quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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São Paulo amplia produção de biogás com resíduos da cana-de-açúcar


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo informou sobre iniciativas voltadas à transição energética e ao fortalecimento do setor sucroenergético. Dentre os destaques está a instalação do primeiro gasoduto destinado exclusivamente ao transporte de biometano, em Presidente Prudente. O projeto, conduzido pela empresa Nécta Gás Natural, envolve investimento de R$ 12 milhões e prevê a implantação de uma rede de 40 quilômetros, com expectativa de atender 5 mil pessoas e 58 estabelecimentos. O fornecimento do gás será feito pela Usina Cocal, localizada no município de Narandiba, próximo à região.

A iniciativa integra um conjunto de medidas voltadas à transição energética no estado de São Paulo. Entre elas, está o licenciamento ambiental das plantas de produção de biocombustíveis do setor sucroenergético, apresentado em 2024 pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, por meio da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).

O estado conta com cerca de 5,5 milhões de hectares cultivados com cana-de-açúcar e mantém-se como principal produtor nacional. Resíduos da cultura, como bagaço, vinhaça, palha e torta de filtro, são utilizados na geração de biogás. Após purificação, esse biogás se transforma em biometano, combustível com composição semelhante à do gás natural.

Parte desse avanço se deve ao trabalho desenvolvido pelo Instituto Agronômico (IAC-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O Programa Cana IAC, que completa 30 anos em 2024, promoveu o desenvolvimento de variedades mais produtivas e resistentes, além de tecnologias de manejo e ações em melhoramento genético, impulsionando o setor sucroenergético paulista.

Estudo conjunto da Fiesp e do Governo do Estado aponta que a produção de biometano pode alcançar 6,4 milhões de metros cúbicos por dia, frente aos atuais 0,4 milhão, o que representa o potencial de suprir até 40% da demanda de gás natural em São Paulo. O estudo estima ainda a criação de até 20 mil empregos diretos e indiretos, com redução de 16% nas emissões previstas nas metas climáticas estaduais.





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Dia do Chocolate reforça valor da produção artesanal



Gramado tem chocolate com Indicação Geográfica




Foto: Pixabay

Nesta segunda-feira (7), data em que se celebra o Dia Mundial do Chocolate, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destacou a importância do reconhecimento da origem geográfica do produto como forma de valorização da cadeia produtiva cacaueira no Brasil. A pasta tem incentivado o registro de Indicação Geográfica (IG) para produções de chocolate que se destacam por suas características específicas de solo, clima, relevo e práticas culturais.

Segundo a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI/Mapa), o registro de IG pode assumir duas modalidades: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). A IP refere-se a regiões que se tornaram conhecidas por determinada produção ou extração. Já a DO exige que as qualidades do produto estejam diretamente ligadas ao meio geográfico e aos fatores naturais e humanos locais.

O Brasil já conta com reconhecimentos relevantes no setor. A Associação de Indústria e Comércio de Chocolates Caseiros de Gramado, no Rio Grande do Sul, obteve o selo de IP em 2021, por sua tradição na produção artesanal. No segmento de cacau, duas associações receberam o reconhecimento: a Associação dos Produtores de Cacau do Sul da Bahia e a Associação dos Cacauicultores de Linhares, no Espírito Santo, ambas pela produção de amêndoas com potencial de transformação em chocolate.

Para conquistar o selo, é necessário que a região comprove uma origem geográfica específica, características distintas do produto, métodos de produção tradicionais e um sistema de controle e registro. A certificação é concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), com o Mapa atuando como fomentador dos processos e da qualificação das cadeias produtivas.

O Mapa avalia que o reconhecimento fortalece a produção rural, valoriza o produto artesanal e promove o desenvolvimento das economias locais. Além disso, o selo assegura autenticidade e reforça a confiança do consumidor em relação à procedência e qualidade do chocolate brasileiro.





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Frio e férias influenciam preços de frutas em Minas Gerais


A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) divulgou, com apoio da Emater-MG, Epamig e IMA, a mais recente análise dos preços das frutas comercializadas na unidade da Ceasa Minas em Contagem. O levantamento, referente ao período de 23 de junho a 4 de julho de 2025, aponta variações nos preços influenciadas principalmente por fatores climáticos e pela demanda atípica durante o recesso escolar.

Segundo a análise, entre as dez frutas mais comercializadas no entreposto — como banana, limão, mamão, maçã, manga, melancia e uva — apenas algumas mantiveram os preços estáveis, como o abacaxi, o coco verde, a laranja pera, a melancia e a uva Itália. Já produtos como banana, limão Tahiti e mamão apresentaram elevação nas cotações.

O mamão, por exemplo, teve alta mesmo com a demanda moderada. A Seapa destacou que as temperaturas mais baixas reduziram a oferta nacional, resultando em frutos menores e menos maduros. “A menor disponibilidade nas lavouras e nos centros de distribuição sustenta os preços em patamar elevado”, avaliou a pasta.

No sentido oposto, maçã e manga registraram queda de preços. A redução no valor da maçã foi atribuída ao impacto das ondas de frio e ao recesso escolar, que retraíram o consumo. A manga Tommy também apresentou leve recuo, refletindo a menor procura durante o inverno nas regiões Sul e Sudeste, além da redução na demanda provocada pelas férias.

O levantamento, realizado semanalmente pela Seapa, integra uma estratégia de monitoramento do abastecimento e formação de preços baseada em custos, concorrência, oferta e demanda. O objetivo é antecipar impactos no mercado hortifrutigranjeiro e orientar os agentes da cadeia produtiva sobre os movimentos comerciais.

 





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Safra global de arroz 2025/26 deve atingir recorde



No Brasil, a conjuntura é desafiadora



No Brasil, a conjuntura é desafiadora
No Brasil, a conjuntura é desafiadora – Foto: Pixabay

A produção mundial de arroz na safra 2025/26 deve atingir um volume recorde de 542 milhões de toneladas, superando em 1% a colheita de 2024/25. Os estoques finais globais também devem alcançar patamar histórico, com 185,1 milhões de toneladas. As informações são da analista Marina Marangon Moreira, do Itaú BBA.

A Índia se destaca ao projetar sua décima safra recorde consecutiva, estimada em 151 milhões de toneladas, impulsionada pela ampliação da área plantada e pelo início precoce das monções. Com estoques iniciais elevados e a retomada das exportações após restrições na temporada 2023/24, os preços do arroz indiano devem se manter bastante competitivos no cenário internacional.

Nos Estados Unidos, as áreas de arroz estão em fase de desenvolvimento, com a maioria das lavouras em boas condições, contribuindo para o cenário global de ampla oferta. Esse ambiente de abundância tende a exercer pressão sobre os preços no mercado internacional.

No Brasil, a conjuntura é desafiadora. A forte oferta, aliada à competitividade externa, continua restringindo a liquidez do mercado interno. A tendência é de que esse quadro persista, a menos que haja ajustes na demanda ou redução dos estoques. Além disso, os preços deprimidos devem dificultar os investimentos na safra 2025/26. O USDA já projeta uma queda na produção brasileira para 7,6 milhões de toneladas, inferior à registrada em 2024/25.

“Do lado do varejo, uma retomada nos estoques deve ocorrer apenas quando os preços do arroz se estabilizarem. Porém, as aquisições vêm mostrando níveis fracos por um longo período, o que significa que o reabastecimento não deve demorar muito a acontecer”, conclui.

 





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Evolução dos EPIs garante mais segurança aos aplicadores


Na ausência inicial de equipamentos específicos para a proteção de trabalhadores rurais, foram adotados itens inadequados, como roupas de PVC e máscaras industriais. Segundo Luiz Carlos Castanheira, engenheiro agrônomo e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), a década de 1980 marcou um avanço, quando a Shell introduziu kits de EPI fabricados em TNT, com proteção direcionada para cada tipo de Aplicação de defensivos. No entanto, materiais como TNT, TYVEK® e PVC mostraram-se pouco eficazes para o campo.

Com o tempo, surgiram vestimentas de algodão tratadas com hidro-repelente, que passaram a garantir mais proteção e conforto térmico aos trabalhadores. A legislação, vale lembrar, exige o uso de EPIs, mas Castanheira destaca que não é possível padronizar a proteção, dada a variedade de culturas e métodos de aplicação existentes.

Cada situação demanda um tipo específico de EPI. Um aplicador de isca peletizada, por exemplo, não enfrenta a mesma exposição de quem opera um pulverizador costal. Da mesma forma, quem pulveriza alface, morango ou café enfrenta riscos distintos de quem trabalha com culturas como cana-de-açúcar, abacate, citrus, abacaxi ou tomate. Além disso, o ambiente — se aberto ou fechado — e o tipo de equipamento (costal, drone, avião agrícola, autopropelido, entre outros) influenciam diretamente na escolha do equipamento de proteção.

Hoje, a indústria já oferece conjuntos específicos de EPI para diferentes culturas e situações, refletindo a evolução no cuidado com a saúde dos trabalhadores. Com produtos menos tóxicos, aplicação mais eficiente e EPIs adequados, é possível alcançar um equilíbrio entre produtividade e segurança no campo.

“Dessa maneira, hoje é possível garantir que, em função do uso de produtos menos tóxicos, o desenvolvimento de equipamentos de aplicação mais eficientes, e a evolução do conceito de proteção do trabalhador, com EPI específicos para cada situação de trabalho, os trabalhadores do campo podem hoje contar com mais segurança e conforto em suas atividades”, conclui.

 





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Fertilizantes: mitos e verdades



Também é verdade que o excesso de fertilizantes pode ser prejudicial



Também é verdade que o excesso de fertilizantes pode ser prejudicial
Também é verdade que o excesso de fertilizantes pode ser prejudicial – Foto: Canva

Os fertilizantes são essenciais para garantir a produtividade agrícola, fornecendo ao solo os nutrientes necessários para o desenvolvimento saudável das culturas. No entanto, persistem dúvidas e equívocos sobre seu uso. De acordo com Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes, empresa especializada em produtos biológicos, nutrição e tecnologia de aplicação, sem fertilizantes não seria possível produzir alimentos em escala suficiente para abastecer a população mundial.

Um dos mitos mais comuns é a confusão entre fertilizantes e agroquímicos. Enquanto os primeiros nutrem as plantas, os segundos protegem as lavouras contra pragas e doenças. Outro equívoco frequente é a ideia de que fertilizantes orgânicos são sempre melhores. Segundo Schiavo, o ideal é escolher o produto que melhor atende às necessidades da lavoura — ambos os tipos têm vantagens e podem ser usados de forma complementar.

Também é verdade que o excesso de fertilizantes pode ser prejudicial, pois o acúmulo de certos nutrientes pode inibir a absorção de outros, impactando negativamente a lavoura. Já a noção de que os fertilizantes são nocivos ao meio ambiente ou à saúde humana é incorreta. O uso adequado, seguindo os princípios dos 4Cs (fonte certa, dose certa, hora certa e local certo), evita impactos ambientais e garante segurança alimentar.

Por fim, Schiavo lembra que os nutrientes fornecidos às plantas são, em grande parte, os mesmos necessários ao corpo humano, como o nitrogênio nas proteínas e o fósforo nos ossos. Por isso, o uso racional e bem orientado dos fertilizantes é uma ferramenta fundamental para a sustentabilidade da produção de alimentos.

“Por exemplo: Para sintetizar proteínas, as plantas utilizam nitrogênio, que é a mesma classe de moléculas que constitui nossos músculos. O fósforo fornecido às plantas é o mesmo que compõe nossos ossos e dentes”, finaliza Schiavo.





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Sul fecha 1º semestre com diesel mais barato do País



O IPTL é considerado uma referência no setor



O IPTL é considerado uma referência no setor
O IPTL é considerado uma referência no setor – Foto: Pixabay

O Sul do Brasil encerrou o primeiro semestre de 2025 com os preços médios mais baixos do País para o diesel, segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). Em junho, o diesel comum foi comercializado a R\$ 5,94 e o S-10 a R\$ 5,97, após quedas de 1% e 1,32%, respectivamente. Esses foram os menores valores médios registrados entre todas as regiões brasileiras.

De acordo com o levantamento, que considera transações em 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, os preços de todos os combustíveis caíram na Região Sul na comparação com maio. A gasolina teve redução de 1,25%, sendo vendida, em média, a R\$ 6,34 — a maior retração nacional no período. Já o etanol teve queda de 1,28% e foi encontrado a R\$ 4,61.

Renato Mascarenhas, diretor da Edenred Mobilidade, alerta que a escolha do combustível mais vantajoso depende do estado. “Apesar da tendência de queda nos preços em toda a Região Sul, o motorista precisa estar atento, pois a escolha do combustível mais econômico varia de um estado para o outro. Os dados do IPTL mostram que, enquanto o etanol foi a opção mais vantajosa no Paraná, a gasolina se mostrou mais competitiva para os consumidores de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. É importante ressaltar, porém, que o etanol traz menor impacto ambiental em comparação à gasolina”, destaca.

O IPTL é considerado uma referência no setor por sua precisão e abrangência, apoiado na gestão de 1 milhão de veículos e média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, com mais de 30 anos de atuação, oferece soluções inteligentes e sustentáveis para mobilidade corporativa.





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Plano Safra fortalece a mecanização da agricultura familiar



Pequenos agricultores têm mais chance de investir



Pequenos agricultores têm mais chance de investir
Pequenos agricultores têm mais chance de investir – Foto: Canva

O novo Plano Safra 2025/2026 chega com um impulso decisivo para a agricultura familiar brasileira. Com mais de R$ 78 bilhões destinados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o governo aposta em juros subsidiados e na promoção de tecnologia, inovação e conectividade nas propriedades rurais como ferramentas-chave para o desenvolvimento sustentável do setor.

Apesar da atual taxa Selic em 15% ao ano, os financiamentos direcionados aos pequenos produtores mantêm taxas estáveis e, em alguns casos, até reduzidas. Essa política, de certa forma, ajuda com a democratização do acesso à mecanização, permitindo que agricultores familiares invistam em equipamentos e infraestrutura sem comprometer sua capacidade financeira.

Segundo Welinton Silva, coordenador de Desenvolvimento de Rede da YANMAR South America, a procura por máquinas agrícolas cresceu 24% em comparação ao ano passado. “Mais de 75% do nosso portfólio agrícola é voltado para o público pronafiano, e essa atualização do Plano Safra chega em um momento decisivo”, destaca. Ele cita os financiamentos com taxa de 2,5% ao ano para produtos até R$ 100 mil como um exemplo de incentivo direto à mecanização no campo.

A YANMAR, que tem forte atuação junto à agricultura familiar, vê nesta nova configuração do Plano Safra uma oportunidade para ampliar o acesso a modelos como o trator compacto Solis 26. Com condições facilitadas, agricultores podem adquirir equipamentos modernos, eficientes e adaptados às suas necessidades produtivas.

Mais do que um programa de crédito, o Plano Safra 2025/2026 representa um passo estratégico rumo à transformação tecnológica e sustentável da agricultura familiar, consolidando-se como um motor de inclusão e progresso para o campo brasileiro.

 





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Soja fecha em queda em Chicago com novas tensões



Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo



Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo
Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo – Foto: USDA

Nesta segunda-feira (07), os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram o dia em forte baixa, pressionados por fatores políticos e cambiais. Segundo informações da TF Agroeconômica, o contrato de agosto, referência para a safra brasileira, recuou -1,81%, ou -24,00 cents por bushel, fechando a US$ 10,31. Já o vencimento de setembro caiu -2,67% (-27,75 cents/bushel), cotado a US$ 10,13.

Os derivados da oleaginosa também acompanharam o movimento negativo. O farelo de soja para agosto recuou -1,87%, cotado a US$ 272,20 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja fechou em baixa de -1,12%, a US$ 53,94 por libra-peso. A desvalorização generalizada foi motivada por decepções no discurso de Donald Trump, que, em evento em Iowa, não apresentou novas medidas de estímulo ao comércio internacional.

A ausência de anúncios sobre compras chinesas ou acordos bilaterais frustrou as expectativas dos investidores e levou fundos a realizarem lucros, acelerando as quedas. Além disso, a desvalorização do real frente ao dólar contribuiu para um aumento na oferta da soja brasileira, com produtores aproveitando o câmbio para escoar estoques e abrir espaço nos armazéns para a colheita do milho safrinha.

Apesar das expectativas de crescimento de 10% nas exportações da oleaginosa em 2025, as vendas para a China — principal compradora global — caíram mais de 40% recentemente. Esse cenário reforça preocupações quanto à demanda externa. Segundo o USDA, os embarques semanais somaram 389 mil toneladas, dentro do esperado, mas insuficientes para conter o pessimismo do mercado.

 





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Confira como a soja iniciou a semana


No Rio Grande do Sul, a comercialização da soja segue em ritmo lento, com o mercado operando “da mão para a boca”, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados no julho (entrega julho e pagamento 30/07) ficaram em R$ 135,00 (-1,82%) porto. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 129,00 (-1,53%) Cruz Alta – Pgto. 30/07 – para exportador, R$ 129,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto, R$ 129,00 Ijuí – Pgto. 30/0808 – para fábrica, R$ 129,00 (-0,77%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 24/08. Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 118,00 a saca ao produtor”, comenta.

A comercialização da soja em Santa Catarina avança de forma lenta. “O calendário oficial e o vazio sanitário da soja para o próximo ciclo foram divulgados pela Cidasc, reforçando o planejamento técnico e fitossanitário como pilar da sustentabilidade produtiva no estado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 136,17 (+0,24%)”, completa.

O mercado paranaense busca equilíbrio entre retenção e escoamento da soja. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 135,60 (+1,10%). Em Cascavel, o preço foi 122,27 (+0,66%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,24 (-1,61%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,28 (+0,29%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$136,17 (+0,19%). No balcão, preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Infraestrutura de armazenagem limitam os ganhos da soja em Mato Grosso do Sul. “Paralelamente, o vazio sanitário em vigor desde meados de junho visa garantir a sanidade das próximas lavouras, apontando para a necessidade de um planejamento mais robusto que una produtividade com eficiência comercial. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 119,95 (-0,15%), Campo Grande em R$ 120,13 (0,29%), Maracaju em R$ 120,13 (0,29%), Chapadão do Sul a R$ 107,61 (-0,01%), Sidrolândia a em R$ 119,95 (-0,15%)”, informações.

Alta produção e baixa margem, entraves comerciais e logísticos marcam a soja em Mato

Grosso. “Campo Verde: R$ 115,59 (+0,64%). Lucas do Rio Verde: R$ 111,92, Nova Mutum: R$ 111,92. Primavera do Leste: R$ 115,59 (+0,26%). Rondonópolis: R$ 115,59 (+0,26%). Sorriso: R$ 111,46 (-0,41%)”, conclui.

 





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