quarta-feira, junho 24, 2026

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Miguel Daoud analisa mudanças na escala 6×1 no Senado


O senador Miguel Daoud comentou sobre as recentes mudanças propostas na escala de trabalho 6×1 no Senado, destacando a flexibilização da jornada e seus possíveis impactos para trabalhadores e empregadores. Em sua análise, Daoud enfatizou a necessidade de um debate mais aprofundado sobre a proposta e suas implicações.

Flexibilização da jornada de trabalho

Durante a discussão, Daoud ressaltou que a nova proposta visa dar liberdade ao funcionário para escolher quantas horas deseja trabalhar. No entanto, ele expressou preocupações sobre como essa mudança afetará os direitos trabalhistas e a relação entre patrões e empregados.

Impactos da proposta

  • Possibilidade de acordos diretos entre patrões e empregados.
  • Preocupações sobre a manutenção do salário e contribuições ao INSS.
  • Necessidade de esclarecimentos sobre a legislação trabalhista.

Críticas à proposta

Daoud criticou a falta de clareza na proposta e a ausência de um mecanismo que garanta os direitos dos trabalhadores. Ele argumentou que a proposta pode ser uma tentativa de atender a demandas empresariais sem considerar as necessidades dos trabalhadores.

Conclusão

O senador concluiu que, sem uma discussão mais profunda e esclarecimentos adequados, não se pode apoiar a mudança na escala de trabalho. Ele enfatizou a importância de proteger os direitos dos trabalhadores em qualquer nova legislação que venha a ser aprovada.

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A carne suína é mais saudável do que se imagina, diz nutricionista


A carne suína vem ganhando cada vez mais espaço na mesa dos brasileiros, mas ainda é cercada de mitos, especialmente a associação com a gordura. A nutricionista Fabiana Borrego esclarece que os cortes atuais de carne suína passaram por uma evolução genética e nutricional, tornando-se opções mais leves e saborosas do que muitos imaginam.

Benefícios da carne suína

Fabiana destaca a importância de desmistificar a carne suína, que possui cortes versáteis e nutritivos. Entre os benefícios, ela menciona:

  • Menor teor de calorias em comparação com a carne bovina.
  • Maior quantidade de proteína e menos gorduras totais.
  • Menos da metade da gordura saturada encontrada na carne bovina.
  • Rico em vitamina B1, essencial para o funcionamento do cérebro.
  • Preço médio mais acessível, variando de R$ 28 a R$ 45, contra R$ 90 a R$ 140 da carne bovina.

Comparação entre cortes

Ao comparar cortes específicos, como o filé mignon suíno e bovino, Fabiana apresenta dados que reforçam a superioridade da carne suína:

  • Filé mignon suíno: 100g contém menos calorias e gorduras totais.
  • Gorduras saturadas da carne suína são significativamente menores.
  • O sabor e a suculência da carne suína são comparáveis aos cortes bovinos, podendo ser preparados de maneira similar.

Preparação e consumo

Fabiana também enfatiza que a carne suína pode ser preparada de diversas formas, absorvendo bem temperos e marinadas. Ela sugere que o público experimente a picanha suína, que pode ser grelhada ou assada, destacando seu sabor e versatilidade na culinária.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

CNA destaca aprovação do PL que dá segurança jurídica à aquicultura


Texto foi aprovado na CCJC da Câmara dos Deputados e está no Senado.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a aprovação do PL 4162/24, que exclui o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores e distingue a atividade aquícola da pesca, favorece a segurança jurídica e impulsiona o crescimento do setor.

A redação final da matéria foi aprovada na quarta (15), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados e segue para análise do Senado Federal.

A proposta integra a Agenda Legislativa do Agro 2026, lançada pela CNA em março, e reconhece a natureza agropecuária da aquicultura, alinhando-a às demais cadeias produtivas. Com isso, busca eliminar sobreposições normativas e reduzir entraves burocráticos que impactam diretamente os produtores.

Segundo a CNA, a iniciativa representa um passo importante para a modernização do ambiente regulatório da aquicultura no Brasil, ao promover maior coerência normativa e ampliar a competitividade da produção nacional, especialmente frente às exigências dos mercados internacionais.

Segundo o presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Francisco Hidalgo Faria o PL nº 4.162/2024 propõe a correção de uma distorção histórica no marco regulatório do setor da aquicultura brasileira ao revisar dispositivos da Lei nº 11.959/2009, que equiparam indevidamente a aquicultura à atividade pesqueira.

Um dos principais avanços do PL, explica, é a revisão da obrigatoriedade de inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores. Atualmente, as informações exigidas por esse registro já são prestadas no âmbito do Decreto nº 5.741/2006 (SUASA) pelos órgãos executores de sanidade agropecuária estaduais, sistema que garante controle sanitário, rastreabilidade e fiscalização em todas as etapas da cadeia produtiva da aquicultura, desde a produção até a comercialização.

De acordo com o relator da matéria na CCJC, deputado José Rocha (União/BA), o setor vem apresentando trajetória consistente de expansão na última década, posicionando o Brasil como player relevante em cadeias produtivas estratégicas, como tilápia e camarão.

“O projeto traz avanços substanciais, fruto de um amplo processo de diálogo com produtores, entidades representativas e especialistas. A atualização do marco legal tende a ampliar a previsibilidade regulatória, estimulando a atração de investimentos públicos e privados e reforçando a competitividade nos mercados interno e internacional. Entre os pontos mais relevantes está a redução de entraves burocráticos que historicamente impactaram o desenvolvimento da aquicultura no Brasil”, explicou.

Para o autor da proposta, deputado federal Sérgio Souza (MDB/PR), o projeto reconhece a aquicultura como atividade agropecuária distinta da pesca e assegura ao produtor aquícola tratamento equivalente ao do produtor rural.

“Não é razoável exigir autorização para a captura de um peixe que foi produzido na própria propriedade. Essa é a lógica do projeto e do PDL, que busca sustar a exigência de carteirinha de pesca para aquicultores”, pontuou.

 





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Chuvas volumosas atingem sul, norte e nordeste do Brasil neste fim de semana


No fim de semana, uma frente fria eleva as chances de temporais no sul do Brasil, enquanto as regiões Norte e Nordeste têm alerta para pancadas e chuvas isoladas.

Previsão para o Sul do Brasil

A faixa laranja que se estende do centro-norte paranaense até o centro-sul do Pará indica um tempo firme em praticamente todo o país neste sábado. No entanto, as condições de chuva são esperadas nas seguintes áreas:

  • Centro-Norte do Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Centro-Sul do Paraná

Condições no Litoral e Nordeste

O litoral baiano deve ser monitorado devido a ventos marítimos, enquanto o norte do Nordeste, incluindo Ceará, Piauí e Maranhão, está sob a influência da zona de convergência intertropical, aumentando os riscos de temporais.

Expectativas para o Domingo

No domingo, o cenário de chuvas será semelhante, com destaque para o Mato Grosso do Sul, que pode beneficiar as lavouras de milho segunda safra e o triângulo mineiro. A previsão de chuvas entre 30 de maio e 3 de junho se concentra especialmente na faixa norte do Brasil.

Intensificação das Chuvas

Entre 4 e 8 de junho, as chuvas devem se intensificar no Amazonas e em Roraima. Já de 9 a 13 de junho, as chuvas retornarão ao Centro-Oeste, trazendo alívio para os produtores do Mato Grosso e chuvas volumosas para a região sul do Brasil.

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Greenfarm 2026 discute endividamento rural e inovação em Cuiabá


A Greenfarm 2026, feira que acontece em Cuiabá, Mato Grosso, reúne líderes do agronegócio para discutir temas cruciais como endividamento rural, crédito agrícola e a dependência do Brasil de fertilizantes importados. O evento, que segue até sábado, promete atrair um público recorde e reforça a importância do estado no cenário agronacional.

Expectativa de público e expositores

Considerado o maior parque multieventos da América Latina, o Parque Novo abriga a Greenfarm 2026, que conta com:

  • Mais de 180 expositores e marcas.
  • 15 startups apresentando inovações no setor.
  • Uma feira de agricultura familiar com mais de 80 expositores.

Desafios do agronegócio brasileiro

Durante o evento, a dependência do Brasil na importação de fertilizantes e combustíveis foi um dos principais tópicos abordados. As tensões no Oriente Médio e o impacto no fornecimento de insumos foram destacados por líderes do setor. Além disso, o endividamento agrícola e a necessidade de medidas emergenciais para garantir crédito e condições de financiamento também dominaram as discussões.

Propostas para o futuro

Os participantes enfatizaram a urgência de um plano que inclua:

  • Equalização das taxas de juros.
  • Alongamento das dívidas rurais.
  • Investimentos em custeio e produção.

Os líderes do agronegócio pedem uma mudança de foco do debate ideológico para ações concretas que garantam a sustentabilidade do setor e a segurança alimentar do país.

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44ª Exposição Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano em São Paulo


Começou hoje a 44ª edição da Exposição Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano, realizada na Sociedade Hípica Paulista. O evento é uma vitrine da evolução morfológica e da performance esportiva da raça, que é considerada o primeiro cavalo montado do ocidente.

Participação e Competição

Mais de 400 animais estão participando de provas e apresentações que evidenciam a beleza, genética e versatilidade da raça. As competições incluem:

  • Adestramento
  • Equitação
  • Provas de salto

Além disso, a exposição busca agregar valor ao trazer outras raças, como o Quarto de Milha e a Crioula, para as competições.

Tradição e Investimento

A paixão pelo Puro Sangue Lusitano também movimenta investimentos e tradição familiar. O empresário José Víor Oliva, que possui mais de 100 animais, destaca a importância da raça no Brasil e sua docilidade, tornando-a ideal para iniciantes no esporte.

Conexão entre Cavaleiro e Cavalo

O medalhista pan-americano Leandro Silva ressalta a inteligência e sensibilidade da raça, enfatizando a conexão que se forma entre cavaleiro e cavalo durante as competições. A Expo Internacional do Cavalo Lusitano segue até domingo, com entrada gratuita e aberta ao público.

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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de trigo deve encolher no RS


A semeadura do trigo começou no Rio Grande do Sul acompanhando a abertura do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para os principais materiais cultivados no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar, o cenário da safra 2026 aponta para uma redução significativa da área plantada em comparação ao ciclo anterior.

As condições de tempo seco favoreceram os trabalhos de manejo de resteva, dessecação e preparo das áreas, permitindo o avanço inicial da implantação das lavouras. Em parte das regiões produtoras, porém, a baixa umidade do solo dificultou o estabelecimento das primeiras áreas semeadas, levando produtores a aguardarem chuvas mais regulares para garantir melhores condições de germinação e emergência.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a perspectiva de redução da área cultivada está associada aos elevados custos de produção, à baixa atratividade econômica do cereal e ao aumento da percepção de risco produtivo diante da atuação do fenômeno El Niño durante o inverno e a primavera.

Mesmo diante desse cenário, parte dos produtores tem antecipado a semeadura em áreas sem vínculo com financiamentos ou seguro rural. A estratégia busca posicionar as fases de florescimento e enchimento de grãos antes do período de maior intensidade das chuvas de primavera.

Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1,16 milhão de hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 quilos por hectare e produção total de 3,45 milhões de toneladas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar, na Fronteira Oeste, a semeadura avança lentamente, mesmo com a colheita da soja praticamente encerrada. Em Manoel Viana, produtores já possuem insumos adquiridos e áreas preparadas, mas aguardam precipitações devido à baixa umidade do solo.

Em São Borja, aumentaram os relatos de desistência do cultivo do trigo. Conforme o boletim, a combinação entre previsão de El Niño intenso, custos elevados e maior rigor na classificação qualitativa dos grãos vem ampliando a migração para culturas alternativas, como canola, carinata, linhaça e painço.

Na Campanha, os produtores seguem aproveitando o tempo seco para preparar o solo, já que a implantação das lavouras costuma ocorrer a partir do fim de junho.

Na região de Caxias do Sul, a semeadura ainda não começou. Na Serra, o plantio normalmente ocorre entre a segunda quinzena de junho e o início de julho, enquanto nos Campos de Cima da Serra a concentração dos trabalhos acontece ao longo de julho. A expectativa é de retração de aproximadamente 30% da área cultivada.

Na regional de Frederico Westphalen, a estimativa inicial aponta redução próxima de 20% em relação à safra passada.

Em Ijuí, a semeadura já alcança cerca de 7% da área projetada. As sementes estão em fase de embebição, ainda sem emergência observada. O avanço foi favorecido pelo início do período recomendado pelo zoneamento e pelas condições operacionais do solo. Também continuam os trabalhos de dessecação para manejo de plantas espontâneas.

O boletim destaca ainda que empresas do setor de energia vêm estimulando o cultivo voltado à produção de etanol, em substituição ao trigo destinado à indústria alimentícia. A baixa procura por sementes fiscalizadas e crédito de custeio também tem ampliado o uso de sementes salvas e recursos próprios, reforçando a tendência de redução da área cultivada.

Na regional de Santa Rosa, a semeadura atinge 6% da área prevista e está concentrada em lavouras sem financiamento ou cobertura de seguro rural. A expectativa de um inverno com menor intensidade de geadas também favorece a antecipação do plantio. A estimativa preliminar indica retração próxima de 30% da área cultivada em relação a 2025.

Já na região de Soledade, a previsão é de redução superior a 30% da área cultivada. Até o momento, cerca de 7% da área projetada já foi semeada.





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União Europeia audita Brasil para reabertura do mercado de pescados


A União Europeia realizará uma auditoria nos sistemas de controle de produção de produtos da pesca destinados ao bloco, visando a possível reabertura do mercado para o pescado nacional. Após nove anos de suspensão, auditores europeus estarão no Brasil entre 8 e 19 de junho para avaliar as condições de higiene, armazenamento, manipulação do pescado, controle da produção e rastreabilidade da pesca.

Risco de desabastecimento em Mato Grosso

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso alerta para o risco de desabastecimento de fosfato bicálsico no mercado nacional, insumo essencial para a fabricação de suplementos minerais usados na alimentação bovina. O estado de Mato Grosso, que possui o maior rebanho do país, pode sofrer impactos diretos na produção de carne e leite.

Crescimento da inadimplência no crédito rural

A inadimplência do crédito rural para pessoas físicas voltou a crescer no Brasil, atingindo 7,4% da carteira total de recursos direcionados em abril. Segundo dados do Banco Central do Brasil, este índice é um dos maiores da série histórica, ficando apenas atrás do registrado em fevereiro deste ano, quando chegou a 7,6%.

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Preços baixos e custos elevados geram preocupação entre produtores de milho em MT


Produtores de milho em Mato Grosso estão enfrentando um cenário desafiador, com a combinação de preços baixos e custos elevados gerando preocupação no setor. A situação acende um alerta entre os agricultores, que acompanham de perto as flutuações do mercado.

Impacto da inflação

O mercado financeiro elevou a projeção da inflação para 2026 pela 11ª semana consecutiva, o que pode afetar ainda mais a rentabilidade dos produtores. A inflação crescente traz incertezas sobre os custos de produção e a viabilidade econômica das lavouras.

Legislação em discussão

Além disso, a Câmara dos Deputados aprovou recentemente uma lei que proíbe embargos ambientais baseados exclusivamente em imagens de satélite, o que pode impactar a atividade agrícola. Outra proposta aprovada visa reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas, gerando debates sobre a transição gradual para o setor, que é responsável por 30% dos empregos no país.

Crescimento do PIB agropecuário

Em meio a esses desafios, o PIB da agropecuária cresceu 2% no primeiro trimestre de 2026, representando 7% de toda a economia brasileira. Esse crescimento, embora positivo, não alivia as preocupações dos produtores diante da pressão por preços e custos.

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PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026


PIB da agropecuária cresce 2% no primeiro trimestre de 2026, informa IBGE

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 ante o trimestre anterior, com ajuste sazonal, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período de 2025, a economia avançou 1,8%. Pela ótica da oferta, a agropecuária registrou alta de 2,0% no período.

Os dados do IBGE mostram que o resultado do trimestre foi sustentado pela demanda interna. O consumo das famílias avançou 1,0% em relação ao trimestre anterior, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimentos, subiu 3,5%. Com isso, a taxa de investimento alcançou 16,5% do PIB no período.

Na oferta, a indústria cresceu 1,0% na margem, com destaque para a indústria extrativa e a construção civil. O setor de serviços avançou 0,5%, e a agropecuária teve expansão de 2,0%. Esse desempenho coloca o setor rural entre os segmentos que contribuíram para o resultado agregado da economia no início do ano.

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Para o agronegócio, o dado do PIB é acompanhado porque influencia variáveis como renda, consumo doméstico, capacidade de investimento e condições de financiamento. O avanço da FBCF, por exemplo, sinaliza aumento da capacidade produtiva da economia, fator relevante também para cadeias ligadas a máquinas, insumos, armazenagem e infraestrutura.

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda manteve a projeção de crescimento de 2,3% para o PIB em 2026. Segundo a secretaria, a expectativa para os próximos trimestres é de desaceleração moderada no ritmo de expansão, com recuperação mais consistente no segundo semestre.

Na comparação internacional, o Brasil registrou o quarto maior crescimento trimestral entre os países do G20 que já divulgaram dados do primeiro trimestre de 2026, de acordo com as informações citadas no balanço oficial.

Os números do primeiro trimestre indicam continuidade da atividade econômica em 2026, com contribuição da agropecuária e dos investimentos. Ainda assim, o comportamento dos próximos meses dependerá da evolução do consumo, da indústria e das condições monetárias, conforme as projeções oficiais disponíveis.

Fonte: gov.br

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