terça-feira, abril 7, 2026

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Barter e FIDCs ganham espaço como alternativas ao crédito


Em meio à complexidade e ciclicidade do  mercado agro brasileiro, com acesso ao crédito cada vez mais restrito, a BASF Soluções para Agricultura vem ampliando a oferta de alternativas para o financiamento da produção agrícola. Em 2024, de todo o montante das vendas realizadas no Brasil, 43% dos negócios fechados pela BASF foram através de operações financeiras que são alternativas de crédito, como o barter, oferta de estruturas financeiras customizadas com a bancos a clientes e o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

O percentual representa um avanço da empresa em oferecer soluções completas e entender as necessidades dos clientes. Modalidades de crédito como o barter (troca), o FIDC e o Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro) vêm ganhando cada vez mais destaque. Essas ferramentas, conforme destaca Marcelo Batistela, vice-presidente da BASF Soluções para Agricultura no Brasil, são essenciais para o desenvolvimento do agronegócio. “A BASF quer ser a melhor parceira dos agricultores nessa cadeia. Além de oferecer tecnologias para proteção de cultivos, sementes, biotecnologia e agricultura digital, estamos trabalhando fortemente para viabilizar, melhorar e facilitar a experiência dos nossos clientes em fazer e sustentar seus negócios”, destaca.

Em janeiro de 2025, a BASF concluiu a captação de R$ 800 milhões de um fundo por meio do FIDC Opea Agro Insumos, lançado em 2022 e gerido pela Opea, que também atua como agente de cobrança. Foi a terceira emissão de um FIDC pela BASF, com o objetivo de impulsionar a venda de insumos agrícolas para seus clientes. Comparado ao período anterior, o fundo cresceu 55% no segundo ano e atingiu um crescimento expressivo de 93% no terceiro ano. Os recursos captados são utilizados na compra de insumos agrícolas por parte dos clientes da BASF, que incluem distribuidores, revendas, cooperativas e produtores rurais. Na operação, a BASF cede seus recebíveis referente a venda de insumos agrícolas a prazo safra, ou seja, com pagamento após a colheita, com o objetivo de ampliar o montante e a competitividade para esse tipo de crédito aos clientes

Para além do barter tradicional, BASF inova em opções

Além dos fundos de crédito, a empresa também é pioneira em opções diferenciadas de barter de insumos, que é uma operação de troca já consolidada no setor. Em 2021, a BASF foi a primeira empresa no Brasil a realizar o barter com emissões de créditos de descarbonização (CBIOs). Neste formato, a troca tem o objetivo de fomentar a descarbonização e estimular a sustentabilidade ambiental na indústria brasileira com base na Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). “Com essa inovação, aliada com compromissos ambientais da BASF, apoiamos a redução de pegada de carbono em todo o país e fortalecemos o legado da agricultura brasileira com mais sustentabilidade e conveniência aos nossos parceiros”, afirma José Roberto Louzado Jr, gerente Sênior de Operações de Negocios da BASF Soluções para Agricultura.

Outra modalidade de barter que a BASF consolidou no último ano foi a operação realizada com créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A opção tem como objetivo viabilizar o crédito excedente, que não seria acessado, em forma de troca de insumos. Após avaliar os créditos do cliente e os próprios débitos, a BASF propõe o barter com as suas soluções, criando mais conveniência ao agricultor. “Buscamos entender as necessidades dos nossos parceiros para viabilizar alternativas que agreguem valor a nossa oferta de produtos e serviços. Nós desenvolvemos essas operações e cuidamos de todo o processo para proporcionar mais facilidade e agilidade na experiência dos nossos clientes. Hoje atuamos em praticamente todo o sistema produtivo com um portfólio de operações para diferentes culturas, como soja, milho, algodão, trigo, café, amendoim, cana de açúcar e até mesmo energia”, completa Jr.





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O impacto da argila na fertilização do milho



O uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva



O  uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva
O uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva – Foto: Freepik

A APF System destacou no LinkedIn a importância do Nitrogênio para o milho e os desafios da sua retenção em solos arenosos. Esse nutriente é essencial para o desenvolvimento da lavoura, mas pode ser perdido por lixiviação, comprometendo a produtividade. Enquanto em solos argilosos a lixiviação de nitrato ocorre a uma taxa de 0,5 mm por mm de chuva, em solos arenosos essa taxa pode chegar a 5 mm por mm de chuva, reduzindo a eficiência da adubação nitrogenada, especialmente no período de cobertura.  

Para minimizar essas perdas, uma solução eficaz é o recobrimento do solo com argila. Esse processo aumenta a retenção de umidade e nutrientes, reduzindo significativamente a lixiviação do nitrogênio. Com isso, há um melhor aproveitamento dos fertilizantes aplicados, otimizando o crescimento das plantas e reduzindo desperdícios. Essa estratégia é particularmente relevante para regiões com solos arenosos, onde a adubação precisa ser mais eficiente para garantir bons resultados.  

Além de melhorar a eficiência do manejo, o uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva e sustentável. O aumento da retenção de nutrientes não apenas melhora o desenvolvimento do milho, mas também reduz a necessidade de aplicações frequentes de fertilizantes, tornando a produção mais econômica e ambientalmente responsável. 

Diante desses desafios, a adoção de estratégias como essa permite que os produtores reduzam perdas de nutrientes e melhorem o desempenho da lavoura. Com um manejo mais eficiente, é possível obter uma colheita mais produtiva e resiliente às variações climáticas, garantindo maior retorno sobre o investimento em fertilizantes.

 





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O arroz pode surpreender o mercado em 2025?



“O setor orizícola brasileiro segue em um momento estratégico”



“O setor orizícola brasileiro segue em um momento estratégico"
“O setor orizícola brasileiro segue em um momento estratégico” – Foto: José Luis da Silva Nunes

O setor orizícola brasileiro pode trazer surpresas na safra de 2025, com novas dinâmicas produtivas e impactos no mercado. Segundo Sérgio Cardoso, Diretor de Operações na Itaobi Representações, que compartilhou sua análise no LinkedIn, estados fora do eixo tradicional de produção, como Roraima e Mato Grosso, podem ganhar protagonismo e influenciar a oferta nacional de arroz.  

Roraima tem se destacado com um crescimento expressivo de 13,1% na produção, ultrapassando a marca de 100 mil toneladas. Esse avanço é impulsionado pelo uso de tecnologias agrícolas modernas e por condições climáticas favoráveis, consolidando o estado como um importante polo emergente. Já em Mato Grosso, o cenário é mais incerto. Com cotações da soja menos atrativas e um histórico de decisões de plantio flexíveis, os produtores podem optar por expandir a área de arroz. Embora individualmente essas áreas sejam pequenas, o efeito agregado pode surpreender o mercado.  

Caso essa tendência se confirme, o Brasil pode ter uma produção acima das expectativas, impactando o abastecimento interno, os preços e até mesmo as exportações. O mercado, que já acompanha os desdobramentos climáticos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, agora também precisa considerar esses novos fatores.  

“O setor orizícola brasileiro segue em um momento estratégico, e a safra 2025 pode trazer surpresas na oferta nacional. Se esse movimento se consolidar, a produção brasileira de arroz pode superar as expectativas iniciais, o que pode gerar impactos no abastecimento, nas cotações internas e até mesmo nas exportações. Fica a dúvida: o arroz pode ser a grande surpresa da safra 2025?”, conclui o especialista. 

 





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A importância da rotação de culturas na horticultura



Outro aspecto positivo da rotação de culturas é a melhoria da estrutura do solo



Um dos principais benefícios dessa prática é a reposição natural dos nutrientes
Um dos principais benefícios dessa prática é a reposição natural dos nutrientes – Foto: Divulgação

Segundo publicação da Gen Produtos Agrícolas no LinkedIn, plantar sempre as mesmas hortaliças no mesmo espaço pode reduzir a produtividade do solo a cada safra. Isso ocorre porque os nutrientes se esgotam e o ambiente se torna mais favorável ao ataque de pragas e doenças. Para evitar esses problemas e garantir uma produção de qualidade ao longo do tempo, a rotação de culturas é uma técnica fundamental.  

Um dos principais benefícios dessa prática é a reposição natural dos nutrientes. Cada planta tem exigências nutricionais diferentes, e a alternância das culturas equilibra a fertilidade do solo, reduzindo a dependência de fertilizantes químicos. Além disso, essa estratégia contribui para o controle de pragas e doenças, pois interrompe os ciclos de organismos que afetam culturas específicas, diminuindo a necessidade de defensivos agrícolas e, consequentemente, os custos de produção.  

Outro aspecto positivo da rotação de culturas é a melhoria da estrutura do solo. O plantio de espécies com diferentes tipos de raízes ajuda a evitar a compactação e a erosão, promovendo uma melhor drenagem e retenção de água. Isso favorece o desenvolvimento saudável das plantas e aumenta a eficiência do uso dos recursos naturais.  

Para quem cultiva hortaliças, uma sugestão eficiente de rotação inclui folhosas, como alface e rúcula, seguidas por frutíferas, como tomate e pimentão. Depois, pode-se plantar tubérculos, como cenoura e beterraba, finalizando com leguminosas, como ervilha e feijão. Essa estratégia mantém o solo equilibrado e produtivo, garantindo colheitas mais saudáveis e sustentáveis.

 





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Preços e custos elevados do café podem afetar a demanda


Com preços elevados e custos operacionais maiores, torrefadoras podem repassar esses aumentos ao consumidor

Os preços futuros do café arábica continuaram em alta na última semana, com o contrato de março/25 ultrapassando 430 c/lb e acumulando valorização de mais de 20% no ano. “A alta é impulsionada pela expectativa de uma safra menor no Brasil em 25/26, alta comercialização da safra 24/25 e baixos estoques globais, mas também refletem o aumento dos custos de operação na Bolsa de NY”, diz Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Produtores já capitalizados com os preços mais altos nos últimos anos, não têm pressa para vender. O robusta também recebe suporte, elevando a arbitragem entre as variedades. Além disso, o aumento das margens iniciais na Bolsa de NY elevou os custos operacionais, especialmente para o contrato Maio/25 (em torno de 10%), agora o mais negociado.

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A alta dos preços do café e o aumento dos custos operacionais podem forçar traders com menor acesso a crédito a liquidar posições, intensificando a recompra de contratos futuros e aumentando a volatilidade.

Segundo Laleska, além disso, o atual spread entre contratos tem elevado a necessidade de capital, encarecendo as operações na Bolsa de NY. O avanço dos contratos de vencimento mais próximo ampliou esses spreads, tornando a rolagem de posições ainda mais custosa.

Apesar da alta dos preços, há preocupações com o impacto na demanda. “No Brasil, o basis do café arábica tipo 6 bebida dura e do 600 def caiu em fevereiro, indicando que o mercado interno pode não estar absorvendo totalmente as valorizações dos futuros. A desvalorização do dólar frente ao real também contribui para esse movimento”, aponta a analista.

Os diferenciais do café arábica em várias origens perderam força desde fevereiro, refletindo possíveis sinais de enfraquecimento da demanda. No Brasil, o diferencial do fine cup 17/18 está estagnado, enquanto em Honduras já está negativo, também refletindo a colheita no país.

“Com preços elevados e custos operacionais maiores, torrefadoras podem repassar esses aumentos ao consumidor. No Brasil, três grandes torrefadoras já sinalizaram reajustes até março, e a Nestlé anunciou aumentos globais acima do esperado, reforçando preocupações sobre um possível impacto negativo no consumo”, ressalta.

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Fonte:

Hedgepoint Global Markets





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Evento apresenta novas tecnologias para horticultura



Evento terá 210 expositores e expectativa de público superior a 19 mil visitantes



Evento terá 210 expositores e expectativa de público superior a 19 mil visitantes
Evento terá 210 expositores e expectativa de público superior a 19 mil visitantes – Foto: Pixabay

A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) anunciou sua participação no 29º Show Tecnológico Copercampos, que acontece de 25 a 27 de fevereiro, em Campos Novos (SC). Entre as novidades, está a inauguração de um espaço exclusivo para agroindústrias familiares, onde dez empreendimentos regionais poderão expor e comercializar produtos como sucos, mel, embutidos, queijos e panificados, fortalecendo a agricultura familiar e promovendo a sustentabilidade no campo.  

Outro destaque será o lançamento da nova variedade de feijão preto SCS208 Cronos, desenvolvida pelo Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Cepaf), em Chapecó. A cultivar se diferencia pelo alto potencial produtivo, estabilidade e resistência à antracnose, garantindo mais segurança e eficiência para os produtores. O lançamento oficial será realizado na quarta-feira, 26, às 9h30, no estande da Epagri.  

A Epagri também apresentará avanços na pecuária, com destaque para técnicas de conservação de forragens, como fenação e ensilagem, além de orientações sobre formulação de dietas baseadas em pastagens. No campo da horticultura, os visitantes terão acesso a práticas inovadoras para o cultivo de pequenos frutos e hortaliças, incentivando a diversificação da produção e a inserção desses produtos no mercado regional. O manejo do solo e a conservação da cobertura vegetal também serão abordados como estratégias para melhorar a produtividade e a sustentabilidade.  

Com mais de 210 expositores e expectativa de público superior a 19 mil visitantes, o Show Tecnológico Copercampos se consolida como um dos maiores eventos do setor no sul do Brasil. A Epagri convida todos os participantes a visitarem seu espaço e conhecerem as mais recentes inovações em pesquisa e extensão rural.

 





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Soja com mais uma queda em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a segunda-feira em queda, pressionada pelo avanço da colheita no Brasil e pela expectativa de um grande volume de grãos chegando ao mercado. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de soja para março fechou em baixa de 1,01%, a US$ 10,29 por bushel, enquanto o vencimento para maio caiu 0,92%, a US$ 10,47. No complexo da oleaginosa, o farelo de soja para março recuou 1,02%, a US$ 291,80 por tonelada curta, e o óleo de soja desvalorizou 2,37%, a US$ 45,70 por libra-peso.

A queda foi impulsionada pelo ajuste de posições antes do Fórum Anual do USDA e pela redução dos atrasos na colheita brasileira. Dados da Conab indicam que 36,4% da área apta já foi colhida, contra 38% no mesmo período do ano passado, praticamente zerando o atraso. Além disso, a consultoria AgRural apontou que a colheita atingiu 39% da área plantada, contra 23% na semana anterior e 40% no mesmo período de 2024, com destaque para o Mato Grosso, que lidera os trabalhos.

Apesar do avanço na colheita, há um fator baixista relevante: a revisão da estimativa de produção de soja no Brasil. A AgRural reduziu sua projeção de 171 para 168,2 milhões de toneladas para a safra 2024/2025, refletindo impactos climáticos e ajustes nos rendimentos esperados. Essa revisão pode influenciar a dinâmica de preços nas próximas semanas, especialmente se houver novas atualizações sobre a oferta global.

O cenário segue volátil, com operadores monitorando não apenas a entrada da safra brasileira, mas também as condições de demanda global. A proximidade do Fórum do USDA pode trazer novos elementos para o mercado, enquanto o comportamento do clima na América do Sul e os fluxos de exportação devem seguir no radar dos investidores.

 





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Soja ainda com pouco movimento no mercado


No momento, praticamente não há cotações para soja disponível nos portos do Rio Grande do Sul, sendo as indicações restritas apenas às indústrias processadoras locais, segundo informações da TF Agroeconômica. “No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 133,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 131,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 133,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 133,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 125,00 por saca para o produtor”, comenta.

A safra de soja em Santa Catarina segue impactada por chuvas irregulares e altas temperaturas em janeiro, reduzindo a produtividade de 70 para 50 sacas por hectare. A colheita deve começar na segunda semana de março, com algumas regiões já iniciando de forma pontual. No porto de São Francisco, os preços da soja variam, com cotação de R$ 131,17 por saca em junho. Esse cenário reflete as incertezas climáticas e seus impactos na produção.

O Paraná lidera a colheita de soja no país, mas veranico impacta produtividade em áreas isoladas. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 131,00. Em Ponta Grossa foi de R$ 125,00 por saca CIF, Cascavel, o preço foi R$120,24, mas com baixa liquidez. Em Maringá, o preço foi de R$ 120,94 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 125,00 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 126,00”, indica.

A seca e as altas temperaturas continuam prejudicando a soja precoce em Mato Grosso do Sul, resultando em uma perda de 1,6 milhão de toneladas, segundo o Rally da Safra. A equipe do Rally da Safra confirmou os impactos, levando a uma redução de 1,1 milhão de toneladas na projeção nacional. Nos preços do dia, a soja spot ficou em R$ 115,12 em Dourados, Campo Grande, Maracaju e Sidrolândia, enquanto em Chapadão do Sul a cotação foi de R$ 106,64.

No Mato Grosso, a colheita de soja no centro-oeste acelera graças a condições climáticas favoráveis. “Campo Verde: R$ 116,59, Lucas do Rio Verde: R$ 107,35. Nova Mutum: R$ 107,35. Primavera do Leste: R$ 116,59. Rondonópolis: R$ 116,59. Sorriso: R$ 107,35”, conclui.

 





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Milho sofre correções na B3: Confira


No dia de ontem, o milho sofreu correções na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) com o rápido avanço dos trabalhos no campo, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Dia de correção na B3, após as cotações do cereal tocarem os mesmos patamares de 2023. A forte alta dos preços está reduzindo o ritmo das negociações, o que pode levar a novos acordos. O rápido avanço no campo também pressiona os preços, visto que apesar de atrasado em relação a 2024, os trabalhos de colheita e plantio estão se recuperando em um bom ritmo”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de março/25 foi de R$ 83,75 apresentando baixa de R$ -1,31 no dia, alta de R$ 3,27 na semana; maio/25 fechou a R$ 79,66, baixa de R$ -0,49 no dia, alta e R$ 2,69 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 73,77, baixa de R$ -0,51 no dia e alta de R$ 0,97 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em baixa com perspectiva de maior plantio de milho nos EUA em 25/26. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou em baixa de -1,73 % ou $ -8,75 cents/bushel a $ 482,50. A cotação para maio, fechou em baixa de -1,58 % ou $ – 8,00 cents/bushel a $ 497,00”, indica.

“O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta segunda-feira. Dia de perdas generalizada no complexo de grãos. O mercado está ajustando posições antes de Fórum Anual do USDA. No caso milho a perspectiva do mercado é de aumento de produção, área e estoques finais. O produtor brasileiro reduziu o percentual de atraso na colheita da primeira safra e plantio do milho safrinha. O salto nos trabalhos foi considerável, com a Conab corroborando os dados no boletim semanal divulgado após o fechamento do mercado. Para o milho ainda pesou a queda de -30,11% nos embarques para exportação em relação à semana anterior”, conclui.

 





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Colheita segue pautando mercado do milho: Confira


A TF Agroeconômica informou que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) concluiu oficialmente o plantio da primeira safra de milho no Rio Grande do Sul. O estado lidera a colheita no país, com 69% da área apta já colhida, superando os 60% da semana anterior e os 63% registrados no mesmo período de 2023. No entanto, a Conab destacou que lavouras mais tardias enfrentam dificuldades devido à irregularidade das chuvas.  

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, de acordo com a Conab. No mercado local, cooperativas pagam R$ 64,50 por saca em Campo Alegre, R$ 63,50 em Papanduva, R$ 67,00 no oeste catarinense e R$ 67,00 na região serrana. No porto, os preços variam entre R$ 72,50 para entrega em agosto e pagamento em 30/09, até R$ 73,50 para entrega em outubro e pagamento em 28/11.  

No Paraná, a Conab revisou os dados de colheita da primeira safra, apontando alguns atrasos. No mercado local, o milho spot é negociado a R$ 70,00/saca no interior. No porto de Paranaguá, compradores oferecem R$ 72,70 para entrega em agosto, R$ 73,50 para setembro, R$ 73,80 para outubro e R$ 74,80 para novembro, com pagamentos programados para o mês seguinte à entrega.  

Já no Mato Grosso do Sul, o plantio do milho safrinha atingiu 24,2% da área, segundo a Aprosoja. No mercado físico, os preços caíram 1,52% em Campo Grande, chegando a R$ 65,00. Entretanto, houve alta nas demais regiões: Chapadão subiu 7,81% para R$ 69,00, Dourados e Maracaju atingiram R$ 70,00, enquanto Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia registraram R$ 66,00 por saca.

 





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