quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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Sucessão rural: Planejar é preciso


A perpetuação das atividades do agronegócio brasileiro exige mais do que tecnologia e mercado externo: depende de um planejamento sucessório bem estruturado, segundo Álvaro Santos, Advogado Tributarista e Agrarista. De acordo com o especialista, a falta dessa organização ainda é predominante nas fazendas do país, resultando em conflitos familiares, altos custos tributários e insegurança jurídica, especialmente quando a sucessão é tratada apenas após o falecimento do líder familiar, momento em que geralmente se instala um inventário complexo e oneroso.

A sucessão rural deve ser compreendida em duas esferas: a gestão operacional, que envolve quem assumirá o comando da fazenda, e a sucessão patrimonial, que concentra os maiores riscos jurídicos e fiscais. O inventário tradicional é demorado, caro e pode paralisar as atividades produtivas, além de incluir o imposto de transmissão causa mortis (ITCMD), honorários advocatícios e custas judiciais.

Por isso, Álvaro destaca que o planejamento sucessório é uma alternativa mais rápida e segura, aliando estratégias legais, planejamento tributário e princípios de governança corporativa. Entre os instrumentos disponíveis estão a doação em vida, o testamento e a constituição de uma holding familiar — cada um com vantagens, custos e cuidados específicos.

O advogado alerta que o momento ideal para planejar é enquanto o negócio está ativo e estruturado, e recomenda a orientação de profissionais especializados para evitar erros comuns que geram litígios. Para ele, a sucessão planejada é uma necessidade estratégica, pois garante a continuidade da produção, protege o patrimônio e fortalece os laços familiares, evitando prejuízos financeiros e desgastes que podem comprometer gerações futuras.

“Portanto, finalizo reforçando a importância do tema para os produtores rurais, pois planejar a sucessão no agro não é um luxo, é uma necessidade estratégica e jurídica. Trata-se de um investimento na longevidade da atividade produtiva, na proteção do patrimônio e na harmonia familiar. Procrastinar essa decisão pode custar caro – não apenas financeiramente, mas também em termos de legado”, conclui.

 





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Índia bate recorde na produção de grãos



Já para o arroz, a produção de 2025-26 é estimada em 150 milhões de toneladas



Já para o arroz, a produção de 2025-26 é estimada em 150 milhões de toneladas
Já para o arroz, a produção de 2025-26 é estimada em 150 milhões de toneladas – Foto: USDA

A produção de grãos da Índia deve alcançar um marco histórico em 2024-25, com um volume recorde de 353,96 milhões de toneladas, quase 22 milhões de toneladas a mais que no ciclo anterior, impulsionada por colheitas excepcionais de arroz, trigo e milho. As informações são do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O relatório também projeta que a produção de trigo e arroz continuará crescendo em 2025-26, beneficiada por previsões de monções acima da média.

Em 24 de maio de 2025, as chuvas de monções chegaram à costa de Kerala, no extremo sul do país, oito dias antes do habitual, configurando a chegada mais precoce em 16 anos e reforçando as expectativas de outra safra robusta. Para o trigo, estima-se um recorde de 117,5 milhões de toneladas em 2025-26, 4% acima dos 113,3 milhões de toneladas da safra anterior, graças ao plantio dentro do calendário ideal, condições climáticas favoráveis e ausência de pragas ou doenças relevantes durante o ciclo produtivo.

Apesar da abundância, o governo indiano mantém a cautela diante da escalada dos preços internos, atribuída à estocagem excessiva e à especulação do comércio privado. Como resposta, em 27 de maio, foram impostos limites de estoque de trigo válidos até 31 de março de 2026: 3.000 toneladas para comerciantes e atacadistas, 10 toneladas por ponto de venda para varejistas e até 70% da capacidade mensal instalada para processadores. 

Já para o arroz, a produção de 2025-26 é estimada em 150 milhões de toneladas, um leve aumento em relação aos 149 milhões do ciclo anterior. As exportações devem alcançar 25 milhões de toneladas, desde que não ocorram mudanças significativas na política de comércio e na competitividade de preços. Quanto ao milho, o volume projetado para 2025-26 é de 42 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo do recorde revisado de 42,6 milhões de toneladas em 2024-25, ainda assim garantindo ao país um patamar elevado de produção de grãos em escala global.

 





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Logísticas para fortalecer o escoamento da produção


Nesta terça-feira (17), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou de reunião na sede do Ministério dos Transportes, em Brasília, ao lado do ministro Renan Filho. O encontro teve como foco o andamento de obras logísticas prioritárias para os estados de Mato Grosso e Goiás, entre elas a conclusão da obra na Ponte de Luís Alves, na BR-080/GO/MT, e a pavimentação de trechos da BR-158/MT.

A Ponte de Luís Alves, localizada sobre o Rio Araguaia, é uma infraestrutura estratégica que conecta os estados de Goiás e Mato Grosso, dois polos relevantes da produção agropecuária nacional. Ao comentar o avanço das obras, o ministro Fávaro destacou a importância da ponte para o escoamento da produção agrícola da região. “O encabeçamento da ponte de Luís Alves é fundamental para a logística da região do Araguaia. Temos recebido boas notícias, como o avanço da pavimentação da BR-158, o destravamento do licenciamento da BR-242 e agora os progressos na BR-080. Enfim, a logística está chegando de forma eficiente ao estado de Mato Grosso”, afirmou Fávaro.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, reforçou que a ponte faz parte dos principais projetos de integração do país. “Essa obra viabiliza um importante corredor logístico para a agricultura, reduzindo custos de transporte, melhorando a conectividade regional e aumentando a competitividade do setor produtivo. Ela está incluída no Novo PAC e representa um compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento do país”, declarou.

Durante a reunião, o deputado federal José Nelto (GO) também destacou o impacto da infraestrutura para o agronegócio brasileiro, enquanto o senador Jayme Campos (MT) elogiou os investimentos realizados nas rodovias de Mato Grosso.

OBRAS

Além de ser um importante corredor rodoviário para o escoamento da produção agrícola de uma região reconhecida por sua força no agronegócio, a Ponte de Luís Alves contribui para o desenvolvimento socioeconômico local, melhora a conectividade, reduz custos logísticos e amplia a eficiência do transporte, beneficiando diretamente os produtores e a economia regional.

Mato Grosso é um dos maiores produtores de grãos do Brasil e a BR-158/MT é uma das principais rotas logísticas do estado, utilizada para o escoamento de safras de soja, milho e algodão tanto para outros estados quanto para exportação.





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exportações de milho crescem 573% no 1º quadrimestre


As exportações de milho de Minas Gerais registraram forte crescimento entre janeiro e abril de 2025. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), o Estado embarcou 105 mil toneladas do grão, o que representa um aumento de 573% no volume em comparação com o mesmo período de 2024. Em valores, as vendas externas somaram US$ 32 milhões, alta de 34%.

A maior parte das exportações correspondeu ao milho classificado como cereal. Nesse segmento, os embarques alcançaram 101 mil toneladas, com receita de US$ 22 milhões, o que representa um avanço de 1.200% em relação ao ano anterior. As demais categorias de produtos à base de milho movimentaram cerca de US$ 10 milhões, com o envio de aproximadamente 3 mil toneladas.

Uberaba, no Triângulo Mineiro, foi o município com maior produção estadual de milho, conforme os dados mais recentes da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. Em 2023, a cidade produziu 372,3 mil toneladas, o equivalente a 4,49% da produção de Minas Gerais.

O Brasil ocupa atualmente posição de destaque entre os maiores produtores mundiais de milho. No caso de Minas, além da relevância econômica, o produto também tem forte presença cultural, especialmente nas festas juninas. A tradição de celebrar o milho nesta época do ano remonta à colonização portuguesa, quando os agricultores, impossibilitados de cultivar trigo, adaptaram as celebrações para o milho.

A colheita no país costuma ocorrer em junho, coincidindo com as festas de São João. O ciclo tem início em março, com o plantio durante a semana de São José. O grão é ingrediente de diversos pratos típicos, como canjica, pipoca, bolo de milho e bolo de fubá. Além de tradicional na culinária, o milho é reconhecido por seu valor nutricional, sendo fonte de vitaminas A, C e E.





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cotonicultura avalia impacto da crise no Irã


A alta dependência do Brasil em relação aos fertilizantes importados, especialmente os nitrogenados, acendeu o alerta entre os produtores rurais diante do agravamento de tensões geopolíticas. Atualmente, cerca de 85% dos fertilizantes utilizados nas lavouras brasileiras vêm do exterior. No caso específico da Ureia, aproximadamente 17% do volume consumido no país tem origem no Irã, um dos países diretamente envolvidos no conflito que impacta o mercado internacional.

Embora as unidades de produção de fertilizantes nos países afetados não tenham sido diretamente atingidas, o mercado global já sente os efeitos da instabilidade. A produção de ureia no Irã está temporariamente paralisada. Segundo dados da consultoria StoneX, o preço da ureia acumula alta de aproximadamente 9% desde o início do ano. “Há expectativa de novas altas se o cenário de instabilidade persistir”, aponta o relatório da consultoria.

O algodão é uma das culturas mais impactadas por esse cenário. Cultivado principalmente no Cerrado, o algodoeiro exige manejo intensivo de adubação devido à baixa fertilidade natural dos solos da região e ao ciclo de cultivo prolongado, que varia entre 140 e 180 dias.

De acordo com Márcio Portocarrero, diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), mesmo com o uso de práticas como a rotação de culturas com soja e milho na entressafra, o setor depende do fornecimento adequado de insumos. “Uma possível crise global de produção de fertilizantes tem impactos expressivos para o setor. Os produtores precisarão avaliar com cuidado suas estratégias de manejo para mitigar perdas”, afirma.

Além da questão dos fertilizantes, o setor enfrenta incertezas no cenário de exportações. A China foi responsável por 49% das compras de algodão brasileiro na safra 2023/24, mas a demanda pode ser afetada pelas tensões comerciais com os Estados Unidos. O algodão adquirido pela China é, em grande parte, utilizado na produção de têxteis destinados ao mercado norte-americano. Uma nova rodada de tarifas sobre os produtos chineses pode reduzir a necessidade de importações de algodão pela China.

Portocarrero defende medidas para reduzir a vulnerabilidade brasileira na importação de fertilizantes. Entre as ações prioritárias, destaca a reativação, conclusão ou ampliação de fábricas estratégicas no país. Nesse sentido, a Petrobras anunciou a retomada das unidades de Araucária (PR) e Três Lagoas (MS), além da ampliação de encomendas para as fábricas da Unigel, localizadas em Sergipe e na Bahia. No curto e médio prazo, outras alternativas estão em avaliação. Entre elas estão a redução de tarifas de importação, a revisão de metas do Plano Nacional de Fertilizantes e o incentivo ao uso de nutrientes orgânicos, organominerais e remineralizadores, que potencializam os efeitos dos fertilizantes químicos nas lavouras.





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Falta de sol e frio desaceleram crescimento das pastagens


As condições climáticas registradas nas últimas semanas no Rio Grande do Sul têm impactado negativamente o desenvolvimento das pastagens. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quarta-feira (18), o frio intenso, a ocorrência de geadas e a baixa insolação reduziram o crescimento das forrageiras em várias regiões do Estado.

Apesar do cenário adverso, algumas áreas de campo nativo e pastagens cultivadas ainda permitiram um nível de pastejo, complementado por silagem e sal proteinado. “De forma geral, a oferta de forragem foi suficiente para manter o desempenho dos rebanhos”, informa o boletim. No entanto, nas propriedades que dependem exclusivamente do campo nativo, já há relatos de prejuízos na condição corporal dos animais.

Na região de Bagé, na Campanha, as geadas intensas queimaram grande parte da massa verde, o que reduziu a oferta de forragem. Em Caxias do Sul, o trigo forrageiro apresentou bom desenvolvimento e tem sido utilizado para pastejo.

Na região de Erechim, a umidade do solo favoreceu o crescimento das culturas de verão e das gramíneas nativas e perenes de inverno, mesmo com as temperaturas baixas. Já em Frederico Westphalen, as chuvas frequentes impediram a aplicação de fertilizantes e dejetos de suínos, práticas que costumam estimular as pastagens.

Em Ijuí, os altos volumes de chuva dos últimos dias não geraram necessidade de replantio nas áreas de pastagem. Em Passo Fundo, o frio mais intenso desacelerou ainda mais o crescimento das espécies forrageiras do campo nativo, exigindo a transferência dos bovinos para pastagens cultivadas. Na região de Pelotas, a oferta de pastagens de inverno permanece limitada. A estiagem de outono atrasou os plantios e, mesmo nas áreas implantadas no período ideal, o desenvolvimento foi prejudicado pela falta de água.

O cenário em Porto Alegre foi mais favorável, com as condições climáticas favorecendo o desenvolvimento das pastagens de inverno. Em Santa Maria, o campo nativo permanece estagnado, com forragem de baixa qualidade e alto teor de fibra. Na região de Santa Rosa, os produtores estão evitando o pastejo para preservar a rebrota e o enraizamento das plantas, minimizando os efeitos do pisoteio. Em Soledade, as pastagens perenes, as anuais de verão e os campos nativos apresentam baixa oferta de volumoso devido ao frio.





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Safras de milho e soja avançam nos Estados Unidos, aponta USDA



Iowa registra 84% da lavoura de milho em bom estado




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (17) o boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin com atualização sobre o progresso das lavouras de milho e soja no país.

Até o dia 15 de junho, 94% da safra de milho havia emergido, resultado dois pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado, e alinhado à média dos últimos cinco anos. Quanto à qualidade, 72% do milho foi classificado como bom a excelente, um ponto percentual acima da semana anterior. No estado de Iowa, maior produtor nacional, 84% da lavoura de milho recebeu essa classificação.

Em relação à soja, 93% da área prevista para o cultivo já havia sido plantada até 15 de junho, um ponto percentual acima do ritmo do ano passado, mas um ponto abaixo da média de cinco anos. O USDA informou que 84% da soja já havia emergido, número quatro pontos percentuais à frente do mesmo período de 2024 e um ponto acima da média histórica.

A avaliação de qualidade da soja indicou que 66% da safra foi classificada como boa a excelente, uma queda de dois pontos percentuais em comparação com a semana anterior.





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Confinamento/Cepea: Custos sobem, mas confinamento deve se manter rentável


Em abril, o custo do confinamento teve nova alta. Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado esteve atrelado aos avanços nos gastos diários de alimentação e operacional e à valorização do boi magro. Mesmo com essa elevação, a rentabilidade da atividade deve se manter positiva, conforme previsão calculada pelo Cepea em parceria com a Tortuga/DSM. Para abates programados para agosto (considerando-se os custos de abril), a previsão de rentabilidade do confinamento é de 1,74%; para abates programados para julho (com custos calculados em março), a previsão é de rentabilidade de 4,34%. 

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Brasil discute parceria comercial com Honduras



Máquinas e café ganham destaque na pauta




Foto: Divulgação

O fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Honduras foi tema de uma reunião realizada nesta quarta-feira (18), em Brasília, entre o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e o ministro de Promoção de Investimentos de Honduras, Miguel Medina.

Entre os produtos com potencial para impulsionar a balança comercial estão café, frutos do mar, têxteis, máquinas e veículos. Segundo o secretário Márcio Elias Rosa, há um interesse crescente por parte das empresas brasileiras em ampliar o comércio e os investimentos com o país da América Central. “Queremos prosperar nesta parceria e desenvolver a complementariedade econômica, especialmente em áreas estratégicas como descarbonização e digitalização”, afirmou.

Atualmente, Honduras ocupa a 97ª posição no ranking de países com maior fluxo comercial com o Brasil. Em 2024, as exportações brasileiras para Honduras alcançaram US$ 205,4 milhões, com predominância de produtos da indústria de transformação, que representaram 95,1% do total embarcado, e da agropecuária, com 4,6%.

Do lado das importações, o Brasil comprou US$ 23,9 milhões em mercadorias de Honduras em 2024. As aquisições foram compostas por 65,9% de produtos diversos, 31,8% da indústria de transformação e 2,3% de itens do setor agropecuário.





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Geadas comprometem qualidade da mandioca



Santa Rosa registra impactos do frio




Foto: Canva

A colheita da mandioca segue em ritmo acelerado na região administrativa de Soledade, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (18) pela Emater/RS-Ascar. Os agricultores intensificam o trabalho de seleção e armazenamento das ramas, que serão utilizadas na multiplicação das plantas no próximo ciclo.

Em busca de garantir mudas mais resistentes, muitos produtores têm adquirido material de regiões livres de contaminação por bacterioses. No entanto, o cenário de mercado tem pressionado os preços. Em Mato Leitão, a caixa de 22 quilos é comercializada entre R$ 20,00 e R$ 25,00, com tendência de novas quedas, segundo o boletim da Emater.

Na região de Santa Rosa, os efeitos do frio intenso começam a impactar o desenvolvimento da cultura. O informativo destaca que a mandioca, por ser uma planta de origem tropical, tem sua atividade metabólica reduzida com as temperaturas baixas, o que limita o crescimento e a fotossíntese.

Nas áreas da Fronteira Noroeste e das Missões, as temperaturas chegaram a 5°C ou menos em alguns momentos, o que aumentou o risco de geadas leves. Os técnicos alertam que as geadas podem causar danos nas folhas e nos ramos, além de endurecer a casca e reduzir a qualidade da raiz, o que compromete a produtividade futura.

Apesar das temperaturas baixas, o tempo seco tem contribuído para manter o solo firme. Essa condição tem favorecido os tratos culturais e ajudado a prevenir doenças fúngicas.





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