Schlatter é natural de Itambé (PR) e conquistou o resultado na fazenda Santana Rios, no município de Santana do Araguaia (PA), em uma área de sequeiro. Além do primeiro lugar no estado, alcançou ainda o sexto lugar na região.

“Parabenizamos com entusiasmo o nosso campeão no Pará Rodolfo Schlatter, produtor parceiro, por essa conquista que é fruto de trabalho sério, visão de futuro e paixão pela agricultura. A Sumitomo Chemical agradece a confiança e reforça seu compromisso com os produtores rurais, protagonistas do agronegócio brasileiro”, afirma Marcelo Figueira, gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical. “Rodolfo utilizou nossos BioRacionais em 100% da área inscrita no desafio. A companhia tem um portfólio que está presente em lavouras com as maiores produtividades da cultura da soja no Brasil e se orgulha de apoiar iniciativas como o Prêmio de Máxima Produtividade de Soja do Cesb, que reconhecem e impulsionam a alta performance no campo”, destaca.

Soluções para o Agro

Cliente da Sumitomo Chemical, Schlatter usou BioRacionais – produtos biológicos ou de origem natural que atuam na proteção, produtividade ou melhor qualidade da produção das plantas – em 100% da área inscrita no desafio.

A começar pela solução de tratamento de sementes Aveo® EZ, que cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). Também utilizou o inseticida Inside® FS, que elimina os alvos rapidamente, no manejo de sugadores.

Para impulsionar o desenvolvimento da planta, aplicou os reguladores de crescimento MaxCel® e ProGibb®, que fazem parte do programa SOJA+. MaxCel induz a formação de mais hastes laterais para uma melhor arquitetura produtiva da planta e ProGibb diminui significativamente o abortamento de flores e vagens, resultando em mais grãos e maior produtividade.

Somadas a essas eficientes soluções, o produtor utilizou também os fungicidas Pladius® e Excalia Max® e o MycoApply EndoFuse®, esta voltada para melhorar a qualidade biológica, promovendo maior longevidade, saúde e qualidade à planta.

 





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Qualidade do algodão dos EUA recua levemente



EUA semeiam 92% da safra de algodão até 22 de junho




Foto: Divulgação

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (24) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até 22 de junho os produtores norte-americanos haviam semeado 92% da safra de algodão para 2025. O índice representa queda de um ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado e de três pontos percentuais abaixo da média dos últimos cinco anos.

O relatório aponta ainda que 26% da safra atingiu o estágio de quadratura, fase anterior à formação das maçãs, o que representa redução de três pontos percentuais em relação a 2024, embora esteja em linha com a média histórica.

No mesmo período, 5% do algodão do país estava em formação de maçãs — um recuo de três pontos percentuais em comparação ao ano anterior e de um ponto abaixo da média dos últimos cinco anos.

A qualidade das lavouras também apresentou leve deterioração. Em 22 de junho, 47% da área plantada foi classificada entre boa e excelente, um ponto percentual abaixo da semana anterior.





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Canola exige replantio em áreas afetadas por chuvas


O avanço da semeadura da canola no Rio Grande do Sul foi interrompido pelas chuvas das últimas semanas, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26). Embora a maioria dos produtores tenha concluído o plantio nos períodos anteriores, os elevados volumes de precipitação comprometeram a emergência das plantas, principalmente nas áreas semeadas mais recentemente.

No Noroeste do estado, lavouras implantadas de forma precoce apresentam falhas no estande, causadas por emergência irregular e pela ação de pragas em plântulas em fase de estabelecimento. “Essa condição pode comprometer o potencial produtivo das lavouras, mas ainda não é possível mensurar as perdas”, informou a Emater/RS-Ascar.

A projeção da entidade é de que a área cultivada atinja 203.206 hectares, com produtividade estimada em 1.737 quilos por hectare. Em comparação com a safra anterior, isso representa aumento de 37,41% na área plantada e de 22,56% na produtividade.

Na região de Bagé, a estimativa de plantio é de 25.995 hectares, dos quais 78% já foram semeados. No entanto, parte dessa área deverá ser replantada devido aos impactos causados pelas fortes chuvas durante estágios críticos de germinação e emergência. Em Manoel Viana, apesar da conclusão da semeadura nos 7.300 hectares previstos, amplas áreas demandam replantio por conta de enxurradas que arrastaram sementes, fertilizantes e solo.

Na região de Frederico Westphalen, cerca de 65% das lavouras estão em fase vegetativa, e 35% em floração. Em Ijuí, a semeadura foi finalizada, mas as chuvas impediram os tratos culturais. As plantas evoluíram rapidamente para elongação e início da inflorescência, com maior densidade observada nas áreas semeadas entre o fim de maio e o início de junho.

Em Santa Maria, 92% das áreas foram semeadas, com predomínio do desenvolvimento vegetativo. Em Santa Rosa, 97% da área projetada foi semeada; 76% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 24% em floração, com alguns cultivos já iniciando o enchimento de grãos.

Na região de Soledade, a semeadura foi concluída, mas as chuvas intensas causaram erosão hídrica, prejudicando a fertilidade do solo em áreas de escoamento superficial.





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Preço do boi gordo segue estável em São Paulo



Boi China tem queda de R$3,00 no Sul de Goiás




Foto: Divulgação

A análise “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou estabilidade nos preços do boi gordo nas praças paulistas nos últimos dias. A oferta de bovinos aumentou e a comercialização de carne no mercado interno demonstrou sinais de desaceleração. Segundo a consultoria, parte dos compradores está fora das compras e pretende aguardar o desempenho das vendas do fim de semana para retomar as negociações.

Apesar do cenário de pressão, os valores não sofreram alterações para todas as categorias. As escalas de abate nas indústrias frigoríficas paulistas seguem atendendo, em média, a nove dias.

No Acre, também não houve variação nas cotações. As escalas estão mais dilatadas, alcançando cerca de 30 dias.

No Sul de Goiás, compradores mantêm escalas confortáveis e parte deles se afastou da aquisição de machos. Com a redução na venda de carnes e a oferta suficiente para atender à demanda atual, os preços sofreram queda: R$ 3,00 por arroba para o “boi China” e R$ 2,00 para as demais categorias. As escalas de abate na região atendem a uma média de sete dias.

No Sul do Tocantins, os preços permaneceram inalterados em comparação ao dia anterior, segundo o levantamento da Scot Consultoria.





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excesso de chuva atrasa colheita da safrinha


A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) informou, em análise divulgada nesta quinta-feira (26), que os preços do milho seguem estabilizados no Brasil. A média gaúcha está em R$ 63,41 por saca, enquanto as principais praças locais operam em torno de R$ 61,00. Em outras regiões do país, os valores recuaram, variando entre R$ 40,00 e R$ 64,00, com algumas localidades do Centro-Oeste registrando cotações abaixo de R$ 40,00 por saca.

No cenário de colheita, o avanço da safrinha 2025 segue comprometido pelo excesso de umidade. Segundo a AgRural, até 26 de junho, 13% da área havia sido colhida no Centro-Sul, abaixo dos 34% observados no mesmo período do ano anterior. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que, até o dia 21, a colheita atingia 10,3% do total nacional, ante 17,5% na média das últimas cinco safras. Os maiores avanços foram registrados no Mato Grosso (27,6%), Tocantins (14,6%), Maranhão (11,4%) e Paraná (8,8%).

No Mato Grosso, dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indicam que a colheita chegou a 14,1% no início desta semana, bem abaixo dos 37,6% registrados no mesmo período de 2024. A média histórica é de 26,8%.

No Tocantins, o trabalho de campo teve início com boa produtividade. Até 13 de junho, cerca de 2,1% da área havia sido colhida. O estado plantou 440 mil hectares na segunda safra, 7% acima do ciclo anterior, e estima-se uma produção de 2,4 milhões de toneladas, com produtividade média de 90,3 sacas por hectare.

Enquanto a Conab projeta uma produção total de segunda safra em torno de 101 milhões de toneladas, a consultoria Agroconsult estima um volume superior, de até 123,3 milhões. Se esse número se confirmar, a produção total de milho no Brasil em 2025 poderá chegar a 148 a 150 milhões de toneladas.

A grande oferta, no entanto, não encontra contrapartida nas exportações. A Ceema alerta para o risco de forte pressão nos preços devido à lentidão nas vendas externas e aos gargalos logísticos. De acordo com os dados mais recentes, o Brasil exportou apenas 234.682 toneladas de milho nos 14 primeiros dias úteis de junho, o que representa uma queda de 60,6% na média diária em relação a junho de 2024. A projeção para o ciclo comercial 2025/26 é de que o Brasil exporte 48 milhões de toneladas até 31 de janeiro de 2026.





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Europa registra calor de 42°C em junho



Safras de verão aceleram sob calor europeu




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (24) o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, no qual aponta a intensificação das condições secas e quentes sobre o território europeu. A elevação das temperaturas se estendeu para o leste do continente, enquanto chuvas precederam a onda de calor na Europa Central.

Uma ampla área de alta pressão foi responsável pelas temperaturas elevadas observadas na Espanha, onde os termômetros marcaram entre 35°C e 42°C, e em países vizinhos. A França registrou máximas entre 34°C e 38°C, enquanto o norte da Itália apresentou variações entre 33°C e 37°C. Esse cenário acelerou o avanço das safras de verão rumo ao estágio reprodutivo e, segundo o USDA, pode ter provocado estresse em lavouras de algodão em flor na Andaluzia, no sul da Espanha. “As temperaturas médias semanais superaram os 30°C, limite considerado crítico para o algodão”, informou o órgão.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

O calor anormal, com até 5°C acima da média, atingiu também regiões do norte da Europa, como Inglaterra e Alemanha, favorecendo a secagem e a colheita das culturas de inverno, além de acelerar o desenvolvimento dos grãos de primavera e demais cultivos de verão.

Nos dias finais do período de monitoramento, o calor se espalhou pelo leste europeu. Entretanto, no início da semana, as temperaturas médias se mantiveram próximas ao normal na faixa entre a Polônia e os Bálcãs.

A alta temperatura foi antecedida por chuvas e tempestades de intensidade variada, com volumes entre 1 mm e 65 mm, principalmente na Europa Central. Esse regime irregular de precipitações manteve a umidade do solo em níveis adequados para o suporte das culturas de inverno e vegetativas de verão. Contudo, o USDA alertou para a persistência de tempo seco em áreas agrícolas importantes situadas entre a Hungria e o baixo Vale do Rio Danúbio, ainda que as máximas diurnas tenham permanecido abaixo dos níveis de estresse para as lavouras.





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Lavouras de trigo têm bom desempenho no Paraná



Trigo mantém preços estáveis no PR e RS




Foto: Canva

Segundo análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), na quinta-feira (26), os preços do trigo de qualidade superior seguiram estáveis na semana de 20 a 26 de junho.

No Rio Grande do Sul, o valor praticado foi de R$ 70,00 por saca, enquanto no Paraná o preço permaneceu em R$ 78,00. No mercado livre FOB, também houve estabilidade, com a tonelada cotada a R$ 1.500,00 no Paraná e R$ 1.300,00 no Rio Grande do Sul.

Em relação ao plantio, o Paraná alcançou 91% da área esperada para esta safra, com 99% das lavouras avaliadas em boas condições. No Rio Grande do Sul, o avanço foi mais lento, atingindo aproximadamente 40% da área prevista. Segundo a Ceema, o ritmo mais lento no estado gaúcho é resultado das chuvas intensas Trigo mantém preços estáveis no PR e RSTrigo mantém preços estáveis no PR e RSas nos últimos dias, que dificultaram os trabalhos no campo.





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