segunda-feira, março 23, 2026

Política & Agro

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Dólar em queda pressiona preços do trigo com semeadura na reta final



Mercado segue com baixa liquidez




Foto: Canva

A semeadura do trigo caminha para a reta final no Brasil, e os produtores seguem com foco nas atividades de campo. Essa movimentação tem reduzido a oferta do cereal no mercado interno, enquanto compradores priorizam negociações com o mercado externo, o que mantém o ritmo lento nas vendas à vista no país.

De acordo com as informações divulgadas pelo Cepea, esse cenário contribui para uma liquidez reduzida no spot nacional. Além disso, a queda do dólar frente ao real na última semana pressionou ainda mais os preços do cereal no mercado disponível.

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 19 de julho, cerca de 96,9% da área estimada para o plantio de trigo já havia sido semeada no país. O ritmo está em linha com o mesmo período de 2024 e também com a média dos últimos cinco anos. Apenas os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina ainda não concluíram completamente o plantio.

Enquanto isso, a colheita já avança em Goiás e teve início em Minas Gerais, sinalizando que a safra começa a ganhar ritmo em algumas regiões. Com a colheita se aproximando nas demais áreas produtoras e o câmbio menos favorável às exportações, o mercado interno pode seguir pressionado nas próximas semanas.

A expectativa é de que, com o término da semeadura e o avanço da colheita, o cenário de comercialização possa mudar, especialmente se houver variações significativas nos preços internacionais e na taxa de câmbio.





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Nova lei busca fortalecer a permanência dos jovens no campo



Nova lei incentiva jovens rurais, garantindo apoio e crédito diferenciado


Foto: Expodireto Cotrijal

A Lei 15.178/25, que institui a Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural, entrou em vigor nesta quinta-feira (24). A nova norma tem como objetivo estimular a permanência dos jovens nas comunidades rurais, oferecendo melhores condições de vida e trabalho no campo.

Voltada a jovens de 15 a 29 anos que atuam na agricultura familiar, a política prevê ações em várias áreas, como:

A lei também autoriza a criação de linhas de crédito específicas, com condições diferenciadas, para reduzir os riscos dos empréstimos voltados a esse público.

A proposta teve origem no Projeto de Lei (PL) 9263/17, de autoria do deputado Patrus Ananias (PT-MG), ex-ministro do Desenvolvimento Agrário. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio e pelo Senado no início de julho. Foi sancionado pela Presidência da República com um veto.

Veto

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou o trecho que destinava, no mínimo, 30% dos recursos federais, estaduais e municipais para a compra de alimentos da agricultura familiar destinados à merenda escolar. Essa destinação já existe em lei, mas vale somente para os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que é federal.

O governo afirmou que, apesar da boa intenção, o trecho era inconstitucional, já que uma lei federal não pode tratar da destinação de recursos de estados e municípios.





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Convocação de novos auditores fiscais é insuficiente



O déficit do setor se torna evidente




Foto: Mapa

A nomeação de 200 novos auditores fiscais federais agropecuários aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) foi recebida como um avanço, mas está longe de atender às reais necessidades do setor, segundo o Anffa Sindical. Atualmente, há cerca de 2.300 auditores em atividade no Brasil, dos quais 20% já estão aptos a se aposentar. Além disso, permanecem abertas 1.350 vagas, resultado de aposentadorias não repostas nos últimos anos.

O déficit se torna ainda mais preocupante quando se observa que, no início dos anos 2000, o quadro superava os 4 mil profissionais, em um cenário de menor demanda do agronegócio brasileiro. A convocação dos 600 candidatos que permanecem no cadastro de reserva é vista como essencial para recompor a força de trabalho e manter a segurança sanitária do país.

As dificuldades são especialmente visíveis em estados como Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Maranhão, Piauí e diversas áreas do Norte, onde há postos com apenas um servidor responsável por todas as atividades de fiscalização e defesa agropecuária. A recomposição atual representa apenas um alívio pontual diante da fragilidade estrutural desses serviços.

Além do reforço no quadro de pessoal, são necessários investimentos em infraestrutura, capacitação técnica específica para os novos servidores, modernização tecnológica e renovação de veículos. Também se destaca a necessidade de fortalecer o Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteira), que hoje opera de forma improvisada, sem equipe dedicada e com atuação voluntária.

 





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Geração Z quer propósito: o feijão tem



Alimento tradicional pode se aproveitar da modernidade



Alimento tradicional pode se aproveitar da modernidade
Alimento tradicional pode se aproveitar da modernidade – Foto: Divulgação

Enquanto marcas investem milhões para entender a Geração Z, o feijão, que é simples, nutritivo e ancestral e já oferece tudo o que esse público exige: autenticidade, origem respeitável e comida de verdade. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), o grão símbolo da mesa brasileira não precisa de caixinha gourmet nem de dancinha no TikTok para ser relevante. Ele é cultura, é propósito, é resistência.

A geração que cancela marcas em dois stories e organiza protestos no Reels quer mais do que slogans e efeitos especiais. Quer alma no prato, contexto no discurso e verdade nos ingredientes. E o feijão entrega tudo isso. Basta parar de vendê-lo como figurante nas gôndolas e dar a ele o lugar de destaque que merece — como protagonista de uma alimentação consciente, saudável e conectada com as raízes do Brasil.

O Ibrafe reforça: para dialogar com a Geração Z, é preciso contar histórias. Mostrar de onde vem, dar nome e sobrenome, identidade e, sim, escrever Feijão com F maiúsculo. Essa geração não quer marketing enfeitado com bacon artificial e glitter; quer saber o que está comendo e por que aquilo importa. Produto de verdade não precisa de firula — precisa de contexto.

Num tempo em que o superficial perde espaço, o feijão ressurge como símbolo de um novo consumo: com propósito, história e alma. Ele está pronto para conquistar prateleiras e corações. Falta apenas o mercado enxergar seu verdadeiro valor. “Quer alcançar a Gen Z? Conta a história. Mostra de onde veio. Dá nome, identidade e, por favor, coloca esse F maiúsculo. Porque produto de verdade não precisa de firula — só de contexto”, conclui.

 





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Biotecnologia reduz perdas por nematoides no algodão



O cuidado com as sementes é muito importante



O cuidado com as sementes é fundamental para colher uma boa pluma
O cuidado com as sementes é fundamental para colher uma boa pluma – Foto: Gilbert Kuhnert

Os nematoides representam uma das principais ameaças à cultura do algodão, podendo causar prejuízos expressivos. Em publicação no LinkedIn, Daiane Klabunde, assistente técnica de vendas na Unicampo, destacou um exemplo de área altamente infestada pelo Rotylenchulus reniformis, onde as perdas chegaram a quase 100 arrobas por hectare. A situação envolveu um material com alto potencial produtivo, mas suscetível à praga, posicionado de forma inadequada em uma região com alta pressão de infestação.

No mesmo ambiente, foi utilizado o cultivar FM 945 STP, que possui resistência moderada ao nematoide. Os resultados foram significativamente melhores, evidenciando como o uso estratégico de materiais geneticamente adaptados pode minimizar os danos causados por essas pragas. A escolha correta da cultivar, aliada ao monitoramento das áreas, é essencial para preservar a produtividade da lavoura.

A BASF tem investido em soluções integradas para auxiliar o produtor no manejo de nematoides. Essas soluções envolvem desde a disponibilização de sementes com traits que oferecem resistência genética, até o tratamento de sementes com produtos que garantem proteção desde o início do ciclo. A combinação entre biotecnologia, qualidade genética e controle químico tem se mostrado eficaz para assegurar a sanidade da cultura do algodão.

Com planejamento, tecnologia e conhecimento técnico, é possível reduzir as perdas provocadas por nematoides e garantir uma colheita mais rentável e sustentável, mesmo em áreas com histórico de alta infestação. As informações foram divulgadas no seu perfil na rede social LinkedIn.

 





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Podridão de carvão desafia sojicultores



É preciso fazer um manejo adequado



É preciso fazer um manejo adequado
É preciso fazer um manejo adequado – Foto: Showtec

A podridão de carvão, causada pelo fungo Macrophomina phaseolina, representa uma ameaça crescente à produtividade da soja em regiões com altas temperaturas e períodos de seca. Segundo Pablo Augusto Cavalcante Coimbra, assistente de pesquisa na Corteva Agriscience, que compartilhou informações sobre o tema em seu perfil no LinkedIn, a doença também é conhecida como podridão cinzenta ou negra da raiz, e seu impacto pode levar à morte prematura das plantas, afetando severamente os rendimentos.

Os sintomas incluem murchamento das plantas, necrose e descoloração marrom-escura nas raízes e na base do caule. Em casos mais avançados, há formação de estruturas de resistência (escleródios) com aparência enegrecida. Entre os fatores que favorecem o desenvolvimento da doença estão o estresse hídrico, altas temperaturas, compactação e baixa fertilidade do solo — condições que dificultam o crescimento das raízes e tornam o ambiente ideal para o patógeno.

O manejo da Macrophomina exige uma abordagem integrada, que combine práticas químicas, biológicas e culturais. Entre as soluções disponíveis, destaca-se o biofungicida GRAP BeesTRIC, à base do fungo Trichoderma harzianum. Essa tecnologia atua diretamente sobre o patógeno, promovendo uma alternativa eficaz e sustentável ao controle convencional. O uso de Trichoderma tem se mostrado promissor na recuperação da saúde do solo e no estímulo ao crescimento das plantas.

Além disso, estratégias como rotação de culturas com espécies não hospedeiras, manejo da irrigação para evitar estresse hídrico, correção nutricional, uso de cultivares resistentes e monitoramento constante da lavoura são fundamentais. Adotar essas medidas contribui não apenas para a mitigação da doença, mas também para a construção de sistemas agrícolas mais resilientes e produtivos.





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Venda soja antes que o preço caia



É preciso ficar de olho nas tensões geopolíticas



É preciso ficar de olho nas tensões geopolíticas
É preciso ficar de olho nas tensões geopolíticas – Foto: Divulgação

A soja brasileira colhida na safra atual, finalizada em maio, está sendo negociada com prêmios expressivamente acima da média histórica, impulsionados pela forte demanda chinesa. Segundo análise da TF Agroeconômica, isso ocorre em razão do afastamento da China do mercado norte-americano, em meio à disputa tarifária com o ex-presidente Donald Trump. Nos portos brasileiros, as cotações para agosto giram em torno de R$ 142,00 por saca, enquanto para setembro os preços chegam a R$ 145,00. Em contraste, para maio de 2026, as ofertas estão em R$ 136,00 por saca.

Apesar do cenário atual favorável, a TF alerta que esses prêmios elevados são temporários. Caso as tensões comerciais entre EUA e China sejam resolvidas nos bastidores, como já se especula, a tendência é de retração nos prêmios. Por isso, a recomendação é clara: produtores devem aproveitar os preços de agosto e setembro antes que ocorram recuos. A continuidade dos valores atuais depende, sobretudo, do comportamento da demanda chinesa e das condições climáticas no Brasil.

Entre os fatores de alta identificados pela consultoria estão a demanda firme da China pelas exportações brasileiras e os indicadores de elevação nos preços internos, com base nos dados do CEPEA (+1,55% em Paranaguá e +1,60% no interior). Por outro lado, há elementos de baixa como a ausência contínua da China no mercado americano, a fluidez das compras chinesas no Brasil, previsão de boas chuvas no Centro-Oeste e exportações americanas mais fracas. O USDA registrou vendas semanais de soja abaixo do esperado, o que reforça a pressão negativa sobre os preços internacionais.

Diante do cenário volátil e incerto, a recomendação da TF Agroeconômica é de comercialização imediata, aproveitando os patamares atuais antes que fatores externos provoquem desvalorização





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Soja fecha a semana em queda em Chicago


A cotação da soja encerrou a sexta-feira (25/07) e a semana com queda expressiva na Bolsa de Chicago (CBOT), impactada por condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos e sinais de demanda internacional enfraquecida. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de soja para agosto – referência para a safra brasileira – recuou 0,55% no dia, ou US$ 5,50 cents/bushel, sendo negociado a US$ 998,75. Já o contrato de setembro caiu 0,37%, ou US$ 3,75 cents/bushel, para US$ 1.002,00.

Entre os derivados, o farelo de soja para agosto teve desvalorização de 0,70% ou US$ 1,90 por tonelada curta, fechando a US$ 267,80. O óleo de soja também caiu 0,32%, ou US$ 0,18 por libra-peso, cotado a US$ 56,49. No acumulado da semana, a oleaginosa recuou 2,82% (US$ 29,00 cents/bushel), enquanto o farelo caiu 2,30% (US$ 6,20/ton curta). O óleo de soja, por sua vez, foi exceção, subindo 1,20% (US$ 0,67/libra-peso).

A pressão baixista sobre os preços se deve principalmente à expectativa de uma safra americana robusta, em função das condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras dos EUA. Além disso, a fraca demanda global contribui para o movimento de baixa. A ausência da China no mercado americano durante o período de pré-safra levanta preocupações, já que normalmente o país asiático estaria negociando volumes relevantes neste momento.

Outro fator relevante é o comportamento distinto entre os subprodutos da soja. Apesar de a demanda por óleo de soja se manter firme no mercado interno dos Estados Unidos — impulsionada pela indústria de biocombustíveis e alimentos —, o farelo enfrenta dificuldades. A menor demanda internacional reduz o escoamento do produto, pressionando os preços para baixo e gerando desequilíbrio na cadeia de derivados da oleaginosa.

Diante desse cenário, os preços da soja continuam testando os limites da linha de suporte dos US\$ 10 por bushel, um patamar psicológico importante para o mercado. Com a colheita norte-americana se aproximando e as incertezas quanto ao ritmo das exportações, o mercado segue atento às condições climáticas e às sinalizações comerciais entre EUA e China.

 





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Preços do milho caem, mas há saída



Entre os fatores de alta observados estão os dados positivos das exportações dos EUA



Entre os fatores de alta observados estão os dados positivos das exportações dos EUA
Entre os fatores de alta observados estão os dados positivos das exportações dos EUA – Foto: Nadia Borges

Diante do atual cenário de preços baixos no mercado de milho, a TF Agroeconômica recomenda que os produtores adotem estratégias distintas, conforme suas necessidades financeiras imediatas. Segundo a consultoria, quem precisa vender agora para saldar dívidas da safra deve fazê-lo, mas com uma importante ressalva: reservar entre 8% e 12% do valor obtido para aplicar em contratos futuros na B3. Essa tática visa compensar as perdas ocasionadas pela venda em um momento de baixa, aproveitando a possível recuperação dos preços no segundo semestre.

Para os que não estão pressionados financeiramente, a recomendação é manter o milho armazenado e esperar a valorização prevista com a redução dos estoques ao longo do segundo semestre. No entanto, a TF Agroeconômica alerta sobre o custo de carregamento da posição, como já vem destacando em análises anteriores. O movimento típico do mercado, com preços altos antes do plantio, queda durante a colheita e recuperação posterior, reforça a importância de ações planejadas neste momento.

Entre os fatores de alta observados estão os dados positivos das exportações dos EUA, segundo o USDA, e novas vendas para México e Coreia do Sul. No Brasil, a disputa entre indústrias de carne, etanol e exportadores pelo milho disponível no segundo semestre tem sustentado os preços internos. As cotações do CEPEA vêm apresentando melhora, reduzindo perdas acumuladas no mês.

Por outro lado, a pressão negativa vem de fatores externos e internos. A frustração com os termos do acordo comercial entre EUA e Japão esfriou o mercado em Chicago, e o provável impasse com o Canadá, principal comprador do etanol americano, também pesa. No Brasil, embora a entrada da safrinha devesse pressionar os preços para baixo, a forte disputa interna mantém as cotações em patamares elevados, afetando a competitividade nas exportações, como evidenciado pela perda recente de licitações sul-coreanas para outros fornecedores.

 





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Como a soja encerrou a semana?


O estado do Rio Grande do Sul encerrou a semana com vendas tímidas de soja e compradores focados no longo prazo, segundo informações da TF Agroconômica. “Pagamento Agosto R$ 139,00 (+0,22%) pagamento 30/08, setembro R$ 143,50 pagamento 30/09, outubro R$ 145,00 pagamento 30/10. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 (+2,29%) Cruz Alta – Pgto. 30/08 – para exportador, R$ 132,00 (+0,76%) Passo Fundo – Pgto. fim de agosto, R$ 132,00 Ijuí – Pgto. 30/08 – para fábrica R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 24/08. Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 123,00 a saca ao produtor”, comenta.

Comercialização lenta e estrutura pressionada em Santa Catarina. “A lentidão nas vendas preocupa, já que o aumento da produção pressiona uma capacidade de armazenagem e logística que já está sobrecarregada com a chegada da safra de inverno. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 137,19 (-1,16%)”, completa.

Oferta elevada e déficit de armazenagem pressionam o mercado de soja no Paraná. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 137,30 (+0,81%). Em Cascavel, o preço foi 124,97 (+1,71%). Em Maringá, o preço foi de R$ 125,56 (+1,55%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 126,39 (+3,20%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 137,19 (-1,17%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Vendas lentas e pressão logística marcam a soja em Mato Grosso do Sul. “A lentidão nas vendas segue preocupando, indicando cautela por parte dos produtores e desafios para escoar a produção em um mercado pressionado por uma capacidade estática de armazenamento que deixa a desejar, mas como já explicado anteriormente, isso se repete por todo o Brasil, pois a produção cresce mais rápido do que a estrutura. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 120,65 (+0,02%), Campo Grande em R$ 120,80 (+0,14%), Maracaju em R$ 120,63, Chapadão do Sul a R$ 118,24 (-1,09%), Sidrolândia a em R$ 125,09”, informa.

Mato Grosso amplia exportações para a China, mas enfrenta gargalo logístico crítico. “Campo Verde: R$ 118,20 (+0,15%). Lucas do Rio Verde: R$ 116,66, Nova Mutum: R$ 114,30 (+0,18%). Primavera do Leste: R$ 119,88 (+1,58%). Rondonópolis: R$ 119,88 (+1,58%). Sorriso: R$ 111,38”, conclui.

 





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