segunda-feira, março 16, 2026

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Javier Milei publica imagem em que retrata Brasil como uma imensa favela


Javier Milei
Foto: reprodução/redes sociais

O presidente da Argentina, Javier Milei, repostou na segunda-feira (15) uma imagem gerada por inteligência artificial em que retrata Brasil, Uruguai, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Colômbia — países governados por presidentes alinhados ao campo da esquerda — como locais pobres, repletos unicamente de construções semelhantes às encontradas em comunidades periféricas.

javier milei postagem
Foto: Reprodução

Por outro lado, a ilustração traz Argentina, Chile, Paraguai, Equador, Bolívia e Peru, liderados por mandatários de direita, como nações desenvolvidas, com ar futurista, com iconografia tipicamente encontrada em filmes de ficção científica.

A publicação de Milei vem na esteira das eleições presidenciais do Chile no último domingo (14). O pleito foi vencido pelo direitista José Antonio Kast, que apoiou publicamente o regime ditatorial de Augusto Pinochet (1973-1990).

Agora, com a eleição de Kast, os 12 países da América do Sul aparecem igualmente divididos no campo político: seis governos para cada uma das vertentes ideológicas.

O presidente argentino é famoso por manifestações em que critica o socialismo e defende políticas econômicas ultraliberais.

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AgroNewsPolítica & Agro

Algodão amplia área e mantém força nas exportações



As estimativas mais recentes indicam crescimento de 2,5% na área


As estimativas mais recentes indicam crescimento de 2,5% na área
As estimativas mais recentes indicam crescimento de 2,5% na área – Foto: Canva

O algodão brasileiro segue ampliando sua importância no cenário global e reforçando a competitividade do país no mercado internacional de fibras, segundo a Rizobacter do Brasil. O atual ciclo combina expansão da área cultivada, liderança nas exportações e concentração da produção em regiões altamente tecnificadas, fatores que sustentam as perspectivas positivas para o setor, mesmo diante das incertezas do ambiente econômico externo.

As estimativas mais recentes indicam crescimento de 2,5% na área destinada ao algodão, sinalizando maior confiança dos produtores. Embora o Mato Grosso, principal estado produtor, esteja em período de entressafra, outras regiões já avançam com o calendário agrícola. Em São Paulo, por exemplo, a safra teve início em outubro, contribuindo para a regularidade da oferta nacional.

No comércio internacional, o Brasil mantém a posição de maior exportador mundial de algodão em pluma. Esse desempenho está associado ao uso intensivo de tecnologia no campo, à adoção de práticas sustentáveis e à rastreabilidade do produto, características cada vez mais exigidas pelos mercados compradores. Mato Grosso e Bahia continuam liderando a produção, respondendo por grande parte do volume nacional e pela qualidade da fibra brasileira.

Mesmo em um cenário global marcado por volatilidade, a expectativa é de continuidade no crescimento das exportações, com volumes que podem superar 3 milhões de toneladas de pluma. Nesse contexto, a Rizobacter do Brasil destaca seu posicionamento ao lado do cotonicultor, oferecendo soluções voltadas à maximização do potencial produtivo das lavouras, desde o tratamento de sementes até a colheita, contribuindo para ganhos de eficiência e desempenho no campo.

 





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Você sabia que as inscrições da Abertura Nacional da Colheita da Soja já estão abertas?


Fazenda Alto da Serra

Falta pouco para o evento que dá abertura aos trabalhos de abertura da colheita da soja safra 2025/26. As inscrições já estão abertas para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, que será realizada em 30 de janeiro de 2026, a partir das 8h,na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO). Para se inscrever, basta acessar o link.

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Para a presidente da Aprosoja do estado anfitrião, Caroline Schneider, sediar a abertura nacional representa um marco para o estado e para o setor produtivo. ”O estado de Tocantins se consolidou como um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre o campo e a cidade, e o evento reconhece o trabalho dos produtores que impulsionam o desenvolvimento do país”, aponta a presidente.

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, também ressalta a relevância do estado de Tocantins na produção de soja e milho. Na avaliação dele, a cada safra o estado se fortalece como referência em tecnologia, gestão e sustentabilidade no campo.

Faça parte!

A programação será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais a partir das 9h, permitindo que produtores e o público de todas as regiões acompanhem o início simbólico da colheita. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink.

Entre os convidados, está o economista e biólogo Richard Rasmussen, que participará de um dos painéis, além de autoridades políticas que irão debater as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do estado.

Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 reforça o protagonismo da cultura da soja e celebra o início de mais uma safra essencial para o agro brasileiro.

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FGV: Juros altos travam crescimento da economia em outubro


economia
Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A economia brasileira perdeu fôlego em outubro, pressionada pelo patamar elevado da taxa básica de juros. O Produto Interno Bruto registrou retração de 0,3% na comparação com setembro, marcando o segundo mês consecutivo de queda. Os dados constam no Monitor do PIB, levantamento mensal do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, divulgado nesta terça-feira (16).

Apesar do resultado negativo no curto prazo, o desempenho segue positivo quando observados períodos mais longos. Na comparação com outubro do ano passado, houve crescimento de 1%. No acumulado de 12 meses, o avanço é de 2,3%.

Impacto dos juros sobre a atividade

Segundo a economista Juliana Trece, responsável pelo Monitor do PIB, o atual nível de juros tem peso relevante sobre o desempenho da economia. A Selic está em 15% ao ano, o maior patamar desde meados de 2006.

De acordo com a FGV, juros elevados encarecem o crédito em toda a economia. Esse movimento reduz investimentos e desestimula o consumo, o que contribui para desacelerar a demanda por bens e serviços.

Embora o objetivo seja conter a inflação, o efeito colateral aparece na atividade econômica. Com menos investimentos e consumo, a geração de emprego e renda tende a perder ritmo.

Produção, demanda e papel do agro

Pela ótica da produção, a FGV aponta que o desempenho da agropecuária e da indústria influenciou o recuo da atividade em outubro. Esses setores tiveram contribuição negativa no mês.

Já pela ótica da demanda, os investimentos e o consumo do governo também pesaram contra o resultado. Ainda assim, o consumo das famílias apresentou crescimento de 0,5% no trimestre móvel encerrado em outubro, na comparação anual.

No mesmo período, as exportações avançaram 8,9%. O crescimento foi impulsionado principalmente por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral, reforçando a importância do setor externo para sustentar a economia.

Outros indicadores e próximos dados

A FGV estima que o PIB brasileiro, em valores correntes, somou R$ 10,53 trilhões no acumulado até outubro. Outro indicador acompanhado pelo mercado é o IBC-Br, do Banco Central, que também mostrou recuo mensal em outubro e crescimento em 12 meses.

O resultado oficial do PIB é divulgado trimestralmente pelo IBGE. Os dados do quarto trimestre de 2025 serão apresentados em março de 2026.

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Goiás ocupa o segundo lugar nas exportações do complexo soja e avança com cautela na nova safra


soja
Foto: Giovani Luiz Castoldi/Embrapa Trigo

O estado de Goiás encerrou o acumulado de janeiro a outubro de 2025 com 14,3 milhões de toneladas exportadas do complexo soja, o segundo maior volume de sua série histórica. O desempenho fica muito próximo do recorde registrado em 2023, quando foram embarcadas 14,4 milhões de toneladas ao longo de todo o ano, diferença de apenas 64,4 mil toneladas. Os dados são do governo estadual.

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Esse resultado indica forte possibilidade de superação do recorde ainda em 2025, caso o ritmo dos embarques seja mantido. O avanço contínuo da infraestrutura logística e da capacidade de armazenagem tem reforçado a competitividade do estado, que ocupa a segunda posição entre os maiores exportadores nacionais do setor.

Plantio de soja

No campo, a semeadura da soja alcançou 65% da área até 15 de novembro, percentual inferior ao observado no mesmo período da safra anterior. Segundo o Boletim da Safra de Grãos da Conab, o atraso está relacionado à irregularidade das chuvas ao longo de outubro. A interrupção das precipitações comprometeu a emergência e o desenvolvimento inicial das lavouras, com baixa uniformidade, casos de tombamento de plantas em função do calor intenso e necessidade de replantios pontuais.

No sudoeste goiano, região mais adiantada, produtores intensificaram o plantio apostando no retorno das chuvas e chegaram a utilizar maiores profundidades de semeadura para aproveitar a umidade residual do solo, evidenciando o risco climático do início do ciclo.

Insumos e logística

No mercado, as cotações da soja seguem sustentadas, mas o ambiente operacional permanece desafiador para o produtor. A média de preços em novembro atingiu R$ 140,47 por saca, com valorização mensal, conforme dados do Cepea/Esalq. Ainda assim, as margens continuam pressionadas pelo encarecimento dos insumos e pela elevação dos custos logísticos.

Boletim da Conab

O Boletim Logístico da Conab aponta baixa demanda por fretes em Goiás, reflexo da entressafra e da comercialização superior a 90% da safra 2024/25, mas houve ajustes de preços nas rotas para a Baixada Santista e Paranaguá, elevando o custo de escoamento da produção. Soma-se a isso a forte dependência da cadeia da soja das importações brasileiras de fertilizantes, fator que mantém elevados os gastos com adubação e impacta diretamente o custo de produção no estado.

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Aprovação de PL que proíbe reconstituição do leite em pó é comemorada pelo setor


leite em pó
Foto: Daniel Fagundes/Trilux/CNA

A recente aprovação do Projeto de Lei 759/2025, que proíbe em Santa Catarina a reconstituição do leite em pó e outros derivados quando de origem importada, foi comemorada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc).

A proposta, de autoria dos deputados Altair Silva (PP) e Oscar Gutz (PL), prevê sanções e multas para quem adotar essa prática em território catarinense.

Se sancionada, a proibição valerá para indústrias, laticínios e quaisquer pessoas jurídicas que utilizem leite em pó, composto lácteo em pó, soro de leite em pó e outros produtos lácteos reconstituídos destinados ao consumo alimentar.

Comprovada a reconstituição, o texto prevê que o lote será apreendido e o responsável estará sujeito a multa, que pode dobrar em caso de reincidência, além da cassação da inscrição estadual.

O vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, destaca que a medida representa um avanço para os produtores rurais, que vêm enfrentando baixos preços pagos pelo leite.

“Queremos fortalecer o setor, garantindo competitividade e a continuidade dessa atividade, exercida com excelência em Santa Catarina. Não temos dúvidas de que, com a sanção do governador e a consequente entrada em vigor, a medida fortalecerá o mercado catarinense e valorizará o trabalho dos produtores”, disse, em nota.

Prática de dumping

O deputado Altair Silva explica que, no âmbito do Mercosul, especialmente na Argentina, há excedente de produção de leite que não tem sido escoado para mercados tradicionais, como Oriente Médio e Ásia.

Com isso, parte desse excedente acaba entrando no Brasil a preços muito baixos, muitas vezes, abaixo do praticado no país de origem, o que, segundo ele, configura prática de dumping.

“O governo federal tem sido muito lento para tomar uma decisão mais enérgica sobre esse tema. Diante disso, apresentamos um projeto de lei que proíbe a reconstituição de leite em pó importado e também restringe a utilização de leite em pó importado para fins industriais, com o objetivo de proteger o mercado do produtor local”, afirmou.

O parlamentar ressalta, ainda, a preocupação com padrões e controles sanitários. “No Brasil, a produção passa por um conjunto rigoroso de certificações e inspeções, como os sistemas de inspeção federal, estadual e municipal, que garantem a qualidade do produto, com fiscalização adequada. A aprovação unânime desse projeto é um passo importante para proteger o nosso produtor, que investe na atividade leiteira e, hoje, enfrenta custos muito elevados.”

Custo da produção de leite

Para ilustrar o cenário, Altair Silva afirma que, em muitas propriedades, produzir um litro de leite custa, em média, R$ 2,50. Quando o produtor vende a R$ 1,80 ou R$ 1,60, isso representa quase R$ 1,00 de prejuízo por litro.

“A conta não fecha, a propriedade não aguenta e muitos acabam deixando a atividade. O objetivo do projeto é justamente reverter essa situação”, reforçou.

O deputado destaca que uma lei semelhante já foi aprovada no Paraná. “Também estamos trabalhando para que essa mesma lei avance no Rio Grande do Sul. Ela já está em tramitação em Goiás e também em Minas Gerais, que estão entre os principais estados produtores de leite e onde se concentra boa parte das indústrias.”

Altair Silva também enfatiza que a medida contribui para preservar a qualidade já alcançada e ampliar a segurança para o produtor, ao manter o produto no mercado nacional.

“Foi uma luta de muitos anos para que o Brasil se tornasse autossuficiente em leite. Hoje somos autossuficientes e temos condições de avançar, inclusive com potencial para exportação. Mas, para isso, precisamos proteger o produtor e essa é uma reivindicação que a Faesc tem feito de nós, parlamentares. A expectativa é que o governador sancione o projeto ainda neste ano”, ressalta.

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STF tem placar de 3 votos a 0 contra marco temporal


marco temporal
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou nesta segunda-feira (15) mais um voto pela inconstitucionalidade do marco temporal para demarcação de terras indígenas. O caso é julgado em sessão do plenário virtual da Corte.

Com o voto do ministro Cristiano Zanin, a Corte tem placar de 3 votos a 0 contra a restrição. Mais cedo, os ministros Gilmar Mendes, relator, e Flavio Dino também proferiram voto no mesmo sentido.

A votação começou nesta segunda e ficará aberta até quinta-feira (18), às 23h59. Faltam sete votos.

Entenda

Dois anos após a Corte declarar o marco inconstitucional, os ministros voltaram a analisar o tema.

Em 2023, o STF considerou que o marco temporal é inconstitucional. Além disso, o marco também foi barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vetou parte da Lei 14.701/2023 , na qual o Congresso validou a regra. Contudo, os parlamentares derrubaram o veto de Lula.

Dessa forma, voltou a prevalecer o entendimento de que os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Após a votação do veto presidencial, o PL, o PP e o Republicanos protocolaram no STF ações para manter a validade do projeto de lei que reconheceu a tese do marco temporal.

Por outro lado, entidades que representam os indígenas e partidos governistas também recorreram ao Supremo para contestar novamente a constitucionalidade da tese.

Senado

Em paralelo ao julgamento do Supremo, o Senado aprovou na semana passada a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/23 que insere a tese do marco temporal na Carta Magna.

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Chuvas podem superar 150 mm nos próximos dias, alerta Inmet


alerta de chuva forte, , cuasada por frente fria
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A formação de um canal de confluência de umidade, com potencial para se organizar como uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), deve marcar o padrão de chuvas no Brasil ao longo desta semana. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o sistema pode provocar grandes volumes de chuva por até cinco dias consecutivos, especialmente em áreas do Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

A faixa mais afetada se estende do Norte do Brasil em direção ao Sudeste, com orientação noroeste-sudeste, atingindo principalmente os estados do Amazonas, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Norte concentra os maiores acumulados

Na região Norte, as áreas de instabilidade mais intensas devem se concentrar sobre todo o Amazonas, favorecidas pela combinação de calor e alta umidade, além da circulação local. Também há previsão de chuva expressiva no norte do Amapá, em função da proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Os acumulados previstos variam entre 60 e 150 milímetros, podendo superar 150 mm em sete dias em pontos alinhados ao canal de umidade. Em outras áreas da região, os volumes devem ficar entre 50 e 70 mm no período.

Por outro lado, o sul do Amapá, norte do Pará e Roraima devem enfrentar uma semana mais seca, com pouca ou nenhuma chuva, restrita a pancadas rápidas e isoladas. A umidade relativa do ar seguirá elevada na maior parte da Região Norte, acima de 60%, mas pode cair para 30% a 40% no norte do Pará e em Roraima, devido à ausência de chuvas.

Nordeste segue com tempo seco e baixa umidade

No Nordeste, o Inmet aponta predomínio de tempo seco ao longo da semana. A exceção fica para o norte do Maranhão e do Piauí, onde podem ocorrer pancadas de chuva a partir de quarta-feira, porém com baixos acumulados.

A região também deve enfrentar índices críticos de umidade relativa do ar, principalmente na área que abrange Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia, com valores entre 20% e 30%, podendo ficar abaixo de 15% em pontos entre Pernambuco e o norte da Bahia. No extremo oeste baiano, a umidade tende a ser mais elevada, em torno de 50% ou mais.

Centro-Oeste em alerta para chuva excessiva

A Região Centro-Oeste concentra um dos principais alertas da semana. A previsão indica chuvas volumosas em Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, com acumulados entre 100 e 200 mm em sete dias.

O maior destaque vai para a faixa que se estende do norte do Mato Grosso ao sul de Goiás, diretamente sob influência do canal de convergência de umidade. Nesses pontos, os volumes podem superar 300 mm, especialmente entre os dias 17 e 21 de dezembro, quando as pancadas tendem a ser mais intensas e persistentes.

Em Mato Grosso do Sul, o cenário é um pouco diferente, com menor favorecimento de chuvas e acumulados mais baixos ao longo da semana. A umidade relativa do ar permanece elevada na maior parte da região, entre 60% e 80%, mas pode cair para 40% a 50% no oeste sul-mato-grossense.

Sudeste pode registrar tempestades e acumulados elevados

No Sudeste, a previsão aponta chuvas volumosas até o dia 18 de dezembro em grande parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, com avanço para o sul do Espírito Santo a partir dessa data. A atuação de uma frente fria pelo oceano deve limitar os acumulados em algumas áreas.

Há risco de tempestades em regiões como o Vale do Paraíba, Serra do Mar, Serra da Mantiqueira, sul e Triângulo Mineiro, além da Serra Fluminense e praticamente todo o estado do Rio de Janeiro. Em alguns pontos, os volumes podem atingir 100 a 200 mm em apenas 48 horas.

Em São Paulo e no Espírito Santo, a chuva deve ocorrer de forma mais isolada, com acumulados menores. A umidade relativa do ar tende a ficar entre 65% e 75%, com exceção do extremo norte de Minas Gerais, onde pode cair para cerca de 50%.

Sul tem chuva forte no início da semana

Na Região Sul, a semana começa com chuvas intensas, principalmente entre os dias 15 e 16 de dezembro, devido à passagem de uma nova frente fria. Os maiores volumes devem ocorrer no oeste do Paraná e no Rio Grande do Sul, com acumulados que podem superar 100 mm em 24 horas.

No dia 17, ainda há previsão de chuva em Santa Catarina, porém com volumes menores. A partir da segunda metade da semana, o tempo tende a ficar mais seco e estável em toda a região Sul.

A umidade relativa do ar permanece elevada no início da semana, em torno de 70%, mas deve cair para 40% a 50% nos dias seguintes.

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O preço da soja vai cair?



A oferta brasileira permanece como um dos principais fatores de peso sobre as cotaçõe


A oferta brasileira permanece como um dos principais fatores de peso sobre as cotações
A oferta brasileira permanece como um dos principais fatores de peso sobre as cotações – Foto: Pixabay

O mercado internacional da soja segue marcado por um quadro de ampla oferta e incertezas quanto ao ritmo da demanda, o que mantém os preços futuros pressionados. Análise da TF Agroeconômica indica que a combinação entre produção elevada na América do Sul e desempenho fraco das exportações dos Estados Unidos sustenta um ambiente majoritariamente baixista para o curto e médio prazos.

A oferta brasileira permanece como um dos principais fatores de peso sobre as cotações. Apesar de um ajuste recente, a projeção oficial aponta produção em torno de 177,1 milhões de toneladas em 2025/26, ainda com viés de recorde. A recuperação de áreas do Sul após problemas climáticos amplia a disponibilidade do grão sul-americano no mercado global e reduz a necessidade imediata de valorização dos preços no CBOT. Esse cenário é reforçado pela oferta global robusta, que limita movimentos de alta antes do início da próxima safra.

Nos Estados Unidos, o ritmo das exportações segue significativamente abaixo do registrado no ano comercial anterior. Esse atraso pressiona os contratos futuros, refletindo excesso relativo de oferta doméstica e perda de espaço para o produto brasileiro no comércio internacional, o que intensifica a pressão baixista no curto e médio prazos.

Do lado da demanda, a China deve elevar o consumo, mas ainda há incertezas sobre a efetiva execução dos contratos e o ritmo das importações. Projeções oficiais indicam crescimento, enquanto estimativas de mercado trabalham com volumes ainda maiores, embora as compras confirmadas permaneçam aquém do histórico recente. Caso haja aceleração consistente, parte da oferta adicional pode ser absorvida, oferecendo algum suporte às cotações.





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Rastreabilidade bovina obrigatória? ABCZ defende posição em Brasília


Mosca-dos-chifres: setembro é o mês chave para o controle e o lucro do gado. Veja
Mosca-dos-chifres: setembro é o mês chave para o controle e o lucro do gado. Veja

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) defendeu, em Brasília, que a rastreabilidade bovina não seja obrigatória no Brasil. A posição foi apresentada durante audiência no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), como parte das discussões sobre o sistema nacional em estudo.

A entidade protocolou um ofício no ministério com a proposta de que a adesão dos produtores ao futuro sistema ocorra de forma voluntária. No documento, a associação também se colocou à disposição para colaborar na gestão do banco de dados que deve sustentar o modelo nacional de rastreabilidade.

O encontro ocorreu com o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Marcelo de Andrade Mota. A ABCZ argumentou que a construção do sistema precisa considerar a realidade produtiva do país e a diversidade dos sistemas de criação.

Adesão do produtor e viabilidade econômica

Para a ABCZ, a rastreabilidade é um instrumento relevante para a inserção da carne brasileira em mercados internacionais. No entanto, a entidade avalia que o avanço do modelo depende de incentivos econômicos claros ao produtor rural.

Segundo o presidente da associação, Gabriel Garcia Cid, a adoção ampla do sistema passa, necessariamente, pela remuneração do pecuarista. Ele avalia que não é possível exigir rastreabilidade total sem políticas públicas que ampliem o acesso a tecnologias e melhorias produtivas.

A entidade defende que a rastreabilidade seja tratada como uma etapa de evolução do sistema produtivo. Na avaliação da ABCZ, antes de qualquer exigência, é preciso criar condições para que todos os produtores consigam atender aos critérios técnicos e operacionais.

Proposta de parceria institucional

No ofício entregue ao Mapa, a ABCZ sugeriu uma atuação conjunta com o governo federal na administração do banco de dados do sistema nacional. A proposta prevê cooperação técnica e institucional na estruturação e no gerenciamento das informações.

A associação argumenta que sua experiência com registros zootécnicos e genéticos pode contribuir para a eficiência e a credibilidade do sistema. A intenção, segundo a entidade, é apoiar a construção de um modelo funcional e alinhado às demandas do setor.

Participaram da reunião representantes das áreas internacional e técnica da ABCZ, além de integrantes ligados a projetos de promoção da carne brasileira no exterior.

Genética como base da rastreabilidade

A ABCZ também destacou o papel da genética como elemento central para o avanço da rastreabilidade no país. A entidade avalia que a melhoria genética amplia a eficiência produtiva e facilita o controle dos rebanhos.

De acordo com Gabriel Garcia Cid, a valorização da produção, associada a sistemas mais eficientes, cria o ambiente necessário para que o produtor avance, de forma gradual, para modelos mais completos de rastreamento.

Para a associação, a rastreabilidade deve ser consequência de um sistema produtivo estruturado, e não uma imposição dissociada da realidade do campo.

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