terça-feira, março 24, 2026

Política & Agro

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o Brasil que nasce do campo


Neste 28 de julho, o Brasil celebra o Dia do Agricultor, uma data que homenageia homens e mulheres que fazem da terra sua missão de vida. Criada em 1960, em referência ao centenário do Ministério da Agricultura, a data marca o reconhecimento a uma das atividades mais antigas e essenciais da humanidade: o cultivo da terra.

Ao longo dos séculos, a agricultura moldou o país. Começou com a extração do pau-brasil, passou pelos engenhos de cana-de-açúcar e pelo ciclo do café, até alcançar os mais modernos sistemas de produção. O que era feito com o carro de boi, hoje evoluiu para tratores inteligentes, sementes geneticamente aprimoradas, conectividade no campo e técnicas sustentáveis como o plantio direto e os sistemas integrados de produção.

Mais do que inovação, a agricultura é resistência. No campo, o dia começa cedo, com sol forte ou chuva pesada, enfrentando estradas difíceis, custos elevados e políticas públicas ainda distantes da realidade rural. Mesmo assim, os agricultores seguem firmes, cultivando com esperança, muitas vezes alimentada pela frase que ecoa entre safras: “o ano que vem vai ser melhor”.

Cada alimento que chega à mesa carrega o esforço de quem planta, colhe, cuida. O pão com manteiga do café da manhã, o arroz com feijão do almoço, a fruta do lanche, o jantar variado — tudo nasce no campo. E, por trás de cada refeição, há o trabalho invisível, mas indispensável, de um agricultor.

Apesar de sua importância, o reconhecimento nem sempre acompanha a dedicação. Muitos produtores enfrentam preços baixos, falta de apoio técnico, crédito escasso e políticas agrícolas frágeis. Em países desenvolvidos, a agricultura é amplamente subsidiada, garantindo renda mínima e estabilidade ao setor. No Brasil, o produtor muitas vezes não cobre os custos da produção, o que gera instabilidade de preços e insegurança para quem vive do campo.

A criação de políticas mais eficientes, com controle de safras, incentivos em épocas adequadas e equilíbrio entre oferta e demanda, poderia beneficiar toda a cadeia produtiva. Um fundo agrícola nacional, abastecido com recursos da exportação e importação, também ajudaria a tornar o sistema mais justo para produtores e consumidores.

O Dia do Agricultor é, portanto, uma oportunidade não apenas de celebrar, mas de refletir. É preciso olhar para o campo com mais atenção, ouvir quem está na lida diária com a terra e construir um futuro mais equilibrado e digno para quem garante o alimento de cada brasileiro.

Reconhecer o agricultor é valorizar o Brasil que nasce todos os dias no campo.





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Trigo/Cepea: Clima deixa produtores em alerta


Fortes chuvas no RS atrapalharam os trabalhos de campo

Chuvas intensas registradas no Sul do Brasil na semana passada, em especial no Rio Grande do Sul, e geadas em áreas do Centro-Sul do País deixaram produtores de trigo em alerta, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, por um lado, o clima mais frio favorece o desenvolvimento das lavouras, mas as fortes chuvas no RS atrapalharam os trabalhos de campo e implicaram até em perdas em algumas lavouras, que necessitarão ser replantadas. Dados da Conab indicam que, até 21 de junho, 56,6% da área estimada havia sido semeada no Brasil. A Companhia também indicou os inícios da semeadura em Santa Catarina e da colheita da safra de 2025 em Goiás.

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Frio e falta de forragem afetam pecuária de corte


As condições dos rebanhos de corte no Rio Grande do Sul têm refletido os efeitos do clima frio e da oferta restrita de forragem. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (24) pela Emater/RS-Ascar, os pecuaristas intensificaram os cuidados sanitários e as estratégias de manejo para preservar a condição corporal dos animais diante das baixas temperaturas e da limitação dos campos nativos.

Segundo a Emater/RS-Ascar, foram adotadas práticas como vacinação contra clostridioses, desvermifugação, tratamento de ferimentos e controle de ectoparasitas. Também houve manutenção das estruturas nas propriedades, incluindo consertos de cercas e porteiras. As temperaturas baixas e as geadas contribuíram para a redução de parasitas no campo, mas, por outro lado, afetaram a qualidade das pastagens, o que comprometeu o escore corporal dos rebanhos, especialmente onde há excesso de lotação animal.

A entidade relata que, nas áreas mais afetadas, os produtores têm transferido os animais para campos com pastagens anuais ou fornecido alimentos conservados como silagem e feno. Na região administrativa de Bagé, a palha de arroz tem sido usada como suplemento, e houve aumento na procura por rações e farelos. Em São Gabriel, os pecuaristas optaram pela venda de parte do rebanho e buscaram áreas de arrendamento para aliviar a pressão sobre os pastos.

Em Caxias do Sul, a condição sanitária dos rebanhos é considerada adequada, mas a recuperação corporal dos animais tem sido limitada pelo atraso no crescimento das pastagens. Conforme a Emater/RS-Ascar, touros e vacas prenhes têm sido priorizados no pastejo de aveia e azevém. Em Erechim, o estado nutricional é considerado satisfatório, embora tenha havido perda de peso em áreas com alta lotação. Também foram registrados focos de bernes e carrapatos.

A Emater/RS-Ascar destaca que o desmame foi concluído na maioria das propriedades e houve movimentação intensa nos leilões de terneiros, novilhas e vacas prenhes. No entanto, no mercado de gado gordo, os preços recuaram em diversas categorias devido ao aumento da oferta.

Em Frederico Westphalen, o clima seco e ensolarado favoreceu o conforto térmico dos animais, embora tenha sido necessário suplementar a alimentação para manter a condição corporal. Em Passo Fundo, a limitação de volumoso reduziu o peso dos animais mantidos exclusivamente a pasto, e a comercialização segue praticamente estagnada. Em Pelotas, o uso de sal proteinado ajudou a minimizar perdas nutricionais.

Na região de Santa Maria, os animais em campos nativos perderam peso, enquanto os alocados em pastagens cultivadas apresentaram melhor desempenho, mesmo sem pleno desenvolvimento das forragens. Em Santa Rosa, a condição sanitária dos rebanhos permanece satisfatória. Em áreas com predominância de espécies nativas, houve intensificação na oferta de suplementos. Garruchos, Bossoroca e Santo Antônio registraram marcações e castrações em terneiros.

Em Soledade, a condição corporal dos rebanhos e o ganho de peso dos terneiros estão dentro do esperado, com predomínio de pastagens de aveia nas áreas ocupadas pelos lotes.





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Boro: micronutriente discreto, mas essencial


O sucesso de uma lavoura não depende apenas dos fertilizantes convencionais. Micronutrientes como o boro, mesmo exigidos em pequenas quantidades, são fundamentais para o bom desenvolvimento das plantas. Ele participa de processos vitais, como a formação da parede celular, crescimento das raízes, transporte de açúcares, síntese de lignina e fecundação das flores.

A deficiência de boro pode causar sintomas visíveis e prejudiciais, como folhas novas encarquilhadas, necrose nos meristemas apicais, paralisação do crescimento, raízes atrofiadas e frutos com rachaduras ou má formação. Esses problemas comprometem diretamente o desempenho da cultura e o retorno econômico para o produtor.

“O boro está diretamente ligado à formação do tubo polínico, o que influencia no pegamento dos frutos. A deficiência pode causar queda de flores, deformações e redução no rendimento da lavoura”, explica Cristian Negri, gerente de Desenvolvimento Técnico da TMF Fertilizantes. “É um nutriente que age silenciosamente, mas cuja ausência traz prejuízos visíveis.”

Fatores como solos arenosos, pH elevado, baixa matéria orgânica e extremos climáticos — como chuvas intensas ou estiagens prolongadas — estão entre as causas mais comuns da deficiência do micronutriente. Para evitar perdas, é essencial adotar estratégias de correção baseadas em diagnósticos por análises de solo e folha, com aplicações via solo ao longo do ciclo e foliares em situações específicas.

O manejo deve ser equilibrado, pois o excesso de boro também pode ser tóxico. Culturas como café, soja, algodão, citrus, maçã e videira têm alta exigência desse nutriente, e sua reposição adequada contribui para melhor formação de flores e frutos, redução de deformações e maior resistência estrutural das plantas.

 





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Sucessão no campo pode redefinir o mercado de terras



“O Brasil entrou definitivamente na era da sucessão patrimonial”



“O Brasil entrou definitivamente na era da sucessão patrimonial"
“O Brasil entrou definitivamente na era da sucessão patrimonial” – Foto: Divulgação

A transição geracional no agronegócio brasileiro está se tornando um fator decisivo na dinâmica do mercado de terras. Segundo estimativas, mais de US\$ 9 trilhões em ativos devem ser transferidos no Brasil até 2040, principalmente ligados ao setor agropecuário. Esse fenômeno global, conhecido como grande sucessão intergeracional, exige planejamento para evitar fragmentação patrimonial, perda de produtividade e venda forçada de propriedades para quitação de tributos.

O desafio vai além da esfera familiar. Sem sucessão estruturada, muitas propriedades podem ser liquidadas por falta de herdeiros interessados ou preparados, pressionando o mercado fundiário com excesso de oferta em regiões de menor liquidez. Por outro lado, ativos com sucessão bem resolvida, estrutura jurídica organizada e gestão profissional tendem a ganhar valor, sendo vistos como oportunidades estratégicas por fundos, empresas e investidores institucionais.

“O Brasil entrou definitivamente na era da sucessão patrimonial. Com o envelhecimento da população rural e o perfil cada vez mais diverso dos novos detentores de capital, discutir o tema deixou de ser opção e passou a ser uma necessidade estrutural para o futuro do setor”, afirma Marcos Camilo, CEO da Pulse Capital.

A profissionalização das fazendas e a entrada de herdeiros com perfil técnico e visão empresarial também elevam o padrão de governança e eficiência produtiva. Estruturas como holdings, protocolos familiares e doações em vida com usufruto ajudam a preservar o patrimônio e garantir continuidade, mesmo diante de interesses divergentes entre gerações.

O impacto sobre os preços das terras será desigual: áreas produtivas, com acesso à logística e estabilidade jurídica, devem se valorizar, enquanto regiões menos atrativas ou com conflitos sucessórios correm risco de desvalorização. O Brasil vive um ponto de inflexão. Quem planejar a sucessão com antecedência sairá na frente no novo ciclo do campo.

 





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Gestão trabalhista no agro: prevenir é proteger



“O campo moderno exige gestão moderna”



“O campo moderno exige gestão moderna"
“O campo moderno exige gestão moderna” – Foto: Divulgação

O avanço tecnológico e a abertura de mercados no agronegócio brasileiro não têm sido acompanhados, na mesma medida, pela profissionalização da gestão de pessoas no campo. Segundo a advogada especialista em Direito Empresarial Daniela Correa, um dos principais pontos de fragilidade jurídica e risco reputacional do setor está na informalidade das relações de trabalho e na ausência de práticas estruturadas de compliance nas propriedades rurais e agroindústrias.

Para produtores, cooperativas e empresas que contratam e gerem mão de obra, transformar a relação com o trabalhador rural em um eixo estratégico é essencial. Isso envolve desde o registro formal e controle de jornada até treinamentos, canais de denúncia e políticas claras de conduta. Um programa básico de compliance deve contemplar o mapeamento de funções, auditorias periódicas, capacitação de lideranças e prevenção de situações como assédio e moradia precária.

Além de evitar processos que podem resultar em multas, embargos e dificuldades nas negociações com grandes compradores, o compliance trabalhista contribui para a melhoria do clima organizacional e a redução da rotatividade de funcionários. Tais medidas são, segundo Correa, ferramentas de segurança jurídica e também de sustentabilidade social.

“O campo moderno exige gestão moderna. E isso inclui a visão estratégica sobre quem faz o agro acontecer: a equipe contratada. Investir em uma estrutura legal sólida, em procedimentos claros e no fortalecimento da cultura de respeito ao trabalhador rural é, mais do que uma obrigação, uma decisão inteligente para proteger o negócio, os ativos e a reputação. O futuro do agro não depende só de tecnologia ou mercado. Depende também da  capacidade de empresas e produtores de fazerem a coisa certa no presente — com segurança jurídica, previsibilidade e responsabilidade na gestão das pessoas”, conclui.

 





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IA com sotaque do campo conecta pequenos produtores



A ferramenta usa dados públicos e inteligência artificial generativa



A ferramenta usa dados públicos e inteligência artificial generativa
A ferramenta usa dados públicos e inteligência artificial generativa – Foto: Divulgação

Uma nova inteligência artificial está ganhando espaço no agronegócio familiar brasileiro. Trata-se do RAImundo, assistente virtual gratuito criado pela Embrapa em parceria com os ministérios da Agricultura (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), além da startup AZap.AI. Apresentado nos 52 anos da Embrapa, o RAImundo oferece orientação técnica automatizada para agricultores familiares, diretamente pelo WhatsApp, com linguagem simples e foco em inclusão digital.

A ferramenta usa dados públicos e inteligência artificial generativa para responder dúvidas sobre manejo, clima, solo, pragas e produção sustentável. Com mais de 2.900 interações na fase beta, o sistema já demonstra alto potencial de impacto. Desenvolvido para funcionar até em áreas de baixa conectividade, o RAImundo visa melhorar o acesso à informação e ampliar a eficiência no campo.

“Estamos falando de uma tecnologia treinada com base na realidade brasileira, que escuta o produtor, orienta com responsabilidade e promove inclusão digital. O RAImundo nasce com potencial de impacto em larga escala”, afirma João Marcelo Occhiucci, CTO da AZap.AI.

Um dos destaques do RAImundo é o balcão digital de negócios, que permite compra e venda de insumos, alimentos e equipamentos com geolocalização, diretamente no WhatsApp. Além disso, a ferramenta auxilia agricultores no acesso a programas como PAA, PNAE e Pronaf, explicando etapas e documentos com clareza.

Com investimento inicial de R\$ 100 mil e previsão de novos aportes em 2025, o RAImundo deve lançar sua versão definitiva no segundo semestre do ano que vem. A meta é alcançar 100 mil produtores no primeiro ano de operação, promovendo mais produtividade, economia e acesso à tecnologia para quem vive do campo.

 





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Sul tem a maior queda da gasolina


O Sul do Brasil registrou, na primeira quinzena de julho, a maior redução no preço médio da gasolina entre todas as regiões do país, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). O combustível foi comercializado a R$ 6,32, com queda de 0,63% em relação ao mês anterior. O etanol também apresentou retração de 1,08%, sendo vendido a R$ 4,58. Já o diesel comum subiu levemente 0,17%, com média de R$ 5,97, enquanto o tipo S-10 caiu 0,33%, chegando a R$ 5,96.

De acordo com o levantamento, o Sul é a única região onde o diesel segue abaixo dos R$ 6,00 — sendo, portanto, o mais barato do país. Essa estabilidade, aliada à redução mais acentuada da gasolina, indica uma competitividade maior entre os postos e melhores condições para o repasse de preços aos consumidores.

Renato Mascarenhas, diretor da Edenred Mobilidade, destaca que o cenário é especialmente positivo para os motoristas da região: no Paraná, o etanol se mostra mais vantajoso economicamente; já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a gasolina segue como a melhor opção. Ele também lembra que o etanol é uma escolha mais sustentável, por ser renovável e emitir menos poluentes.

“Os dados do Sul revelam um cenário interessante: mesmo com uma leve oscilação no diesel comum, a região mantém os menores preços médios do País para esse combustível — e é a única onde ele segue abaixo dos R$ 6. Isso mostra uma estabilidade que não se repetiu nas demais regiões. A gasolina também teve a maior queda do período, o que indica um ambiente de maior competitividade entre os postos e uma dinâmica local mais favorável ao repasse das reduções. É um movimento que, se sustentado, pode beneficiar bastante o consumidor da região”, comenta.

O IPTL é baseado em transações feitas em mais de 21 mil postos credenciados pela Edenred Ticket Log e reflete o comportamento real dos preços no país. A empresa gerencia mais de 1 milhão de veículos, com média de oito abastecimentos por segundo.

 





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Fungicidas se destacam no controle do oídio no trigo


Os Fungicidas da Sipcam Nichino Brasil demonstraram alta eficácia no controle do oídio em trigo durante os Ensaios Cooperativos de Rede da safra 2024. A avaliação, conduzida por 17 instituições de pesquisa em municípios do Paraná e do Rio Grande do Sul, apontou a associação entre os produtos Domark® Excell e Fezan® Gold como uma das mais eficientes, com índice de controle chegando a 85,8%.

As análises foram realizadas em 11 lavouras nas cidades de Campo Mourão, Guarapuava, Palmeira, Ponta Grossa (PR), e Jaboticaba, Passo Fundo, Santa Bárbara do Sul, Cruz Alta, Coxilha e Pelotas (RS). Segundo José de Freitas, engenheiro agrônomo da companhia, os fungicidas à base de tetraconazole têm se destacado nos últimos anos pelo desempenho contra oídio, uma doença foliar que aparece logo após a emergência das plantas e pode evoluir rapidamente.

Além do controle eficaz, a estratégia da empresa resultou em um dos maiores rendimentos das áreas avaliadas, com média de 4,5 mil quilos de trigo por hectare. Freitas alerta que, se não controlado, o oídio pode causar perdas de até 60% na produtividade, especialmente em cultivares suscetíveis.

A Sipcam Nichino, de origem ítalo-japonesa, atua no Brasil desde 1979 e é fruto da união entre a italiana Sipcam, especializada em agroquímicos pós-patentes, e a japonesa Nichino, pioneira no desenvolvimento de moléculas para proteção de cultivos.

“Nos últimos anos, fungicidas à base de tetraconazole têm se destacado no controle do oídio”, reforça José de Freitas, engenheiro agrônomo, da área de desenvolvimento de mercado. “Não controlado, pode diminuir a produção de grãos em até 60%, uma vez que há cultivares altamente suscetíveis no mercado”, conclui.

 





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Conectividade no campo viabiliza agricultura mais eficiente


A conectividade rural tem se consolidado como uma das principais aliadas da transformação digital no agronegócio. Tecnologias como redes LTE privadas, conexões via satélite, 5G, LPWAN e LoRa vêm permitindo o uso de sensores, automação, plataformas digitais e sistemas de rastreabilidade, mesmo em áreas remotas, onde o acesso à internet ainda é um desafio.

Sem conexão, torna-se inviável implementar soluções que aumentam a produtividade, otimizam recursos e reduzem impactos ambientais. Por isso, a conectividade passou a ser tratada como infraestrutura essencial, ao lado da energia e da logística. A escolha da tecnologia ideal depende da realidade de cada propriedade, o que tem impulsionado o desenvolvimento de soluções modulares, combinando diferentes redes para atender às especificidades regionais.

“Falar em agricultura moderna com maior produtividade, menores custos e menor impacto ambiental, é falar em tecnologia. Sem conectividade, nada disso acontece”, destaca Vice-Presidente de marketing e vendas da Hughes, Ricardo Amaral. “Nossa missão é levar conexão onde ela é mais necessária. Em muitos lugares, a conexão por satélite é único caminho possível para o produtor acessar plataformas digitais, sensores, automação, rastreabilidade e outros recursos essenciais para um agro mais eficiente”, completa.

Essa abordagem tem sido aplicada em diversos projetos pelo país, como os apresentados pela Hughes do Brasil durante o AGROtic 2025. A empresa mostrou como a conectividade híbrida e o sensoriamento remoto vêm transformando a gestão agrícola, proporcionando maior controle e tomada de decisão baseada em dados.

O avanço da conectividade no campo representa mais do que acesso à internet: significa abrir portas para inovação, inclusão digital e um agro mais competitivo e sustentável, preparado para os desafios da próxima década.

 





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