sábado, junho 13, 2026

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Semana Genética MS 2026 abre programação com foco em melhoramento animal


Semana Genética MS 2026 abre programação com foco em melhoramento animal

A Semana Genética MS 2026 teve início nesta terça-feira (9) com uma programação voltada ao melhoramento genético e à produção animal. Segundo o conteúdo divulgado, o evento prevê visitas técnicas em fazendas, debates sobre Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs) e palestras com especialistas. A iniciativa ocorre em Mato Grosso do Sul e concentra temas ligados à seleção de rebanhos e ao uso de informação técnica na pecuária.

A abertura da programação em junho reforça a agenda de difusão de conhecimento técnico para a pecuária de corte e de reprodução animal. As DEPs, citadas entre os temas do evento, são indicadores utilizados na avaliação genética para estimar o desempenho esperado da progênie em características de interesse econômico, como ganho de peso, fertilidade, habilidade materna e conformação.

Na prática, esse tipo de debate é relevante para produtores, técnicos e selecionadores porque orienta decisões sobre acasalamentos, reposição de matrizes e escolha de reprodutores. O uso de dados genéticos e de avaliações comparativas tem sido um dos instrumentos mais utilizados para elevar eficiência produtiva e padronização dos rebanhos.

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As visitas técnicas em fazendas também indicam uma proposta de aproximação entre conteúdo teórico e manejo de campo. Esse formato costuma permitir a observação de sistemas produtivos, critérios de seleção e aplicação de tecnologias de melhoramento diretamente nas propriedades.

O material disponível informa ainda a participação de especialistas renomados, mas não detalha, até o momento, os nomes dos palestrantes, a programação completa, o número de propriedades visitadas ou a duração total do evento. Também não foram informados dados de público esperado ou instituições organizadoras no conteúdo de referência.

Mesmo com essas limitações, a pauta se insere no contexto de busca por maior eficiência zootécnica, produtividade por área e qualidade do rebanho, pontos centrais para a pecuária em estados com base produtiva relevante como Mato Grosso do Sul.

A programação da Semana Genética MS 2026 deve ampliar a discussão sobre critérios técnicos de seleção e uso de informação genética no campo. Sem a divulgação integral da agenda e dos indicadores do evento, não é possível projetar resultados específicos, mas o tema mantém relevância direta para sistemas pecuários que buscam ganho de produtividade e maior precisão no melhoramento animal.

Fonte: embrapa.br

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Durigan defende diálogo setorial com os EUA em meio a risco de tarifas


Preços do etanol hidratado e anidro recuam nas usinas paulistas, aponta Cepea

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (9), em Brasília, que o Brasil está aberto a tratativas setoriais com os Estados Unidos na área comercial. Em entrevista ao UOL, ele mencionou os segmentos de etanol e açúcar, além de indústria aeronáutica, serviços, telecomunicações e tecnologia de nuvem. A declaração ocorre em meio à preocupação do governo federal com a possibilidade de uma nova rodada de tarifas norte-americanas sobre bens brasileiros.

Segundo Durigan, o debate entre os dois países pode avançar por setores específicos, desde que ocorra de forma institucional. “Esse debate setorial cabe, porque é um debate civilizado que se faz entre países que têm demandas pontuais em relação a outro. O que a gente deveria afastar é grandes ameaças ao Brasil como um todo”, declarou o ministro.

O ministro também informou que uma reunião virtual com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, deve ocorrer nos próximos dias. Devem participar do encontro, além de Durigan, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e outros integrantes do governo.

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No recorte de interesse do agro, a menção a etanol e açúcar coloca a pauta comercial sob acompanhamento das cadeias sucroenergética e exportadora. Esses setores dependem de previsibilidade regulatória, acesso a mercado e condições tarifárias para sustentar fluxo de vendas externas e competitividade frente a outros fornecedores internacionais.

Até o momento, o governo não detalhou quais produtos poderiam ser alcançados por eventuais medidas dos Estados Unidos, nem apresentou cronograma formal das negociações. Também não foram informados percentuais de tarifas, volumes de comércio potencialmente afetados ou setores agropecuários adicionais sob análise.

A preocupação do governo está ligada às investigações conduzidas pelos Estados Unidos com base na Seção 301 da Lei de Comércio do país. Esse instrumento pode embasar medidas unilaterais, incluindo tarifas, caso o governo norte-americano entenda que há práticas comerciais consideradas inadequadas.

Sem definição oficial sobre escopo, prazo e alcance de eventuais tarifas, o cenário segue dependente do andamento das conversas bilaterais. Para o setor sucroenergético, a evolução das tratativas deve ser monitorada porque mudanças nas condições de acesso ao mercado norte-americano podem alterar o ambiente de exportação, mas ainda não há base pública suficiente para dimensionar esse efeito.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Governo brasileiro busca reverter embargo da União Europeia à carne


O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou que o Brasil está se empenhando para reverter o embargo da União Europeia à carne brasileira, que entrará em vigor a partir do dia 3 de setembro. O governo federal enfrenta pressão de entidades do setor para agir rapidamente nesse processo.

Motivos do embargo

As autoridades europeias alegam que o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Na prática, a União Europeia não questiona os padrões sanitários brasileiros, mas a medida pode afetar a exportação de diversos produtos, incluindo:

  • Carne bovina
  • Carne de frango
  • Ovos
  • Mel
  • Peixes

Reações do setor

Entidades e federações do setor manifestaram preocupação com a decisão. A FAEP, por exemplo, contesta a retirada do Brasil da lista de países exportadores de proteína, destacando que o estado do Paraná é um grande exportador e que os impactos econômicos e produtivos seriam significativos.

Impactos econômicos

A suspensão das compras de carne brasileira pela União Europeia pode gerar um prejuízo de aproximadamente US$ 1,8 bilhão por ano ao agronegócio. Entretanto, o setor de supermercados acredita que a medida pode beneficiar o consumidor brasileiro, uma vez que a carne que deixa de ser exportada pode ser direcionada ao consumo interno, aumentando a oferta e potencialmente reduzindo os preços.

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Inmet alerta para condições favoráveis a novo episódio de El Niño


Inmet alerta para condições favoráveis a novo episódio de El Niño

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou, nesta terça-feira (9), que há condições favoráveis para um novo episódio de El Niño. Segundo o órgão, a avaliação considera os dados observados em maio e projeções sobre o comportamento do Oceano Pacífico Equatorial. A previsão é que uma nova nota técnica sobre a evolução do fenômeno seja divulgada ao final desta semana.

De acordo com o Inmet, o El Niño é um fenômeno climático global associado a alterações nos ventos e ao aumento da temperatura da superfície do mar no Oceano Pacífico tropical. O instituto informou que um evento é caracterizado quando o Índice Oceânico Niño Relativo (Roni) permanece igual ou superior a 0,5°C por pelo menos cinco trimestres consecutivos.

No boletim mais recente, o órgão informou que, com base nos dados de maio e nas projeções em curso, o primeiro trimestre a atingir esse limiar deverá ser o período de abril, maio e junho. O monitoramento inclui a Temperatura da Superfície do Mar (TSM) no Pacífico Equatorial e outros indicadores atmosféricos e oceânicos associados ao fenômeno.

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Além das medições próprias, o Inmet informou que acompanha previsões e boletins produzidos por centros meteorológicos internacionais especializados em clima. Esse cruzamento de informações é usado para avaliar a consistência dos sinais observados e a possível evolução do quadro nos próximos meses.

Para o setor agropecuário, o acompanhamento é relevante porque episódios de El Niño podem alterar a distribuição de chuvas e temperaturas em diferentes regiões do Brasil. Esses efeitos, no entanto, variam conforme a intensidade do fenômeno e a resposta atmosférica em cada área produtora. No estágio atual, o Inmet ainda não detalhou impactos regionais específicos sobre lavouras, pastagens, plantio, colheita ou logística.

A atualização prevista pelo Inmet ao fim desta semana deve trazer um detalhamento adicional sobre a evolução do fenômeno. Até lá, a indicação técnica disponível é de acompanhamento contínuo dos indicadores oceânicos e atmosféricos, sem definição conclusiva sobre efeitos regionais no campo.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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Durigan diz que regra fiscal será mantida mesmo com guerra no Irã


Mercadante defende atuação do Estado contra choque do petróleo

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista ao portal Uol, que a regra fiscal não será alterada nem terá exceções por causa da guerra no Irã. Segundo ele, medidas para conter a alta dos preços dos combustíveis poderão ser renovadas enquanto houver efeitos do conflito, mas sem caráter permanente. O ministro também disse que pretende cumprir a meta fiscal já estabelecida.

Na entrevista, Durigan declarou que não usará o cenário de guerra como justificativa para flexibilizar a regra fiscal. Segundo o ministro, a condução da política econômica seguirá as metas anteriores ao conflito. Ele também afirmou que há ações em andamento para fortalecer a integração entre política fiscal e monetária.

No caso dos combustíveis, Durigan disse que as medidas de contenção de preços poderão ser mantidas enquanto persistirem os efeitos da guerra. Ele ressaltou, porém, que a renovação será feita com cautela para evitar que iniciativas emergenciais se tornem permanentes. O ministro não detalhou, na entrevista citada, quais instrumentos poderão ser renovados, nem apresentou estimativas de custo fiscal.

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A sinalização tem relevância para o setor agropecuário porque combustíveis têm peso direto no transporte de insumos, na operação de máquinas e na logística de escoamento da produção. Em um ambiente de conflito internacional, oscilações no petróleo e derivados podem alterar custos ao longo das cadeias agrícolas e pecuárias.

Durigan também afirmou que os juros seguem elevados por fatores externos, e não por gastos públicos. Segundo ele, a taxa Selic em patamar alto é motivo de insatisfação tanto dele quanto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o agronegócio, o nível dos juros influencia o custo do crédito, o capital de giro, o financiamento da produção e as decisões de investimento.

Na mesma entrevista, o ministro disse que o novo Desenrola já beneficiou mais de 6 milhões de pessoas até a manhã desta terça-feira (9). Pelos números apresentados, 4 milhões saíram do cadastro negativo, 1,1 milhão quitaram dívidas à vista e 1,7 milhão de dívidas foram renegociadas. As regras citadas incluem desconto de até 90% sobre dívidas antigas e taxa máxima de 1,99% ao mês.

Até o momento, a sinalização oficial é de manutenção da regra fiscal e de eventual renovação temporária de medidas ligadas aos combustíveis. Como o ministro não detalhou prazos, instrumentos e impacto orçamentário das ações, o efeito prático sobre custos e crédito ainda depende de definições adicionais da equipe econômica.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Conflitos pressionam safra e crédito rural


Conflitos internacionais em regiões estratégicas para o abastecimento global aumentam a pressão sobre custos de produção, logística e crédito no agronegócio. A escalada das tensões no Oriente Médio, somada aos rearranjos geopolíticos e comerciais, já traz reflexos para o setor brasileiro e amplia a preocupação com a safra 2026/27.

Os impactos mais imediatos aparecem na alta do petróleo, da energia e dos fertilizantes. O fechamento de rotas importantes para o abastecimento mundial afeta o fluxo de combustíveis, derivados petroquímicos e matérias-primas agrícolas, com reflexos sobre diesel, fertilizantes nitrogenados e fosfatados, além de outros insumos usados no campo.

Esse cenário reforça o risco de um novo choque inflacionário global. A elevação dos custos energéticos pressiona a inflação, reduz as expectativas de queda dos juros e dificulta o acesso ao crédito. No Brasil, a preocupação é maior entre produtores rurais endividados, que já trabalham com margens apertadas e custos financeiros elevados.

Para a safra 2026/27, especialistas avaliam que o ambiente será de cautela. Fertilizantes mais caros, crédito restrito, juros altos e possíveis problemas climáticos podem afetar o planejamento da próxima temporada. O baixo estoque de insumos também aumenta o risco de falta de produtos no período de plantio.

O câmbio é outro fator relevante. A entrada de capital estrangeiro no Brasil pode valorizar o real e reduzir a receita em reais das exportações agrícolas, sem compensação por alta internacional das commodities.

A logística também exige atenção. Com previsão de safra próxima de 358 milhões de toneladas de grãos em 2026, analistas alertam para gargalos em armazenagem, acesso portuário e transporte ferroviário. A avaliação é que o país precisa ampliar investimentos e consolidar novas rotas comerciais.

Apesar dos desafios, o Brasil reúne vantagens estratégicas. O país é visto como fornecedor confiável de alimentos, tem matriz energética renovável e liderança em biocombustíveis. A crise também tende a acelerar o uso de agricultura de precisão, produtos biológicos, fertilizantes organominerais, inteligência artificial e novos combustíveis renováveis. As informações são do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).

 





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União Europeia debate rastreabilidade da carne brasileira e desafios


A União Europeia está em discussões sobre a capacidade do Brasil de fornecer condições adequadas de rastreabilidade para a carne exportada. A questão se torna ainda mais relevante com a crescente preocupação da China em relação ao mesmo tema.

Desafios para o Brasil

O Brasil enfrenta um prazo de quase três meses para reverter a situação atual, que envolve a restrição de exportações para a Europa. O volume de carne exportado para a China também é significativo, com uma cota estabelecida de 1.100 toneladas, enquanto o Brasil exportou 1.600.000 toneladas no ano passado.

Rastreabilidade em foco

O debate não se concentra na qualidade da carne brasileira, mas sim na capacidade de auditoria e comprovação da rastreabilidade. A Europa, reconhecida por seus regulamentos rigorosos, exige que o Brasil demonstre sua capacidade de atender a essas normas.

  • A China já começou a exigir condições de rastreabilidade.
  • Outros países, como Argentina e Uruguai, já foram aprovados para exportação.
  • A credibilidade do Brasil no mercado internacional pode ser afetada se não atender às exigências.

Importância da credibilidade

O especialista Miguel Daú enfatiza que, embora mercados possam ser substituídos, a credibilidade é insubstituível. A perda do mercado europeu pode resultar em uma diminuição da confiança na carne brasileira, afetando futuras exportações.

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Veto da União Europeia gera preocupação entre exportadores de carne de frango


A recente decisão da União Europeia de impor novas exigências para a importação de carne de frango gerou preocupação entre exportadores e entidades do setor. As mudanças, que visam aumentar a rastreabilidade e o controle de antimicrobianos, podem impactar significativamente as exportações brasileiras, especialmente considerando a importância do mercado europeu como vitrine para outros países.

Impacto das novas exigências

Embora a União Europeia não seja o principal destino em volume para a carne de frango brasileira, o mercado europeu é considerado estratégico devido à sua remuneração e influência sobre outros mercados. O analista de mercado Fernando Iglesias destacou que:

  • A carne de frango é um dos principais produtos exportados pelo Brasil para a Europa.
  • As exigências da UE podem ser seguidas por outros mercados relevantes, como a China.
  • A rastreabilidade ao longo da cadeia produtiva se tornará uma exigência crescente.

Preparação do setor

O Brasil precisa se adaptar rapidamente às novas regras para manter sua relevância no comércio internacional. Iglesias mencionou que:

  • A avicultura brasileira já possui um sistema integrado que facilita a comprovação da rastreabilidade.
  • As mudanças regulatórias foram anunciadas em 2019, dando tempo para que o setor se preparasse.
  • Outros países, como Paraguai e Uruguai, já se adequaram e continuarão exportando.

Consequências e próximos passos

A confirmação do veto pela União Europeia exige que o Brasil apresente a documentação necessária para continuar exportando. O vice-presidente Alkman e líderes do setor já estão buscando reverter a situação. Iglesias ressaltou que:

  • As mudanças precisam ser viáveis economicamente para todos os elos da cadeia produtiva.
  • A compensação pelos custos adicionais será crucial para motivar a produção.
  • A legislação rigorosa pode se espalhar para outros mercados, aumentando a pressão sobre o setor.

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Ciclone extra tropical traz temporais para o Sul e Centro-Oeste do Brasil


Um ciclone extra tropical está se formando sobre o Uruguai e deve trazer instabilidades para a região Sul do Brasil. A previsão indica que, ao longo da semana, as chuvas avançarão para o Centro-Oeste, com volumes significativos em estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Previsão de chuvas intensas

Os acumulados de chuva podem ultrapassar os 100 mm em cinco dias, especialmente nas seguintes regiões:

  • Paraná: até 150 mm
  • São Paulo: até 100 mm
  • Mato Grosso do Sul: até 100 mm

Além das chuvas, há a possibilidade de temporais com rajadas de vento intensas e queda de granizo.

Impactos nas atividades rurais

A expectativa é que as chuvas prejudique os trabalhos em campo, especialmente no Paraná, onde o acúmulo de água pode afetar as lavouras.

Condições climáticas em outras regiões

No interior do Mato Grosso, o tempo deve permanecer quente e seco por cerca de 10 dias. A previsão é de que a chuva chegue ao Brasil Central, mas com volumes que não devem recuperar o déficit hídrico da região.

A terça-feira será marcada por sol em boa parte do Sudeste e Centro-Oeste, com máximas chegando a 35ºC, enquanto as mínimas podem oscilar entre 10 e 15ºC.

Previsão para Porto Alegre

A capital gaúcha, Porto Alegre, deve enfrentar chuvas na terça e quarta-feira, com o tempo voltando a ficar firme na quinta-feira, quando há previsão de chuvas passageiras.

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Mato Grosso do Sul deve receber novos volumes de chuva nos próximos dias


Nos próximos dias, Mato Grosso do Sul deve receber volumes significativos de chuva, com a previsão de até 100 mm em algumas regiões, o que pode aliviar a seca que afeta a pastagem local.

Previsão de chuvas

De acordo com o meteorologista Artur Miller, a condição de chuvas se intensificará devido à atuação de um ciclone na região. As chuvas devem ocorrer principalmente no centro-sul do estado, com volumes que podem chegar a:

  • 30 a 40 mm em Paranaíba nos próximos dias
  • 100 mm em cinco dias em outras áreas do centro-sul

Tendências futuras

A previsão indica que, após o dia 19 de junho, o tempo deve se estabilizar, com temperaturas elevadas e secas predominando. A expectativa é que o clima quente e seco se mantenha até o final de setembro, intercalado com algumas chuvas.

Impacto nas pastagens

A chuva prevista é considerada muito bem-vinda, pois ajudará a repor a umidade do solo e a manter a qualidade das pastagens, que estavam secando. A temperatura máxima deve voltar a patamares elevados, entre 33º e 34º, conforme avançamos para julho e agosto, especialmente com o retorno do fenômeno El Niño.

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