segunda-feira, março 23, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Grupo Casa Bugre lança novos produtos no Congresso Andav 2025


Soluções focadas em bioestimulação, nutrifisiologia, sinalização fisiológica, além de mapeamento, regeneração e saúde do solo, são os principais destaques do Grupo no tradicional evento

Para impulsionar um agronegócio mais eficaz, rentável e sustentável, e conectar o conhecimento científico com as necessidades do agricultor, o Grupo Casa Bugre chega ao Congresso Andav 2025 com diversos lançamentos. No evento, que ocorre de 5 a 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, as empresas do Grupo apresentam produtos focados em bioestimulação, nutrifisiologia, sinalização fisiológica e também mapeamento, regeneração e saúde do solo.

Entre os destaques, estão os novos produtos da Agrilife Solutions, divisão especializada em nutrição inteligente e bioestimulação, como o VacStress, que funciona como uma vacina que reduz e controla perdas produtivas por estresses abióticos como seca e calor; e as três soluções da linha Stimulife (à base de microalgas), que conta com o  Robust (estimula a engorda dos frutos e melhora o desempenho pós-colheita), o Impetus (proteção natural contra estresses e estímulo fisiológico) e o Rizogen (para estímulo de raízes secundárias e absorção de nutrientes).

Outro lançamento da empresa é o TalaPhos, aditivo biológico para compostagem com formulação exclusiva e inovadora, à base do fungo Talaromyces pinophilus. O produto proporciona uma degradação eficiente de resíduos orgânicos da lavoura, com rápido estabelecimento e facilidade de aplicação. Outro benefício é a disponibilidade de nutrientes essenciais, favorecendo o crescimento saudável das plantas.

    Além disso, a Agrilife expõe no Congresso os produtos da linha de nutrifisiologia vegetal com a exclusiva tecnologia C-DOT Drive, que potencializa absorção, translocação e metabolismo dos nutrientes. Essa linha conta com as soluções AgBasis e AgFortis, ambas alinhadas ao conceito global de Nutrient Use Efficiency (NUE) e atendem a diferentes estágios da cultura, com baixas doses e alta eficiência e resultados.

Primeira plataforma brasileira para agricultura regenerativa

A agricultura regenerativa também estará em pauta com o lançamento da Terrus Regeneração, plataforma pioneira baseada em tipologia de argila que integra dados mineralógicos e inteligência artificial para mapear aptidões e riscos dos solos. A novidade já tem 800 milhões de hectares analisados e está pronta para ajudar o produtor a tomar decisões estratégicas.

Com uma técnica inédita que digitaliza e transforma os dados dos minerais da fração de argila do solo em decisões operacionais de manejo e regeneração, o serviço ajuda a reduzir perdas e aumentar a produtividade com sustentabilidade, além de auxiliar na recuperação das características naturais do terreno quando necessário.

“O investimento em práticas de manejo que protejam e regenerem o solo, assim como em mapeamentos e análises avançadas, não é apenas uma estratégia de sustentabilidade, mas uma opção inteligente para a agricultura regenerativa. Por isso, a Terrus Regeneração chega para aumentar a rentabilidade, garantindo produtividade contínua e resiliência do sistema ao longo do tempo”, explica Flavio Maia, CEO do Grupo Casa Bugre.

Novidades em nanotecnologia e sinalização fisiológica

A Krilltech, braço de eficiência fisiológica do Grupo, apresenta no Congresso Andav o KrillMax, produto voltado para cultura do milho. Desenvolvido em parceria com Universidade de Brasília (UnB) e a Embrapa, a solução ativa processos fisiológicos que aumentam a eficiência nutricional e a produtividade da planta com apenas uma aplicação, resultando em médias de incremento acima de 12 sacas por hectare no milho da safrinha.

Outros destaques da empresa são o KrillBloom, produto inovador para algodão, que promove maior fixação de maçãs e sanidade da planta ao atuar na fotossíntese, ampliando o aproveitamento de nitrogênio e eficiência nutricional; e a Arbolina, uma das principais inovações do setor em ativação fotossintética, já que aumenta a produção de energia (ATP), a absorção de nutrientes e o equilíbrio hormonal da planta.

Hub de inovação em expansão

Completando os destaques, a AgriForLife, hub de inovação aberta do Grupo Casa Bugre, marca presença reforçando o objetivo de fomentar ainda mais a tecnologia no campo. No evento, a iniciativa, que está sediada no Dabi Business Park, em Ribeirão Preto, visa promover novas parcerias com startups e disseminar o conhecimento sobre tecnologia agrícola.

“Nossa participação no evento é focada no futuro da agricultura, que é tecnológico, regenerativo, inteligente e sustentável. Com todas essas novidades, o Grupo Casa Bugre está pronto para caminhar lado a lado com o produtor, oferecendo soluções de alto impacto, baseadas em ciência e com um interesse genuíno pelo produtor rural e pela conexão entre ciência, inovação e campo”, ressalta o CEO.

Serviço:

Grupo Casa Bugre no Congresso Andav 2025

Data: de 5 a 7 de agosto de 2025

Local: Transamerica Expo Center, em São Paulo, Estande N80

Programação oficial e mais informação em: https://www.eventosandav.com.br/ 

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo inicia semana com altas em São Paulo e Goiás


O mercado do boi gordo iniciou a semana com valorização nas principais praças. Segundo análise publicada nesta segunda-feira (4) pela Scot Consultoria, no informativo “Tem Boi na Linha”, em São Paulo, a cotação das arrobas de todas as categorias subiu R$ 2,00, reflexo da menor oferta de animais prontos para abate e da melhora no escoamento da carne.

Apesar de um ambiente ainda marcado pela especulação, a demanda foi suficiente para sustentar a alta. As escalas de abate, conforme o relatório, seguem atendendo a uma média de sete dias.

Em Goiás, o movimento também foi de alta, com variações conforme a região. Na área de Goiânia, houve aumento de R$ 2,00 por arroba tanto para o boi gordo quanto para a vaca. Para a novilha, os preços permaneceram estáveis. No Sul do estado, o acréscimo de R$ 2,00/@ foi registrado apenas para a novilha. A cotação do “boi China” também subiu R$ 2,00/@.

No mercado atacadista de carne com osso, o bom ritmo no escoamento observado na semana anterior se manteve. A valorização da arroba, aliada à proximidade do Dia dos Pais, ajudou a sustentar os preços das carcaças casadas.

A carcaça casada do boi capão subiu 1,8%, com acréscimo de R$ 0,35/kg. A carcaça do boi inteiro apresentou alta de 0,5%, ou R$ 0,10/kg. As carcaças dianteiras e da ponta de agulha seguiram estáveis, enquanto as traseiras tiveram alta. A do boi castrado avançou 3,4% (R$ 0,75/kg) e a do boi inteiro, 1,0% (R$ 0,20/kg).

Para a vaca e para a novilha, os preços subiram R$ 0,10/kg, alta de 0,6% e 0,5%, respectivamente. No setor de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 0,8%, equivalente a R$ 0,05/kg. Já o suíno especial registrou recuo de 2,5%, ou R$ 0,30/kg.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Tarifa dos EUA preocupa setor do tabaco



Setor decidiu armazenar o produto e esperar



Setor decidiu armazenar o produto e esperar
Setor decidiu armazenar o produto e esperar – Foto: Canva

O setor brasileiro do tabaco recebeu com apreensão a confirmação da tarifa de 50% sobre as importações do produto pelos Estados Unidos, com início em 6 de agosto. Terceiro maior destino do tabaco nacional, os EUA representaram, entre janeiro e junho de 2025, cerca de 9% das exportações do setor, com 19 mil toneladas e US\$ 129 milhões em receita, segundo dados do MDIC/ComexStat. No acumulado de 2024, o volume exportado foi de 39,8 mil toneladas, gerando US\$ 255 milhões.

De acordo com Valmor Thesing, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), o setor esperava uma possível negociação ou adiamento da medida, o que não se concretizou. “A manutenção da tarifa cria uma situação bastante complexa e a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano fica ameaçada. Podemos esperar, como consequência, uma redução drástica nos volumes exportados aos clientes americanos”, afirma.

Apesar do cenário adverso, Thesing garante que não há previsão de demissões. Ele explica que as empresas integradoras continuarão adquirindo normalmente o tabaco já contratado com os produtores por meio do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), garantindo estabilidade aos agricultores.

A estimativa é que cerca de 40 mil toneladas da safra 2025/2026 já contratada seriam destinadas aos EUA. Caso não seja possível redirecionar esse volume de imediato, ele poderá ser estocado no país. Ainda assim, o setor mantém a esperança de redirecionar parte dessa produção para outros mercados, já que o Brasil exporta tabaco para mais de 100 países.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Biotrop leva inovação em agricultura biológica ao Congresso Andav



Evento ocorre entre os dias 05 a 07 de agosto


Foto: Divulgação

A Biotrop, líder em soluções biológicas e naturais para a agricultura, marca presença na 14ª edição do Congresso da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), que será realizada de 05 a 07 de agosto de 2025, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

“Como empresa referência no mercado, a presença da Biotrop no Congresso da Andav reforça a importância da distribuição de insumos como elo essencial para a difusão do conhecimento e a ampliação do uso de tecnologias biológicas e naturais no campo. Os nossos amados clientes distribuidores estão ajudando a elevar a produtividade e a rentabilidade dos agricultores por meio das nossas soluções. Uma parceria, portanto, de grande benefício para todos os elos da cadeia”, destaca Ricardo Hendges, Diretor de Marketing da Biotrop.

Com o propósito de transformar o agronegócio, inovando com biológicos para produção de alimentos saudáveis, energia limpa e fibras de qualidade, a Biotrop apresenta no evento sua completa linha de soluções biológicas e tecnologias voltadas à alta produtividade, com regeneração do solo e sustentabilidade da produção agrícola.

A empresa investe fortemente em inovação, sustentabilidade e na expansão das operações no Brasil e no exterior, reforçando o protagonismo do país no crescimento global do mercado de biológicos. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mais de 25% de toda inovação em biodefensivos registrada nos últimos 03 anos no Brasil são da Biotrop, o que torna a empresa referência no desenvolvimento de novas tecnologias e registros.

“Temos muito orgulho de liderar uma transformação concreta no agro, com tecnologias que geram valor real ao agricultor. Contribuímos para lavouras mais produtivas e para um ambiente mais saudável e regenerativo. Estar no Congresso Andav é uma excelente oportunidade para estreitarmos laços com nossos clientes e amplificarmos a nossa mensagem: os biológicos e naturais são ferramentas essenciais no manejo moderno. Agricultores e distribuidores podem contar com a Biotrop para elevar ainda mais o desempenho de seus negócios”, conclui Hendges.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Gasolina e etanol atingem menores preços médios


O preço médio da gasolina e do etanol caiu em julho no Brasil, segundo levantamento do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). A gasolina recuou 0,47% em relação a junho, chegando a R$ 6,35, enquanto o etanol teve queda de 0,68%, com média de R$ 4,36, os menores valores registrados desde janeiro.

De acordo com Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, a redução é reflexo do repasse gradual da queda anunciada pela Petrobras em junho. Ele destaca que, embora lento, esse movimento representa um alívio para o consumidor.

Na análise regional, o Centro-Oeste teve as maiores reduções: 1,37% no etanol (R$ 4,33) e 0,77% na gasolina (R$ 6,43). Os menores preços médios foram observados no Sudeste: R$ 4,23 para o etanol e R$ 6,21 para a gasolina. Já a região Norte manteve as maiores médias, com R$ 5,20 e R$ 6,84, respectivamente.

Entre os estados, o Maranhão liderou as altas no etanol (+1,20%) e na gasolina (+0,63%). O etanol mais barato foi em São Paulo (R$ 4,08), e a maior queda ocorreu no Amapá (-3,63%). O Rio de Janeiro teve a gasolina mais barata (R$ 6,13), enquanto o Acre manteve a mais cara (R$ 7,48). Ainda segundo Mascarenhas, apesar da vantagem econômica da gasolina, o etanol se destaca por seus menores impactos ambientais.

“A gasolina se mostrou a opção mais vantajosa economicamente na maior parte dos estados do Brasil em julho, principalmente para quem abastece nas regiões Nordeste e Sul . Entretanto, é importante ressaltar que o etanol traz mais benefícios ambientais, uma vez que emite menos poluentes, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável e de baixo carbono”, reforça Mascarenhas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ciclo de Conscientização completa 15 anos com mais de 38 mil pessoas impactadas no Sul do Brasil


O Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente, promovido pelo SindiTabaco e empresas associadas, com apoio da Afubra, encerrou sua décima quinta edição na última semana com um saldo total de 38 mil pessoas impactadas, abrangendo mais de 70 municípios.

Em 2025, os seminários foram realizados em seis municípios do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina e reuniram 2.150 participantes, entre produtores de tabaco, agentes de saúde, educadores, conselheiros tutelares e lideranças locais.

A agenda teve início nos dias 22 e 23 de julho, em Gramado Xavier e Vale do Sol, no Rio Grande do Sul, que juntos reuniram 880 participantes. Na semana seguinte, o ciclo seguiu para os municípios de Ipiranga e Imbituva, no Paraná, e Irineópolis e Mafra, em Santa Catarina. As quatro cidades somaram 1.270 participantes.

A programação manteve o formato já consolidado das últimas edições, com a participação da Companhia de Teatro Espaço Camarim, que transforma conteúdo técnico em informação acessível.

“A assistência técnica gratuita, uma das garantias do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), é uma grande aliada na conscientização. Ela é complementada com a distribuição de materiais impressos, veiculação de campanhas de mídia e a realização de seminários como estes que realizamos anualmente. É um longo trabalho, que tem surtido efeito”, comenta Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco.

Pesquisa realizada em 2023 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração (CEPA/UFRGS), revelou que 95% dos produtores já fizeram cursos sobre manuseio seguro de agrotóxicos e 98% se dizem bem informados sobre as técnicas de colheita segura do tabaco.

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL – Seguindo recomendações da OIT, o Brasil regulamentou por meio do decreto 6481/2008 duas convenções internacionais, colocando o tabaco na lista de formas de trabalho proibidas para menores de 18 anos. Assim, toda atividade realizada por crianças e adolescentes que substitui a mão de obra de um adulto, pode ser considerada trabalho infantil. As empresas associadas ao SindiTabaco solicitam, a cada nova safra, o comprovante de matrícula escolar no período da assinatura do contrato de comercialização de safra e o comprovante de frequência ao final de cada ano letivo.

SAÚDE E SEGURANÇA DO PRODUTOR – De forma bem-humorada, o Dr. Nikotino reforça as orientações para a colheita segura e o manejo seguro de agrotóxicos. Durante a colheita, os produtores são orientados a sempre usar luvas impermeáveis, evitar colher o tabaco quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou orvalho, bem como dar preferência aos horários menos quentes do dia. Eles também têm à disposição uma vestimenta específica, com eficácia comprovada e certificada pelos órgãos competentes. Com relação ao manejo seguro de agrotóxicos, conheça algumas das orientações repassadas durante os eventos:

Sinalizar áreas recém-tratadas com agrotóxicos com placa específica

– Manter o pulverizador em perfeitas condições de uso e sem vazamentos, inspecionando-o antes da sua utilização.

– Não permitir a aplicação de agrotóxicos por pessoas menores de 18 anos, maiores de 60 anos e gestantes.

– Armazenar os agrotóxicos em armário feito de alvenaria ou metal, chaveado e destinado somente para esse fim. O acesso a esses produtos deve ser restrito a trabalhadores orientados a manuseá-los.

– Realizar a tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda, utilizando o EPI.

– Não reutilizar embalagens vazias de agrotóxicos para qualquer fim. 

MAPA DA CONSCIENTIZAÇÃO

Realizado anualmente desde 2009, o Ciclo de Conscientização já passou por mais de 70 municípios e impactou diretamente 38 mil produtores de tabaco no Sul do país. Conheça os municípios que sediaram os eventos ao longo de 15 anos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Trigo argentino avança com boa umidade


A semeadura do trigo na Argentina atingiu 98,3% da área projetada de 6,7 milhões de hectares, com avanço de 2,4 pontos percentuais na última semana. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), chuvas generalizadas sobre toda a região agrícola melhoraram significativamente a oferta hídrica para o cereal, especialmente nas províncias de Santa Fé, Entre Ríos e Corrientes.

Cerca de 78,7% das lavouras de trigo estão em condições de umidade entre adequada e ótima, enquanto 96,9% apresentam estado vegetativo de normal a excelente. No norte do país, o início da fase reprodutiva está sendo beneficiado pela recuperação da umidade no solo. Em áreas com excesso de chuvas, houve relatos pontuais de redução na população de plantas, mas sem impacto significativo na produtividade. Apenas 3,8% do trigo em campo já está em estágio reprodutivo, concentrado no norte.

A colheita de milho com destino a grão comercial alcançou 88% da área cultivada, com rendimento médio nacional de 72,3 sacas por hectare. Em Córdoba, os trabalhos estão praticamente concluídos no centro-norte, com média de 80,5 sc/ha. No sul da província ainda falta colher 14% da área, com rendimento acumulado de 74,3 sc/ha. Na província de Buenos Aires, há atrasos, especialmente nas regiões centro e sul, mas os rendimentos estão dentro do esperado. A estimativa de produção foi mantida em 49 milhões de toneladas.

Quanto ao sorgo granífero, a colheita atingiu 95% da área nacional. Os rendimentos médios foram de 35,3 sc/ha, com destaque para os plantios tardios do centro do país, que superaram as expectativas. Apesar do estresse hídrico e térmico do final do verão, a produção foi revista para cima em 100 mil toneladas, totalizando agora 3,1 milhões de toneladas – aumento de 3,3% em relação à projeção anterior.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil avança na exportação de gergelim com novas habilitações para o mercado chinês



Brasil dobra estabelecimentos aptos a exportar gergelim para a China




Foto: Sérgio Cobel da Silva/ Embrapa

O número de estabelecimentos brasileiros habilitados a exportar gergelim para a China passou de 31 para 61, praticamente dobrando o número de estabelecimentos aptos, conforme nova lista divulgada pela Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC). A ampliação consolida o avanço do Brasil na exportação da oleaginosa e reforça os laços com o maior consumidor global do produto.

A abertura do mercado chinês para o gergelim brasileiro foi anunciada em novembro de 2024, durante a visita oficial do presidente Xi Jinping ao Brasil. A habilitação foi à época a 200ª abertura de mercado da atual gestão, resultado de um processo de negociação coordenado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Adidância Agrícola em Pequim, a Embaixada do Brasil em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o setor privado nacional, que atuaram de forma coordenada para atender às exigências estabelecidas pelas autoridades chinesas.

Hoje, o Brasil é o sétimo maior exportador mundial de gergelim, com 5,31% de participação no comércio global. Entre os principais estados produtores estão Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins. Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia também vêm ganhando destaque, com grande potencial de crescimento da cultura.

A China, que responde por 38,4% do consumo global da semente, é o maior importador mundial do produto. A ampliação expressiva das habilitações representa uma oportunidade concreta para fortalecer a presença brasileira em mercados estratégicos e ampliar as possibilidades de agregação de valor e desenvolvimento regional.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Estados Unidos importaram 7,6 milhões de sacas de 60kg dos Cafés do Brasil no ano-cafeeiro 2024


Os Estados Unidos foram responsáveis pela compra de 16,5% do total de 46,1 milhões de sacas dos Cafés do Brasil exportados no ano-cafeeiro de 2024. Com um volume de 7,6 milhões de sacas de 60kg compradas, o País norte-americano liderou o ranking dos maiores países importadores dos cafés brasileiros em 2024.

O ano-cafeeiro de 2024 marcou o maior volume de exportação dos Cafés do Brasil em um único ano, com a venda de 46,1 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a um crescimento de 30,6% em comparação com as 35,3 milhões de sacas exportadas em 2023. Na mesma base de comparação, as importações dos Estados Unidos aumentaram significativamente 40,7%, passando de 5,4 milhões de sacas em 2023 para 7,6 milhões de sacas em 2024.

É oportuno destacar que os dados estatísticos e demais números da produção cafeeira nacional e internacional, que estão permitindo realizar esta análise, foram extraídos do Sumário Executivo do Café – Julho 2025, estudo que é elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, cujas edições também estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Para complementar essa análise focada apenas nas exportações dos Cafés do Brasil no ano-cafeeiro 2024, conforme indicado no Sumário Executivo, os cinco principais países importadores, em ordem decrescente, são: Estados Unidos, em primeiro lugar, respondendo por cerca de 16,5% das vendas, totalizando 7,6 milhões de sacas de 60 kg.

A Alemanha ocupa a segunda posição nesse ranking, com 7,3 milhões de sacas, o que representa 15,8% das vendas nacionais em 2024. Em seguida, está a Bélgica, que, após um aumento significativo de 100% em relação a 2023, importou 4,4 milhões de sacas. Esse volume representa 9,5% das exportações brasileiras no ano de 2024. Na quarta posição, encontra-se a Itália, com 3,9 milhões de sacas, representando cerca de 8,5% do total.

Por fim, em quinto lugar, está o Japão, cujas importações de café brasileiro no ano cafeeiro de 2024 totalizaram 2,3 milhões de sacas, representando, dessa forma, 5% das vendas nacionais no período. As compras de Espanha, Turquia, Holanda, Rússia, Reino Unido, Coréia do Sul, Canadá, Suécia, França e Colômbia completaram a totalidade das vendas dos Cafés do Brasil no ano-cafeeiro de 2024.

Leia na íntegra o Sumário Executivo do Café – Julho 2025, elaborado pela SPA/Mapa, pelo link:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/images/stories/noticias/2021/2025/Julho/Sumario_Cafe_julho_2025.pdf

Conheça todo o acervo de publicações da Embrapa Café e faça download gratuito dos arquivos pelo link:

https://www.embrapa.br/cafe/publicacoes

Confira as ANÁLISES (Análises e notícias da cafeicultura) divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Consócio Pesquisa Café – Conheça os Atos Constitutivos do Consórcio Pesquisa Café e o seu respectivo Regimento Interno:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/atos-constitutivos-e-regimentos





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

como a carne de frango brasileira conquistou o mundo



Primeira remessa da proteína foi enviada ao Kuwait em 1975




Foto: Divulgação

No dia 1º de agosto, o Brasil comemorou um marco que transformou sua avicultura em referência global: os 50 anos do primeiro embarque oficial de carne de frango para o mercado externo. O destino foi o Kuwait, ponto de partida de uma trajetória que posicionou o país como o maior exportador mundial da proteína.

De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil já exportou quase 100 milhões de toneladas de carne de frango desde 1975, alcançando mais de 150 países. Só em 2024, foram embarcadas 4,9 milhões de toneladas, com faturamento próximo de US$ 10 bilhões.

Aquela primeira exportação simbolizou o início de uma forte parceria com os mercados islâmicos, em especial os países do Golfo. Hoje, o Brasil é o principal fornecedor de carne de frango halal no mundo, com mais de 2 milhões de toneladas exportadas anualmente. A produção segue rigorosos critérios de rastreabilidade e sanidade, em parceria com certificadoras e autoridades religiosas.

Entre os principais mercados consumidores da proteína brasileira estão China, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e União Europeia — regiões que reconhecem a confiabilidade e a qualidade do produto nacional.

“O primeiro embarque foi o início de uma jornada construída com ciência, integração entre campo e indústria e foco na segurança alimentar. É uma conquista coletiva de milhares de brasileiros”, destacou Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A trajetória de sucesso da carne de frango nacional também contou com o suporte de ações desenvolvidas em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Feiras internacionais, campanhas de imagem e articulação com stakeholders globais ajudaram a consolidar o Brasil como fornecedor estratégico de alimentos.





Source link