sexta-feira, março 13, 2026

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Como ficaram as cotações de soja na última segunda-feira do ano?


O mercado brasileiro de soja registrou preços fracos, variando de estáveis a mais baixos, nesta segunda-feira (29). Segundo o consultor da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por ausência de novidades e pela prática de preços majoritariamente nominais, em um ambiente praticamente sem ofertas. A atuação de compradores e vendedores segue bastante limitada neste período entre as festividades de Natal e Ano Novo.

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Confira os preços de soja da última segunda-feira do ano:

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139,00 para R$ 138,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Cascavel (PR): manteve-se em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 123,00
  • Dourados (MS): seguiu em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): ficou estável em R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): recuou de R$ 144,00 para R$ 143,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sessão desta segunda-feira com preços mais baixos para o grão e o farelo, enquanto o óleo apresentou valorização. O mercado foi pressionado pela expectativa de safra cheia no Brasil, sustentada por previsões climáticas favoráveis, além da ausência de fatores altistas relevantes.

Nem mesmo o anúncio de uma venda externa foi suficiente para reverter o viés negativo. Exportadores privados dos Estados Unidos informaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 100 mil toneladas de soja ao Egito, com entrega prevista para a temporada 2025/26.

As inspeções de exportação de soja dos Estados Unidos somaram 750.312 toneladas na semana encerrada em 25 de dezembro, abaixo das 929.365 toneladas registradas na semana anterior. No mesmo período do ano passado, o volume havia alcançado 1.643.692 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções totalizam 15.396.334 toneladas, contra 28.671.623 toneladas no mesmo intervalo da temporada anterior.

Contratos futuros de soja

No fechamento, os contratos de soja em grão com vencimento em janeiro de 2026 registraram queda de 9,25 centavos de dólar por bushel, ou 0,87%, cotados a US$ 10,49 1/2 por bushel. A posição março de 2026 fechou a US$ 10,63 1/2 por bushel, recuo de 9,00 centavos, ou 0,83%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja com vencimento em março de 2026 encerrou a sessão com baixa de US$ 4,90, ou 1,61%, a US$ 298,80 por tonelada. Já o óleo de soja, com o mesmo vencimento, avançou 0,06 centavo, ou 0,12%, para 48,78 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,48%, negociado a R$ 5,5716 para venda e R$ 5,5696 para compra. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5576 e a máxima de R$ 5,5846.

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Café: Expocacer realiza 1º leilão virtual em plataforma comercial exclusiva


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Foto: Pixabay.

A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), de Minas Gerais, realizou o seu primeiro leilão virtual de cafés especiais por meio de sua plataforma comercial exclusiva, a Coffee Chain, no dia 12 de dezembro.

O leilão do Programa Essências by Expocacer registrou cerca de US$ 112 mil em faturamento, com um total de 66 lances realizados, informou a cooperativa em comunicado.

Participaram 15 lotes de produtores cooperados, arrematados por compradores de seis países: Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, China, Reino Unido, Austrália e Estados Unidos.

Plataforma própria e estratégia comercial

Segundo a Expocacer, a realização do primeiro leilão virtual representa um marco na estratégia comercial da cooperativa, reforçando seu compromisso com a valorização dos cafeicultores cooperados, a promoção de cafés sustentáveis de excelência e a conexão direta entre origem e mercado, ampliando oportunidades comerciais e fortalecendo no cenário global o posicionamento do Cerrado Mineiro, região reconhecida como a primeira Denominação de Origem de café do Brasil.

A plataforma digital Coffee Chain foi desenvolvida pela empresa AIDDA. O Programa Essências reúne microlotes diferenciados produzidos por cooperados que adotam boas práticas agrícolas, manejo responsável e foco em qualidade.

Valorização da origem e do cooperado

A gerente comercial de cafés especiais da Expocacer, Sandra Moraes, disse na nota: “Com a realização do nosso primeiro leilão virtual do Programa Essências, a Expocacer reafirma seu papel como agente de inovação no agro, integrando tecnologia, mercado e sustentabilidade. Seguimos investindo em soluções que fortalecem a renda dos cooperados, ampliam a visibilidade do café do Cerrado Mineiro e consolidam a conexão entre origem, qualidade e consumidor final.”

Com sede em Patrocínio (MG), a Expocacer apoia cerca de 760 cooperados e tem uma infraestrutura que inclui armazéns com capacidade para cerca de 1 milhão de sacas de café, exportadas para mais de 40 países, em cinco continentes.

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Prazos e etapas das ações do Acordo de Brumadinho ficam disponíveis em portal público


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Foto: Pablo Valler/ Arquivo pessoal

O portal da Auditoria Socioambiental passou a disponibilizar novos painéis públicos com cronogramas das ações de reparação do Acordo de Brumadinho. As ferramentas permitem acompanhar prazos, etapas e metas de três frentes de ações socioambientais em andamento na Bacia do Rio Paraopeba.

A iniciativa amplia a transparência e permite que comunidades atingidas e demais interessados acompanhem, de forma direta, a evolução das medidas previstas no acordo.

Além disso, os cronogramas representam compromissos formais assumidos pela Vale S.A., com marcos e prazos definidos, cujo descumprimento pode gerar sanções à empresa.

Cronogramas apresentados

Os cronogramas divulgados são: Cronograma Geral Integrado das ações de reparação do Ferro Carvão e Casa Branca, região conhecida como Zona Quente; Cronograma da Dragagem do Rio Paraopeba; e Cronograma Detalhado dos Estudos de Risco à saúde humana e risco ecológico.

Todos foram aprovados pelos órgãos estaduais envolvidos e pela auditoria socioambiental, e validados pelos compromitentes do acordo.

“A divulgação desses cronogramas busca garantir que a sociedade tenha acesso claro às informações sobre a reparação. Transparência é permitir que as pessoas acompanhem, entendam os prazos e saibam como cada etapa está avançando”, destacou a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Silvia Listgarten.

Entenda os cronogramas

Os cronogramas das ações de reparação em Ferro Carvão e Casa Branca foram definidos a partir de diagnósticos sobre a situação das áreas antes do rompimento e os impactos causados às regiões atingidas. As ações fazem parte do Plano de Reparação Socioambiental da Bacia do Rio Paraopeba e passam por avaliação técnica, auditoria independente e validação dos responsáveis pelo acordo.

O cronograma da dragagem do Rio Paraopeba refere-se a uma etapa central da reparação ambiental e é acompanhado continuamente por auditoria independente, além de seguir autorizações dos órgãos competentes.

Já o cronograma dos Estudos de Avaliação de Risco à Saúde Humana e de Risco Ecológico detalha as fases dos estudos que buscam identificar riscos à saúde e ao meio ambiente causados pela presença de rejeitos no solo e nas águas do Rio Paraopeba após o rompimento da Barragem B-1.

Todos os cronogramas e informações sobre as ações de reparação e compensação estão disponíveis para consulta pública no portal da Auditoria Socioambiental.

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Estudos finais para arrendamento definitivo do Porto de Itajaí são aprovados


Porto de Itajaí
Fonte: Divulgação/Porto de Itajaí

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) aprovou a versão final dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para o arrendamento definitivo do complexo de Itajaí, em Santa Catarina.

Os documentos foram encaminhados na sexta-feira (26) à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que fará a elaboração das minutas de edital e de contrato. A previsão é que o leilão seja realizado no primeiro semestre de 2026.

No despacho enviado à agência reguladora, a Secretária Nacional de Portos solicita a dispensa de uma nova fase de audiência pública. A justificativa técnica é que a modelagem atual já incorpora as contribuições recebidas pela sociedade e pelo mercado na audiência anterior, não havendo necessidade de reiniciar o ciclo de consultas. A meta do Ministério é obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) até abril de 2026.

“Nosso foco sempre foi garantir que o Porto de Itajaí tenha um horizonte seguro para crescer. Trabalhamos incansavelmente para superar os desafios recentes e promover essa retomada. Agora, com a concessão definitiva, vamos oferecer a previsibilidade que o setor produtivo espera. Estamos saindo da fase de transição para um ciclo de investimentos de longo prazo, assegurando que o porto tenha a infraestrutura necessária para atender com eficiência a cadeia produtivo nacional e internacional”, afirmou o ministro da pasta, Silvio Costa Filho.

O projeto prevê um montante de R$ 2,8 bilhões em investimentos, com uma cláusula estratégica de celeridade: R$ 920 milhões deverão ser executados já nos primeiros três anos de contrato. Esse aporte inicial tem como foco a modernização de equipamentos e melhorias na infraestrutura para receber e manobrar os navios.

A modelagem estipula a construção de um novo terminal de contêineres, com capacidade estática de 37.152 TEUs e uma ampliação de 90% nas áreas de pátio, resolvendo um dos principais gargalos operacionais do porto.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de milho entra em ciclo de preços mais baixos


Os últimos dois anos do mercado de milho foram marcados por uma mudança significativa de cenário, com a transição de um ambiente altista para um ciclo claramente mais defensivo e pressionado por preços. Segundo análise técnica e fundamental da TF Agroeconômica, esse movimento foi observado tanto no mercado internacional quanto no Brasil, refletindo alterações profundas na dinâmica de oferta, demanda e formação de preços.

Em 2024, o mercado ainda encontrou sustentação em riscos climáticos, estoques mais apertados e incertezas geopolíticas, o que manteve níveis de preços mais elevados e margens positivas ao longo da cadeia. Já em 2025, a recomposição da oferta global, impulsionada por safras robustas nos Estados Unidos e no Brasil, além da forte expansão da safrinha brasileira e da normalização climática, passou a exercer pressão estrutural sobre as cotações. O resultado foi uma queda consistente dos preços, compressão de margens e mudança no poder de barganha entre os agentes.

Do ponto de vista técnico, o mercado formou um topo relevante no primeiro ano e passou a registrar topos descendentes e fundos mais baixos, consolidando uma tendência baixista no segundo período analisado. A volatilidade, elevada no início por fatores climáticos, conflitos e energia, deu lugar a movimentos mais técnicos e ralis curtos, com dificuldade de sustentação acima das resistências. O comportamento dos preços passou a responder mais aos fundamentos de oferta do que a choques de demanda.

Nos fundamentos, a reconstrução gradual dos estoques globais e estoques finais menos apertados reduziram o prêmio de risco climático. A demanda global cresceu em ritmo mais lento, com consumo de ração sensível a preço e perda de protagonismo do etanol como fator de alta. O câmbio ajudou a sustentar os preços internos, mas sem força para reverter a tendência, enquanto o petróleo teve efeito apenas pontual.

Esse novo ambiente afetou os agentes de forma distinta. Produtores sentiram a perda de margem no segundo ano, especialmente aqueles que postergaram vendas, enquanto cooperativas adotaram postura defensiva para administrar fluxo e estoques. Comerciantes atuaram de forma mais técnica, com ganhos ligados a arbitragem e logística. Indústrias de amido, etanol e ração foram beneficiadas pelo milho mais barato e maior previsibilidade, e os exportadores ganharam relevância como principal canal de escoamento do excedente. A leitura final aponta para um mercado que deixou o ciclo excepcionalmente altista e passou a exigir disciplina comercial, uso de hedge e foco em margem.

 





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CSN: BNDES libera R$ 1 bilhão para modernização ambiental de usina no RJ


Foto: Pexels.
Foto: Pexels.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 1,13 bilhão para a modernização de três plantas industriais da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), localizadas na Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ).

O projeto envolve a aquisição de máquinas e equipamentos, além da contratação de serviços tecnológicos. Do total aprovado, R$ 625,8 milhões são provenientes da linha Finem. Os recursos foram destinados à modernização ‘das plantas de sinterização de minério de ferro, processo utilizado na produção de aço.

As intervenções incluem a implantação de novos precipitadores eletrostáticos e filtros de manga, com foco na redução de emissões atmosféricas e na melhoria da qualidade do ar no município. Parte do financiamento será utilizada como reembolso de investimentos realizados desde 2023.

“O financiamento aprovado pelo BNDES está alinhado à determinação do governo do presidente Lula de descarbonização da indústria brasileira, com a melhoria da qualidade do ar no entorno da fábrica, beneficiando diretamente a população de Volta Redonda. Além disso, o projeto inclui o reaproveitamento de matéria-prima e fortalece a cadeia produtiva nacional de equipamentos”, afirma o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luis Gordon, em comunicado.

Redução de emissões e geração de empregos

A implantação integral do projeto prevê redução das emissões nas três unidades de sinterização da usina. Estão incluídos investimentos nos sistemas de despoeiramento, na estocagem e recuperação do sínter produto, com substituição de equipamentos, e na transferência de matérias-primas, por meio da atualização dos chutes do parque industrial.

Durante a execução das obras, a estimativa é de geração de cerca de 1.300 empregos, sendo aproximadamente 99% de mão de obra indireta.

O projeto atende às exigências do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a CSN e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com o objetivo de adequar a operação da usina às normas ambientais vigentes.

“Estamos avançando agora para uma etapa estratégica de modernização da Usina Presidente Vargas, com sistemas de despoeiramento e outras iniciativas voltadas à descarbonização dos nossos processos”, destaca Helena Guerra, diretora de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CSN.

Além da linha Finem, o projeto conta com R$ 500 milhões do programa BNDES Mais Inovação. Os recursos serão utilizados na aquisição de máquinas e equipamentos com características inovadoras, bens de informática e serviços tecnológicos voltados à Internet das Coisas (IoT).

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Após onda de calor, tempo muda na virada do ano; veja o que esperar no Ano Novo


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Foto: Freepik

Com o enfraquecimento da recente onda de calor, o cenário climático para as áreas produtoras de soja no final do ano em todo o país começa a apresentar sinais de melhora. De acordo com a análise meteorológica, a umidade do solo caiu em estados como São Paulo, Minas Gerais, áreas do interior do Centro-Oeste e grande parte da Bahia, configurando uma condição desfavorável para a soja em fase de desenvolvimento.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

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A tendência, no entanto, é de mudança nos próximos dias. A previsão indica o retorno das chuvas sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, incluindo áreas do interior de Mato Grosso, com volumes que podem alcançar ao menos 50 mm em um intervalo de 5 dias. Esse acumulado deve contribuir para a recomposição da umidade do solo, amenizando o estresse hídrico observado recentemente.

Em estados como Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, os volumes previstos são ainda mais expressivos, podendo ultrapassar 100 mm no mesmo período. Entre os primeiros dias de janeiro, há inclusive a possibilidade de excesso pontual de chuva em algumas localidades. Apesar disso, o contexto geral é considerado positivo, já que os solos vinham mais ressecados após o calor intenso, favorecendo a absorção da água e o desenvolvimento das lavouras.

No Sul do país, após um longo período de precipitações frequentes, a expectativa é de tempo mais firme nos próximos dias. Essa condição deve favorecer o avanço dos trabalhos de campo, que vinham sendo prejudicados pelo excesso de umidade.

Na sequência, a previsão indica novo retorno das chuvas para a região Sul, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul, com acumulados adicionais entre 30 mm e 40 mm em 5 dias. O padrão climático reforça um cenário mais equilibrado, trazendo alívio para as áreas que sofreram com a falta de chuva e mantendo boas perspectivas para a safra de soja no país.

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Preço do leite no RS recua em dezembro, mas Conseleite sinaliza possível recuperação em 2026


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Foto: Pixabay

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite-RS) projetou o valor de referência do leite em R$ 2,0180 para dezembro no estado, o que representa queda de 0,28% em relação à estimativa de novembro, de R$ 2,0237.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29), durante a última reunião do colegiado em 2025, realizada de forma virtual. Os números indicam uma possível desaceleração do movimento de baixa, com expectativa de recuperação dos preços a partir do primeiro trimestre de 2026, aponta o Conseleite, em nota.

Na mesma reunião, o Conseleite anunciou o valor consolidado do leite em novembro de 2025, fixado em R$ 2,0601, recuo de 6,38% frente ao consolidado de outubro, que havia sido de R$ 2,2006. O cálculo é elaborado mensalmente pela Universidade de Passo Fundo (UPF), com base em informações repassadas pelas indústrias e considerando a movimentação dos primeiros 20 dias do mês, além de parâmetros atualizados pela Câmara Técnica em 2023.

O coordenador do Conseleite, Darlan Palharini, afirmou que a entidade segue acompanhando de perto a evolução do mercado e mantendo o diálogo entre produtores e indústria. Durante o encontro, também foi definida a coordenação do colegiado para 2026.

Pelo sistema de rodízio adotado pela entidade, o comando passa do setor industrial para o produtivo, e Kaliton Prestes, secretário executivo da Fetag-RS, assume como novo coordenador do Conseleite no próximo ano.

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Economia de Goiás é a segunda que mais cresce no país, aponta Banco Central


Economia; Industria
Foto: Edinan Ferreira/ Agência Cora Coralina de Notícias

A economia em Goiás foi a segunda que mais cresceu no país, registrando alta de 4,8% no acumulado deste ano, de acordo com o Índice de Atividade Econômica (IBCR), medido pelo Banco Central (BC) e analisado pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB).

O número só está abaixo do registrado pelo Pará e representa o dobro da média nacional para o período, correspondente a 2,4%.

O cenário também é favorável no acumulado em 12 meses, quando Goiás atingiu 4,6% e ocupou a terceira posição no ranking nacional, enquanto o Brasil alcançou o índice de 2,5%.

O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, afirma que os resultados se devem às políticas voltadas para o crescimento econômico.

“Os números refletem um conjunto de ações estratégicas adotadas pelo Governo de Goiás: responsabilidade fiscal, ambiente de negócios mais simples e seguro, incentivos ao setor produtivo. Também temos apostado fortemente em inovação, qualificação profissional e atração de novos empreendimentos”, destaca.

Na variação mensal interanual, que abrange a comparação entre outubro de 2025 e outubro de 2024, Goiás cresceu 4,7%, enquanto o país registrou um crescimento tímido de 0,4%. No ranking nacional, o estado também ocupa o terceiro lugar.

Já quando se trata de variação mensal com ajuste sazonal entre outubro de 2025 e setembro de 2025, Goiás chega a 2,7%, enquanto o Brasil apresentou queda de 0,2%.

Sobre o IBCR

O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), medido pelo Banco Central, é divulgado mensalmente. De acordo com a instituição financeira, ele permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve o quadro abrangente da economia.

O IBCR é baseado na Pesquisa Industrial Anual (PIA), Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e Produção Agrícola Municipal (PAM), entre outros.

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1º de janeiro de 2026: começa a reforma tributária com o Leão dentro da maquininha


produtor rural cartão de crédito
Imagem gerada por IA

A partir de 1º de janeiro de 2026, o jeito de cobrar imposto no Brasil mudou de vez. Toda nota fiscal emitida, da padaria da esquina ao grande frigorífico, passa a cair dentro de um sistema único, totalmente digital, que calcula e distribui os tributos em tempo real.

Esse novo sistema não é qualquer programa. Ele é considerado o maior software tributário já criado no mundo, com capacidade de processamento dezenas de vezes superior à de qualquer sistema financeiro já utilizado no país.

Desenvolvido pela Receita Federal em parceria com o Serpro, ele vai substituir impostos antigos e conhecidos do brasileiro, como PIS, Cofins, IPI e boa parte do ICMS. Para ter dimensão do tamanho da mudança, trata-se de uma infraestrutura digital capaz de analisar, calcular e distribuir tributos em cada operação de compra e venda, em tempo real, de forma automática e integrada em todo o território nacional.

Na prática, o imposto deixa de ser algo “para depois”. Ele passa a ser separado no exato momento do pagamento, no chamado split payment. Funciona assim: o cliente paga R$ 200 numa loja. A maior parte vai direto para o caixa da empresa e uma pequena fatia é automaticamente enviada para União, estado e município. Tudo sem guia, sem boleto e sem aquela correria no fim do mês.

Outra mudança importante está no crédito. Hoje, empresas e produtores pagam imposto na compra e podem levar meses — às vezes anos — para receber esse dinheiro de volta. Com o novo sistema, o crédito entra sozinho, de forma automática, poucos dias depois da operação.

No delivery acontece a mesma coisa. O aplicativo emite uma única nota fiscal e o sistema se encarrega de dividir o imposto entre o estado do restaurante, do entregador e do consumidor.

Nas exportações, o ganho é ainda mais claro: a nota já sai com imposto zero, sem necessidade de provar nada depois. A papelada simplesmente deixa de existir.

E no agro, o que muda?

Muita coisa melhora, e quase nada piora.

A agricultura e a pecuária entram no novo modelo com benefícios preservados. O produtor rural pessoa física continua vendendo a maior parte dos produtos da cesta básica — como arroz, feijão, leite in natura e carnes, com alíquota zero. Grãos como soja, milho e algodão destinados à exportação ou à indústria também seguem sem imposto na saída.

O grande avanço está no crédito. Fertilizantes, ração, diesel e máquinas passam a gerar crédito automático, devolvido em poucos dias. Antes, esse dinheiro ficava preso em processos que podiam levar até dois anos. Agora, ele volta rápido para o caixa, o que faz diferença antes da próxima safra.

Frigoríficos e laticínios também ganham previsibilidade. A velha guerra fiscal do ICMS perde força, porque passa a existir uma nota fiscal nacional, com o imposto dividido corretamente entre os estados de origem da produção e de destino do consumo. Menos briga política, mais clareza nas regras.

Durante todo o ano de 2026, o novo sistema entra em funcionamento como um grande teste nacional. É um período criado justamente para identificar falhas, fazer correções e ajustar o que for necessário antes da implantação definitiva.

E é importante deixar claro: todos serão atingidos por esse teste. Toda nota fiscal emitida já passará pelo novo sistema, será analisada, calculada e registrada. A diferença é que, nessa fase, a alíquota será simbólica — 0,9% de IBS e 0,1% de CBS — totalmente rebatível. Se houver algum erro no preenchimento, o sistema apenas avisa. Não há punição nem bloqueio. É um treino geral do país inteiro.

A partir de 2027, com os ajustes feitos, as alíquotas começam a subir de forma gradual, até que, em 2033, o sistema antigo seja desligado de vez.

No resumo da ópera, o recado é simples: a partir de 2026, tudo o que você vender ou comprar será visto, calculado e registrado na hora. A sonegação perde espaço, a burocracia diminui e o crédito chega mais rápido.

O ambiente de testes já está disponível aqui. Vale entrar, entender e se preparar. Porque, desta vez, o Leão não vai correr atrás de ninguém. Ele vai estar dentro da maquininha.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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