A tecnologia desenvolvida pelo Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagr) da Unicamp promete ajudar os produtores de café a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e os custos de produção, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade da bebida.
Ferramenta inovadora
A ferramenta, que adapta uma metodologia internacional à realidade da cafeicultura, permite que os agricultores identifiquem as principais emissões e adotem práticas mais eficientes no campo. Entre os benefícios estão:
Redução de custos operacionais
Melhoria na qualidade do solo
Aumento da eficiência na adubação
Identificação de gargalos na produção
Ganho na qualidade da bebida
Desafios e soluções
Um dos principais desafios enfrentados foi a medição do carbono armazenado no solo, essencial para entender o impacto ambiental da lavoura. A coleta de dados requer um protocolo rigoroso para garantir amostras homogêneas.
Acesso e parcerias
Atualmente, o acesso à ferramenta é facilitado por técnicos e instituições parceiras, beneficiando tanto pequenos quanto grandes produtores. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a cooperativa de cafeicultores de Guaxupé, a Coxupé, e está disponível para todos os usuários interessados.
Resultados esperados
Além de reduzir impactos ambientais, a adoção de práticas sustentáveis pode melhorar a qualidade do café, aumentando a disponibilidade de nutrientes durante a formação e maturação dos frutos, o que terá reflexos positivos na bebida final.
O deputado Arnaldo Jardim apresentou o parecer do projeto de lei que institui a política nacional de minerais críticos e estratégicos, destacando a importância da exploração de terras raras no Brasil. O projeto visa não apenas a exploração, mas também a agregação de valor e a captação de recursos e tecnologia de empresas internacionais.
Objetivos do projeto
Promover a eletrificação dos transportes e a energia renovável.
Incentivar o beneficiamento e a transformação de minerais no Brasil.
Estabelecer um fundo garantidor para apoiar empresas de menor porte no setor mineral.
Importância dos minerais estratégicos
O projeto inclui minerais como fosfatados e nitrogenados na categoria de minerais estratégicos, visando reduzir a dependência do Brasil na importação de fertilizantes. O deputado enfatizou que o agro é um setor dinâmico da economia brasileira e que a legislação deve impulsionar a produção nacional.
Próximos passos
O projeto está pautado para discussão na Câmara dos Deputados, com expectativa de avanço rápido. O relator expressou otimismo sobre a aprovação, ressaltando a urgência do tema para o futuro econômico do país.
A consultoria Headpoint Global Markets elevou a estimativa da safra brasileira de soja, que pode atingir 181 milhões de toneladas na temporada 2025-2026. Apesar do recorde, o aumento da oferta já pressiona os preços no mercado interno.
Projeção de safra
A nova projeção representa um aumento de 1,5 milhão de toneladas em relação à estimativa anterior. O avanço foi impulsionado pela alta produtividade no centro e norte do país, que compensou as perdas no Rio Grande do Sul, onde a safra deve ficar em cerca de 19,5 milhões de toneladas.
Impacto das condições climáticas
As perdas no Rio Grande do Sul foram causadas por problemas climáticos.
A safra deste ano é melhor que a registrada no ano passado, quando as perdas foram maiores.
Produtividades em estados como Mato Grosso, Goiás e Bahia surpreenderam e compensaram as perdas no Sul.
Pressão nos preços
Com a colheita praticamente concluída, a oferta elevada pressiona o mercado, com soja já sendo negociada abaixo de R$ 100 por saca em algumas regiões. O cenário é influenciado também pelo dólar mais fraco.
Expectativas para o futuro
Para a próxima safra, o clima entra no radar, com possível impacto do fenômeno El Niño no centro-norte do Brasil. A consultoria alerta que os preços devem continuar pressionados por um tempo, sem espaço para grandes valorizações no mercado brasileiro de soja.
A realização de dias de campo é mais uma das atrações que a Emater/RS-Ascar proporciona ao público da Fenasoja 2026, em Santa Rosa. As atividades acontecem na Exporural, até a próxima sexta-feira (08/05), sempre no período da manhã, reunindo agricultores familiares que participam das excursões organizadas pela Instituição, em parceria com a Ouro e Prata e a Fenasoja. Além disso, os dias de campo são abertos aos demais visitantes da feira.
Estruturados em estações temáticas, os dias de campo apresentam diferentes alternativas voltadas ao desenvolvimento das propriedades rurais e ao bem-estar das famílias. Um dos espaços é dedicado às plantas forrageiras, com parcelas demonstrativas de espécies de verão e de inverno, resultado de parceria com a Embrapa de Passo Fundo. Também há destaque para o manejo fitossanitário e nutrição do gado de corte e de leite.
Outra estação aborda o uso de plantas de cobertura, também chamadas de plantas de serviço, destacando sua importância na recuperação e conservação dos solos. Ainda na Exporural, é orientado o manejo do solo relacionado a resultados obtidos na Caravana da Infiltração da Água no Solo. A campo, o trabalho é resultado de um arranjo institucional entre Emater/RS-Ascar, Embrapa, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – campus Cerro Largo, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) – campus São Luiz Gonzaga e Sociedade Educacional Três de Maio (Setrem). A iniciativa busca apoiar decisões mais assertivas no manejo de solos, alinhada a políticas públicas como a Operação Terra Forte, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR).
A produção de alimentos também ganha espaço, com uma horta diversificada que reúne diversas culturas, além de plantas bioativas, incluindo espécies medicinais, aromáticas e condimentares, voltadas tanto ao consumo das famílias quanto à comercialização.
Como alternativa de diversificação de renda, os visitantes conhecem ainda o cultivo de flores de corte, com destaque para o girassol, em uma ação realizada em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
Os dias de campo contemplam ainda práticas relacionadas ao saneamento básico e à gestão ambiental nas propriedades, com demonstrações de estruturas como fossa séptica, sumidouro e caixa de gordura, além de sistemas de proteção de nascentes, armazenamento de água por meio de cisternas e esterqueiras revestidas para o manejo de dejetos de bovinos e suínos, que podem ser reaproveitados como fertilizantes.
“Estamos mostrando aqui um conjunto que pega a parte econômica, através da bovinocultura de leite, a ambiental, com a questão da preservação e recuperação de solos, e a parte social, abrangendo a produção de alimentos, as plantas bioativas e o saneamento básico. Então, convidamos todos e todas para conhecerem o nosso espaço da Emater na Exporural durante a Fenasoja”, enfatiza o assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar Gilmar Francisco Vione, que coordena o espaço.
A agricultura irrigada é considerada uma das chaves para o futuro do agronegócio brasileiro, promovendo um aumento significativo na produtividade, sustentabilidade e desenvolvimento regional. Um estudo inédito da ABMAC, em parceria com a ESALC, aponta que a expansão da irrigação pode aumentar a produção, gerar empregos e reduzir desigualdades no campo.
Resultados do estudo
O estudo revelou que a irrigação tecnificada é um diferencial estratégico na agricultura, proporcionando ganhos de rentabilidade e desenvolvimento regional. Os principais resultados incluem:
20% da produção nacional de café é irrigada, representando 40% da produção total de café no Brasil.
A irrigação na soja pode incrementar a produção em até 30%.
O aumento da irrigação está associado a melhorias em indicadores como IDH e PIB nas regiões afetadas.
Desafios para a irrigação no Brasil
Luiz Paulo, vice-presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da ABMAC, destacou que o avanço da irrigação depende de vários fatores, incluindo:
Infraestrutura hídrica e reservação de água.
Acesso à energia.
Conectividade para tecnologias de monitoramento.
Esses elementos são cruciais para a implementação eficaz da irrigação e para garantir a sustentabilidade das práticas agrícolas.
Potencial de expansão da irrigação
Atualmente, o Brasil possui cerca de 8 milhões de hectares irrigados, com potencial para expandir essa área em até cinco vezes, sem a necessidade de desmatamento. A irrigação pode ser aplicada em áreas degradadas e não cultiváveis, promovendo uma agricultura mais sustentável e eficiente.
O estudo enfatiza a importância de um acompanhamento adequado para a implementação de tecnologias de irrigação, visando minimizar impactos ambientais e maximizar os benefícios sociais e econômicos no campo.
O fenômeno climático conhecido como El Niño deve se desenvolver a partir de junho de 2023, impactando os padrões de temperatura e precipitação em várias regiões do Brasil. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, o El Niño e a La Niña são fases opostas da oscilação sul do El Niño-Oscilação Sul (ENSO), um dos padrões climáticos mais poderosos do planeta.
Impactos esperados do El Niño
Os eventos relacionados ao El Niño remodelam o clima global, influenciando chuvas, secas e eventos extremos. As previsões indicam que:
O fenômeno deve ser classificado como forte a moderado, especialmente entre o inverno e a primavera de 2023.
Entre novembro e janeiro, há risco de um super El Niño, quando a temperatura média do Pacífico Equatorial pode ultrapassar 2ºC.
Isso pode resultar em temperaturas elevadas e ondas de calor intensas, além de chuvas volumosas na região sul e secas no norte e nordeste do país.
Recomendações para agricultores
Os produtores rurais devem estar atentos às condições climáticas e considerar:
Atrasar o plantio da safra 2026/2027 devido à previsão de chuvas tardias e ondas de calor intensas.
Monitorar as anomalias de temperatura do mar e do ar, que indicam um aquecimento global crescente.
Preparar-se para um possível aumento na frequência de eventos climáticos extremos, como ondas de calor e chuvas intensas.
Histórico recente e previsões futuras
Os últimos três anos foram os mais quentes já registrados, e a continuidade do fenômeno El Niño pode resultar em mais recordes de temperatura até 2027. Em junho de 2023, o Brasil já enfrentou ondas de calor intensas, o que pode se repetir nos próximos meses.
A 2ª safra de milho em Mato Grosso entra na reta final de desenvolvimento em meio a um cenário de pressão no campo. O aumento no preço do diesel e a queda no valor do grão têm gerado preocupações entre os produtores, que enfrentam custos elevados e margens de lucro reduzidas.
Impacto do aumento do diesel
O preço do diesel no estado subiu quase 30%, passando de R$ 5,80 para cerca de R$ 7,50 por litro. Esse aumento encarece as operações de colheita e transporte da produção, elevando os custos para os agricultores. Segundo o levantamento do IMEA, essa situação já influencia diretamente as decisões no campo.
Desafios na colheita
Os milharais estão na fase final do ciclo e seguem para colheita nas principais regiões produtoras. Os produtores, como a família Estrapaçon, que cultivou 1.440 hectares de milho, se preparam para custos mais elevados. A expectativa é de que o preço do combustível impacte significativamente o custo total da colheita.
Expectativas para a próxima safra
Além dos desafios atuais, os dados do IMEA indicam que o custo de produção da próxima safra de soja pode subir cerca de 15%, pressionado pelo aumento nos preços dos insumos e pela desvalorização das principais culturas. A situação atual gera incertezas sobre a viabilidade econômica das próximas safras.
Aumento de 30% no preço do diesel em Mato Grosso
Colheita da 2ª safra de milho em fase final
Expectativa de custos mais altos para a próxima safra
Desvalorização do milho impacta a margem de lucro
Produtores adotam cautela nas decisões de investimento
O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) concluíram, nesta segunda-feira (5), em Araguari (MG), a série de encontros presenciais do programa “Fortalecendo o Trabalho Digno”.
A ação, voltada ao período pré-colheita da safra 2026 de café, teve foco na transferência de conhecimento sobre boas práticas trabalhistas nas propriedades rurais.
A iniciativa foi realizada em parceria com o Centro do Comércio de Café do Estado de Minas Gerais (CCCMG), a Coocacer Araguari, a Starbucks e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG). Segundo as entidades, o objetivo foi ampliar a orientação técnica aos agentes da cadeia cafeeira com base no diálogo social e na conformidade legal.
Durante o encontro, o chefe do Setor de Fiscalização da Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Uberlândia, Marco Antônio Ferreira Costa, apresentou os instrumentos legais disponíveis para contratação de mão de obra no meio rural, considerando as características de cada atividade desenvolvida nas fazendas.
A programação também incluiu explicações sobre prevenção ao trabalho análogo ao de escravo e ao trabalho infantil.
Outro eixo técnico foi a saúde e segurança do trabalho, com destaque para a implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) no campo. A ferramenta é usada para identificar, avaliar e controlar riscos ocupacionais, com o objetivo de reduzir acidentes e organizar medidas preventivas antes do início das atividades mais intensas da colheita.
De acordo com o Cecafé, a devida diligência em direitos humanos foi tratada como elemento de gestão e de acesso a mercados, especialmente em cadeias exportadoras submetidas a exigências de rastreabilidade, conformidade e sustentabilidade.
As entidades não divulgaram o número total de encontros realizados nem a quantidade de participantes desta edição.
O encerramento da série ocorre às vésperas da colheita e reforça a preparação técnica do setor para a safra 2026. A tendência, segundo os organizadores, é de continuidade das ações de orientação para reduzir riscos trabalhistas e fortalecer a adequação das propriedades às exigências legais e comerciais.
A vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora Tereza Cristina (PP-MS), afirmou que são necessários ao menos R$ 180 bilhões para renegociação das dívidas rurais.
“O governo ofereceu cerca de R$ 80 bilhões, do dinheiro que sobrou do Plano Safra que não conseguiram aplicar. Mas precisamos de no mínimo R$ 180 bilhões para começar a resolver o problema, já que as dívidas estressadas passam de R$ 800 bilhões”, disse a parlamentares da bancada durante reunião-almoço semanal.
O Ministério da Fazenda negocia com o Senado novas medidas para repactuação das dívidas rurais, dado o crescente endividamento do setor.
A ex-ministra afirmou que o “dilema” atual é buscar as fontes de recursos para as linhas de crédito para renegociação. “Apresentamos no projeto de lei 5122/2023 R$ 30 bilhões de recursos do Fundo Social do Pré-Sal, que seriam insuficientes, mas o governo sinaliza não concordar com o uso dos recursos”, esclareceu a senadora.
Tereza Cristina afirmou ainda que a proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda necessita de ajustes. “Precisamos de uma coisa mais estruturante. Estamos conversando sobre outras receitas novas. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator do projeto na CAE [Comissão de Assuntos Econômicos], e o ministro da Agricultura, André de Paula, entenderam que o problema não é pontual”, defendeu a senadora.
A ex-ministra também lembrou que o enfrentamento das dívidas rurais depende de medidas do governo federal. “Não adianta ficar batendo no governo”, alertou aos seus colegas parlamentares. “Precisamos que o governo tenha vontade e abra caminho para usar fundos constitucionais”, apontou, citando a possibilidade de utilizar R$ 18 bilhões do Fundo Constitucional para o Nordeste.
“R$ 2 bilhões que tínhamos pensado já foram usados ontem”, pontuou. “O governo terá receita extraordinária de R$ 128 bilhões adicionais por aumento do petróleo. Há receitas, é preciso ver o caminho que o governo vai apontar”, pontuou .
Caso governo e Senado não avancem no tema, o PL 5122 pode ser votado na próxima semana na CAE.
A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) projeta que, mantido o ritmo atual, a cota de exportação de carne bovina brasileira para a China deve se esgotar entre o fim de maio e meados de junho. A avaliação foi feita pelo presidente da entidade, Roberto Perosa, nesta terça-feira (5), durante encontro com jornalistas na sede da associação.
Diante desse cenário, o setor busca alternativas para absorver o volume que deixaria de ser embarcado ao mercado chinês. Uma das apostas é o aumento do consumo interno no segundo semestre. No entanto, segundo Perosa, um fator tem limitado esse avanço: o crescimento das apostas online no Brasil.
De acordo com o dirigente, representantes do setor de carnes e da Associação Brasileira dos Atacadistas de Autosserviço (Abaas) se reuniram na segunda-feira (4) com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para apresentar dados de um estudo da Nielsen. A pesquisa indica que o consumo de alimentos entre famílias de menor renda caiu 10%, em parte devido ao aumento dos gastos com apostas.
Apesar de o consumo de carne bovina ainda não ter sido diretamente afetado, e até apresentar crescimento, Perosa avalia que esse avanço poderia ser maior sem esse fator. Por isso, o setor solicitou ao governo medidas para restringir as apostas online, incluindo o combate a plataformas ilegais e a limitação de publicidade nas redes sociais.
Caso o excedente não seja direcionado a outros mercados, a Abiec estima que as exportações brasileiras de carne bovina podem recuar cerca de 10% em 2026. Esse movimento tende a pressionar o mercado do boi gordo, com possível redução no ritmo de abates e queda nos preço da arroba nos próximos meses.
Alternativas
Além do mercado interno, os Estados Unidos aparecem como alternativa para ampliar as exportações. No entanto, o Brasil já esgotou a cota de exportação para o país e, atualmente, os embarques ocorrem fora desse limite, o que reduz a competitividade. Segundo Perosa, seria necessário ampliar a cota norte-americana para viabilizar esse aumento.
A abertura de novos mercados também é considerada estratégica. Países como Coreia do Sul, Japão e Turquia são vistos como potenciais destinos capazes de compensar uma eventual redução nas compras chinesas. Entre eles, o Japão é o que apresenta negociações mais avançadas. Uma missão técnica japonesa esteve na região Sul no mês de abril para avaliar o sistema sanitário brasileiro para uma possível abertura de mercado.
Acordo Mercosul-UE e guerra no Oriente Médio
Em relação ao acordo entre Mercosul e União Europeia, que entrou em vigência na última sexta-feira (1º), Perosa avalia que o impacto inicial tende a ser limitado. Segundo ele, ainda é necessário avançar na definição da divisão das cotas entre os países do bloco.
Outro ponto de atenção é o conflito no Oriente Médio, região que responde por cerca de 15% das exportações brasileiras de carne bovina. Segundo a entidade, os embarques para o destino caíram 20% em março e 10% em abril. Além da redução no volume, o setor enfrenta aumento nos custos de frete e restrições logísticas.
Apesar disso, a expectativa é de que os impactos do conflito se diluam nos próximos meses, com gradual normalização do fluxo comercial.