segunda-feira, julho 6, 2026

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pulgão-do-milho pode causar perdas de até 60% da produção


O desenvolvimento inicial das lavouras de milho tem sido acompanhado pelo surgimento de focos de pulgão-do-milho, praga que pode comprometer a produtividade em curto prazo. Embora as plantas apresentem bom aspecto geral, a presença de pequenos pontos nas folhas indica o início da infestação, que tende a evoluir rapidamente sob condições de temperaturas elevadas e irregularidade de chuvas.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o ambiente climático favorece a multiplicação do inseto, cuja população pode crescer de forma acelerada e causar perdas de até 60% da produção, sobretudo quando o ataque ocorre na fase vegetativa da cultura.

Veja também: Clima seco pode reduzir estimativas do milho

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, afirmou Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO.

Com a evolução da infestação, os sintomas tornam-se mais visíveis, incluindo clorose nas folhas, que passam a apresentar coloração amarelada e sinais de murcha. Também pode ocorrer a formação de uma camada pegajosa, que favorece o desenvolvimento de fumagina, substância escura que recobre a folha e reduz a capacidade de absorção de luz pela planta.

Segundo especialistas, o monitoramento frequente das lavouras é determinante para a identificação precoce do problema. A adoção de medidas de controle no início da infestação pode limitar o avanço da praga e reduzir os impactos sobre o desenvolvimento das plantas.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, destacou Vilarino.





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Milho fora da janela ideal eleva riscos e acende alerta no campo em MT


Imagem: Paulo Kurtz /Embrapa

O<a href="http://<iframe width="1334" height="750" src="https://www.youtube.com/embed/m_mGnmfqfqI" title="Atraso do plantio do milho em MT já começa a ter reflexos no campo | Mais Milho" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen> atraso no plantio do milho em Mato Grosso já começa a mostrar reflexos nas lavouras. Em diferentes regiões do estado, a falta de chuva compromete o desenvolvimento das plantas, enquanto o aumento dos custos de produção e a queda nos preços ampliam a preocupação dos produtores. A combinação desses fatores acende um alerta para a produtividade e reforça um desafio cada vez mais presente no agro, que é produzir com eficiência, reduzir riscos e manter a sustentabilidade.

Em áreas cultivadas fora da janela considerada ideal, o cenário é preocupante. Talhões desuniformes, falhas no estande de plantas e um grande número de espigas mal desenvolvidas refletem a falta de umidade. Em Nova Mutum, no médio-norte do estado, produtores relatam que entre 35% e 40% das áreas foram plantadas fora do período adequado.

“Trata-se de um desafio, pois seriam necessários pelo menos mais 15 dias de chuva para recuperar parte dessas lavouras. Há regiões em que as precipitações ocorreram de forma irregular, com áreas onde choveu e outras onde a estiagem se antecipou”, explica Paulo Zen, presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum (MT).

As perdas já começam a ser contabilizadas, embora ainda dependam das condições climáticas nos próximos dias. “As estimativas iniciais indicam perdas de seis a sete sacas por hectare em função do atraso no plantio. A evolução da produtividade dependerá diretamente do volume de chuvas nas próximas semanas”, relata. Segundo o sindicato rural, o atraso foi provocado pelo excesso de chuvas durante a colheita de soja, o que comprometeu o calendário do milho.

A irregularidade das lavouras também chama atenção. Em uma mesma propriedade, é possível observar diferentes estágios de desenvolvimento das plantas. “Há áreas com colheita prevista para 35 a 40 dias, enquanto outras ainda apresentam milho em estágio inicial de desenvolvimento. Trata-se de um cenário bastante heterogêneo”, explica Zen.

Produtores já contabilizam prejuízos. Em uma fazenda com 1.600 hectares, cerca de 30% a 40% da área foi plantada fora da janela ideal. “As perdas já se aproximam de 5% e podem atingir ao menos 10%, caso não ocorram chuvas regulares até oa mwel fim de abril”, pontua Marcos Beber.

Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária indicam que mais de 1 milhão de hectares de milho foram plantados fora da janela ideal na safra 2025/26, o que eleva o risco para o desenvolvimento da cultura. Além disso, o cenário de mercado agrava a situação. Com a saca do milho em torno de R$ 43 para os próximos meses, os preços são considerados pouco atrativos.

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Saída dos Emirados da Opep pode impactar preços do petróleo globalmente


Os Emirados Árabes Unidos anunciaram sua saída da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), uma decisão que pode ter repercussões significativas no mercado global de energia. A medida visa aumentar a liberdade de produção do país, que atualmente possui uma capacidade de 4,8 milhões de barris por dia.

Impactos no mercado global

A saída dos Emirados da Opep pode reduzir a coordenação entre os países produtores de petróleo, resultando em:

  • Aumento da produção de petróleo pelos Emirados
  • Impacto nos preços do petróleo
  • Maior volatilidade no mercado energético

Contradições na transição energética

Embora os Emirados estejam ampliando seus planos de produção de petróleo, o país também investe em fontes renováveis e diversificação econômica. Atualmente, setores não petrolíferos representam cerca de 75% do PIB dos Emirados. Essa dualidade levanta questões sobre os rumos da transição energética global.

Justificativas para a saída

Os Emirados Árabes consideram que a participação na Opep limita suas oportunidades econômicas, especialmente em um momento em que os preços do petróleo estão em alta. A decisão reflete uma busca por maior autonomia na produção e a necessidade de equilibrar a sustentabilidade com a demanda global por energia.

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Sicredi vê aumento em linhas de crédito com moeda estrangeira e redução de CPRs


soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

O Sicredi anunciou na 31ª edição da Agrishow que nos primeiros nove meses do atual ciclo liberou R$ 52,8 bilhões em crédito rural, crescimento de 16,5% em relação ao período anterior.

As linhas em moedas estrangeiras tiveram aumento de 68%, o maior incremento entre as modalidades ofertadas pela instituição, atingindo R$ 4,2 bilhões.

O superintendente de Negócios Agro do banco, Vitor Hugo de Moraes, acredita que a tendência é de continuidade desse movimento nas próximas temporadas por conta da elevação do contingente de produtores com maiores receitas em dólar e que fazem contratos de proteção cambial para exportação.

Ao mesmo tempo, as operações com Cédula de Produto Rural (CPR) tiveram queda de 9,5%, fator atribuído pelo Sicredi à concorrência de mercado em relação à taxa, que parte do atual patamar da Selic, de 14,75%, e atinge cerca de 21% com os encargos administrativos da instituição.

Outro número trazido pelo Sicredi foi o crescimento de 23% nas assinaturas de consórcios, com mais de R$ 3 bilhões em novas vendas para o segmento agro em 2025. Ao todo, a carteira do banco na modalidade chega a R$ 61,8 bilhões.

Da mesma forma que as linhas de crédito crescem, a inadimplência também mostra elevação: cerca de 3% dos adquirentes de produtos agro do banco não estão conseguindo saldar suas dívidas, conforme balanço fechado em março deste ano, ao passo que há dois anos esse índice girava em torno de 0,9%.

“Se não houver uma redução da taxa de juros em uma proporção muito superior a 0,25% ou 0,5% [na Selic], não haverá condições de termos melhora na capacidade de pagamento [do produtor] ou de margens para o agronegócio que é o que faz a produção ser comercializada e o agricultor ter receita para honrar os seus compromissos. Ainda que esse nível de inadimplência nos preocupe, temos um índice de adimplência muito grande, de mais de 97%, o que nos tranquiliza para continuar acreditando no setor”, enfatiza Moraes.

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CNA solicita redução da burocracia no crédito rural e mudanças em regras ambientais


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou um conjunto de propostas para o plano safra 2026/2027, solicitando a redução da burocracia no crédito rural e mudanças nas regras ambientais que, segundo a entidade, têm dificultado o acesso dos produtores ao financiamento.

Propostas da CNA

  • Redução da burocracia no crédito rural.
  • Ajustes nas regras ambientais que impactam o financiamento.
  • Facilitação do acesso ao crédito para os produtores.

Implicações das regras ambientais

A CNA destacou que as exigências ambientais não devem ser transferidas dos órgãos responsáveis para as instituições financeiras, pois isso tem gerado obstáculos adicionais para os agricultores.

Endividamento dos produtores

Além disso, a entidade mencionou um projeto de lei em tramitação que requer adequações para ajudar os produtores a recuperarem sua saúde financeira, permitindo que possam usufruir dos benefícios do plano SFR.

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Embrapa celebra 30 anos do zoneamento agrícola de risco climático


A Embrapa realiza até amanhã em Brasília a nona reunião da rede Isaac, que celebra três décadas do zoneamento agrícola de risco climático. Esta ferramenta é fundamental para auxiliar os produtores no planejamento da produção, indicando as melhores épocas de plantio com menores chances de perdas devido a eventos climáticos extremos.

Importância do zoneamento agrícola

O zoneamento agrícola de risco climático (ZARC) é uma ferramenta essencial para o planejamento estratégico e financeiro dos produtores rurais. Durante o evento, José Eduardo Monteiro, pesquisador da Embrapa Agricultura Digital, destacou a relevância do ZARC para a gestão de riscos na agricultura.

Atualizações e desafios

O ZARC está passando por atualizações para incorporar novos dados meteorológicos e acompanhar a evolução da agricultura. Monteiro ressaltou que a agricultura é uma atividade a céu aberto, altamente afetada pelas condições climáticas, e que os produtores devem estar preparados para essas variáveis.

Acesso e utilização

As informações do ZARC estão disponíveis publicamente no site do Ministério da Agricultura e no aplicativo Z Plantil, permitindo que os agricultores consultem dados sobre as melhores épocas de plantio para diversas culturas no Brasil.

  • O ZARC é obrigatório para contratações do Proagro e do seguro rural.
  • Atualmente, abrange 49 culturas, com previsão de expansão para 52 até o final do ano.
  • As informações são atualizadas a cada quatro anos para garantir precisão e relevância.

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Projeto institui plano nacional para construção de estradas vicinais


Um novo projeto em discussão no Congresso visa instituir um plano nacional para a construção e manutenção de estradas vicinais, consideradas fundamentais para o agronegócio e para a vida no campo. Essas vias garantem o escoamento da produção agrícola, o acesso de estudantes às escolas e de pacientes aos serviços de saúde, além de conectar comunidades rurais às cidades.

Importância das estradas vicinais

As estradas vicinais vão além de simples caminhos de terra, desempenhando um papel crucial na ligação entre o campo e as cidades. O senador Fernando Doeiri destacou a relevância dessas vias, que são essenciais para:

  • O escoamento da produção agrícola.
  • O deslocamento de alunos para as escolas.
  • O acesso de pacientes a hospitais e serviços de saúde.

Andamento do projeto

O projeto já foi distribuído pelo presidente do Senado para a Comissão de Assuntos Econômicos, onde a relatoria deverá ocorrer em breve. A aprovação na comissão é um passo necessário para que a proposta seja levada ao plenário, onde contará com a contribuição dos demais senadores antes de ser remetida à Câmara dos Deputados.

Impacto no desenvolvimento regional

Com a implementação desse plano, espera-se um impacto direto no desenvolvimento e na sustentabilidade das regiões atendidas. A construção e manutenção de estradas vicinais são vistas como essenciais para garantir dignidade e condições adequadas de vida para os brasileiros que vivem no campo.

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Comissão da Câmara aprova parecer que prevê restrição temporária à importação de arroz


Comissão da Câmara aprova parecer que prevê restrição temporária à importação de arroz

A Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (29), o parecer do deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT) ao projeto de lei 690/2026. A proposta autoriza restrições temporárias à importação de arroz em situações nas quais o preço de mercado esteja abaixo do custo de produção nacional. Pelo texto, a medida só poderá ser adotada se houver estoque suficiente para garantir o abastecimento interno.

De autoria da deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o projeto cria um instrumento de defesa comercial voltado ao setor orizícola. A lógica da proposta é condicionar a suspensão temporária das importações a um cenário de desequilíbrio de mercado, com preservação da oferta doméstica.

No parecer aprovado, Rodrigo da Zaeli afirma que o mecanismo busca assegurar condições de concorrência para o produtor brasileiro. Segundo o deputado, a proposta “contribui para a estabilidade do setor agrícola” ao evitar desorganização da cadeia produtiva em momentos de preços abaixo do custo.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A tramitação ocorre em caráter conclusivo nas comissões. Antes de seguir ao Senado, a matéria ainda será analisada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

O projeto já recebeu aval em outros colegiados. Na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), o relator Junio Amaral (PL-MG) classificou a proposta como necessária para aperfeiçoar a legislação agrícola. Na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços (CICS), o relator Daniel Agrobom (PL-GO) defendeu medidas de fortalecimento da produção nacional e de estímulo à competitividade do agro.

Na prática, o texto busca criar uma salvaguarda para momentos em que o arroz importado entre no mercado brasileiro com preços inferiores aos custos internos. O conteúdo apresentado, no entanto, não detalha critérios operacionais como prazo máximo de restrição, metodologia de cálculo do custo de produção ou órgão responsável pela eventual execução da medida.

Fonte: agencia.fpagropecuaria.org.br

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Comissão da Câmara aprova proposta para sustar regra do Conama sobre supressão de vegetação


Comissão da Câmara aprova proposta para sustar regra do Conama sobre supressão de vegetação

A Comissão de Agricultura e Pecuária da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (29), o parecer favorável ao projeto de decreto legislativo (PDL) 758/2025, que susta a resolução nº 510/2025 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). A norma estabelece critérios para a emissão de autorizações de supressão de vegetação nativa em imóveis rurais. O texto agora seguirá para análise em outras duas comissões da Casa antes de eventual votação em plenário.

O PDL 758/2025 é de autoria do deputado Junio Amaral (PL-MG), e o parecer aprovado foi apresentado pelo deputado Pezenti (MDB-SC). O ponto central do questionamento é a exigência de vincular a emissão e a validade das autorizações ambientais à aprovação do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

No parecer, Pezenti afirma que a regra transfere ao produtor rural uma etapa que depende da capacidade operacional do poder público. Segundo o relator, a análise do CAR ainda ocorre de forma lenta nos órgãos ambientais, o que pode restringir a obtenção das autorizações mesmo quando o imóvel já está inscrito no cadastro.

Junio Amaral sustenta que a resolução cria condicionantes burocráticas que, na prática, dificultam o andamento da atividade produtiva. Já o relator argumenta que a medida amplia exigências além do que está previsto no Código Florestal, ao estabelecer restrições por meio de norma infralegal.

Do ponto de vista prático, a discussão envolve segurança jurídica e previsibilidade para produtores que dependem de licenciamento para manejo e abertura de áreas autorizadas pela legislação. Como a análise do CAR não ocorre no mesmo ritmo em todos os estados, a aplicação da regra pode gerar efeitos diferentes entre regiões. O texto recebido não informa prazo médio nacional de análise do cadastro nem número de imóveis afetados pela resolução.

Após a aprovação na CAPADR, o projeto ainda será examinado pelas comissões de Meio Ambiente e de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Se avançar nessas etapas, seguirá para votação no plenário, onde poderá definir a continuidade ou a sustação da Resolução nº 510/2025 do Conama.

Fonte: agencia.fpagropecuaria.org.br

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Tecnologia apresentada na Agrishow pode representar economia de até R$ 100 por hectare


A São José chega à Agrishow 2026 – de 27 de abril a 1⁰ de maio – em Ribeirão Preto (SP), com um recado direto ao produtor: é possível produzir mais gastando menos — mesmo diante de clima extremo e pressão por eficiência.

A empresa apresenta um portfólio ancorado em três frentes que hoje dominam a agenda do agro: redução de custos, ganho operacional e mitigação de riscos climáticos.

Um dos principais destaques é o Tanque Mata Fogo, solução que responde ao aumento dos incêndios no campo, intensificados por eventos como o El Niño. Equipado com o agente F500, o sistema atua diretamente no combustível do fogo, criando uma barreira química que impede a reignição por até 48 horas — um diferencial crítico em áreas agrícolas.

Na prática, o equipamento reduz temperaturas de até 700°C para cerca de 52°C em segundos, diminui a emissão de fumaça tóxica e pode ser até 10 vezes mais eficiente que o uso de água. O conceito de operação com baixa vazão e alta pressão permite que um tanque de 12 mil litros tenha desempenho equivalente a modelos de até 120 mil litros, com autonomia operacional significativamente maior.

Na agricultura de precisão, a São José lança a Turbem PRO, distribuidor de fertilizantes com faixa de aplicação de até 36 metros, projetado para aumentar a uniformidade e reduzir desperdícios — impactando diretamente o custo por hectare.

Outro destaque é a linha premium Kelly, voltada à evolução do plantio direto e construção de solo. A tecnologia permite o controle de plantas invasoras com potencial de redução de até 100% no uso de herbicidas, o que pode representar economia de até R$ 100 por hectare.

Além disso, promove manejo mais eficiente da palhada, acelera a ciclagem de nutrientes e contribui para uma emergência mais uniforme das culturas.

Na linha de preparo de solo, os descompactadores e escarificadores atuam entre 15 e 55 cm de profundidade, favorecendo o desenvolvimento radicular e a infiltração de água — fator decisivo para produtividade em cenários de estiagem.

Já na colheita, as Carretas Graneleiras Gran Speed entregam alta performance, com capacidade de descarga de até 250 sacas por minuto, podendo ser até três vezes mais eficientes que equipamentos convencionais. O resultado é ganho direto no ritmo da operação e melhor aproveitamento das colheitadeiras. 

“A Agrishow é o principal palco para apresentar soluções que resolvem problemas reais do produtor. Nosso foco é tecnologia com impacto direto no resultado: menos custo, mais produtividade e mais segurança”, afirma Daniel Ribeiro, gerente de marketing da São José.

A empresa recebe visitantes durante toda a feira em seu estande, com demonstrações das tecnologias e condições comerciais exclusivas para o evento.





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