segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Falta de equipamentos adequados compromete plantio de pastagens



Falta de maquinário dificulta produtividade de pastagens


Foto: Canva

A Embrapa apontou que muitas falhas no plantio de pastagens estão relacionadas ao uso de equipamentos inadequados ou à ausência de maquinário específico para determinadas espécies forrageiras. Segundo a instituição, a maioria dos equipamentos desenvolvidos no Brasil são projetados para o plantio de cereais, o que limita sua eficiência para sementes menores.

“Os equipamentos disponíveis no mercado não atendem plenamente às necessidades do plantio de forrageiras, especialmente as de sementes pequenas, que exigem técnicas e mecanismos diferenciados para garantir uma distribuição uniforme”, informou a Embrapa.

Para espécies que se estabelecem bem em plantios superficiais, a distribuição pode ser feita manualmente, com semeadeiras ou até por avião, seguida de compactação com rolos. Já para as que necessitam de maior profundidade, o plantio ocorre com máquinas de cereais ou por dispersão a lanço, cobertas por gradagem leve.

A Embrapa destaca que a falta de equipamentos específicos leva à adoção de alternativas, como a mistura das sementes com areia ou resíduos agrícolas para facilitar o uso em semeadeiras convencionais. No entanto, essa prática pode comprometer a distribuição uniforme das sementes. “A separação do material de enchimento e da semente dentro da máquina, devido aos solavancos durante o trajeto, dificulta a precisão do plantio”, explicou a entidade.

Outra estratégia observada é o plantio de forrageiras em conjunto com culturas anuais, como o arroz, permitindo um melhor aproveitamento do solo e dos recursos disponíveis.

Diante da crescente demanda por tecnologias mais eficientes, a Embrapa reforça a necessidade de investimentos na pesquisa e no desenvolvimento de maquinário específico. “Cabe aos órgãos de pesquisa e à indústria buscar soluções para atender às necessidades dos produtores, promovendo maior eficiência e qualidade no estabelecimento das pastagens”, concluiu.





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Colheita da uva avança com perdas em algumas regiões



Bagé conclui colheita da uva com alta qualidade




Foto: Arquivo Agrolink

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), apontou que a colheita de uvas foi concluída na região administrativa de Bagé, com destaque para a alta qualidade da fruta. Em Passo Fundo, a colheita está na fase final, e os produtores registram boa produtividade e preços estáveis. “Os valores estabelecidos estão em R$ 3,00/kg para uvas comuns destinadas à vinificação e R$ 5,50/kg para variedades finas de mesa”, informou a Emater/RS-Ascar.

No município de Pinheiro Machado, as perdas na safra de uva chegam a 30% devido ao ataque de pássaros. Enquanto isso, em Soledade, a colheita segue em andamento, e a produção de vinho já começou em algumas propriedades.

“O processo de colheita avança, e a qualidade da uva tem se mantido satisfatória, mas o ataque de pássaros impactou a produção em determinadas áreas”, ressaltou a Emater/RS-Ascar no boletim.





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Safra de arroz brasileira deve crescer 14,3% em 2024/25



Brasil pode exportar 2 milhões de toneladas de arroz em 2025




Foto: Pixabay

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta quinta-feira (13) o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, que aponta uma estimativa de aumento de 14,3% na produção de arroz em relação à safra anterior, que foi de 12,1 milhões de toneladas. A expansão da área plantada e a alta rentabilidade do setor foram os principais fatores que contribuíram para esse crescimento. A Conab ainda destaca que as boas condições climáticas nas principais regiões produtoras devem garantir uma boa produtividade para a cultura.

A previsão de consumo nacional para as safras 2023/24 e 2024/25 permanece estável, com estimativas de 10,5 milhões de toneladas para a safra 2023/24. O consumo é ajustado conforme o quadro de suprimento, levando em consideração os estoques de passagem, as exportações e a produção interna.

A balança comercial também foi analisada no levantamento. A projeção para as exportações de arroz para a safra 2023/24 é de uma redução para 1,5 milhão de toneladas, devido aos preços internos mais altos em relação às paridades de exportação. Contudo, a safra 2024/25 deve ver um aumento nas exportações, estimando-se que o Brasil exporte 2 milhões de toneladas, acompanhando a recuperação da produção e a redução dos preços internos. As importações devem totalizar 1,4 milhão de toneladas em ambas as safras.

O estoque de passagem também está projetado para aumentar, chegando a 1,4 milhão de toneladas até fevereiro de 2026, devido ao incremento na produção nacional.

Em paralelo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação, registrou um aumento de 1,23% em fevereiro. Para o arroz, a média nacional apontou uma queda de 1,49% no preço entre 15 de janeiro e 12 de fevereiro de 2025, com uma redução de 1,28% nos últimos 12 meses, conforme análise Agromensal do Cepea.





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Açúcar registra valorização nas bolsas internacionais



O etanol hidratado também registrou leve queda no preço




Foto: Arquivo Agrolink

Segundo dados do Udop, os contratos futuros de açúcar registraram alta nesta quarta-feira (12) nas bolsas internacionais. Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto apresentou variações negativas nos contratos de maio/25 e julho/25, com o primeiro recuando 19 pontos, a 18,86 cts/lb, e o segundo caindo 22 pontos, a 18,63 cts/lb.

Já na ICE Europe, em Londres, o açúcar branco teve valorização. O contrato de maio/25 caiu US$ 8,70, encerrando a US$ 533,20, enquanto o contrato de agosto/25 recuou US$ 7,80, a US$ 517,20.

No Brasil, o açúcar cristal apresentou queda no preço da saca de 50 quilos, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq da USP. A negociação foi realizada a R$ 139,94.

O etanol hidratado também registrou leve queda no preço, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.921,50 por metro cúbico, com uma variação negativa de 0,03%.





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Mandioca sofre perdas devido a bactéria, aponta Emater



Bactéria e falta de chuva afetam produção de mandioca no RS




Foto: Canva

A produção de mandioca no Rio Grande do Sul tem enfrentado desafios devido a fatores climáticos e doenças. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (13), na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em São José do Hortêncio, as perdas variam entre 10% e 20% devido à bactéria Xanthomonas axonopodis pv. Manihotis. Aproximadamente 30% da área foi colhida. Os preços recebidos pelos produtores foram de R$ 35,00 por caixa de 20 kg na propriedade, e entre R$ 40,00 e R$ 45,00 na Ceasa de Porto Alegre.

Em Cruzeiro do Sul, a colheita já começou, com uma produtividade de 14 toneladas por hectare, média habitual do município. O preço médio pago foi de R$ 40,00 por caixa de 22 kg.

Em Soledade, o cultivo segue em recuperação, com melhores indicadores de produtividade e qualidade. Nos plantios precoces, a colheita já foi concluída, enquanto nos mais tardios, a fase de formação das raízes está em andamento. Em Venâncio Aires, os produtores receberam entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 22 kg.

Na região de Santa Rosa, com 6.234 hectares cultivados, a produtividade ficou abaixo das expectativas iniciais de 17 toneladas por hectare devido à escassez de água no solo. O preço da mandioca descascada, vendida diretamente ao consumidor, é de R$ 7,00 por quilo.





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como tornar o milho mais produtivo com um ciclo menor?


A Casa da Produção Animal, um dos espaços de destaque da 25ª Expodireto Cotrijal, apresenta uma inovação voltada aos pecuaristas: um experimento que demonstra como a correção do ph do solo pode aumentar a produtividade do milho destinado à produção de forragem. O estudo foi conduzido na Área Experimental da Cotrijal e busca transferir essa tecnologia para os produtores.

O engenheiro agrônomo da Cotrijal, Marcelo da Silveira Pinto, explica que a pesquisa comparou o desenvolvimento das raízes de diferentes variedades de milho em solos com níveis distintos de acidez. “Focamos principalmente no pH do solo. Pegamos um solo com um pH mais ácido, outro com metade de um pH mais ácido e um pH neutro, e por fim, um solo apenas com pH neutro. Plantamos esses materiais no final de janeiro e, depois, fomos verificar o desenvolvimento radicular. O foco é na raiz, que está abaixo da linha do solo e que o produtor não enxerga”, detalha.

Os resultados podem ser conferidos no local por meio de diferentes demonstrações: um tablado de isopor com raízes dessecadas, um vaso hidropônico e plantas cultivadas em solos corrigidos e não corrigidos. Os visitantes conseguem visualizar como a simples correção do pH pode interferir diretamente no crescimento das raízes e, consequentemente, na produtividade da lavoura.

“A magia para tornar isso realidade é nada mais do que uma análise de solo e calcário para corrigir o pH, trazendo esse pH mais ácido para um pH entre seis e 6,5. Desta forma, conseguimos estimular o desenvolvimento radicular de forma fantástica”, destaca o agrônomo.

Segundo ele, é essencial que os produtores não analisem apenas a camada superficial do solo, mas considerem um perfil mais profundo, entre 40 e 60 centímetros, para estimular as raízes a crescerem em profundidade. Essa técnica, além de favorecer a absorção de nutrientes, melhora a resistência das plantas à estiagem. “Isso fica muito nítido nos nossos vasos, que possuem em torno de 50cm. Naquele vaso que possui o solo corrigido, as raízes foram até o final e desenharam certinho o retângulo do vaso. Ou seja, a raiz cresceu tanto que se aprofundou no solo”, exemplifica.

A pesquisa também reforça a importância da correção do solo para aumentar a resistência das plantas em períodos de estiagem. Silveira explica que o solo seca de cima para baixo, e as plantas com raízes mais profundas conseguem acessar a umidade retida nas camadas inferiores. “Se a planta consegue enraizar, ela penetra suas raízes em maior profundidade e vai conseguir bombear a água e manter a planta sem sentir tanto a estiagem mais em cima. Se as raízes não conseguem se aprofundar, as primeiras camadas são as primeiras a secar, logo ela vai sentir o estresse hídrico”, pontua.

O ideal, segundo o especialista, é aplicar calcário seis meses antes do plantio, permitindo que a acidez seja neutralizada e o alumínio, que pode ser tóxico para as raízes, seja inativado.

Os interessados em mais detalhes sobre essa prática podem buscar informações com os técnicos da Cotrijal presentes na Casa da Produção Animal, que seguem compartilhando orientações sobre manejo eficiente do solo para garantir maior produtividade e resiliência das lavouras.





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20º Fórum Estadual do Leite destaca produção eficiente com menor pegada de carbono


Produzir mais leite, com sustentabilidade e rentabilidade são os grandes objetivos da cadeia láctea e também o foco do 20º Fórum Estadual do Leite, realizado nesta quarta-feira (12), na 25ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS. A série de palestras reuniu representantes do setor, especialistas e produtores rurais para buscar caminhos para a produção sustentável no Sul do país, observando as lições do mercado internacional e a eficiência enquanto pilar fundamental da sustentabilidade.

“O Fórum do Leite, a cada ano, nos dá uma motivação ainda maior. O leite pode ser uma atividade muito difícil e todos nós sabemos disso, mas estamos vendo uma evolução e Cotrijal está trabalhando para a profissionalização, sustentabilidade, eficiência e resiliência do nosso produtor”, ressaltou o presidente da Cotrijal, Nei César Manica, na abertura do evento.

O Rio Grande do Sul observa nos últimos anos uma redução no número de produtores e perde cada vez mais espaço entre os principais estados produtores do país, ocupando atualmente a quarta posição no ranking. Por isso, espaços como o Fórum do Leite são fundamentais para qualificar a produção . “Com certeza temos potencial para retomar a importância do leite para o estado e temos a consciência de que a atividade depende da rentabilidade do produtor. Se o produtor não tiver a possibilidade de ter uma remuneração justa e correta, a atividade tem dificuldades para evoluir”, afirmou Caio Vianna, presidente da CCGL.

O Fórum Estadual do Leite é uma realização de Cotrijal e CCGL, com patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) e Sicredi, além do apoio de FecoAgro/RS, Rede Técnica Cooperativa (RTC), Sistema Ocergs e SmartCoop.

Sul do país

O Rio Grande do Sul tem grande tradição na produção de leite, com um número expressivo de produtores de pequeno porte. No entanto, esse cenário está em transformação, com uma exigência cada vez maior pelo aumento da produção. “Nós temos um processo de consolidação no campo, uma redução no número de produtores e um volume de leite maior por produtor. Esse é um processo com o qual temos que saber lidar com ele, porque vamos ter menos produtores no futuro”, avalia Valter Galan, Diretor Técnico e de Novos Negócios da MilkPoint Ventures, palestrante do fórum.

Para que a produção de leite do Sul do país alcance novos patamares, Valan aponta os seguintes caminhos: “pagar mais por sólidos, ter mais sólidos no leite, ter maior competitividade no campo e na indústria – a indústria brasileira também tem que crescer em termos de tamanho”, avalia. Já para alcançar maior competitividade no campo, dois pilares são fundamentais: a redução no custo de produção e a gestão das propriedades.

Demanda

A evolução da produção de leite não pode ignorar a demanda atual por sustentabilidade no sistema produtivo. “Nós que vendemos alimentos para o consumidor final temos que atender aquilo que consumidor busca. O ponto é como fazer isso de uma maneira que seja economicamente viável para todos que estão envolvidos. Então acho que esse é o grande desafio, o grande aprendizado, mas temos que entender que veio pra ficar”, afirma a gerente de Marketing na Cargill da Europa, Maria Reis.

Nesse contexto, observar as exigências de outros mercados e as soluções encontradas podem ajudar a guiar o processo de adaptação. “O mercado brasileiro está num estágio diferente do que o europeu em termos de sustentabilidade porque lá a pressão é muito grande do governo, dos consumidores, de todos os lados, mas eu acho que entender o que está acontecendo com o outro nos ajuda a ter a mais consciência e ver como podemos adequar aquilo pra nossa realidade no futuro”, pontua Maria.

Sustentabilidade

Para alcançar a sustentabilidade na produção, primeiro é necessário avaliar o processo produtivo e mensurar diversas características, inclusive a pegada de carbono, medida de avaliação das emissões de gases do efeito estufa pela atividade. “Conhecendo qual é a pegada [de carbono] da fazenda, conseguimos ter uma base para escolher as melhores estratégias”, explica o professor adjunto Luiz Gustavo Pereira, da Universidade de Copenhague.

Partindo desse ponto, as propriedades ainda podem contribuir para regeneração ambiental e para o aumento da biodiversidade, além de reduzir o impacto ambiental, diminuindo a pegada de carbono do leite. Propriedades rurais de diferentes portes podem adotar essas estratégias, independentemente do sistema de produção. No entanto, a eficiência é o princípio básico para desenvolver a pecuária leiteira sustentável. “Para ser eficiente, primeiro tem que ter estratégia, sustentabilidade envolve a economia, o social e o meio ambiente. Então é fazer uma boa gestão, fazer o feijão com arroz e mensurar essas novas variáveis que estão no mercado e que estão sendo demandadas pelo consumidor e pelo mercado lácteo no mundo”, conclui Pereira, pesquisador Embrapa Gado de Leite.

Cotrijal

Durante o evento, o pesquisador Luiz Gustavo Pereira divulgou dados do estudo que calculou a pegada de carbono de sete propriedades de associados da Cotrijal, com o total 727 animais, diferentes sistemas de produção e fontes de energia. Conforme os resultados do levantamento, a pegada de carbono dos sete produtores está em 0,84, o que é considerado uma média aceitável, levando em conta todos os fatores, incluindo ambientais, nutricionais e fertilidade do solo.





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Produção de sorgo cresce 10% na Austrália



O sorgo é cultivado principalmente nos estados de Queensland e Nova Gales do Sul




Foto: Pixabay

De acordo com o relatório de março da World Agricultural Production (WAP), divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção de sorgo da Austrália deve alcançar 2,3 milhões de toneladas métricas no ciclo 2024/25, um aumento de 10% em relação ao mês anterior. O crescimento também representa 5% a mais do que a safra anterior e 21% acima da média dos últimos cinco anos.

Apesar do avanço na produção, a área colhida permanece 570 mil hectares, número inalterado em comparação com o relatório anterior, mas 5% menor do que no último ano. Ainda assim, o resultado segue 6% acima da média quinquenal. Já a produtividade média está projetada em 4,04 toneladas métricas por hectare, um aumento de 10% tanto em relação ao mês passado quanto ao ano anterior, ficando 22% acima da média histórica de cinco anos.

O sorgo é cultivado principalmente nos estados de Queensland e Nova Gales do Sul, regiões do leste australiano. Durante toda a estação de cultivo do verão, as condições climáticas foram favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, contribuindo para um dos melhores rendimentos da última década. Esse desempenho coloca a safra atual como a segunda maior em produtividade nos últimos dez anos, impulsionada por temperaturas adequadas e chuvas bem distribuídas ao longo do ciclo.

Entretanto, um fator climático pode trazer desafios para a colheita. O ciclone tropical Alfred está em deslocamento rumo ao estado de Queensland, levando chuvas intensas e ventos fortes para algumas áreas produtoras. No entanto, conforme as previsões meteorológicas atuais, a precipitação mais intensa deve se concentrar nas regiões costeiras, minimizando os impactos diretos nas lavouras de sorgo.





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Soja registra queda de preço de 1,13% no Mato Grosso



Comercialização de soja atinge 54,97% da produção




Foto: Divulgação

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou, nesta terça-feira (12), que a comercialização da soja da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 54,97% da produção prevista em fevereiro de 2025, com um avanço mensal de 6 pontos percentuais. O progresso da colheita da oleaginosa no estado tem impulsionado os negócios, com os produtores retomando a negociação de grandes volumes. Além disso, muitos sojicultores fecharam contratos com o objetivo de cobrir as despesas da temporada.

O percentual alcançado é superior em 8,60 pontos percentuais ao registrado no mesmo período da safra anterior, embora ainda esteja 7,39 pontos abaixo da média dos últimos cinco anos. Quanto aos preços, foi observada uma queda de 1,13% em relação a janeiro de 2025, com o preço médio fechando em R$ 107,99 por saca.

Em relação à safra 2025/26, a comercialização da soja em Mato Grosso atingiu 4,93% da produção prevista, um aumento de 2,28 pontos percentuais comparado ao mês anterior. Esse percentual representa 2,46 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período da safra 2024/25. O preço médio da soja negociada para essa safra também sofreu uma queda de 2,33% em relação ao mês anterior, fechando em R$ 110,54 por saca.

Este movimento de comercialização reflete o ritmo das negociações e a realidade do mercado agrícola de Mato Grosso, com flutuações de preços que influenciam diretamente as decisões dos produtores. As perspectivas para o setor seguem atentas às condições climáticas e à evolução da colheita, que devem impactar as negociações nos próximos meses.





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Dólar encerra o dia em R$ 5,80, com leve variação



Dólar encerrou a quarta-feira próximo da estabilidade em relação ao real


Foto: Pixabay

De acordo com os dados do InfoMoney, dólar encerrou a quarta-feira próximo da estabilidade em relação ao real, cotado a R$ 5,8086, com uma leve queda de 0,05%. O movimento refletiu a atuação de investidores que aproveitaram cotações mais elevadas para vender a moeda, em um dia marcado pela divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos e pela intensificação da guerra comercial iniciada pelo governo norte-americano.

No acumulado de março, a moeda registra uma desvalorização de 1,82%. No mercado futuro, às 17h07, o contrato de dólar para abril, o mais negociado na B3, recuava 0,10%, sendo cotado a R$ 5,8270.

As cotações do dia para o dólar comercial ficaram em R$ 5,808 para compra e venda, enquanto o dólar turismo foi negociado a R$ 5,836 na compra e R$ 6,016 na venda.





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