sábado, agosto 22, 2026

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Quantos contêineres o maior porto do Brasil movimenta?



O Porto de Santos é, atualmente, responsável por cerca de 30% das exportações brasileiras. O local acaba de bater novo recorde de movimentação de contêineres em 2024, rompendo a casa dos quatro milhões de TEU (twenty-foot equivalent unity, medida padrão do contêiner de 20 pés).

Em toneladas, a movimentação também rompeu marcas anteriores, com 44,5 milhões de toneladas neste tipo de modalidade, entre janeiro e setembro deste ano.

O crescimento do movimento de contêineres no Porto de Santos foi de 15,8% em relação a 2023, quando o total foi de 3,5 milhões de TEU entre janeiro e setembro. Assim, foram cerca de 1,2 milhão de unidades a mais que passaram pelo parque portuário santista no período.

De acordo com o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, ao se considerar a movimentação em toneladas, o aumento no ano foi de 21,6%. Isso porque em 2023, foram registradas 36,57 milhões de toneladas de carga nos contêineres, enquanto em 2024 já são 44,47 milhões.

Maior valor agregado

As mercadorias em contêineres têm maior valor agregado que as transportadas a granel, de acordo com Pomini. Entretanto, mesmo os produtos que partem – em sua maioria – a granel são beneficiados.

Exemplo disso é o açúcar, 2ª carga mais movimentada em Santos, da qual 12,5% foram embarcadas em contêineres (2,6 milhões num total de 20,8 milhões).

Considerando apenas o mês de setembro, também recorde, o aumento em relação a 2023 foi de 21,7%. Foram 483,6 mil TEU contra 397,5 mil no ano passado.

O Porto de Santos segue como principal porto da América do Sul, 43º do mundo em movimentação de contêineres e o segundo da América Latina, abaixo apenas de Colón, no Canal do Panamá, onde 86% do movimento é de transbordo.



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Presidente da Aprosoja-RS conta como está o plantio do grão no estado; novembro trará alívio



O plantio da soja no Rio Grande do Sul está liberado desde o dia 1º de outubro. Em entrevista ao Soja Brasil, Ireneu Orth, presidente da Aprosoja RS, analisa o cenário atual da semeadura, especialmente após o aparecimento das chuvas.

Orth ressalta que, apesar do impacto das chuvas em algumas áreas, o efeito sobre o plantio é mínimo. “Houve prejuízos localizados, mas o forte do plantio ocorre em novembro”, explica. Ele observa que as expectativas para o aumento da semeadura são positivas assim que a colheita do trigo for concluída.

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O presidente observa que na região de Lagoa Vermelha a semeadura ainda é escassa, com pouco ou nada plantado, enquanto nas Missões o percentual plantado não ultrapassa 3% a 4%. Orth atribui essa situação à colheita do trigo, ainda está em andamento e impacta a janela de plantio da soja.

“A chuva atrapalha especialmente onde o trigo está mais maduro, levando a prejuízos em algumas áreas. Assim que a colheita for concluída, esperamos um aumento no plantio de soja durante o próximo mês, sendo o período mais forte para a semeadura no estado”, afirma.

Apesar dos desafios, Orth reitera que o plantio de soja pode ser realizado com sucesso nas próximas semanas, desde que os produtores estejam atentos às condições climáticas e ao cronograma de colheita das culturas de inverno.



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Venda de fazenda dedicada à pesquisa do café ameaça futuro da cultura, fiz Faesp


A possível venda de parte da Fazenda Santa Elisa, pertencente ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC), preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).

Por meio do presidente da entidade, Tirso de Salles Meirelles, foi enviado um ofício ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, enfatizando a apreensão sobre o negócio.

A transação faz parte de estudos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado para avaliar a viabilidade comercial de áreas pertencentes à pasta.

Herança genética do café

Mapa define direcionamento de recursos do Funcafé para safra 2023/2024Mapa define direcionamento de recursos do Funcafé para safra 2023/2024

A Faesp argumenta que a propriedade abriga um dos mais importantes bancos de germoplasma de café do Brasil e do mundo.

“Trata-se de uma área que reúne todo o conjunto de material genético que compõe a base da herança genética do café no país, o que, segundo o documento enviado ao governador, é fundamental para a continuidade das pesquisas e desenvolvimento de novas variedades da cultura”, diz a nota.

Segundo a Federação, a Fazenda Santa Elisa tem papel central diante da importância histórica do café no fortalecimento da economia nacional, uma vez que “90% das cultivares de café produzidas no Brasil são resultado de pesquisas realizadas nesta unidade do IAC”, conforme consta no ofício.

“Vale destacar que o café da Colômbia, que é uma referência no mercado internacional, é fruto das pesquisas do IAC. O Instituto faz um trabalho grandioso, que precisa ser preservado. Temos expectativa de que o governador reveja essa proposta”, afirmou Meirelles.

Transferência da pesquisa

A venda da área impacta a sustentabilidade e competitividade da cafeicultura brasileira, adverte a entidade.

“Além disso, a Faesp avalia que a eventual transferência das pesquisas para outra localidade seria um processo dispendioso e demorado, comprometendo os avanços científicos em desenvolvimento. A entidade defende que decisões sobre a venda de bens públicos considerem não apenas os aspectos financeiros, mas também os impactos sociais, econômicos e ambientais a longo prazo”.

Por fim, o ofício solicita ao governador que reconsidere a possibilidade da venda da área e que preserve a unidade de pesquisa do IAC.



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AgroNewsPolítica & Agro

Seca ameaça colheitas de trigo na Rússia e Ucrânia


Metade ocidental da Ucrânia e Rússia se recupera com chuvas





Foto: Canva

Segundo o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico de alta pressão, que havia persistido por semanas no oeste da Rússia, começou a se deslocar para o leste, mantendo a seca em áreas orientais, mas permitindo que chuvas atingissem a metade ocidental da região. Pouca ou nenhuma precipitação foi observada no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia, exceto por leves chuvas de 2 a 12 mm ao longo da costa russa do Mar Negro, no final do período de monitoramento.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

A seca severa e extrema continua a impactar as principais áreas de cultivo de trigo de inverno no oeste da Rússia e no leste da Ucrânia, onde as precipitações dos últimos 90 dias somam menos de 25% do esperado. O trigo de inverno, normalmente plantado entre o final de agosto e setembro, tem sido severamente afetado, com muitos produtores optando por pulverizar as safras ou adiar o plantio para a primavera, mudando para cultivos de verão.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, por outro lado, as chuvas se intensificaram e se expandiram nas regiões ocidentais, com volumes variando de 10 a 100 mm, beneficiando a Moldávia, o sudoeste da Ucrânia e o noroeste da Rússia. Com isso, as perspectivas para as colheitas de inverno são mais otimistas nessas áreas.

Ainda assim, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, continua mostrando condições ruins a péssimas no leste da Ucrânia e em grande parte da Rússia. Já na Moldávia e no oeste da Ucrânia, as recentes e contínuas chuvas contribuíram para uma recuperação no vigor das culturas, conforme os dados do USDA.





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Banco do Brasil libera R$ 1,5 bilhão pelo RenovAgro no 1º trimestre da safra



Desde o lançamento do Plano Safra 2024/2025, no início de julho, o Banco do Brasil somou R$ 1,5 bilhão em financiamento por meio do RenovAgro – Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis.

O montante representa aproximadamente 80% de todo o volume contratado pelo sistema financeiro nessa modalidade nos três primeiros meses da atual safra.

O RenovAgro oferece juros a partir de 7% ao ano, prazo de até 12 anos para reembolso e carência de até três anos, a depender do item financiado, e é destinado a produtores rurais e cooperativas de produção. O programa abrange investimentos sustentáveis para redução das emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a recuperação de pastagens, lavouras e áreas degradadas, implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável e plantio direto, além de regularização ambiental de propriedades rurais.

A modalidade apoia também os produtores que tiveram suas propriedades impactadas pelos recentes incêndios em vários estados, possibilitando a recuperação de áreas e correção de solos e a retomada das atividades e produção.

“Com essa atuação, em alinhamento com os programas do governo federal, o Banco do Brasil reforça sua proximidade com os produtores rurais e a sua posição de liderança e de maior parceiro da agricultura familiar e empresarial, apoiando as melhores práticas no campo e o aumento da produção agropecuária em bases sustentáveis, impulsionando o desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o vice-presidente de Agronegócio e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Luiz Gustavo Braz Lage.

Para contratar, o produtor deve procurar uma agência do Banco do Brasil.



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setor agrícola ainda dependente de rodovias



A oferta ferroviária no Brasil não tem acompanhado o crescimento acelerado da produção agrícola, mantendo o setor dependente principalmente do transporte rodoviário. Em 2023, apenas 18,5% dos produtos movimentados pelas ferrovias foram de origem agrícola, destacando a urgência de investimentos e modernização da malha ferroviária no país.

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Essa realidade foi tema de discussão recente no Senado, com foco na necessidade de expansão e modernização das ferrovias para atender à crescente demanda do agronegócio. A assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Elisângela Pereira Lopes, ressaltou que, apesar do crescimento da produção agrícola, a participação do setor nas ferrovias permanece estagnada. “Desde 2010, a movimentação de produtos agropecuários nas linhas férreas representa apenas 19% do total transportado”, afirmou.

Uma das grandes esperanças para melhorar essa logística está no Centro-Oeste, onde a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrovia Norte-Sul prometem facilitar o escoamento da produção de grãos até os portos. Outro destaque é a Ferrogrão, com 933 km de extensão, que conectará o Mato Grosso aos terminais de Santarém, no Pará. Segundo especialistas, essa nova ferrovia pode reduzir o custo do frete em até 40%, otimizando o transporte de grãos em uma das regiões mais produtivas do país.

A expectativa é que, até 2034, o Mato Grosso atinja uma produção de 149 milhões de toneladas de grãos, tornando inviável a dependência exclusiva do transporte rodoviário. “Precisamos de um transporte de grande capacidade, e a Ferrogrão se apresenta como uma solução promissora”, destacou Elisângela.



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Tomate industrial deve recuperar 10% da produção após perdas por chuvas e pragas


Com a fase de colheita do tomate industrial praticamente concluída, a Tomate BR divulga novo balanço da safra esperada para 2024.

De acordo com a entidade, a produção do alimento deve se recuperar em 10% neste ano, retomando os patamares registrados em 2022.

Isso acontece após as adversidades climáticas vividas pelo setor no início deste ano, como chuvas intensas durante a etapa de transplante das mudas e a proliferação de pragas, acelerada pelas altas temperaturas.

Área de tomate em 2024

Com uma área cultivada de 18,7 mil hectares, a safra de 2024 pode totalizar quase 1,7 milhão de toneladas, de acordo com o levantamento realizado pela associação em outubro.

O diretor da Tomate BR, Vlamir Breternitz, já considera o período como mais um ano desafiador aos produtores, embora tenha sido um pouco melhor que 2023.

“O ano passado representou um cenário sem precedentes, por isso, quando falamos que a safra de 2024 vai se recuperar em 10%, não podemos afirmar como algo tão positivo. É na verdade um pequeno fôlego a este mercado”.

Segundo ele, assim como em outros tipos de lavoura, as mudanças climáticas se tornaram um complicador à produtividade.

“No início do ano tivemos chuvas intensas que interferiram no transplante das mudas, atrasando o cronograma e reduzindo algumas áreas. Junto a isso, a proliferação de pragas, como a mosca branca, ganhou força em virtude das altas temperaturas e algumas lavouras tiveram que ser erradicadas”, conta.

Impacto dos incêndios florestais

MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndiosMPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios
Foto: Valter Campanato

Embora os incêndios florestais não tenham afetado diretamente as áreas de cultivo do tomate industrial, Breternitz aponta uma preocupação de como essas ocorrências podem impactar a produtividade da safra prevista para 2025.

“Sem dúvida é um cenário alarmante, mas pensando no tomate industrial, o maior impacto ainda pode estar por vir. As secas e o calor já estão interferindo nas lavouras e as maiores preocupações são referentes ao armazenamento de água, à preservação da mata ciliar e ao abastecimento dos lençóis freáticos”.

De acordo com o diretor, se as chuvas não vierem em quantidade significativa nos próximos meses, o suficiente para repor os reservatórios, pode não ser possível cultivar em certas áreas e as pragas podem vir de forma ainda mais intensa do que o registrado no início deste ano.



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Chuvas no estado do Piauí: o plantio da soja já começou?



O plantio da safra da soja 2024/25 já começou em diversas áreas do sul e sudoeste do Piauí, impulsionado pelas primeiras chuvas na região, que ocorreram entre terça (15) e quarta-feira (16). As informações são da Safras & Mercado.

Embora a maioria dos produtores tenha aguardado um aumento nas precipitações antes de iniciar o plantio, a situação se mostra favorável, com chuvas previstas para continuar ao longo da semana.

O presidente da Aprosoja Piauí, Alzir Aguiar, afirmou que tudo indica que o nível de precipitação necessário está sendo alcançado, permitindo que os produtores sigam com suas atividades.

“Na região, as práticas como o plantio direto levam os produtores a adotar uma abordagem cautelosa, garantindo um plantio seguro. As chuvas tendem a se intensificar em novembro, momento em que o ritmo do plantio realmente acelera”, destaca Alzir Aguiar.

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Quais as projeções da Aprosoja-PI?

A Aprosoja Piauí projeta um crescimento na área destinada à soja entre 2% e 4% em relação aos 1,087 milhão de hectares plantados na temporada 2023/24. Na safra anterior, o rendimento médio foi de 3.848 quilos por hectare. Para este ano, embora exista a possibilidade de redução nos investimentos, as condições climáticas favoráveis podem levar a uma colheita de cerca de 3.600 quilos por hectare.

Conforme levantamento da Safras & Mercado, a área dedicada ao cultivo de soja no Piauí deve atingir 1,15 milhão de hectares, representando um aumento de 5,5% em relação aos 1,090 milhão de hectares da safra 2023/24. A produção estimada para 2024/25 é de 4,257 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 9% em relação à safra anterior, que foi de 3,904 milhões de toneladas. O rendimento médio previsto é de 3.720 quilos por hectare, superando os 3.600 quilos obtidos na temporada passada.



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Das passarelas para o agro: Gisele Bündchen investe em rancho na Flórida


A supermodelo Gisele Bündchen, mundialmente conhecida por sua carreira nas passarelas, está agora ampliando seus horizontes no setor agrícola. A top model brasileira adquiriu recentemente um rancho na Flórida, reforçando a tendência de celebridades que buscam investimentos no agronegócio e em propriedades rurais nos Estados Unidos.

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A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches, uma área conhecida por atrair investidores do agro devido à sua proximidade com centros urbanos, clima favorável e infraestrutura robusta. Além de ser um refúgio para quem busca uma vida mais próxima à natureza, a área oferece oportunidades para diversas atividades agrícolas, como cultivo e criação de animais.

A Flórida tem se destacado como um destino atrativo para investidores no setor agropecuário, especialmente devido à sua posição como maior produtora de laranjas dos Estados Unidos e segunda maior do mundo, atrás apenas de São Paulo, no Brasil. A produção de açúcar também é significativa, com o estado representando 22% da produção nacional. Outros cultivos importantes na região incluem algodão, tomate, batata e cana-de-açúcar, além da pecuária.

A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches. (Foto: Divulgação)A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches. (Foto: Divulgação)

O clima subtropical da Flórida, com mais de 300 dias de sol por ano, cria condições propícias para a agricultura. Este ambiente torna o estado uma opção para aqueles que desejam investir em um negócio rural de sucesso, como Gisele, que parece estar abraçando essa nova fase de sua vida, buscando o equilíbrio entre a vida no campo e a proximidade com centros urbanos.



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Conheça o Porteira Aberta Empreender



Organização dos serviços, controle de estoque, gestão administrativa, financeira, tributária e contábil. Esses são apenas alguns dos itens da grande lista diária de um micro ou pequeno produtor rural. Tarefa árdua para quem empreende e que, por vezes, pode não ser compreendida na sua totalidade, diminuindo a rentabilidade e gerando até mesmo mais burocracia. Para auxiliar e levar conhecimento descomplicado a micro e pequenos empreendedores brasileiros que realizam tarefas como estas, o Canal Rural, em parceria com o Sebrae, lança o projeto Porteira Aberta Empreender.

A iniciativa tem como objetivo incentivar empreendedores do campo a atuarem de  forma consciente na tomada de decisão, gerar mudanças propositivas que garantam mais organização, produtividade e rentabilidade, enquanto aprendem, se atualizam e encontram novas soluções de acordo com as necessidades diárias. Tudo isso feito por meio de histórias reais, soluções de dúvidas, dicas práticas e exemplos mostrados de produtor para produtor.  Para isso, técnicos do Sebrae e especialistas de áreas diversas estarão presentes nos canais multiplataforma compostos pela editoria Empreendedorismo, neste site, nas redes sociais, programas de Youtube e na TV.

O Porteira Aberta Empreender rodará por todas as regiões do Brasil para acompanhar os desafios e oportunidades dos micro e pequenos empreendedores rurais em todos os momentos das suas jornadas. Desta forma, além de impulsionar esses negócios e suas capacidades produtivas, indiretamente também ajuda a alavancar as economias locais e desenvolvê-las socialmente. 

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Com conteúdos inéditos, mas conectados entre si, o projeto atuará para que o micro e pequeno produtor rural entenda por completo os temas abordados, opine sobre os assuntos que quer aprender e tire suas dúvidas. Semanalmente as plataformas trarão ideias, dicas, informações e curiosidades sobre o mundo do empreendedorismo rural de forma complementar para que o tema abordado seja compreendido em sua totalidade. 

Confira:

  • Vídeos com curiosidades e dicas práticas para Tv e Redes Sociais: com linguagem fácil e informações rápidas com foco no produtor que está sempre no campo, mas não deixa de estar conectado.
  • Site do Canal Rural: a editoria Empreendedorismo será composta por análises e opiniões mais aprofundadas, além de histórias e exemplos inspiradores para trazer mais detalhes e conhecimento sobre o mundo do empreendedorismo. 
  • Programa na TV: programa com os principais temas para ajudar na gestão, organização e rentabilidade do micro e pequeno produtor. 
  • Programa no YouTube: conversas, histórias, análises e dicas mais aprofundadas sobre o mundo do empreendedorismo. 
  • Você na Porteira: o canal direto para interagir via WhatsApp, sugerir assuntos, enviar perguntas e contar sua história pelo (11) 93279-6720.

Porteira Aberta Empreender. Abra as porteiras do seu negócio e venha empreender com a gente!



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