quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Congresso chileno traz visita de viveiristas ao Fundecitrus



Congresso é considerado uma oportunidade estratégica para o setor


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita de cerca de 30 viveiristas e profissionais da área de diferentes países, que vieram conhecer de perto os trabalhos desenvolvidos pela instituição. A passagem pelo Brasil integrou a programação preliminar do Congresso Internacional de Viveiristas, realizado em Viña del Mar, no Chile.

O grupo era composto por profissionais da Austrália, Estados Unidos, Egito, África do Sul, Holanda, Chile, Argentina entre outros. Durante a visita, eles conheceram os laboratórios de Diagnóstico, Biotecnologia, Ecologia Química e Comportamento de Insetos do Fundecitrus.

O congresso, organizado pela Sociedade Internacional de Viveiros Cítricos, é considerado uma oportunidade estratégica para o setor, reunindo especialistas em busca de inovações, práticas de cultivo e conexões internacionais que fortalecem a citricultura em diferentes regiões do mundo.





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Reunião técnica entre Fundecitrus, Mapa e Defesa discute plano nacional contra o greening



Encontro reuniu produtores viveiristas de citros


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita técnica de servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo para discutir os primeiros passos da execução do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Greening, que será implementado pelos estados. A portaria que institui o programa redefine, entre outros pontos, diretrizes mais rigorosas para o monitoramento da doença, o controle do inseto transmissor e a erradicação de plantas doentes.

O coordenador-geral de proteção de plantas do Mapa, Ricardo Hilman, destacou a relevância do plano nacional e a necessidade de ações conjuntas para mitigar o avanço do greening. “A doença, indiscutivelmente, é o maior problema da nossa citricultura. Com o programa nacional, tratamos não apenas das próximas ações, mas também de todo o trabalho que precisa ser iniciado, principalmente em São Paulo, onde está concentrada a citricultura nacional. Ao longo dos próximos meses, vamos nos organizar para aprimorar essa luta contra o greening e, com isso, reduzir sua incidência no futuro. Esse é o grande objetivo”, afirmou.

A normativa, que contou com o Fundecitrus como um dos órgãos consultivos, classifica os estados brasileiros em áreas com e sem ocorrência da doença, estabelecendo responsabilidades específicas para cada situação. O encontro também reuniu produtores viveiristas de citros, que ressaltaram a necessidade de ampliar as discussões sobre a revisão da legislação federal referente ao cancro cítrico. Para o pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau o início da operacionalização do plano nacional e as tratativas para adequar as exigências nos viveiros representam um avanço importante para a realidade do produtor. “É essencial que haja interação entre todos os envolvidos na elaboração de normativas que regulamentam o controle de doenças quarentenárias, sob responsabilidade do controle oficial, garantindo que estejam alinhadas às necessidades e à realidade do produtor”, acrescentou.





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Fundecitrus Podcast destaca o trabalho de Transferência de Tecnologia



A edição completa do Fundecitrus Podcast você encontra em nosso canal do YouTube


Foto: Fundecitrus

O 63º episódio do Fundecitrus Podcast apresenta o trabalho desenvolvido pelo departamento de Transferência de Tecnologia da instituição, área fundamental para transformar conhecimento científico em práticas aplicáveis no campo. A atuação do setor contribui para apoiar produtores, proteger os pomares e fortalecer toda a cadeia citrícola.

Nesse bate-papo, o coordenador do departamento, Ivaldo Sala, destacou que levar informação de qualidade ao citricultor é essencial para enfrentar os principais desafios fitossanitários, em especial o greening. “É importante que ele receba pesquisas sólidas, com protocolos definidos, para implementar as melhores práticas. Um exemplo prático foi a rotação de inseticidas, que, após orientações em visitas, treinamentos e palestras, passou a ser feita de forma mais adequada, trazendo resultados melhores no combate ao psilídeo”.

Já o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Arthur Tomaseto ressaltou a importância da adaptação na comunicação com diferentes públicos. “A equipe de Transferência de Tecnologia traduz a pesquisa para cada realidade. Com o citricultor, usamos termos técnicos de forma simples. Com o poder público, destacamos o impacto econômico do greening. E em ações com a população, muitas vezes conversamos até com crianças, de forma lúdica, para conscientizar sobre a importância da citricultura”.

A edição completa do Fundecitrus Podcast você encontra em nosso canal do YouTube e nas principais plataformas de áudio.





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Valorização semanal é a maior em quase um ano



Cenário reduziu ainda mais a oferta de matéria-prima


Foto: Canva

Enquanto parte dos produtores seguiu retraída ao longo da última semana, devido à baixa rentabilidade das raízes mais novas (com até 15 meses), outros reduziram as entregas diante do clima seco predominante nas regiões acompanhadas pelo Cepea.

Esse cenário reduziu ainda mais a oferta de matéria-prima e manteve os preços em alta, com a média semanal registrando o maior avanço desde o fim de outubro do ano passado, conforme apontam levantamentos do Centro de Pesquisas. Entre 1º e 5 de setembro, o preço médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 467,43 (equivalente a R$ 0,8129/grama de amido), elevação de 2,9% frente ao da semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, porém, o atual valor está 18,4% abaixo, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). 





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Mercado do carioca se sustenta; feijão preto segue pressionado



Oferta de feijão preto continua superior à demanda


Foto: Canva

Neste começo de setembro, os valores do feijão carioca seguem firmes, sustentados sobretudo pela oferta limitada de grão de qualidade. Segundo pesquisadores do Cepea, a umidade destes feijões, em especial, tem sido um critério decisivo, já que níveis abaixo do exigido pela indústria geram prejuízos no beneficiamento. Já quanto ao grão preto, as cotações seguem pressionadas.

De acordo com pesquisadores do Cepea, apesar da entressafra, a oferta de feijão preto continua superior à demanda, mantendo os valores abaixo da média (que considera o início da série histórica do Cepea, em setembro/24, até o começo de setembro/25). No front externo, as exportações brasileiras seguem em patamares recordes: entre setembro/24 e agosto/25, somaram 459,92 mil toneladas, sendo 58,41 mil t somente em agosto. Já as importações, no acumulado de 12 meses, registraram baixo volume, de apenas 15,25 mil t, sendo 1,32 mil t em agosto.





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Safra 2025/2026 de milho deve crescer 9,45% no Rio Grande do Sul


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a área plantada de milho no Rio Grande do Sul deve atingir 785.030 hectares na safra 2025/2026. A produtividade tende a permanecer praticamente estável, estimada em 7.376 quilos por hectare, com variação de -0,03% em relação ao ciclo anterior. A produção deve alcançar 5.789.995 toneladas, crescimento de 9,45% em relação ao período passado, impulsionado pelo aumento da área cultivada.

Na safra 2024/2025, o milho alcançou produtividade média de 7.378 quilos por hectare, com produção total de 5.290.051 toneladas em uma área de 718.190 hectares, conforme dados do IBGE.

O avanço na nova temporada é atribuído à boa renda por unidade de área obtida no último ciclo, ao apoio de programas estatais, à possibilidade de cultivos sucessivos e à manutenção das cotações acima do ano anterior, mesmo em patamares inferiores aos históricos.

A semeadura apresenta ritmos distintos nas regiões, de acordo com condições de solo, relevo e regime térmico. As chuvas de agosto e início de setembro favoreceram a umidade em grande parte das áreas, garantindo germinação uniforme. Em regiões de maior altitude, o avanço é mais lento devido ao frio residual.

Nas áreas implantadas, as lavouras apresentam estande adequado e baixa incidência de pragas e doenças. Há, contudo, registros localizados da cigarrinha-do-milho, principalmente no Noroeste do Estado, exigindo monitoramento.

As estimativas regionais indicam cenários distintos. Em São Borja, dos 22 mil hectares previstos, 16,5 mil já foram semeados, enquanto em Santa Margarida do Sul as chuvas intensas obrigaram ao replantio de cerca de 150 hectares. Em Caxias do Sul, o cultivo deve atingir 93.020 hectares, com produtividade projetada em 7.546 quilos por hectare. Em Erechim, a projeção é de 39.902 hectares e rendimento médio de 8.745 quilos por hectare.

Em Ijuí, a área estimada é de 87.048 hectares, com produtividade média de 9.350 quilos por hectare. A semeadura já supera 60% da área prevista, embora parte das lavouras ainda esteja em emergência inicial. Em Santa Rosa, maior região produtora, são projetados 137.501 hectares, com rendimento médio de 8.240 quilos por hectare. Há, no entanto, presença inicial da cigarrinha-do-milho em algumas localidades, o que pode demandar controle imediato.

Outras regiões, como Soledade, Lajeado, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre e Santa Maria, também avançam no plantio, com produtividade variando conforme as condições locais de clima e solo.





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Expointer marca início de nova etapa na parceria entre RS e Itália


Foi inaugurado na última semana o Espaço Itália na Expointer 2024, no Pavilhão Internacional, em Esteio (RS). A iniciativa, promovida pelo Consulado-Geral da Itália em Porto Alegre e pela Câmara de Comércio Italiana do Rio Grande do Sul, tem como objetivo estreitar os laços econômicos, culturais e institucionais entre o estado e o país europeu.

Segundo informações divulgadas pelos organizadores, o evento contou com a presença do governador Eduardo Leite, do cônsul-geral Valerio Caruso e do presidente da Câmara de Comércio Italiana e CEO da Be8, Erasmo Battistella, além de secretários estaduais, empresários e representantes da comunidade ítalo-gaúcha.

Um dos anúncios mais aguardados durante a cerimônia foi a confirmação de uma missão oficial à Itália, prevista para outubro. A comitiva, liderada pelo governador, deverá cumprir agendas em Roma e outras cidades italianas, com encontros na embaixada brasileira, reuniões em ministérios e rodadas de negócios com representantes do setor produtivo. Entre os temas centrais está a criação de um voo direto entre Porto Alegre e Roma ou Milão, medida considerada estratégica para ampliar investimentos, turismo e intercâmbio cultural.

O governador Eduardo Leite destacou que a iniciativa simboliza não apenas a celebração da herança cultural italiana no Rio Grande do Sul, mas também uma oportunidade concreta de ampliar parcerias. “É uma celebração das nossas raízes, mas também um compromisso com o presente e o futuro. Queremos transformar essa relação em novas parcerias, investimentos e desenvolvimento econômico”, afirmou.

O cônsul Valerio Caruso reforçou a importância da iniciativa, lembrando que a ida da comitiva gaúcha à Itália terá forte peso diplomático. “Será recebida como um gesto de amizade e cooperação. Temos muito a ganhar ao aprofundar essa relação bilateral”, destacou.

O estande italiano, com cerca de 100 m², foi projetado como um espaço de negócios e networking. Mais de 20 empresas italianas e ítalo-brasileiras participam da exposição, apresentando inovações nos setores agroindustrial, de mecanização e de serviços. O local também faz parte das comemorações dos 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, a serem celebrados em 2025. Entre os atrativos do espaço está o lançamento do NOVA Espumante Branco Seco Trebbiano Toscano – Edizione Speciale, elaborado pela Vinícola Nova Aliança, escolhido como o rótulo oficial das festividades do sesquicentenário da imigração.





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Norte e Sul terão mais chuva, mas Centro-Sul do Brasil segue em alerta de seca


O agronegócio brasileiro deve se preparar para uma semana marcada por contrastes climáticos que podem impactar diretamente as lavouras em diferentes regiões do país. Enquanto áreas do Norte e do Sul receberão volumes expressivos de chuva, o Centro-Oeste, o Sudeste e boa parte do Nordeste seguirão sob condições de estiagem e baixa umidade relativa do ar, o que exige atenção redobrada dos produtores.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as instabilidades devem se concentrar no norte e sudoeste do Amazonas, com previsão de volumes que podem superar 60 mm, chegando a 80 mm no centro-norte do estado. Já no Pará, Tocantins, Amapá e sul de Rondônia, o cenário é oposto, com ausência de chuva ao longo da semana e queda na umidade relativa do ar para índices abaixo de 30%.

Na Região Nordeste, o cenário é de tempo firme na maior parte dos estados, com destaque para a redução da umidade no sul do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Nessas áreas, os valores podem cair abaixo de 30%, o que eleva o risco de estresse hídrico nas lavouras e de queimadas. Nas áreas litorâneas, as precipitações previstas não devem ultrapassar 10 mm, mantendo condições de pouca relevância para a agricultura.

O Centro-Oeste segue como uma das regiões mais afetadas pela estiagem. A previsão do Inmet aponta ausência de chuva em praticamente todos os estados, acompanhada de baixa umidade relativa do ar, especialmente em Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A falta de precipitações pode comprometer a recuperação dos solos e atrasar o planejamento agrícola da próxima safra.

No Sudeste, a situação é semelhante. A maior parte da região deve enfrentar dias de tempo estável, com volumes de chuva restritos ao Espírito Santo e ao leste de Minas Gerais, onde não devem ultrapassar 10 mm. No Triângulo Mineiro e em grande parte do estado de São Paulo, a baixa umidade abaixo de 30% tende a intensificar a preocupação com o armazenamento de água no solo e aumentar os riscos de incêndios em áreas rurais.

Já no Sul do país, a previsão é de volumes mais significativos. No sudoeste do Rio Grande do Sul, os acumulados podem chegar a 100 mm, enquanto em Santa Catarina, especialmente nas regiões Serrana e do Vale do Itajaí, os volumes devem alcançar até 50 mm. Apesar da chuva, o Inmet também destaca baixos índices de umidade no centro-norte do Paraná, o que pode trazer dificuldades para culturas em desenvolvimento.

O excesso de chuva no Norte pode dificultar operações de colheita e transporte, enquanto a estiagem no Centro-Sul pode agravar a necessidade de irrigação e comprometer o preparo do solo para o plantio. No Sul, embora a chuva seja positiva para a reposição hídrica, volumes elevados em áreas pontuais também podem afetar a qualidade de algumas lavouras.

 





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Últimos dias para Submissão de Trabalhos no APSUL América 2025


Pesquisadores, profissionais e estudantes que desejam expor seu trabalho no APSUL América 2025, o maior evento de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas da América Latina, têm apenas até esta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, para enviar suas contribuições.

Os trabalhos científicos, casos técnicos ou relatos de experiência aprovados serão publicados no e-book oficial da 7ª edição do APSUL América e poderão ser expostos em formato de banner físico durante o evento, que acontece nos dias 23 e 24 de setembro de 2025, no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS.

Esta é a última oportunidade de participar ativamente deste evento que reúne as principais inovações e discussões sobre o futuro do agronegócio, conectando pesquisadores, empresários, produtores e grandes lideranças do setor de diferentes países.


Como Submeter o Trabalho?

Prazo final: 10 de setembro de 2025.

Como fazer:

Acesse o site oficial do evento: www.apsulamerica.com.br

Baixe o modelo correspondente ao seu tipo de trabalho:

Trabalho Científico.

Caso Técnico / Relato de Experiência.

Preencha rigorosamente o conteúdo dentro do modelo indicado, seguindo as normas de formatação.

Envie o arquivo pelo formulário disponível na página até o prazo final.

Importante:

Não há limite de submissões por autor.

Cada trabalho pode ter até 8 autores.

Participar é Fazer Parte da História do Agro Moderno

Além de compor o e-book oficial do APSUL América, que será distribuído a um público estratégico formado por pesquisadores, produtores e empresas do setor, os trabalhos aprovados terão a chance de serem expostos no evento em formato de banner físico, com alta visibilidade.

Especificações para a Exposição de Banners:

Modelo disponível no site: Desde 1º de julho de 2025.

Dimensões obrigatórias: 90 cm de largura x 120 cm de altura.

Apresentação: O banner deve ser levado impresso pelos autores, com bastão e cordas para fixação, e será montado no espaço de exposição no primeiro dia do evento (23 de setembro, pela manhã).

Por que Submeter seu Trabalho?

– Publicação no e-book oficial: Destaque científico e técnico em um material distribuído a líderes, instituições e empresas renomadas no setor agropecuário.

– Exposição no maior evento de Agricultura de Precisão da América Latina: Mostre seu trabalho a um público qualificado de mais de 60 painelistas e moderadores, empresários, produtores e pesquisadores.

– Conexão com grandes temas do setor: As submissões aceitas estarão alinhadas às categorias principais do evento, conectadas às demandas atuais e futuras do agro.

– Certificação: Receba reconhecimento e destaque com a certificação de participação no evento e no e-book.

Sobre o APSUL América 2025

O APSUL América – Congresso Sul-Americano de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas – é o ponto de encontro entre tecnologia, sustentabilidade e inovação.Neste ano, o evento traz o tema “AGRICULTURA 4.0: INOVAÇÃO DIANTE DOS DESAFIOS CLIMÁTICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS”, com mais de 60 painelistas de 4 países (Brasil, Holanda, Argentina e Estados Unidos), além de minicursos gratuitos, demonstrações de drones e máquinas, e painéis com grandes nomes do setor. O evento será realizado no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS, nos dias 23 e 24 de setembro de 2025.

 





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Clima favorece oferta de pastagens


De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), os campos nativos e as pastagens perenes de verão tiveram maior oferta e qualidade, impulsionados por radiação solar, temperaturas elevadas e umidade adequada. “As condições permitiram maior carga de pastelaria e melhor eficiência”, destacou a publicação.

Nos campos melhorados com azevém, o manejo elevou a qualidade da forragem, permitindo loteações mais intensas. Já as demais espécies perenes de verão ainda não são aptas ao pastel. Em áreas baixas, o excesso de chuva manteve o solo encharcado. As pastagens de aveia, em fase avançada de ciclo e formação de sementes, não adquiriram mais ganho de peso animal. Nas áreas de integração laboral-pecuária, a oferta de forragem completa, e os produtores planejam liberar o solo para formação de palha. Também foram registrados plantios de milho para silagem e de pastagens anuais de verão, aproveitando a boa umidade do solo.

Na região administrativa de Bagé, o azevém apresentou boa qualidade e oferta de folhas, apoiando maior loteação. As espécies perenes, como tifton, panicuns, braquiárias e capim-elefante, reiniciaram o rebrote, ainda sem condições para pastejo. Em São Borja, iniciou-se o preparo do solo para implantação das pastagens anuais de verão, enquanto em São Gabriel os produtores buscam sementes de capim-sudão para garantir a implantação antecipada.

Em Erechim, as temperaturas elevadas, maior luminosidade e redução da umidade favoreceram o desenvolvimento das pastagens de inverno e o rebrote das de verão. O azevém de ciclo mais tardio contribuiu para maior oferta de matéria verde. Em Frederico Westphalen, as condições climáticas mantiveram a qualidade das forrageiras e prolongaram o tempo de pastejo.

Na região de Ijuí, as forrageiras anuais de inverno alcançaram o pico vegetativo, elevando a disponibilidade de massa verde. O azevém avançou em qualidade, e o trigo pastoreio apresentou bom desempenho. Em Passo Fundo, o azevém manteve boa qualidade, enquanto a aveia apresentou redução no crescimento, mas ainda permite pastejo.

Em Pelotas e Pinheiro Machado, as condições de luminosidade e temperatura favoreceram o rebrote das pastagens nativas e cultivadas, embora o déficit hídrico anterior às chuvas tenha limitado a recuperação em algumas áreas. Já em Santa Maria, a maior incidência de sol promoveu crescimento vigoroso e acúmulo de biomassa, apesar de problemas de pisoteio em baixadas encharcadas.

Em Santa Rosa, a oferta de pastagem foi garantida de forma satisfatória em quantidade e qualidade, especialmente nas áreas de aveia, azevém e campo nativo. Na região de Soledade, o azevém manteve desempenho adequado, enquanto espécies perenes como tiftons e Kurumi iniciaram rebrote em resposta ao aumento das temperaturas e da radiação solar.





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