quinta-feira, março 19, 2026

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Últimos dias para Submissão de Trabalhos no APSUL América 2025


Pesquisadores, profissionais e estudantes que desejam expor seu trabalho no APSUL América 2025, o maior evento de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas da América Latina, têm apenas até esta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, para enviar suas contribuições.

Os trabalhos científicos, casos técnicos ou relatos de experiência aprovados serão publicados no e-book oficial da 7ª edição do APSUL América e poderão ser expostos em formato de banner físico durante o evento, que acontece nos dias 23 e 24 de setembro de 2025, no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS.

Esta é a última oportunidade de participar ativamente deste evento que reúne as principais inovações e discussões sobre o futuro do agronegócio, conectando pesquisadores, empresários, produtores e grandes lideranças do setor de diferentes países.


Como Submeter o Trabalho?

Prazo final: 10 de setembro de 2025.

Como fazer:

Acesse o site oficial do evento: www.apsulamerica.com.br

Baixe o modelo correspondente ao seu tipo de trabalho:

Trabalho Científico.

Caso Técnico / Relato de Experiência.

Preencha rigorosamente o conteúdo dentro do modelo indicado, seguindo as normas de formatação.

Envie o arquivo pelo formulário disponível na página até o prazo final.

Importante:

Não há limite de submissões por autor.

Cada trabalho pode ter até 8 autores.

Participar é Fazer Parte da História do Agro Moderno

Além de compor o e-book oficial do APSUL América, que será distribuído a um público estratégico formado por pesquisadores, produtores e empresas do setor, os trabalhos aprovados terão a chance de serem expostos no evento em formato de banner físico, com alta visibilidade.

Especificações para a Exposição de Banners:

Modelo disponível no site: Desde 1º de julho de 2025.

Dimensões obrigatórias: 90 cm de largura x 120 cm de altura.

Apresentação: O banner deve ser levado impresso pelos autores, com bastão e cordas para fixação, e será montado no espaço de exposição no primeiro dia do evento (23 de setembro, pela manhã).

Por que Submeter seu Trabalho?

– Publicação no e-book oficial: Destaque científico e técnico em um material distribuído a líderes, instituições e empresas renomadas no setor agropecuário.

– Exposição no maior evento de Agricultura de Precisão da América Latina: Mostre seu trabalho a um público qualificado de mais de 60 painelistas e moderadores, empresários, produtores e pesquisadores.

– Conexão com grandes temas do setor: As submissões aceitas estarão alinhadas às categorias principais do evento, conectadas às demandas atuais e futuras do agro.

– Certificação: Receba reconhecimento e destaque com a certificação de participação no evento e no e-book.

Sobre o APSUL América 2025

O APSUL América – Congresso Sul-Americano de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas – é o ponto de encontro entre tecnologia, sustentabilidade e inovação.Neste ano, o evento traz o tema “AGRICULTURA 4.0: INOVAÇÃO DIANTE DOS DESAFIOS CLIMÁTICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS”, com mais de 60 painelistas de 4 países (Brasil, Holanda, Argentina e Estados Unidos), além de minicursos gratuitos, demonstrações de drones e máquinas, e painéis com grandes nomes do setor. O evento será realizado no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS, nos dias 23 e 24 de setembro de 2025.

 





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Clima favorece oferta de pastagens


De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), os campos nativos e as pastagens perenes de verão tiveram maior oferta e qualidade, impulsionados por radiação solar, temperaturas elevadas e umidade adequada. “As condições permitiram maior carga de pastelaria e melhor eficiência”, destacou a publicação.

Nos campos melhorados com azevém, o manejo elevou a qualidade da forragem, permitindo loteações mais intensas. Já as demais espécies perenes de verão ainda não são aptas ao pastel. Em áreas baixas, o excesso de chuva manteve o solo encharcado. As pastagens de aveia, em fase avançada de ciclo e formação de sementes, não adquiriram mais ganho de peso animal. Nas áreas de integração laboral-pecuária, a oferta de forragem completa, e os produtores planejam liberar o solo para formação de palha. Também foram registrados plantios de milho para silagem e de pastagens anuais de verão, aproveitando a boa umidade do solo.

Na região administrativa de Bagé, o azevém apresentou boa qualidade e oferta de folhas, apoiando maior loteação. As espécies perenes, como tifton, panicuns, braquiárias e capim-elefante, reiniciaram o rebrote, ainda sem condições para pastejo. Em São Borja, iniciou-se o preparo do solo para implantação das pastagens anuais de verão, enquanto em São Gabriel os produtores buscam sementes de capim-sudão para garantir a implantação antecipada.

Em Erechim, as temperaturas elevadas, maior luminosidade e redução da umidade favoreceram o desenvolvimento das pastagens de inverno e o rebrote das de verão. O azevém de ciclo mais tardio contribuiu para maior oferta de matéria verde. Em Frederico Westphalen, as condições climáticas mantiveram a qualidade das forrageiras e prolongaram o tempo de pastejo.

Na região de Ijuí, as forrageiras anuais de inverno alcançaram o pico vegetativo, elevando a disponibilidade de massa verde. O azevém avançou em qualidade, e o trigo pastoreio apresentou bom desempenho. Em Passo Fundo, o azevém manteve boa qualidade, enquanto a aveia apresentou redução no crescimento, mas ainda permite pastejo.

Em Pelotas e Pinheiro Machado, as condições de luminosidade e temperatura favoreceram o rebrote das pastagens nativas e cultivadas, embora o déficit hídrico anterior às chuvas tenha limitado a recuperação em algumas áreas. Já em Santa Maria, a maior incidência de sol promoveu crescimento vigoroso e acúmulo de biomassa, apesar de problemas de pisoteio em baixadas encharcadas.

Em Santa Rosa, a oferta de pastagem foi garantida de forma satisfatória em quantidade e qualidade, especialmente nas áreas de aveia, azevém e campo nativo. Na região de Soledade, o azevém manteve desempenho adequado, enquanto espécies perenes como tiftons e Kurumi iniciaram rebrote em resposta ao aumento das temperaturas e da radiação solar.





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Mercado do boi gordo inicia semana em queda



Consumo aumenta, mas atacado reage pouco



Foto: Pixabay

O mercado do boi gordo iniciou a semana em queda no Estado de São Paulo. Com a oferta elevada e escalas de abate alongadas em parte das indústrias frigoríficas, os preços do boi gordo e do chamado “boi China” recuaram R$ 3,00 por arroba. “Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado”, informou o levantamento. As escalas de abate, em média, atenderam a 13 dias.

Na região Sudeste de Rondônia, a oferta mais restrita não alterou as cotações, que permaneceram estáveis, com escalas de abate estimadas em nove dias. Situação semelhante foi observada no Acre, onde também não houve variação diária nos preços.

No mercado atacadista de carne com osso, o consumo ganhou impulso no fim da semana passada, reflexo do recebimento de salários pela população. O movimento elevou a demanda por reposição de estoques, mas as cotações registraram pouca reação. A carcaça casada do boi capão foi a exceção, com alta de 0,7%, ou R$ 0,15 por quilo. Para as demais categorias, não houve alterações.

Entre as carnes alternativas, o frango médio apresentou avanço expressivo de 9,4%, o equivalente a R$ 0,60 por quilo, após um período de estabilidade. Já o suíno especial manteve preços inalterados.





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Presença de abelhas eleva polinização da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), as lavouras de canola no Rio Grande do Sul registram bom desenvolvimento, impulsionadas por dias ensolarados e temperaturas em elevação no final de agosto. “A radiação solar tem estimulado a polinização natural, intensificada pela presença de abelhas, fator que pode contribuir para o incremento da produtividade”, apontou o boletim.

Atualmente, a cultura está em pleno estádio reprodutivo, com áreas em floração, formação de síliquas e enchimento de grãos. A sanidade é considerada satisfatória, embora haja registros pontuais de pragas e doenças. Entre elas, destaca-se a traça-das-crucíferas (Plutella xylostella), identificada em diversas regiões.

A Emater/RS-Ascar projeta área cultivada de 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 quilos por hectare.

Na região administrativa de Bagé, na Campanha, o início da floração coincidiu com temperaturas mais elevadas e radiação solar intensa, condições que favoreceram a fecundação. Na Fronteira Oeste, especialmente em São Borja, 55% das áreas estão em floração e 45% em enchimento de grãos. A disponibilidade de umidade no solo e a luminosidade têm contribuído para a formação adequada das síliquas.

Em Frederico Westphalen, 55% das lavouras estão em florescimento e 45% em enchimento de grãos, com bom estado fitossanitário e baixa ocorrência de pragas. Em Ijuí, 50% das áreas estão em floração, 48% em formação de síliquas e 2% em maturação. A presença da traça-das-crucíferas motivou a recomendação de inseticidas fisiológicos para preservar os polinizadores.

Na região de Santa Rosa, a distribuição dos estádios fenológicos mostra 3% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 49% em florescimento, 43% em enchimento de grãos, 4% em maturação e 1% já colhido. Segundo o boletim, a floração ativa na parte superior das plantas e a formação de síliquas nas inferiores indicam bom potencial produtivo.

Em Soledade, 70% das lavouras estão em florescimento, 25% em enchimento de grãos e 5% em estágio vegetativo. As temperaturas entre 15 °C e 23 °C, aliadas à radiação solar, favoreceram o crescimento, e a cultura apresenta boa sanidade, com monitoramento contínuo e aplicações pontuais de fungicidas.





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Lista de setembro do Pronaf inclui 10 novos produtos



Alho, banana e feijão estão entre produtos com desconto



Foto: Pixabay

O Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) divulgou a lista de produtos contemplados com descontos no Pronaf para o mês de setembro. A medida beneficia agricultores familiares de diversas regiões do país, com reduções nas parcelas de financiamento quando os preços de mercado ficam abaixo dos valores de garantia estabelecidos para cada cultura.

A portaria publicada nesta segunda-feira (8), no Diário Oficial da União, inclui produtos como alho (MG e GO), banana (PE), borracha (SP), cana-de-açúcar (RJ), cebola (BA e DF), feijão (RJ), feijão-caupi (PI), laranja (BA e RS), raiz de mandioca (RJ) e trigo (GO e PR). Produtos como batata-doce, arroz (TO), banana (TO, SC e GO), cana-de-açúcar (MA) e mel de abelha (PI e RS) deixaram de ser contemplados neste mês.

Entre os maiores percentuais de desconto estão o cará/inhame no Paraná (59,52%), feijão-caupi em Mato Grosso (54,15%), raiz de mandioca no Rio de Janeiro (52,12%) e cebola em São Paulo (46,88%). Outros percentuais significativos incluem batata no Distrito Federal (40,87%) e feijão em estados do Sul do país.

Os percentuais são calculados a partir da diferença entre os preços médios de mercado e os valores de garantia definidos para cada cultura. O período de validade das condições vai de 10 de setembro a 9 de outubro de 2025, conforme a Portaria SAF/MDA nº 347, de 5 de setembro de 2025.





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Volume embarcado de carne de frango recua 13,7% e receita cai 17% em julho/25


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A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) reportou que o volume exportado de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas alcançou 375.982,6 mil toneladas até a quinta semana de julho/25. No ano passado, o volume exportado em julho alcançou 435.658,3 mil toneladas em 23 dias úteis em 2024.

A média diária até a quinta semana de julho/25 ficou em 16,3 mil toneladas, sendo que isso representa uma queda de 13,7% frente à média diária exportada do ano anterior, que ficou em 18,9 mil toneladas.

As exportações de frango ainda seguem sendo impactadas com a suspensão das importações por alguns países diante do primeiro foco de gripe aviária em granja comercial no Brasil, na cidade de Montenegro/RS. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), os paises que seguem com suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil são:Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Timor-Leste e União Europeia.

O preço pago pelo produto na quinta semana de julho ficou em US$ 1.817,1 por tonelada, isso representa um recuo de 3,9% se comparado com os valores praticados em julho do ano anterior, que estavam próximos de US$ 1.890,1 por tonelada. 
 

No faturamento, a receita obtida até a quinta semana de julho ficou em US$ 683.205,2 mil por tonelada, enquanto em julho do ano anterior o valor ficou em 823.425,8 mil toneladas.

Já a média diária do faturamento está próxima de US$ 29.704,6 mil toneladas e teve uma baixa de 17,00% frente a média diária observada em julho do ano anterior, que ficou em US$ 35.801,1 mil toneladas.  

 





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Produtores priorizam controle preventivo na cevada



Cevada mantém uniformidade no desenvolvimento no RS



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a cultura da cevada apresenta desenvolvimento uniforme no Rio Grande do Sul. Predomina o estádio vegetativo, enquanto o florescimento avança em áreas mais adiantadas.

Segundo o boletim, as condições climáticas de agosto favoreceram o crescimento e mantêm boas expectativas de produtividade. “O manejo fitossanitário foi priorizado no período, com foco no controle preventivo de doenças foliares, a fim de evitar perdas de qualidade e a consequente desclassificação dos grãos destinados à malteação pela indústria cervejeira”, destacou a Emater/RS-Ascar.

Na região de Erechim, mesmo com a redução da área cultivada em relação a 2024, a expectativa de produtividade segue elevada. As lavouras estão em estádio vegetativo e apresentam projeção de rendimento superior a 3.600 quilos por hectare.

Em Ijuí, 90% das áreas estão em final de estádio vegetativo e 10% em floração. O boletim aponta que o potencial produtivo é elevado, com uniformidade no estande de plantas e manejo nutricional considerado adequado. Até o momento, não houve registros significativos de doenças ou pragas.





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Brotação precoce marca início do ciclo da uva



Clima favorável permitiu o avanço das podas de inverno


Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), o clima favorável permitiu o avanço das podas de inverno nas videiras da região administrativa de Caxias do Sul. A entidade destacou que a prática “segue intensa e deve ser encerrada nos próximos dias”.

Na Serra, Hortênsias e Campos de Cima da Serra, cerca de 15% da área cultivada ainda não foi podada, mas o ritmo dos trabalhos indica conclusão em breve. As variedades mais precoces, como a uva Vênus, e as videiras localizadas em áreas mais quentes já iniciaram a brotação, embora ainda sem emissão de botões florais.





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beleza e valor no campo


O girassol, além de sua beleza marcante, vem ganhando destaque no campo e na economia global. Segundo o 11º levantamento da Conab (2024/25), a safra brasileira alcançou 99,3 mil toneladas de grãos, cultivadas em 61,9 mil hectares, com produtividade média de 1.602 kg/ha. Goiás e Mato Grosso concentram grande parte do cultivo, aproveitando a janela da safrinha após a soja. No cenário internacional, a produção estimada para 2025/26 chega a 55,1 milhões de toneladas, com Rússia, Ucrânia e União Europeia liderando.

Mais do que um produto agrícola, o girassol impressiona pela botânica e versatilidade. O que chamamos de flor é, na verdade, centenas de flósculos que podem virar sementes, cercados por lígulas que imitam pétalas. Jovens plantas seguem o movimento do sol, enquanto as maduras permanecem voltadas para o leste, atraindo mais polinizadores. Suas sementes crescem em espirais que seguem os números de Fibonacci, otimizando espaço e inspirando pesquisas científicas.

A cultura também contribui para a sustentabilidade. Além de diversificar sistemas produtivos e atrair polinizadores, o girassol pode atuar como fitorremediador, absorvendo metais pesados de solos contaminados. No campo, ajuda a quebrar ciclos de pragas e fornece matéria-prima para biodiesel, enquanto no jardim e na cozinha oferece beleza e óleo de alta qualidade.

“Além de atrair polinizadores e diversificar o sistema produtivo, o girassol é estudado como fitorremediador, com a capacidade de absorver metais pesados em solos contaminados. Na cozinha, o óleo alto-oleico é ideal para preparos em altas temperaturas, enquanto os demais são ótimos para temperos e molhos frios. Já no jardim, a planta é fácil de cultivar, atrai abelhas e encanta pelo visual. No campo, o planta tem papel estratégico na rotação de culturas, ajudando a quebrar ciclos de pragas e ainda fornecendo matéria-prima para o biodiesel”, Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

 





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Conab promove leilões de apoio a produtores de feijão


As primeiras ações de apoio aos produtores de feijão do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão programadas para esta quarta e quinta-feira (10 e 11), a partir das 9h (horário de Brasília). Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os leilões serão realizados na modalidade “cartela”, por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe), com interligação às Bolsas de Cereais, de Mercadorias e de Futuros.

A Conab informou que serão oferecidas 16,2 mil toneladas no Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e outras 16,2 mil toneladas no Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), totalizando 32,4 mil toneladas de feijão.

Na quarta-feira (10), as operações terão foco na agricultura familiar. Estão previstas 6,48 mil toneladas de pepro de feijão-preto externas exclusivamente a agricultores familiares e cooperativas da região Sul. Para ter acesso ao benefício, será necessário comprovar a produção e a venda do grão para indústrias de beneficiamento ou comerciantes de fora da região de origem.

No mesmo dia, haverá oferta de 6,48 mil toneladas de PEP para indústrias e comerciantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nessa modalidade, os participantes deverão comprovar a compra de feijão-preto in natura diretamente de agricultores familiares ou por meio de suas cooperativas, pelo preço mínimo estabelecido, além do posterior escoamento do produto.

Na quinta-feira (11), o leilão Pepro abrirá uma ampla concorrência familiar, permitindo a participação de produtores, cooperativas e agricultores. O mesmo formato será adotado no PEP, com a exigência de comprovação da compra do grão in natura de agricultores, também pelo preço mínimo, e do escoamento.

O limite por produtor é de 8,4 toneladas de feijão. Caso o agricultor participe tanto do Pepro quanto do PEP, o volume não poderá ser excedido. Para habilitá-lo, os interessados ??deverão estar inscritos em uma Bolsa de Mercadorias e regularmente no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican), no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), entre outros requisitos previstos em edital. ???????

A iniciativa foi autorizada pela Portaria Interministerial n.º 24/2025, publicada em 25 de agosto, que estabelece recursos de até R$ 21,7 milhões para o escoamento das 32,4 mil toneladas da safra 2024/25 para fora dos estados de origem.

De acordo com a Conab, os leilões públicos vinculados à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) são “ferramentas importantes para reduzir oscilações na renda dos produtores e garantir uma remuneração mínima, funcionando como balizadores da oferta, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional”.





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