quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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expectativa de recorde em 2025



No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso


No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso
No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de fertilizantes passa por transformações importantes, especialmente nos segmentos de nitrogenados e fosfatados. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, os números indicam que 2025 poderá registrar recordes de entregas de fertilizantes no país, embora a evolução precise ser observada separadamente por tipo de nutriente.

Desde o início do ano, Souza acompanha um movimento de mudança na participação de mercado: o sulfato vem ganhando espaço, enquanto a ureia apresenta redução de share. Ele alerta que será importante monitorar os resultados ao longo do ano, principalmente com atenção aos desdobramentos do recente tender indiano.

No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso, refletindo ajustes na oferta e demanda que podem impactar diretamente a cadeia agrícola. A expectativa é que essas alterações tragam novos desafios e oportunidades para produtores e distribuidores.

O analista destaca ainda a relevância do contato direto com consultores agronômicos, como a agenda que terá em Londrina, para captar insights próximos ao produtor e compreender melhor as tendências do setor. Souza finaliza ressaltando a importância de eventos como o congresso da ANDA para networking e atualização de mercado. 

“Ao que tudo indica, realmente teremos recordes de entregas de fertilizantes no Brasil em 2025, contudo, será necessário observarmos a evolução por nutriente. Outro ponto é o gráfico que venho acompanhando desde o começo do ano, mostrando o sulfato ganhando espaço e a ureia perdendo share. Vamos ver como terminaremos 2025, lembrando que ainda aguardamos mais detalhes do tender indiano desta semana”, comenta. As informações foram divulgadas no seu perfil da rede social LinkedIn.

 





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hora de fixar preços e garantir lucros



Com um cenário de forças opostas, a orientação segue no sentido da prudência

Com um cenário de forças opostas, a orientação segue no sentido da prudência
Com um cenário de forças opostas, a orientação segue no sentido da prudência – Foto: Divulgação

A soja segue em um cenário de volatilidade no mercado internacional, com movimentos que indicam tanto oportunidades quanto riscos para produtores e exportadores. Segundo a TF Agroeconômica, a alta atual ainda é considerada frágil, motivo pelo qual a recomendação é aproveitar o momento para fixar ao menos parte dos preços da safra vigente. Para a próxima temporada, o lucro projetado gira em torno de 15,42%, percentual que, se julgado satisfatório, deve ser aproveitado com a fixação parcial dos lotes, uma vez que qualquer margem positiva merece ser assegurada.

Entre os fatores de alta, destaca-se a expectativa de menor produção nos Estados Unidos. A consultoria StoneX reduziu sua projeção para 115,86 milhões de toneladas, com base em uma produtividade menor e na revisão da área colhida pelo USDA. Além disso, o Departamento de Agricultura dos EUA confirmou novas vendas de soja americana 2025/2026, somando 327,6 mil toneladas. No Brasil, a forte demanda chinesa também tem impulsionado os preços, favorecendo a disputa entre exportadores e indústrias.

Por outro lado, há elementos que pressionam para baixo as cotações. A ausência de compras significativas da China na nova safra americana tem surpreendido o mercado, criando um ambiente baixista na Bolsa de Chicago (CBOT), ainda que positivo para a soja brasileira. Outro ponto é o relatório semanal de exportações dos EUA, que registrou vendas de 818,5 mil toneladas, número inferior ao da semana anterior e dentro da faixa mínima esperada pelos traders. Soma-se a isso a intensificação das compras brasileiras de soja paraguaia, que podem alcançar 832 mil toneladas em 2025, volume cerca de 25% superior ao do ano passado, o que reforça a oferta para a indústria nacional.

Com um cenário de forças opostas, a orientação segue no sentido da prudência. Garantir margens agora, seja para a safra atual ou para a próxima, ajuda a reduzir riscos em um mercado que ainda deve reagir a novos relatórios oficiais e às movimentações da demanda internacional.

 





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Soja cai em Chicago com China fora das compras


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sexta-feira (6) e também a semana em queda, pressionada pela ausência da China nos relatórios de vendas oficiais dos Estados Unidos. Segundo análise da TF Agroeconômica, esse movimento reforça a percepção de que o volume exportado pelos norte-americanos nesta nova temporada tende a ser menor, aumentando a preocupação do mercado.

No fechamento do dia, o contrato de novembro recuou 0,58%, ou US$ -6,00 cents/bushel, ficando em US$ 1.027,00. Para janeiro, a queda foi de 0,57%, também de US$ -6,00 cents/bushel, encerrando a US$ 1.045,50. Já o farelo de soja para outubro apresentou leve alta de 0,14%, cotado a US$ 280,50 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja para outubro caiu 1,36%, a US$ 50,81 por libra-peso.

O USDA reportou reduções semanais nas vendas de soja e de seus derivados, abaixo do esperado pelo mercado, o que contribuiu para a pressão negativa. Mesmo com anúncios de compras externas, como as 327 mil toneladas destinadas a locais não revelados, não há confirmação de que o destino seja a China, e por isso as operações seguem envoltas em especulações. Ao mesmo tempo, os chineses seguem nomeando navios para embarques no Brasil, reforçando a concorrência direta com o produto americano.

No acumulado da semana, a soja perdeu 2,61%, equivalente a US$ -27,50 cents/bushel. O farelo recuou 1,0%, ou US$ -2,9 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu 1,72%, ou US$ -0,89 por libra-peso. Para os analistas, esse comportamento indica que os preços continuam frágeis, diante da combinação entre exportações americanas mais fracas e a preferência da China pelo produto brasileiro.

 





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Comercialização da soja segue lenta


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a comercialização da soja segue lenta, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de preços para pagamento em meados de setembro, com entrega entre agosto e setembro, ficaram em R$ 141,70 (+1,21%) nos portos. No interior, as cotações marcaram ganho e ficaram em torno de R$ 135,00 (+0,75%) por saca, em Cruz Alta, Passo Fundo e Santa Rosa para 30/09”, comenta.

Santa Catarina mostra estabilidade com variações regionais. “O mercado da soja em Santa Catarina apresentou movimentação pontual e sem tendência unificada. Não foram encontrados dados oficiais sobre comercialização, fretes ou armazenagem na data, o que reforça a leitura de um mercado disperso e guiado por condições específicas de cada região. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,84”, completa.

No Paraná, o mercado registra retração em parte das praças, mas o porto sustenta cotações. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,35 (-0,11%). Em Cascavel, o preço foi 129,01 (-0,98%). Em Maringá, o preço foi de R$ 130,47 (-2,14%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 132,26 (-0,89%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 124,00. No balcão, o preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul tem mercado estável, mas com quedas pontuais. “A dinâmica sugere pressões de baixa em regiões específicas, possivelmente relacionadas à logística ou à maior concentração de oferta em determinadas áreas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,51 (+2,07%), Campo Grande em R$ 123,51 (+2,07%), Maracaju em R$ 122,76 (+0,62%), Chapadão do Sul a R$ 121,96 (-0,40%), Sidrolândia a em R$ 122,60 (-0,57%)”, informa.

O Mato Grosso mantém valorização da soja apesar da queda em Chicago. “As altas observadas em algumas regiões, mesmo em um cenário de queda em Chicago e de recuos em outros estados, sugerem um aquecimento da demanda local por parte das indústrias ou um ajuste na oferta disponível nessas áreas, visto que o produtor tende a tentar segurar mais quando os preços não estão adequados. Campo Verde: R$ 123,50 (+2,70%). Lucas do Rio Verde: R$ 119,16, Nova Mutum: R$ 119,16. Primavera do Leste: R$ 123,50 (+2,18%). Rondonópolis: R$ 130,00 (+8,11%). Sorriso: R$ 119,30 (+0,21%)”, conclui.

 





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preços abaixo do custo preocupam


O mercado de milho segue pressionado por preços pouco atrativos para 2026, tanto no Brasil quanto no cenário internacional. De acordo com a TF Agroeconômica, os valores atuais ficam bem abaixo do custo de produção, o que exige atenção redobrada dos produtores. No mercado doméstico, a saca é negociada a R$ 68,92, 6,29% abaixo do custo estimado em R$ 73,55. Já na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços estão em R$ 57,84, 21,26% abaixo da média de produção.

No Brasil, a expectativa é de alta no segundo semestre, impulsionada pela demanda das indústrias de carnes e etanol, mas seria necessário um avanço de ao menos 10% para garantir rentabilidade. Para julho de 2026, os preços precisariam ultrapassar R$ 80,00/saca para compensar os custos. Entretanto, a supersafra norte-americana tende a prejudicar as exportações brasileiras, deixando a aposta no consumo interno como principal sustentação. Por outro lado, o trigo no país apresenta tendência de valorização, o que também merece atenção do setor.

Entre os fatores de alta estão: o avanço das exportações americanas, que alcançaram 2,117 milhões de toneladas no último relatório do USDA; a piora nas condições das lavouras nos EUA, com queda de 71% para 69% das áreas em boas/excelentes condições; e a queda acentuada das exportações da Ucrânia, que despencaram 63,88% no início de julho. Além disso, o Brasil vem ampliando participação no mercado europeu, beneficiado pela retração das vendas ucranianas, e deve ver estoques internos reduzidos conforme avança o consumo doméstico.

Por outro lado, pesam no mercado os fatores de baixa, como o rápido progresso da colheita americana, que promete volumes recordes acima de 421 milhões de toneladas, segundo estimativas da StoneX. No Brasil, as exportações também perderam ritmo, estimadas em 6,37 milhões de toneladas em setembro, abaixo das 7,31 milhões embarcadas no mês anterior e inferiores ao mesmo período de 2024. Com esses elementos, o mercado segue dividido entre fundamentos altistas e baixistas, exigindo estratégias cautelosas dos produtores.

 





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Milho encerra semana com variações mistas


O mercado de milho encerrou a semana com variações mistas tanto na B3 quanto em Chicago, refletindo o equilíbrio entre a firme demanda e a pressão exercida pela perspectiva de safra recorde nos Estados Unidos. No Brasil, os contratos futuros mostraram ajustes pontuais, sustentados pelo comportamento do produtor, que segue comercializando apenas lotes limitados, o que ajuda a segurar os preços no mercado físico. A média Cepea registrou avanço de 0,76% na semana, compensando em parte a queda do dólar e contribuindo para a estabilidade nas cotações.

Segundo a TF Agroeconômica, na B3 os principais vencimentos encerraram o pregão com resultados distintos. O contrato de setembro/25 fechou a R$ 65,37, queda de R$ 0,02 no dia e de R$ 0,12 na semana. Já novembro/25 recuou para R$ 68,10, acumulando baixa de R$ 0,52 no dia e de R$ 1,42 na semana. O contrato de janeiro/26 terminou cotado a R$ 71,22, após perdas de R$ 0,42 no dia e de R$ 0,73 na semana. No mercado externo, as exportações brasileiras de agosto caíram em relação a julho, mas subiram quase 13% frente ao mesmo mês do ano passado, sinalizando um ritmo mais forte para o ciclo 25/26.

Em Chicago, os preços também fecharam a semana em leve baixa, após sessões de oscilação próxima da estabilidade. O contrato de dezembro encerrou a US$ 418,00 por bushel, recuo de 0,42% ou US$ 1,75 cents, enquanto março fechou a US$ 436,50, queda de 0,23% ou US$ 1,00 cent. O mercado segue dividido entre o impacto da colheita americana, que deve ser a maior da história, e o ritmo firme das exportações. Apenas na última semana, o USDA reportou vendas externas de 2,117 milhões de toneladas.

Com isso, o milho em Chicago acumulou queda semanal de 0,54%, equivalente a US$ 2,25 cents/bushel. O cenário mostra que, apesar da pressão da oferta abundante, a demanda segue sendo fator-chave e poderá gerar movimentos mais bruscos nos preços conforme a colheita avance e os dados de produtividade se confirmem.

 





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Confira como o milho encerrou a semana


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, o plantio de verão avança em ritmo normal e os preços seguem parados, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações atuais de compra estão em R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama, e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a referência futura para fevereiro/2026 segue em R$ 69,00/saca”, comenta.

A produção recorde ainda contrasta com mercado travado em Santa Catarina. “Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas ficam em R$ 70,00; no Planalto Norte, a diferença vai de R$ 75,00 para pedidos a R$ 71,00 nas ofertas. Esse impasse já leva parte dos agricultores a repensar investimentos no próximo ciclo”, completa a consultoria.

No Paraná a produção recorde sustenta oferta, mas a liquidez segue baixa. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez baixa, marcado pelo impasse entre pedidas e ofertas. Produtores pedem valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que trava os negócios”, indica.

Negociações avançam, mas resistência ainda limita mercado no Mato Grosso do Sul. “As cotações variam entre R$ 45,00 e R$ 53,00/saca, com destaque para a boa alta em Sidrolândia, enquanto Dourados mantém o melhor valor do estado. Apesar dos ajustes, os preços ainda não alcançam níveis capazes de estimular novos contratos, mantendo o impasse entre compradores e vendedores”, conclui.

 





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Expointer 2025 registra recorde de público e vendas na agricultura familiar


A 48ª Expointer entrou para a história como a edição dos registros em público e mercados da agricultura familiar. Realizada no Par que Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, a feira registrou o maior número de visitantes e de vendas no segmento, superando as marcas anteriores.

Os resultados foram apresentados neste domingo (09/07), durante coletiva de imprensa realizada no estande do governo do Estado, no Pavilhão Internacional. O anúncio contou com a presença do secretário de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, e do secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, além de autoridades e copromotores do evento.

Entre os dias de programação, 960.144 visitantes passaram pelo parque até as 14h30 de domingo. O recorde anterior era de 2023, quando 822 mil pessoas estiveram presentes. Em 2024, o público havia sido de 662 mil. O resultado deste ano representa um aumento de 16,8% em relação à melhor marca já registrada.

Um dos destaques foi o Pavilhão da Agricultura Familiar, que alcançou o maior volume de vendas da história, somando R$ 13,6 milhões em faturamento. A marca anterior, de R$ 10,8 milhões em 2024, foi superada em mais de 25%. O espaço também conta com a presença iniciada de 456 empreendimentos expositores, ampliando a oferta de produtos e serviços.

Na participação de animais, outro registro foi registrado, com 6.696 exemplares inscritos em competições e exposições. Mesmo assim, as vendas no setor tiveram queda: R$ 15,4 milhões em 2025 contra R$ 18,9 milhões em 2024. No geral, o evento também registrou redução de cerca de 45% no total de negociações.

A próxima edição já tem data confirmada. A Expointer 2026 ocorrerá de 29 de agosto a 6 de setembro.





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bergamota atua na saúde cardiovascular e redução do colesterol


A bergamota apresenta propriedades que contribuem para o controle da diabetes. De acordo com informações do portal “Tua Saúde”, revisadas pela nutricionista Karla Leal, comer a bergamota com o bagaço ajuda a controlar e prevenir a diabetes, pois a pectina, que é a fibra presente na fruta, ajuda a diminuir a velocidade de digestão dos alimentos e a absorção de açúcar no intestino, controlando os níveis de glicose e do hormônio insulina no sangue.

A fruta também auxilia na saciedade, por ser rica em fibras solúveis, a bergamota promove a saciedade, diminuindo a fome e a vontade de comer doces. As folhas e cascas da bergamota contêm óleos essenciais antioxidantes, como limoneno e terpineno, que combatem os radicais livres, evitando a oxidação das células de gordura e reduzindo triglicerídeos e colesterol no sangue.

Além disso, a pectina presente na fruta diminui a absorção intestinal de gorduras, contribuindo para a redução do colesterol total e LDL, prevenindo doenças cardiovasculares, como aterosclerose e infarto. A bergamota é rica em fibras solúveis e água, que prolongam a saciedade, auxiliam na perda de peso e são baixas em calorias.

Os óleos essenciais da bergamota também têm efeito calmante no sistema nervoso central, melhorando o humor e diminuindo a frequência dos batimentos cardíacos, sendo uma boa opção para o tratamento do estresse e da ansiedade. A fruta é ainda rica em água e Potássio, ajudando a eliminar o excesso de sódio do organismo e a prevenir a hipertensão.

A bergamota contém antioxidantes, como vitamina A e C, que combatem os radicais livres, fortalecendo o sistema circulatório e melhorando a saúde das artérias. A pectina, por ser uma fibra prebiótica, também alimenta as bactérias benéficas do intestino, favorecendo o funcionamento intestinal.

Além disso, a fruta auxilia na formação do bolo fecal, facilitando a evacuação, e a vitamina C presente nela ajuda na absorção de Ferro dos alimentos, beneficiando a formação de hemoglobina e o tratamento da anemia. Segundo o informado, a bergamota fortalece o sistema imunológico e ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como de mama, intestino e próstata, devido à presença de antioxidantes como ácido cítrico, flavonoides e óleos essenciais.





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Preços do açúcar ampliam quedas com perspectiva de oferta global robusta


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Os contratos futuros do açúcar mantiveram a trajetória de baixa nas bolsas internacionais nesta quarta-feira (6), pressionados por perspectivas favoráveis para a oferta global da commodity. As cotações recuaram tanto na Bolsa de Nova York quanto na Bolsa de Londres, com perdas em todos os principais vencimentos.

Em Nova York, o contrato com vencimento em outubro/25 caiu 0,08 cent, ou 0,50%, encerrando o dia cotado a 16,01 cents/lbp. O março/26 recuou 0,09 cent (-0,54%), negociado a 16,66 cents/lbp. Já os contratos para maio/26 e julho/26 também perderam 0,09 cent cada (-0,55%), fechando a 16,41 e 16,34 cents/lbp, respectivamente.

Em Londres, o cenário também foi de queda. O vencimento outubro/25 recuou US$ 1,50 (-0,32%), encerrando a US$ 462,10 por tonelada. O contrato para dezembro/25 cedeu US$ 1,90 (-0,41%), cotado a US$ 456,20 por tonelada. O março/26 teve perda de US$ 2,40 (-0,52%), negociado a US$ 460,00 por tonelada, enquanto o maio/26 caiu US$ 2,30 (-0,50%), a US$ 462,00 por tonelada.

Segundo Jack Scoville, analista da The Price Futures Group, o mercado segue pressionado pelas expectativas de ampla oferta global, alimentadas por condições climáticas favoráveis ao cultivo de cana-de-açúcar e beterraba em diversas regiões produtoras. “A colheita no Centro-Sul do Brasil está mais rápida agora, em meio a condições mais secas. A produção no Centro-Sul do Brasil também tem sido forte”, observou o analista.

Além da oferta brasileira, países como Índia e Tailândia também apresentam boas perspectivas, com o início antecipado da temporada de monções contribuindo para o desenvolvimento das lavouras. Esse cenário reforça a expectativa de suprimentos abundantes, o que limita o avanço dos preços no mercado futuro.





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