sábado, maio 9, 2026

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Brasil leva experiências em compras públicas à Argentina durante congresso de cooperativas



Conab apresenta políticas para fortalecer agricultura familiar em evento argentino




Foto: SAM PANTHAKY/AFP/JC

A expertise brasileira em políticas públicas voltadas à agricultura familiar ganha destaque no 5º Congresso de Cooperativas Agropecuárias e Agroalimentares da Província de Buenos Aires, que será realizado entre os dias 12 e 14 de agosto, na cidade de La Plata, Argentina. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está entre as instituições convidadas para o evento, que reunirá representantes de cooperativas, universidades, órgãos públicos e organizações sociais da América Latina.

A contribuição da Companhia ocorrerá durante a Mesa de Integração Comercial Cooperativa, espaço destinado ao intercâmbio de experiências sobre políticas públicas e estratégias de fortalecimento da agricultura familiar. A apresentação abordará ações executadas no Brasil, com destaque para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que promove a inclusão produtiva de agricultores familiares por meio de compras governamentais.

“Esses espaços de diálogo internacional são estratégicos para mostrar como políticas públicas bem estruturadas podem fortalecer a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, contribuir para a segurança alimentar e nutricional da população”, destaca Kelma Cruz, superintendente de Agricultura Familiar que representará a Conab no evento. “A troca de experiências nos ajuda a aprimorar o que já fazemos e a pensar conjuntamente em soluções inovadoras para os desafios comuns do campo.”

Sob o lema “Sembrando organización, cosechando futuro” (em tradução livre para o português, “Semeando organização, colhendo o futuro”), a programação inclui debates sobre desenvolvimento territorial, balanço social cooperativo, uso de tecnologias no campo e temas estratégicos para o avanço da economia solidária e do cooperativismo. A organização é conduzida pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário da província de Buenos Aires, Instituto Provincial de Asociativismo y Cooperativismo, Prefeitura de La Plata e Universidade Nacional de La Plata.

A participação no evento reforça o papel da Conab como articuladora de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural sustentável e contribui para o fortalecimento de redes internacionais de cooperação em apoio à agricultura familiar.

 





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Agricultores iniciam distribuição de mais de 70 toneladas de alimentos pelo PAA da agricultura familiar



Nesta primeira fase, aproximadamente 13 mil pessoas serão atendidas




Foto: Divulgação

A partir desta segunda-feira (11), agricultores e agricultoras familiares catarinenses darão início ao fornecimento de parte dos mais de 70 mil quilos de alimentos que serão distribuídos em etapas, ao longo de 12 meses, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), executado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Nesta primeira fase, aproximadamente 13 mil pessoas serão atendidas nos municípios de Lages, com entrega ao Banco de Alimentos que atende cerca de 9 mil consumidores, e nas secretarias de assistência social das cidades de Campo Belo do Sul, Abdon Batista e Anita Garibaldi, com previsão de beneficiar, ao todo, quase 4,3 mil pessoas nos três municípios.

A operação conta com investimento de cerca de R$ 570 mil e envolve aproximadamente 40 agricultores familiares de Anita Garibaldi, Abdon Batista, Campo Belo do Sul, Campos Novos e Cerro Negro. Além do fornecimento, os próprios produtores farão a entrega direta às entidades beneficiárias. Entre os produtos adquiridos estão frutas, verduras, legumes, pinhão, farinha de milho, feijão (cores e preto) e bolachas.

O PAA, na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), auxilia na comercialização da produção da agricultura familiar: o governo adquire alimentos de agricultores com projetos aprovados e os próprios produtores os entregam diretamente às entidades, como escolas, bancos de alimentos e cozinhas solidárias, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

 





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Qualidade foi o foco central da Missão Compradores no Oeste Baiano


Depois de uma imersão na cotonicultura mato-grossense, a Missão Compradores, da Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa), seguiu para a Bahia, segundo maior estado produtor. No Oeste Baiano, a comitiva formada por 20  executivos de indústrias têxteis, de seis diferentes países asiáticos, aprendeu mais sobre como o Brasil realiza o controle e a classificação dos indicadores de qualidade do algodão.

“Um dos aspectos fundamentais para o comprador é a confiabilidade do produto. Por isso há tanto interesse nos parâmetros de qualidade e rastreabilidade do algodão brasileiro. A visita na Bahia deixou claro para os compradores que o sistema que adotamos é seguro e eficiente”, avaliou Gustavo Piccoli, presidente da Abrapa.

Além da fazenda e da algodoeira do grupo Sete Povos Agro, em Luís Eduardo Magalhães, a comitiva de importadores visitou o laboratório de análise de fibras da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), na mesma cidade. A unidade é a maior da América Latina, com 16 máquinas do tipo High Volume Instrument (HVI), atendendo a região do Matopiba (Maranhão, Tocantis, Piauí e Bahia).

Controle e qualidade em foco

Marcelo Duarte, diretor de Relações Internacionais da Abrapa, explica que um dos diferenciais da cotonicultura brasileira é o agrupamento de fardos conforme a ordem, a data e o local da colheita. “Essa separação por variedades é um método comum nas algodoeiras nacionais e confere mais uniformidade aos lotes”, observou. “O sistema de classificação é o mesmo em todo o Brasil, independentemente do estado. Isso dá mais confiança ao processo”, comentou.

O controle nos processos de beneficiamento e o investimento na melhoria das características intrínsecas da fibra agradaram Tahrin Aman, executivo da Aman Spinning Mills, de Bangladesh. “A evolução de cinco anos para cá no algodão brasileiro é enorme. Voltei a comprar do Brasil no ano passado e não penso em parar”, afirmou ele.

Satisfeito com o comprimento, a cor e a resistência da pluma, Aman avaliou positivamente o que encontrou durante a Missão Compradores. “Para nós, de Bangladesh, segundo maior consumidor de pluma do mundo, o Brasil é um importante fornecedor e queremos comprar mais e mais deste algodão”, enfatizou.

Shailesh Patil, trader de algodão da Cofco para a Índia, avalizou a qualidade da pluma brasileira e explicou por que agora se sente mais confiante para recomendar o produto nacional. “Fiquei impressionado com o tamanho das fazendas, com a qualidade das plantas e os níveis de produtividade. Essa experiência superou todas as ideias que eu tinha e me convenceu sobre o potencial do Brasil em produzir ainda mais”, declarou.

Estratégia de promoção internacional

A Missão Compradores é um intercâmbio realizado pela Abrapa há nove anos. Integra as ações do Cotton Brazil, programa de promoção internacional do algodão brasileiro realizado pela Abrapa. A iniciativa conta com a parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e apoio da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

Neste ano, a comitiva somou 20 executivos de fiações e indústrias têxteis de seis países: Bangladesh, China, Índia, Paquistão, Turquia e Vietnã, que, juntos, responderam por 84,9% das exportações brasileiras de algodão no ano comercial 2024/25.





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Tecnologia e rastreabilidade do algodão marcam Missão Compradores em MT


A rastreabilidade de fardos, a mecanização da colheita e a larga escala da cotonicultura brasileira chamaram a atenção da delegação da Missão Compradores na etapa por Mato Grosso. O grupo, formado por 20 representantes de fiações e indústrias têxteis asiáticas, visitou uma fazenda e uma algodoeira em Primavera do Leste, além de ter participado de um workshop técnico em Cuiabá.

O intercâmbio é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa) há nove anos. O objetivo é permitir que os principais compradores da pluma nacional possam conhecer, in loco, a realidade da cotonicultura brasileira.

“A Missão Compradores nos permite mostrar que o cultivo do algodão é feito por pessoas, por famílias guiadas por um espírito de colaboração e comprometidas com a produção responsável dessa fibra natural e renovável. Sabemos que mais importante que dizer é mostrar”, destacou o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli.

Dawid Wajs, presidente da Associação Nacional de Exportadores de algodão (Anea), lembrou que, em oito edições, a Missão Compradores recebeu 156 executivos de fiações de todo o mundo. “Neste ano, temos 18 representantes de seis dos mais importantes países no mercado têxtil mundial. Juntos, eles respondem por aproximadamente 80% da importação mundial de algodão”, informou.

De Mato Grosso para o mundo

A agenda começou por Mato Grosso, que responde por cerca de 70% da área plantada no Brasil com algodão e 10% no mundo. Entre os diferenciais do estado, estão a preservação de mais de 60% do território e a liderança na produção de outras culturas além do algodão, como soja, milho, gergelim e rebanho bovino.

Orcival Gouveia Guimarães, presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), garantiu que o aumento na produtividade e, consequentemente, na produção de pluma no estado tende a se manter nos próximos anos. “Mesmo sem abrirmos novas áreas, podemos ampliar o cultivo de algodão devido à rotação de culturas. Basta que haja demanda para isso”, afirmou.

Neste ano, Mato Grosso representou mais de 64% das exportações de algodão. Ao todo, são 137 algodoeiras distribuídas por todo o estado. Em 90% das propriedades, a cotonicultura é realizada em segunda safra com a soja.

 A fazenda visitada pela delegação foi uma exceção. A propriedade, do grupo Nativa, cultiva 70% do algodão em primeira safra, e apenas 30% na chamada ‘safrinha’. No dia da visita, 30% da área de aproximadamente 10 mil hectares havia sido colhida. “A colheita atrasou um pouco devido à chuva. Estamos prevendo mais 15 dias para finalizar os trabalhos”, disse Romeu Froelich, um dos fundadores do grupo.

Qualidade do algodão impressiona compradores

Os trabalhos em campo chamaram a atenção dos compradores. “Acompanhamos o processo de colheita de perto e vimos que é totalmente mecanizado, o que reduz qualquer chance de contaminação”, observou o executivo Md Nazmul Huq, da Far East Spinning, fiação de Bangladesh.

O grupo Nativa foi o primeiro produtor de algodão do mundo a rastrear 100% dos fardos exportados até o Vietnã, há dois anos. A algodoeira do grupo, também visitada pela delegação internacional, começou a operar em 1997 e hoje beneficia de 1300 a 1500 fardos por dia.

Devido ao sistema de rastreabilidade adotado, cada fardo é identificado eletronicamente, permitindo que o comprador saiba exatamente em que fazenda e mesmo em que talhão foi produzida a pluma. O sistema informa também os indicadores de qualidade e certificação socioambiental de cada fardo.





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Agro se prepara para adição energética com fontes renováveis, diz presidente da Abag



O 24º Congresso da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) destacou nesta segunda-feira (11), em São Paulo, o fortalecimento de parcerias através das chamadas agroalianças.

De acordo com o presidente da entidade, Caio Carvalho, o tema vem na esteira de conversas com parceiros internacionais do setor brasileiro, em que ficou definido que o agronegócio não tem condições de ficar sujeito a mudanças de governo para se desenvolver.

“Temos que trabalhar no sentido de ofertar produtos com a maior competitividade
possível, ou seja, com mais produtividade e sustentabilidade.”

A segurança alimentar e energética também foram questões discutidas no Congresso. De acordo com Carvalho, se é preciso ter mais oferta de alimentos para viabilizar a crescente demanda populacional, de outro é necessário reduzir a pegada de carbono, algo que se faz com novas tecnologias, como a inteligência artificial, que, por sua vez, também é altamente demandante de energia.

“Portanto, eu tenho um crescimento tal de energia que a palavra transição energética é muito mais hoje adição energética, mas que essa adição se faça com energia renovável. Então, essa é a dinâmica e é para isso que o agro se prepara”, finaliza o presidente da Abag.



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Presidente da CNA é homenageado pela Assembleia Legislativa de São Paulo



O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu, nesta segunda-feira (11), o Colar de Honra ao Mérito da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

A homenagem é destinada “a integrantes da sociedade que contribuíram com efetividade em suas áreas de atuação, isto é, que comprovadamente trouxeram avanços significativos para a população”.

A deputada estadual Edna Macedo, quem propôs a honraria, destacou a trajetória e protagonismo de Martins no setor agropecuário e disse que sua jornada demonstrou uma capacidade de enxergar além dos desafios imediatos, “identificando oportunidades onde outros viam apenas obstáculos”.

“Sua capacidade de ouvir, compreender e conectar-se com as pessoas, independentemente de suas origens ou posição, criou um ambiente de inclusão e respeito, onde todos se sentiram valorizados e ouvidos”.

A deputada também falou da liderança de Martins à frente da CNA para fortalecer iniciativas no estado de São Paulo, por meio do Sistema Faesp, e citou a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), do Senar, a valorização dos Sindicatos Rurais, a qualificação de mão de obra no interior do estado e a implantação dos Centros de Excelências.

“Hoje, ao celebrarmos sua vida e suas contribuições, reconhecemos que somos todos beneficiários de sua sabedoria, generosidade e visão. Portanto, em nome de todos os presentes, expressamos nossa mais profunda gratidão e apreço”, concluiu.

Em seu discurso de agradecimento, o presidente da CNA lembrou que, em menos de 50 anos, o país deixou de ser importador de alimentos e se tornou o terceiro maior produtor e o maior exportador do mundo.

“Isso foi possível graças à visão de alguns homens de ciência e de governo e, principalmente, pelo espírito empreendedor de uma geração de produtores rurais”.

“Considero essa homenagem um símbolo do encontro entre a produção e a política, que espero sirva de exemplo para todas as esferas da vida nacional”.

Ao concluir, Martins afirmou que a homenagem da Assembleia Legislativa de São Paulo tem um “significado especial porque parte da minha vida está aqui, nesse grande Estado, onde vivem meus filhos e netos”.



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Brasil se fortalece no cenário agropecuário global, diz secretário do Mapa



O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Guilherme Campos Júnior, afirmou nesta segunda-feira (11), que o Brasil se fortalece no cenário agropecuário global enquanto os Estados Unidos enfrentam uma grave crise sanitária aviária e inflação de alimentos.

Durante a abertura do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio (Abag), em São Paulo, ele citou que a influenza aviária provocou o abate de quase 180 milhões de aves no país norte-americano, afetando a oferta e pressionando preços, enquanto no Brasil o único foco registrado foi controlado no Rio Grande do Sul, com 17 mil aves abatidas.

“A inflação dos alimentos lá está no auge. Faltaram ovos nos Estados Unidos”, disse o secretário, ressaltando que “a sanidade brasileira botou o país [o Brasil] num outro patamar”. Segundo ele, esse diferencial contribui para consolidar o protagonismo internacional do agro nacional, resultado de “trabalho de gerações que vem se consolidando ao longo dos anos”.

Campos avaliou que o crescimento do Brasil incomoda concorrentes e que, quando um país alcança relevância no setor, outros buscam “armas e ferramentas” alternativas para competir, numa referência indireta às tensões comerciais.

Ele também posicionou o país como líder na transição energética, citando a trajetória iniciada com o Proálcool nos anos 1970. “O Brasil não precisa provar nada para o mundo a respeito da transição energética e da captura do crédito de carbono. O maior showroom da transição energética do mundo está aqui no Brasil”, afirmou.

Agregação de valor

O secretário destacou, ainda, o leilão internacional do programa Brazilian Greenway, que mobilizou US$ 30,2 bilhões em fundos para recuperação de terras, com potencial de aplicação mínima de US$ 1,4 bilhão. “São recursos colocados à disposição do produtor para que o agro brasileiro possa estar cada vez mais forte”, disse.

Na pauta da agregação de valor, Campos citou iniciativas em produtos como café e cana-de-açúcar, mencionando Minas Gerais como referência na cafeicultura. “Vamos agregar valor ao café. Sua majestade, o café”, declarou ao governador de Minas Romeu Zema (Novo), presente ao evento.

“O Brasil vai sair dessa situação que se encontra hoje muito maior e mais forte do que está entrando”, afirmou, atribuindo essa perspectiva à competência da cadeia do agronegócio e à integração entre diferentes esferas de governo.



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Boi na bolsa: este é o guia para pecuaristas lucrarem com o mercado futuro


Pecuaristas, garantir a margem de lucro da sua fazenda é um desafio, especialmente porque o preço de venda do boi depende das oscilações do mercado, algo que você não controla diretamente. No entanto, é possível usar estratégias para se proteger dessas variações e assegurar a rentabilidade do seu negócio. Assista ao vídeo abaixo e confira as dicas.

Max Almeida, pecuarista de Canarana, no estado de Mato Grosso, levantou dúvidas cruciais sobre como vender o boi na bolsa de valores.

A resposta veio do zootecnista Leonardo Lima, especialista em gestão de pecuária, no quadro “Giro do Boi Responde” desta segunda-feira (11). Ele explicou como o mercado futuro é a principal ferramenta para garantir sua margem de lucro.

Como vender o boi no mercado futuro?

Foto: Reprodução/Giro do Boi

Vender o boi no mercado futuro significa negociar um contrato na B3 (a bolsa de valores brasileira) para garantir um preço de comercialização, sem que você precise vender o animal físico no momento da negociação.

A transação é feita por meio de corretoras de investimento, que atuam como intermediárias.

A negociação funciona da seguinte forma: se a arroba para outubro está cotada a R$ 350 e você considera esse valor lucrativo para sua operação, você pode fechar um contrato de venda para garantir esse preço.

  • Se o preço cair: Você terá garantido os R$ 350, protegendo sua margem de possíveis prejuízos. A diferença entre o preço do contrato e o preço de mercado será depositada na sua conta pela corretora.
  • Se o preço subir: Você deixará de ganhar o valor mais alto do mercado futuro, mas compensará com o valor maior recebido no frigorífico pelo seu gado.

De qualquer forma, a negociação garante a margem que você planejou, dando previsibilidade e segurança ao seu negócio.

Corretoras e o conceito de “seguro de baixa”

Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)
Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)

Para negociar na B3, é preciso usar uma corretora de investimento. As grandes corretoras (como BTG, XP, Terra e Genial) oferecem o serviço de “mesa agro”, especializado em atender o setor do agronegócio.

A única regra é que a corretora seja qualificada e validada pela B3 para esse tipo de negociação. O ideal é procurar um assessor ou corretora de sua confiança para te auxiliar e montar a melhor estratégia para o seu perfil de risco.

O seguro de baixa é a negociação que você faz para garantir um preço mínimo para sua arroba. Existem várias ferramentas para isso, como os “hedges” e as “opções”.

É fundamental estudar o assunto e contar com a ajuda de um assessor para criar a melhor estratégia para o seu projeto e se proteger de possíveis prejuízos.



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Produtores enfrentam doenças na aveia



Clima afeta lavouras de aveia-branca no RS




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na úlitma quinta-feira (7) pela Emater/RS-Ascar, as lavouras de aveia-branca implantadas dentro da janela recomendada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) apresentam bom desempenho. No entanto, cultivos estabelecidos antes do período ideal não se recuperaram dos danos provocados pelas geadas de julho e estão sendo gradualmente substituídos por outras culturas de cobertura ou de interesse econômico.

A entidade informou que, nos dias 2 e 3 de agosto, chuvas intensas acompanhadas por ventos fortes provocaram acamamento em algumas áreas, especialmente em lavouras nos estágios de floração e enchimento de grãos. “Nessas fases, os colmos tornam-se mais suscetíveis ao tombamento devido ao maior acúmulo de biomassa e alongamento celular”, explicou a Emater/RS-Ascar. A projeção para a safra é de 401.273 hectares plantados, com produtividade estimada em 2.254 kg por hectare.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, 30% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 40% em florescimento e 30% em enchimento de grãos. A Emater/RS-Ascar destacou a “elevada pressão de doenças foliares, como manchas e ferrugem da aveia”, favorecidas pela umidade e temperatura, levando à intensificação do uso de fungicidas sistêmicos e de amplo espectro.

Em Ijuí, 73% das áreas encontram-se em desenvolvimento vegetativo, 19% em floração e 8% em formação de grãos. O escalonamento fenológico está de acordo com o calendário regional de semeadura. Houve registro de acamamento em lavouras em estágio reprodutivo, o que, segundo o levantamento, “pode comprometer a polinização e a fotossíntese, além de, em fases mais avançadas, afetar a colheita e a qualidade dos grãos”.

Na região de Santa Rosa, a maior parte das lavouras destinadas à produção de grãos já finalizou a fase de floração e se aproxima do fim do enchimento. As geadas reduziram significativamente o potencial produtivo, levando muitos agricultores a suspenderem as aplicações de fungicidas. Nesses casos, a colheita será destinada à reposição de sementes para uso próprio e à venda para alimentação animal.





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confira as cotações neste início de semana


O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando preços firmes. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo.

Isso porque os frigoríficos de menor porte ainda se deparam com escalas de abate encurtadas. “Já os maiores contam com animais de parceria, contratos a termo, e também fazem uso dos confinamentos próprios”, esclarece.

Segundo ele, sob o prisma da demanda, as exportações ainda são o principal vetor a ser considerado, com um volume expressivo de embarques registrado na primeira semana de agosto.

  • São Paulo: R$ 314,75 — na sexta: R$ 315
  • Goiás: R$ 295,89 — R$ 295,18
  • Minas Gerais: R$ 301,76 — R$ 300,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,07 — R$ 316,70
  • Mato Grosso: R$ 301,49 — R$ 301

Mercado atacadista

O mercado atacadista abre a semana com preços firmes para a carne bovina, mas a possibilidade de reajustes passa a diminuir com a proximidade da segunda quinzena do mês.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,80 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 17,00 por quilo.

Exportações de carne bovina

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Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 447,189 milhões em agosto (6 dias úteis), com média diária de US$ 74,531 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chega a 80,470 mil toneladas, com média diária de 13,411 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.557,20.

Em relação a agosto de 2024, há alta de 70% no valor médio diário da exportação, ganho de 35,7% na quantidade média diária exportada e valorização de 25,3% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,4430 para venda e a R$ 5,4410 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4338 e a máxima de R$ 5,4600.



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