quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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Sul retoma comercialização da soja


O estado do Rio Grande do Sul retoma ritmo normal de comercialização da soja após avanço pontual nas vendas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Não temos mais mercado indicando preços no junho. A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 134,50 para 15/07 (entregas 20/06 a 10/07) e R$ 138,30 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 143,50 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08”, comenta.

Santa Catarina conclui colheita da soja com avanço na safra de inverno e atenção à logística. “Não foram encontradas informações atualizadas sobre as condições de frete ou a capacidade de armazenagem em Santa Catarina, mas o estado projeta crescimento expressivo na safra de inverno 2025/26, com destaque para a cevada. Esse cenário sinaliza uma dinâmica agrícola mais intensa, que exigirá atenção redobrada à infraestrutura logística para garantir o bom escoamento das próximas safras. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,06”, completa.

Paraná finaliza colheita da soja e aposta em infraestrutura para enfrentar pressão logística. “Apesar da ausência de dados específicos sobre fretes, a pressão nacional no setor é um desafio constante, exigindo soluções locais para garantir competitividade. Em Paranaguá, o preço chegou R$ 133,28. Em Cascavel, o preço foi 119,22. Em Maringá, o preço foi de R$ 121,44. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 119,47 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,26. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, indica.

Com colheita encerrada, Mato Grosso do Sul enfrenta pressão logística e aposta em armazenagem. “Sem estoques bem distribuídos e estruturas adequadas, os produtores enfrentam maiores dificuldades para negociar em melhores condições e proteger suas margens. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 117,30, Campo Grande em R$ 117,30 (-0,65%), Maracaju em R$ 117,30, Chapadão do Sul a R$ 113,59 (+1,40%), Sidrolândia a em R$ 117,30”, informa.

Déficit de armazenagem impõe desafios à comercialização no Mato Grosso. “Campo Verde: R$ 112,89(-0,08%). Lucas do Rio Verde: R$ 110,03(-2,61%), Nova Mutum: R$ 110,03. Primavera do Leste: R$ 112,89. Rondonópolis: R$ 112,89. Sorriso: R$ 110,03”, conclui.

 





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Atraso na colheita eleva milho na B3


Segundo informações da TF Agroeconômica, o milho negociado na B3 encerrou a segunda-feira em alta, impulsionado pelo atraso na colheita e no programa de exportação brasileiro. O relatório semanal da Conab apontou avanço de apenas 3,9% na colheita da safrinha, ritmo abaixo dos 13,1% do mesmo período de 2024 e da média de 8,4% dos últimos cinco anos. Além disso, as exportações seguem lentas: em maio, houve queda de 90,6% em relação ao ano anterior, e nos primeiros 10 dias de junho, o volume embarcado foi apenas 7,8% do registrado no mesmo período de 2024.

Esse cenário reforça a importância de um volume mínimo de exportações para equilibrar os estoques internos e manter a paridade de preços com o mercado internacional. Na B3, os principais contratos futuros de milho fecharam em alta: julho/25 foi negociado a R\$ 62,87 (+R\$ 0,46 no dia), setembro/25 a R\$ 67,61 (+R\$ 0,30), embora ambos ainda apresentem queda acumulada na semana.

No mercado internacional, o milho na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou misto nesta terça-feira. O contrato de julho, referência para a safra de verão brasileira, recuou 0,75% ou \$ 3,25 cents/bushel, cotado a \$ 431,50. Já o contrato de setembro, usado como referência para a safrinha, avançou 0,95% ou \$ 4,00 cents/bushel, encerrando a \$ 423,75.

Essa variação foi motivada pela combinação de fatores: ajustes na safra antiga, alta expressiva do trigo e a expectativa de maior demanda por etanol, em meio ao agravamento das tensões entre Israel e Irã. A lentidão na colheita brasileira e o ritmo fraco das exportações também ajudaram a sustentar as cotações da nova safra.

 





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Confira o que acontece no mercado de milho


O mercado de milho segue lateralizado no Rio Grande do Sul, com negócios pontuais, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A referência permanece em R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, R$ 69,00 em Seberi e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. As indicações para o interior em junho oscilam entre R$ 66,00 e R$ 68,00, mas os vendedores continuam firmes nas pedidas e evitam fechar negócio nos níveis atuais. O preço de pedra em Panambi segue em R$ 61,00 por saca”, comenta.

Safra recorde em Santa Catarina contrasta com mercado ainda travado. “No Planalto Norte, os produtores insistem em R$ 82,00 por saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 79,00. Em Campos Novos, o cenário é ainda mais discrepante: os pedidos variam entre R$ 83,00 e R$ 85,00, mas os compradores não ultrapassam R$ 80,00 CIF, mantendo o mercado totalmente desalinhado. A comercialização segue emperrada apesar do excelente desempenho das lavouras”, completa.

A colheita travada no Paraná mantém o mercado lento. “Nos Campos Gerais, o milho disponível é ofertado a R$ 76,00 por saca FOB, com registros pontuais de pedidos a R$ 80,00, mas as ofertas CIF para junho seguem em R$ 73,00, voltadas especialmente à indústria de rações. No campo, a colheita da segunda safra continua praticamente paralisada”, indica.

Liquidez baixa persiste em Mato Grosso do Sul, mesmo com recuperação em algumas regiões. “As cotações mais recentes confirmam esse cenário: R$ 50,60 em Dourados, R$ 53,00 em Campo Grande, R$ 54,00 em Sidrolândia, R$ 53,00 em Maracaju e R$ 46,59 em Chapadão do Sul, que se recupera após sofrer forte queda na semana anterior. Com a colheita da segunda safra ainda em ritmo lento, a oferta segue restrita, impedindo avanço significativo nas comercializações”, conclui.

 





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Mercado de trigo enfrenta desafios


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil enfrenta desafios significativos para a safra de 2025, especialmente no Rio Grande do Sul. Embora a Emater projete uma área de 1,19 milhão de hectares, cooperativas, cerealistas e produtores estimam um máximo de 1 milhão de hectares. A baixa adubação de base e as chuvas excessivas que atrasaram o plantio indicam uma produção entre 3,0 e 3,3 milhões de toneladas, o que pode reduzir a projeção nacional da Conab em até 1 milhão de toneladas. Além disso, houve descarte de sementes, sinalizando uma redução de 65% no uso planejado.

No mercado disponível, a comercialização está praticamente paralisada, sem negócios futuros ou novas demandas. Os moinhos consideram o preço de referência futuro de R$ 1.330,00 em Rio Grande elevado, enquanto a farinha não apresenta reação no mercado. O volume disponível no estado para negociação gira entre 320.000 e 370.000 toneladas. Na exportação, o valor para dezembro recuou para R$ 1.280,00, refletindo a pouca presença dos moinhos. O preço da pedra em Panambi se manteve em R$ 70,00 a saca.

Em Santa Catarina, o mercado continua lento, dependendo do escoamento da farinha. Os moinhos indicam preços entre R$ 1.420,00 e R$ 1.430,00 CIF, enquanto sobra de semente é negociada a R$ 1.500,00 FOB. O trigo gaúcho chega ao estado entre R$ 1.480,00 e R$ 1.500,00 CIF. A Conab já apontou redução de 6,3% na produção local, apesar de ligeiro aumento de área. Os preços da pedra mantiveram estabilidade, variando entre R$ 75,00 e R$ 80,00 a saca, conforme a região.

No Paraná, o mercado segue travado, com vendedores buscando valores acima de R$ 1.550,00/t FOB, mas compradores ofertando R$ 1.500,00 CIF para julho e outubro. A forte presença de trigo importado, especialmente argentino, pressiona os preços, com oferta de US$ 275-278/t em Paranaguá. A média da pedra recuou 0,70% na semana, para R$ 78,70, ainda garantindo um lucro médio de 7,03% ao produtor, segundo o Deral.

 





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Semeadura avança, mas preços do trigo seguem em queda no Brasil



Com oferta e câmbio desfavoráveis, mercado desacelera




Foto: Pixabay

Os preços do trigo continuam em trajetória de queda no mercado brasileiro. A combinação entre a baixa demanda interna, o avanço da semeadura e os efeitos do câmbio pressionam as cotações, dificultando a recuperação dos valores pagos ao produtor.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a desvalorização do dólar frente ao real e o recuo das cotações internacionais intensificam o movimento de baixa. A retração na demanda interna também tem peso importante, já que muitas indústrias moageiras permanecem abastecidas ou operando com trigo importado, o que reduz o interesse pelas compras no mercado doméstico.

Do lado da produção, os agricultores estão com foco total nas atividades de campo, o que contribui para uma liquidez reduzida. O Cepea aponta que o volume de negócios no mercado interno segue limitado, refletindo o atual descompasso entre oferta e demanda.

No campo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que, até o dia 7 de junho, cerca de 42% da área total prevista para o trigo no Brasil já havia sido semeada. A tendência é de avanço nas próximas semanas, especialmente nas regiões Sul e Centro-Oeste, que concentram a maior parte da produção nacional.

A mais recente estimativa da Conab projeta uma área cultivada de 2,67 milhões de hectares, número 1% menor do que o previsto em maio e 12,6% inferior à área da safra passada. Apesar disso, a produção estimada é de 8,192 milhões de toneladas, o que representa uma leve queda de 0,8% em relação à previsão anterior, mas ainda 3,8% superior ao volume colhido na safra de 2024.

Com esse cenário de preços pressionados e ritmo lento nos negócios, os agentes do setor seguem atentos ao clima e ao câmbio, dois fatores que ainda podem influenciar diretamente a rentabilidade da nova safra e os rumos do mercado interno nas próximas semanas.





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Tecnologia regenerativa para solo aumenta disponibilização de boro no milho e aumenta potencial produtivo


O milho, uma das principais culturas do agronegócio brasileiro, exige equilíbrio nutricional para expressar seu máximo potencial produtivo. Entre os micronutrientes fundamentais, o Boro tem papel decisivo, especialmente no processo de fecundação, formação e preenchimento dos grãos na espiga. A deficiência desse elemento compromete diretamente a produtividade, resultando em espigas falhadas, grãos malformados e perdas econômicas significativas.

Recentemente, estudos conduzidos pelo renomado especialista Dr. Ubirajara Fontoura, PhD em solos e cofundador da Embrapa Centro-Oeste, onde também foi Diretor Geral, demonstraram que o uso da Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), quando aplicada no solo, aumenta significativamente os teores de fósforo (14%), potássio (13%) e boro nas plantas de milho, sendo esse último acima de 10%.

A descoberta reforça que a TCP não é apenas uma solução biológica voltada para o solo, mas também um agente promotor de equilíbrio nutricional para a planta. “O que observamos foi um aumento consistente dos teores de boro, o que impacta diretamente na fecundação das flores, no enchimento dos grãos e, consequentemente, na produtividade das lavouras”, afirma Dr. Ubirajara.

O boro é essencial para a formação dos tubos polínicos durante a fecundação, além de participar da divisão celular e do transporte de açúcares. Sua deficiência impede o desenvolvimento pleno das espigas, reduzindo o número de grãos e afetando diretamente o rendimento final da lavoura.

Este é mais um dos inúmeros benefícios observados com o uso da Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), que atua restaurando o equilíbrio biológico do solo e proporcionando uma série de interações naturais fundamentais, como:

– Fixação biológica de nitrogênio,

– Maior disponibilização de macro e micronutrientes (como fósforo, potássio, manganês, cálcio e, agora comprovadamente, boro),

– Descompactação biológica do solo,

– Maior tolerância das plantas ao estresse hídrico,

– Melhor desenvolvimento radicular e vegetativo,

– Plantas mais saudáveis, vigorosas e produtivas.

A TCP não entrega apenas uma correção pontual, mas promove uma verdadeira regeneração da vida no solo, permitindo que ele volte a exercer suas funções naturais, que muitas vezes foram perdidas devido ao manejo convencional e ao uso excessivo de insumos químicos.

Com resultados científicos, dados de campo e o respaldo de especialistas como Dr. Ubirajara Fontoura, a Tecnologia do Consórcio Probiótico vem se consolidando como uma das mais promissoras ferramentas da agricultura regenerativa no Brasil.

 





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O MAPA está encarecendo o agro?



Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação



Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação
Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação – Foto: inpEV

A recente publicação da Portaria 805/2025 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) instaurou, de forma unilateral, um programa de rastreabilidade de defensivos agrícolas baseado exclusivamente em etiquetas de Radio Frequency Identification (RFID). Segundo Victor Ayres, Assessor Parlamentar no Senado Federal, essa decisão foi tomada sem consulta pública ou Avaliação de Impacto Regulatório (AIR), descumprindo o Decreto nº 10.411/2020 e atropelando as discussões do Grupo de Trabalho instituído em 2024 para tratar do tema.

Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação da norma, a restrição tecnológica que favorece poucas empresas fornecedoras e o aumento de custos que recairá sobre toda a cadeia produtiva. “A estimativa de custo adicional de R$ 0,30 por embalagem de defensivo agrícola, somada a novos encargos logísticos, representa um fardo desproporcional à cadeia do agronegócio, sem comprovação de que o sistema imposto resultará em ganhos reais de segurança ou controle”, comenta.

Para conter os impactos imediatos, o senador Marcos Rogério (PL-RO) apresentou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 336/2025, que visa sustar a Portaria 805/2025. O objetivo é restabelecer a segurança jurídica no setor, reabrir o diálogo com todos os atores envolvidos e permitir que a política de rastreabilidade seja construída de forma técnica, transparente e economicamente viável.

“O que o MAPA precisa responder? Por que restringir ao uso de apenas uma tecnologia específica (RFID), ignorando alternativas viáveis, acessíveis e já utilizadas globalmente como QR Codes, blockchain ou plataformas em nuvem?  Mais grave ainda: por que o Ministério da Agricultura não realizou consulta pública, não elaborou AIR e desconsiderou o próprio Grupo de Trabalho criado para esse fim?”, indaga.

 





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O Rio Grande do Sul corre risco de uma nova enchente?


As condições meteorológicas no Rio Grande do Sul seguem exigindo atenção redobrada. Nesta quarta-feira (18), as instabilidades climáticas continuam atuando de forma intensa, principalmente nas regiões centrais e sul do estado. O alerta vem do meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink, que analisou os eventos recentes e destacou o risco de novos alagamentos e possíveis enchentes em áreas já fragilizadas pelas chuvas persistentes de junho.

“Os acumulados de chuva já superam os 75 mm em cidades como Santa Maria, Camaquã e Santa Cruz do Sul, com registros localizados que passam dos 140 mm. Como o solo está bastante encharcado, há risco elevado para alagamentos nessas regiões”, explica Rodrigues. Segundo ele, em áreas como Charqueadas e Porto Alegre, os volumes também chamam atenção, ultrapassando os 70 mm em alguns pontos.

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A partir de quinta-feira (19), as chuvas devem se deslocar para o norte do estado, atingindo com força municípios como Ijuí, Três de Maio e Erechim. “Mesmo com a perda gradual da intensidade no centro-sul, os acumulados ainda são elevados no norte gaúcho e podem chegar a 128 mm de forma pontual”, destaca o meteorologista. Ele aponta que os núcleos mais intensos de instabilidade avançam em seguida para Santa Catarina e o sudoeste do Paraná, especialmente nas áreas próximas a Xanxerê e Concórdia.

Na sexta-feira (20), o cenário começa a mudar com a saída das instabilidades em direção ao oceano. Essa mudança trará um alívio temporário para o centro-norte do Rio Grande do Sul e boa parte de Santa Catarina. “A previsão é de volumes muito baixos, abaixo de 10 mm em cidades como Cachoeira do Sul, Bagé e Florianópolis, embora chuvas fracas e isoladas ainda possam ocorrer em pontos do norte catarinense e do sudoeste paranaense”, afirma Rodrigues.

No entanto, esse período de trégua será curto. Já no domingo (22), uma nova frente de instabilidade deve avançar a partir do Paraguai e atingir novamente o norte do Rio Grande do Sul, além do oeste catarinense e sudoeste do Paraná. “A expectativa é de que os volumes voltem a subir, com acumulados superiores a 20 mm em cidades como Marau, Tapejara e Pato Branco. Há potencial para episódios de tempo severo e chuva intensa em curto período”, alerta.

O risco de enchente segue no radar. Mesmo com a previsão de menor volume de chuva a partir de sexta, os níveis dos rios do estado devem continuar subindo até sábado (21). A maior preocupação recai sobre bacias como o baixo Jacuí (centro-leste), Vacacaí-Vacacaí Mirim (região central), Ibicuí (sudoeste) e Butuí-Piratini-Icamaquã (oeste gaúcho). “Apesar do risco, os impactos devem ser localizados e menos severos do que os observados em maio”, avalia o meteorologista.

De acordo com Rodrigues, a expectativa é de que os níveis dos rios comecem a se normalizar de forma gradual apenas a partir da próxima segunda-feira (23). “A redução dos volumes de chuva nas principais bacias será fundamental para a estabilização dos níveis dos rios, mas até lá é importante manter o monitoramento e seguir as orientações das autoridades locais”, conclui.





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Chuvas bloqueiam rodovia entre Novo Cabrais e Candelária



Com pista alagada e ponte danificada, motoristas enfrentam desvios no Centro do RS




Foto: Reprodução/Redes Sociais

As intensas chuvas que atingem a região Central do Rio Grande do Sul provocaram o bloqueio total de dois trechos da RSC-287 entre os municípios de Novo Cabrais e Candelária, principal ligação entre o interior e a Região Metropolitana. 

Segundo informações do Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, a sinalização de alerta foi instalada ainda nas primeiras horas do dia, e os motoristas precisam buscar rotas alternativas. A principal opção indicada é utilizar a BR-153 por Cachoeira do Sul, com acesso posterior à BR-290 em direção a Porto Alegre.

Além desse ponto crítico, outro trecho da RSC-287 também foi interditado no km 167, ainda em Novo Cabrais. Neste caso, o bloqueio ocorreu após o Arroio Barriga transbordar e cobrir o desvio provisório construído pela concessionária Rota de Santa Maria — estrutura que substitui temporariamente a pista original danificada em enchentes anteriores.

Nos dois locais, o tráfego está completamente interrompido nos dois sentidos, sem previsão para liberação. Equipes da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), com sede em Candelária, devem inspecionar os danos ainda na tarde deste domingo para definir as próximas ações de recuperação.

Com a RSC-287 comprometida em dois pontos estratégicos, a recomendação é que condutores programem seus deslocamentos com atenção redobrada e consultem as condições das estradas antes de sair. 





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