quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Fim da MP 1.303 coloca governo em xeque fiscal



“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões”


“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões"
“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões” – Foto: Canva

A caducidade da Medida Provisória nº 1.303, que previa a tributação unificada de investimentos, apostas e rendas financeiras, reacendeu preocupações sobre a previsibilidade fiscal e a autonomia do Executivo para criar tributos sem aprovação do Congresso. Segundo especialistas, a perda de validade mantém em vigor as regras anteriores e pressiona o governo a buscar alternativas fiscais.

Para o tributarista Carlos Crosara, do Natal & Manssur Advogados, a MP “deixa de existir no mundo jurídico e de produzir efeitos a partir de sua caducidade, mas os atos praticados enquanto vigorava permanecem válidos”. Ele esclarece que, diferentemente de uma declaração de inconstitucionalidade, os efeitos são ex nunc, sem direito automático à restituição de tributos pagos.

O advogado Marcelo Costa Censoni Filho, do Censoni Advogados Associados, destaca que a caducidade representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões na previsão de arrecadação para 2026, mantendo integralmente o sistema anterior e sem aplicação das novas alíquotas. Segundo ele, isso deve levar o governo a adotar medidas de contenção de gastos e elevar tributos como IOF e IPI por decreto.

“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões na previsão de arrecadação para 2026, o que deve levar o governo a adotar medidas de contenção de gastos e a elevar tributos como IOF e IPI por decreto”, comenta.

Luís Garcia, do MLD Advogados Associados, reforça que pagamentos realizados sob normas válidas produzem efeitos legítimos e eficazes. Ele alerta que o governo pode recorrer a tributos regulatórios e medidas sobre investimentos isentos, como LCI e LCA, mostrando o desafio de equilibrar ajuste fiscal e incentivo à economia real.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia impulsiona agro mediterrâneo



“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo”


“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo”
“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo” – Foto: Divulgação

As economias do Mediterrâneo vêm mostrando forte resiliência diante da instabilidade global, registrando crescimento superior ao mundial e europeu. Esse desempenho positivo reflete-se no mercado de máquinas agrícolas, que aumentou seu valor de 12,3 bilhões de euros em 2019 para 16,4 bilhões em 2024, segundo dados da FederUnacoma, associação italiana que representa fabricantes do setor. Investimentos em tecnologia são apontados como essenciais para explorar o potencial agrícola da região e preservar o equilíbrio ambiental.

Regiões como os Bálcãs, Turquia e Oriente Médio tiveram altas expressivas: 120%, 390% e mais de 90%, respectivamente, entre 2019 e 2024. O Norte da África também cresceu 21% no período, com faturamento de 859 milhões de euros. Previsões indicam que o mercado mediterrâneo de tecnologia agrícola deve atingir cerca de 17 bilhões de euros em 2028, consolidando o papel da região como um polo estratégico, especialmente em produtos agrícolas de alto valor e transporte marítimo eficiente.

“França, Itália e Espanha representam 60% de todo o mercado mediterrâneo”, explicou Mariateresa Maschio, presidente da FederUnacoma (associação italiana que representa fabricantes de máquinas agrícolas). “Mas regiões como os Bálcãs e o Oriente Médio registraram taxas de crescimento extremamente boas”, completa.

A Agrilevante, feira de tecnologias para a agricultura mediterrânea, que abre em Bari no dia 9 de outubro, busca fortalecer essa tendência, oferecendo uma plataforma para inovação e expansão dos mercados locais, alinhada ao aumento da demanda por soluções tecnológicas que maximizem a produtividade agrícola.

“Esses objetivos exigem um salto quântico em equipamentos tecnológicos para explorar plenamente o potencial agrícola da bacia, e essa é precisamente a missão da Agrilevante, feira criada pela FederUnacoma como plataforma para esses novos mercados”, concluiu a presidente da FederUnacoma.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuva atrasa plantio e limita oferta de arroz no RS



Oferta de arroz em casca segue limitada no Rio Grande do Sul



Foto: Nadia Borges

Com foco na semeadura da safra 2025/26, a oferta de arroz em casca segue limitada no Rio Grande do Sul, segundo levantamento do Cepea. A situação se agravou nas últimas semanas devido às chuvas intensas que atingiram o estado, comprometendo o cronograma de plantio em diversas microrregiões.

O impacto climático gerou um alerta entre orizicultores e agentes do setor. Com o solo encharcado e áreas alagadas, o plantio enfrenta atrasos significativos, o que pode comprometer a janela ideal da safra. O RS responde por cerca de 70% da produção nacional de arroz.

Apesar da menor oferta da matéria-prima, compradores do arroz beneficiado relatam dificuldades na comercialização do produto final. Os preços do arroz industrializado encontram resistência no mercado, limitando reajustes na aquisição do arroz em casca. Colaboradores consultados pelo Cepea indicam que os lotes negociados recentemente representam menos da metade do volume usualmente comprado, evidenciando um mercado desaquecido na ponta final da cadeia.

O cenário reforça o desafio de equilíbrio entre produção e demanda. De um lado, produtores lidam com incertezas climáticas e dificuldades operacionais; de outro, a indústria enfrenta estoques elevados e baixa liquidez.

Se as chuvas persistirem e comprometerem ainda mais o avanço da semeadura, o abastecimento futuro pode ser afetado, aumentando a pressão sobre os preços no início de 2026. 

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Algodão inicia outubro em queda e atinge menor preço em dois anos



Entre os principais vetores da queda está a baixa paridade de exportação



Foto: Pixabay

Os preços do algodão em pluma abriram outubro em forte retração, segundo o Cepea. No dia 3, a cotação doméstica atingiu o menor patamar em mais de dois anos, influenciada por fatores internacionais e domésticos. Entre os principais vetores da queda está a baixa paridade de exportação, que recuou ao menor valor nominal desde dezembro de 2020. A desvalorização do dólar frente ao real agrava a competitividade externa da pluma brasileira, pressionando o mercado interno.

Além disso, os estoques globais elevados contribuem para um cenário de oferta abundante. No Brasil, a colheita recorde da última safra começa a ser comercializada com mais intensidade no spot, aumentando a disponibilidade e impactando as cotações.

Diante desse contexto, parte dos vendedores opta por reduzir os preços para viabilizar negócios, fazer caixa ou liquidar estoques específicos. Ainda assim, a demanda permanece contida, refletindo cautela na reposição por parte das indústrias.

A combinação de oferta elevada, baixa atratividade exportadora e consumo interno retraído cria um ambiente desafiador para o setor algodoeiro. Os próximos movimentos dependerão da recuperação do dólar e do apetite da indústria nacional. Com a proximidade do período de planejamento da nova safra, o comportamento dos preços nas próximas semanas será decisivo para as decisões de plantio e comercialização do ciclo 2025/26.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de citros cresce 17,2% em Minas Gerais


A cadeia produtiva de citros segue em expansão em Minas Gerais, mesmo diante de um cenário de desafios para o setor no mundo. Dados da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento apontam que, entre janeiro e agosto de 2025, a produção total alcançou 1,48 milhão de toneladas, crescimento de 17,2% em relação ao mesmo período de 2024. A produtividade média estadual foi de 24,37 toneladas por hectare, em uma área de 85.198,45 hectares cultivados.

A laranja continua como principal cultura da citricultura estadual. De acordo com o levantamento, responde por 90,3% da produção, somando 1,13 milhão de toneladas no período, com aumento de 21% na comparação anual.

O controle sanitário das lavouras tem sido uma das frentes de atuação do Instituto Mineiro de Agropecuária, que acompanha os pomares desde os primeiros registros da doença no Estado, há cerca de duas décadas. Em 2024, foram monitoradas 409 plantações, emitidas 773 autorizações para entrada de mudas e realizadas 1.742 fiscalizações em propriedades rurais. A instituição também mantém o programa Viva Citros, voltado à educação e prevenção.

Os municípios de Comendador Gomes e Prata lideram a produção de laranja. Entre janeiro e agosto de 2025, as exportações somaram 11,1 toneladas, com receita de US$ 32 mil.

A tangerina ocupa a segunda posição no ranking, com volume de 243,4 mil toneladas, o que representa 9,3% do total produzido no Estado. O aumento foi de 5,2% no período. Belo Vale responde por 14,1% da produção, seguida de Campanha (13,5%) e Brumadinho (9,7%).

O limão aparece em terceiro lugar, com 100,7 mil toneladas produzidas no acumulado de janeiro a agosto de 2025, alta de 9% frente ao mesmo período de 2024. Jaíba concentra 47% da produção estadual, enquanto Matias Cardoso responde por 15,9%. As exportações somaram 1,5 mil toneladas, com receita de US$ 1,2 milhão.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima instável causa preocupação nos cafeicultores



O clima, mais uma vez, adiciona incertezas à cadeia cafeeira



Foto: Divulgação

As lavouras de café arábica tiveram uma boa floração após as chuvas que caíram no Sudeste do Brasil a partir de 20 de setembro. A informação é do Cepea, que aponta esse evento como importante para a retomada da produtividade na safra 2026/27. Contudo, o cenário climático segue instável. O calor excessivo e a irregularidade das chuvas colocam em risco o pegamento das flores, etapa essencial para garantir uma carga frutífera robusta no próximo ciclo.

O clima, mais uma vez, adiciona incertezas à cadeia cafeeira, que busca se recuperar após sucessivos anos marcados por quebras de safra. Caso as floradas não se consolidem, o potencial produtivo da temporada 2026/27 pode ser comprometido. Frente à instabilidade, muitos produtores optam por segurar a comercialização. Com caixa equilibrado, aguardam melhores oportunidades de preço, evitando negociar neste momento de volatilidade.

A postura mais cautelosa reduz o volume de negócios no mercado físico, o que, por sua vez, contribui para certa sustentação nas cotações, apesar das incertezas climáticas.

O setor acompanha com atenção os próximos 30 dias, período decisivo para o pegamento das floradas. Se as chuvas não se regularizarem, os impactos podem ser sentidos já no planejamento de médio prazo da cafeicultura brasileira.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil e Índia avançam em diálogo comercial bilateral


Representantes dos governos do Brasil e da Índia se reuniram em Nova Délhi, na terça-feira (7), para a 7ª Reunião do Mecanismo de Monitoramento do Comércio Bilateral Índia-Brasil (TMM). O objetivo foi aprofundar o diálogo e o comércio como trocas comerciais entre os dois países.

A delegação brasileira foi liderada pela secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, e contou com representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Embaixada do Brasil em Nova Délhi. O lado indiano foi chefiado pelo secretário de Comércio, Rajesh Agrawl, com a presença de representantes de diferentes órgãos do governo.

O encontro serviu para debater a ampliação do Acordo de Comércio Preferencial MERCOSUL-Índia, firmado em 2004, que abrange especificações comerciais para um número restrito de produtos. A avaliação levou à aprovação, pelo Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior, da renovação do mandato para negociações de ampliação. A reunião também antecedeu a visita do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin à Índia, prevista para este mês de outubro.

Foram abordados temas relacionados ao certificado de origem eletrônico, barreiras comerciais para produtos como calçados, feijão e erva-mate, investimentos, propriedade intelectual e cooperação em áreas como energia e assuntos financeiros. Também foram tratadas questões multilaterais ligadas à reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC), ao comércio internacional na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP-30) e à atuação conjunta nos BRICS.

Criado em 2008, o mecanismo tem a função de dar tratamento ágil a questões específicas do comércio bilateral, buscando remover barreiras e diversificar o fluxo comercial.

A 6ª reunião do mecanismo foi realizada em outubro de 2023, em Brasília.

A Índia é um dos principais parceiros comerciais do Brasil na Ásia e apresenta potencial para expansão e fortalecimento dessa relação. Em 2024, o fluxo comercial entre os dois países somava 12,1 bilhões de dólares.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Solo ácido? Saiba identificar os sinais e corrigir



Corrigindo o pH do solo, ela ativa os nutrientes


 Corrigindo o pH do solo, ela ativa os nutrientes
Corrigindo o pH do solo, ela ativa os nutrientes – Foto: Nadia Borges

O solo pode estar dando sinais claros de que precisa de atenção. Segundo informações da calcário Milenium, sintomas como baixo crescimento das plantas, adubação sem efeito, pasto amarelado e raízes curtas indicam acidez e solo mal corrigido, um dos principais gargalos da produtividade agrícola. Reconhecer esses sinais é essencial para tomar decisões corretas e evitar perdas na lavoura ou pastagem.

A calagem surge como a base de qualquer estratégia de manejo. Corrigindo o pH do solo, ela ativa os nutrientes, melhora a absorção de cálcio e magnésio e fortalece o desenvolvimento das raízes. Com isso, plantas e pastagens ganham vigor, aumentando a produtividade e a qualidade da produção. Ignorar a necessidade de calagem pode comprometer todo o investimento em adubação e manejo agrícola.

Entre os sintomas mais perceptíveis estão o crescimento travado das plantas, mesmo com a aplicação de adubos, e a falta de resposta à adubação, sinal de bloqueio nutricional causado pelo solo ácido. Pastagens amareladas, sem vigor ou com folhas finas também podem indicar deficiência de cálcio e magnésio, nutrientes fundamentais para o desenvolvimento vegetal e a resistência a estresses climáticos.

Além disso, a acidez do solo prejudica o aprofundamento das raízes, reduzindo a formação de palhada e a cobertura vegetal, que são vitais para proteger o solo da erosão, conservar a umidade e garantir a fertilidade ao longo do tempo. Observar esses sinais e realizar a calagem corretamente é fundamental para transformar um solo fraco em um solo produtivo e sustentável. As informações foram publicadas no LinkedIn.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Melhoramento genético eleva produtividade do milho


A produção de grãos no Brasil deve alcançar 333,3 milhões de toneladas em 2025, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE, com crescimento de 13,9% em relação a 2024. O milho se destaca nesse cenário, liderando tanto em volume quanto em produtividade, especialmente na segunda safra, e consolidando-se como protagonista do agro nacional. A genética avançada tem papel decisivo nesse desempenho, garantindo estabilidade e eficiência nas lavouras.

Por trás de cada híbrido existe um processo complexo que vai dos laboratórios de pesquisa genética até os campos de ensaio. Pesquisadores analisam o genoma do milho em busca de características como produtividade, resistência a doenças e tolerância a seca e calor. Linhagens complementares são cruzadas e avaliadas em diferentes solos e climas do país, até que se obtenha um híbrido confiável, adaptado e produtivo.

“A base de tudo está no DNA da planta e na interação do genótipo com o ambiente. Pesquisadores analisam o genoma do milho em busca de características como produtividade, resistência a doenças, tolerância à seca e ao calor. Com um dos bancos genéticos mais robustos do setor, nós exploramos a diversidade presente em milhares de linhagens para desenvolver híbridos superiores, adaptados às mais diversas condições do campo brasileiro”, explica Cristian Rafael Brzezinski, Global Corn Research Manager da GDM, empresa líder global no melhoramento genético de sementes.

A biotecnologia adiciona novas camadas a esse processo, com eventos transgênicos, como o gene Bt para proteção contra pragas, e técnicas de edição gênica como CRISPR-Cas9, que permitem ajustes precisos no DNA da própria planta, acelerando o desenvolvimento de híbridos mais resistentes sem inserir genes externos. Cada semente passa por testes rigorosos de Valor de Cultivo e Uso (VCU) para comprovar sanidade, estabilidade e produtividade antes de chegar ao agricultor.

“Antes de chegar ao mercado, cada novo híbrido desenvolvido pela GDM passa por grande rede de testes em condições de manejo semelhantes ao dos agricultores e ensaios de Valor de Cultivo e Uso (VCU), exigidos pelo Ministério da Agricultura, que atestam produtividade, sanidade e estabilidade em todas as regiões edafoclimáticas recomendadas. Somente após essa validação científica e regulatória é que a produção comercial começa garantindo ao agricultor uma semente de alta performance, pronta para entregar resultado”, conta Andre Gradowski de Figueiredo, Development Corn Manager da GDM.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de trigo deve cair 6,5% no Brasil


A produção de trigo no Brasil para a safra 2024/25 apresenta reduções significativas em alguns estados, enquanto outros registram crescimento, conforme levantamento realizado pela TF Agroeconômica. Os dados obtidos são fundamentais para o mercado brasileiro, pois orientam decisões estratégicas de importação e exportação, influenciando preços e planejamento da cadeia produtiva. A análise detalhada por estado mostra um cenário misto, refletindo diferenças climáticas, manejo agrícola e histórico de produtividade.

No Rio Grande do Sul, principal produtor nacional de trigo, a expectativa de colheita caiu 18,24% em relação à safra anterior, passando de 3,91 milhões de toneladas para cerca de 3,2 milhões. Santa Catarina também deve registrar queda, de 460,7 mil toneladas para 374,5 mil, recuo de 18,71%. Estados do Centro-Oeste, como Goiás e Bahia, enfrentam perdas ainda mais expressivas, de 25,4% e 34,21%, respectivamente, impactando diretamente o fornecimento regional e a necessidade de ajustes nas estratégias de comercialização.

Por outro lado, Mato Grosso do Sul deve apresentar crescimento significativo de 88,19%, passando de 44,9 mil toneladas para 84,5 mil, impulsionado por condições climáticas favoráveis e incremento no investimento em tecnologia agrícola. Paraná e Distrito Federal também registram evolução positiva, com aumento de 12,78% e 15,62%, respectivamente, enquanto Minas Gerais tem um incremento mais modesto, de 4,37%. No total, a produção nacional de trigo deve atingir 7,38 milhões de toneladas, representando queda de 6,48% em relação à safra 2023/24, que alcançou 7,88 milhões. 

 





Source link