sexta-feira, maio 8, 2026

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Safras argentinas: milho perto da conclusão


A Argentina finalizou a colheita de sorgo granífero da safra 2024/25, com produção total estimada em 3,1 milhões de toneladas. Segundo dados da Bolsa de Cereales de Buenos Aires, o rendimento médio alcançou 35,1 qq/ha, ligeiramente abaixo da média das últimas cinco safras, mas ainda assim 100 mil toneladas acima do volume registrado na campanha anterior. As regiões Núcleo e Centro-Norte de Córdoba se destacaram com os melhores resultados, apresentando 57 qq/ha e 52,8 qq/ha, respectivamente, enquanto áreas do NEA e Centro-Norte de Santa Fe sofreram com estresse hídrico, registrando 26,5 qq/ha e 32,4 qq/ha.

O plantio de girassol para a campanha 2025/26 já cobre 12,8% da área projetada, impulsionado pela boa umidade do solo, mesmo sem chuvas recentes, especialmente nas zonas primícias, que avançam acima da média histórica. Quanto ao trigo, o clima favoreceu a recuperação de áreas afetadas por excesso de água, embora ainda haja registros de alagamentos. No norte do país, cerca de metade da área implantada já se encontra em estágios avançados de desenvolvimento, mas novas chuvas seriam ideais para manter o potencial de rendimento.

A colheita do milho destinado a grão avançou para 94,6% do total estimado, com rendimento médio de 72,1 qq/ha. Os melhores resultados foram observados no Centro-Norte de Córdoba (80,4 qq/ha), na província de Entre Ríos (69,4 qq/ha) e na zona Núcleo Norte (93,9 qq/ha). Nas regiões mais atrasadas, no centro e sul de Buenos Aires, a colheita cobre 83,9% da área, com rendimento médio de 69,4 qq/ha. A previsão de produção para a safra 2024/25 se mantém em 49 milhões de toneladas.

Enquanto isso, os primeiros levantamentos para a safra 2025/26 começam em algumas áreas do centro de Santa Fé e Entre Ríos, com condições favoráveis de temperatura do solo e disponibilidade hídrica permitindo o início do plantio. O cenário reforça a importância de monitorar a evolução climática para garantir produtividade e eficiência nas próximas safras.

 





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mercado fecha semana com alta em São Paulo



Preços do boi gordo variam conforme a região




Foto: Canva

De acordo com análise divulgada na sexta-feira (15) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo registrou alta de R$ 2,00 por arroba para as fêmeas e para o “boi China” em São Paulo, enquanto o preço do boi gordo permaneceu estável. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a sete dias.

No Acre, as cotações se mantiveram inalteradas em relação ao dia anterior, sem referência para o “boi China”.

Na região Oeste do Maranhão, houve elevação de R$ 2,00 por arroba para o boi gordo e para a novilha, enquanto o preço da vaca não apresentou variação. As escalas de abate também estavam, em média, em sete dias.

Em Alagoas, o cenário foi de estabilidade para o boi gordo e a vaca, com queda de R$ 5,00 por arroba na cotação da novilha. Não houve referência para o “boi China” na região.

No Rio de Janeiro, o preço da novilha subiu R$ 2,00 por arroba, enquanto o boi gordo e a vaca não tiveram alterações de cotação.





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Chuva em várias regiões e elevação das temperaturas; veja a previsão tempo para hoje



O tempo firme predomina no Sul neste domingo (17), porém, as temperaturas continuam amenas. O sol aparece entre nuvens, e apenas em áreas do litoral gaúcho, catarinense e paranaense há chance de pancadas isoladas. No interior, segue sem chuva e com sensação de frio no sul, enquanto norte e noroeste do Paraná  voltam a ter sensação de calor e umidade mais baixa à tarde.

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No Sudeste, a infiltração marítima ainda provoca chuva isolada no litoral do RJ, ES e SP. Nas demais áreas, o tempo firme prevalece. A tarde segue amena nas faixas litorâneas e no sul de Minas, enquanto no interior de SP e MG o calor e o ar seco dominam o cenário.

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Enquanto no Centro- Oeste o tempo firme se mantém. A tarde será bastante quente, com máximas na casa dos 40 °C em cidades como Cuiabá. Apenas áreas próximas à divisa de MT com o AM podem ter pancadas fracas. A umidade segue baixa em todo a região

Já no Nordeste, pancadas de chuva continuam entre o litoral da BA, PE, RN, CE e MA — com destaque para chuva pontualmente forte entre litoral baiano e cearense. No interior nordestino, o tempo firme predomina, com calor intenso e baixa umidade ao longo da tarde.

E no Norte, as instabilidades ganham força novamente entre o AM, PA, RR e AP, com pancadas entre fraca e moderada intensidade e risco de temporais localizados à tarde. Já no AC, RO e TO, o tempo firme persiste, com destaque para o calor intenso e umidade em níveis críticos.



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Clima favorece produção de erva-mate


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (14) aponta variações na produção, comercialização e condições climáticas da cultura da erva-mate no Rio Grande do Sul.

Na região de Erechim, onde a lavoura ocupa 6.850 hectares, o preço pago pela arroba ficou em R$ 17,00 na indústria, valor considerado abaixo do esperado pelos produtores. No dia 21 de setembro, o município participará do Concurso Árvores Gigantes de Erva-Mate com quatro exemplares.

Em Frederico Westphalen, novos ervais estão sendo implantados em sistemas agroflorestais adensados e também de cultivo isolado. “As condições climáticas colaboraram com a pega das mudas e a produção de folhas”, informou a Emater. Os preços variaram entre R$ 16,00 e R$ 20,00/arroba, tanto para chimarrão quanto para tererê, destinados à indústria e à exportação. Na região das Missões, produtores legalizados relataram concorrência desleal de ervateiras clandestinas que vendem diretamente ao consumidor final.

Em Lajeado, a cultura está em período de hibernação. Agricultores realizam plantio e replantio, mas sem previsão de aumento da área cultivada. A arroba da erva-mate convencional foi negociada entre R$ 15,00 e R$ 18,50; a nativa, a R$ 20,00; a nativa sombreada, a R$ 21,00; e a orgânica, a R$ 22,00. A produção teve alta de aproximadamente 20%, enquanto a procura caiu 5%, pressionando os preços. O excedente de contratos com a indústria foi comercializado a R$ 12,00/arroba. Em Putinga, houve queda de folhas devido ao período prolongado de nebulosidade e umidade. No polo Alto Taquari, que soma cerca de 20 mil hectares, avança o processo para obter a indicação geográfica da produção, com análises químicas já concluídas.

Em Passo Fundo, mudas em fase de rustificação são vendidas de R$ 1,10 a R$ 1,80/unidade. Em Machadinho, a erva-mate comum foi comercializada a R$ 17,50/arroba, e a cultivar Cambona 4, a R$ 20,00. O mesmo valor foi pago pela erva-mate processada pelo sistema barbaquá, tanto no município quanto em Mato Castelhano.

Na região de Soledade, continuam os plantios e replantios. A produtividade é considerada satisfatória, mas a demanda segue abaixo do esperado. O preço ao produtor variou entre R$ 14,00 e R$ 18,00/arroba.





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Tarifaço dos EUA reduz competitividade do arroz brasileiro em mercado…


A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) reforça sua preocupação com os efeitos do decreto do governo dos Estados Unidos que impõe uma tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil, incluindo o arroz beneficiado. A medida, que atinge a cadeia orizícola brasileira, passou a vigorar nesta quarta-feira (6).

Os Estados Unidos são hoje um dos mercados mais importantes para o arroz brasileiro, respondendo por 13% do valor exportado de arroz branco no ano passado, variedade de mais alta qualidade e maior valor agregado. De 2021 a 2024, as exportações para o país aumentaram mais de 50%, considerando somente o grão beneficiado.

Trata-se de uma parceria construída ao longo de anos de investimento e promoção, responsáveis por tornar a qualidade do nosso arroz amplamente reconhecida e com remuneração compatível com seu valor agregado. A aceitação do produto brasileiro pelo consumidor norte-americano indica potencial de absorção de volumes ainda maiores, com ampliação dos negócios entre os países.

Essa relação, contudo, apresenta assimetrias importantes: enquanto os Estados Unidos encontram facilidade para substituir o grão brasileiro, o Brasil mantém nesse mercado um canal estratégico para escoamento de cerca de 10% do volume total beneficiado – percentual relevante para a sustentabilidade da atividade, considerando o quadro de oferta e demanda ajustado no país.

A imposição de um aumento tarifário tão expressivo elimina, na prática, a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano, culminando em perdas estimadas de até US$ 25 milhões por ano para a indústria arrozeira nacional. E o cenário é preocupante em longo prazo, uma vez que excedentes de arroz no mercado interno tendem a gerar desequilíbrio de preços, comprometendo a viabilidade econômica do segmento.

Diante dos riscos impostos ao setor, a Abiarroz reafirma a necessidade de avanço nas negociações por parte do governo brasileiro, com postura diligente e altiva, mas também cautelosa, considerando a vulnerabilidade de setores como o arrozeiro. A entidade seguirá trabalhando pela manutenção do arroz brasileiro em mercados estratégicos e pela competitividade e sustentabilidade da cadeia orizícola nacional.

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Minas Gerais libera inscrições para Programa Garantia-Safra



Programa pagará R$ 1,2 mil por família




Foto: Divulgação

Agricultores familiares de Minas Gerais podem se inscrever no Programa Garantia-Safra para o período 2025/2026, informou a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A política pública garante apoio financeiro de R$ 1,2 mil por família a produtores que registrarem perdas superiores a 50% na produção, causadas por seca ou excesso de chuvas.

Para participar, é necessário ter Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo, renda mensal de até um salário mínimo e meio — excluindo a aposentadoria rural — e cultivar entre 0,6 e cinco hectares de feijão, milho, arroz, algodão ou mandioca. A propriedade também deve estar localizada em municípios da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

As inscrições devem ser feitas presencialmente nos escritórios da Emater-MG de cada município até 21 de outubro. Após o cadastro, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) fará a avaliação e homologação dos nomes. Somente após a homologação será permitido o pagamento do boleto de adesão, no valor de R$ 24.

“O Garantia-Safra fortalece a agricultura familiar, assegura a renda no campo e protege produtores das regiões mais vulneráveis aos efeitos climáticos”, destacou a Secretaria.

O fundo do programa é formado por contribuições dos agricultores familiares, municípios, estados e União, calculadas sobre o valor do benefício. O agricultor paga R$ 24, o município R$ 72, o estado R$ 144 e a União R$ 480 por beneficiário. O repasse federal depende da adimplência dos demais participantes. Na safra 2024/2025, o Governo de Minas destinou R$ 5,9 milhões para atender os produtores inscritos.





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Produtores de citros adiam colheita à espera de preços melhores



Preço da laranja e da bergamota recua no interior do RS




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (14) pela Emater/RS-Ascar, a colheita de citros na região de Frederico Westphalen segue com as variedades de ciclo médio e tardio, enquanto as precoces estão na fase final. Segundo o levantamento, “as condições fitossanitárias estão adequadas”.

No caso das variedades tardias, a redução nas exportações e a baixa qualidade do suco têm impactado o valor pago pela indústria, que varia entre R$ 550,00 e R$ 650,00 por tonelada. Em função disso, muitos produtores estão restringindo a colheita, aguardando melhora nos preços. A venda de frutas in natura também registra baixo volume.

Na região de Caxias do Sul, citricultores de Cotiporã e Veranópolis relataram devolução de frutas nos mercados devido à dificuldade de comercialização das variedades Murcott e Dekopon. Em contrapartida, a bergamota Montenegrina, que apresenta boa qualidade, é vendida a R$ 40,00 a caixa de 20 quilos, com alta procura.

Em áreas próximas ao Vale do Rio das Antas, onde as temperaturas são mais elevadas, pomares de laranja e de bergamota do cedo já iniciam a emissão de brotações e botões florais, sinalizando o início do ciclo produtivo da próxima safra.





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Produção de arroz deve atingir o maior volume em oito safras



Região Sul apresenta alta produtividade, apesar de chuvas




Foto: Divulgação

Segundo levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de arroz no Brasil nesta safra deve ultrapassar 12,3 milhões de toneladas, registrando o maior volume das últimas oito safras.

A Conab informou que “boas condições climáticas dentro do ciclo produtivo favoreceram a obtenção de altas produtividades, assim como a maioria da semeadura dentro da janela ideal de plantio, além da melhoria do potencial produtivo das lavouras, até mesmo com o uso de pacote tecnológico empregado”.

A companhia destacou ainda que o aumento da área cultivada, incentivado pelas cotações do produto no momento do plantio e pelo fomento à produção, contribuiu para o crescimento da safra. O arroz irrigado ocupa atualmente 1.353,1 mil hectares, um incremento de 5,6% em relação à safra anterior, enquanto o arroz de sequeiro teve acréscimo de 21,5%, totalizando 394,6 mil hectares.

Na Região Sul, a Conab observou que períodos de sol intenso favoreceram a evolução vegetativa das lavouras, apesar da grande amplitude térmica e das chuvas irregulares, que afetaram parcialmente a qualidade de algumas áreas. No Centro-Oeste, deficiências hídricas pontuais no final do verão prejudicaram lavouras menos tecnificadas, e precipitações posteriores reduziram parcialmente a qualidade de plantios tardios.





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Arroba do boi aumentou na 1ª quinzena de agosto; e agora, o que esperar?


O mercado brasileiro de boi gordo se deparou com a manutenção do padrão de negociações em grande parte do país durante a semana.

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, os frigoríficos conseguiram realizar boas compras para o avanço das escalas de abate nos atuais patamares de preços, que se mostraram maiores frente à semana passada.

“No entanto, ao que tudo indica, um perfil mais lateralizado de preços deve ser evidenciado no restante do mês nos principais estados produtores, ou seja, sem apelos para alta ou baixa em relação aos atuais patamares”, diz.

O analista avalia que as exportações de carne bovina do Brasil seguem contundentes e com espaço para a obtenção de mais um recorde em 2025, em volume e, principalmente, em receita.

Variação de preços da arroba do boi

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 14 de agosto em comparação ao dia 8:

  • São Paulo (Capital): R$ 315, alta de 1,61% frente aos R$ 310
  • Goiás (Goiânia): R$ 305, avanço de 3,39% perante os R$ 295
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 300, valor inalterado
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 320, valorização de 1,59% frente aos R$ 315
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 310, alta de 3,33% frente aos R$ 300
  • Rondônia (Vilhena): R$ 275, avanço de 1,85% frente aos R$ 270

Mercado atacadista

O mercado atacadista voltou a apresentar firmeza em seus preços no decorrer da semana. Contudo, para Iglesias, a perspectiva é de um menor espaço para reajustes na segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Ele volta a frisar que a maior competitividade das proteínas concorrentes, com ênfase para a carne de frango, ainda é uma variável determinante a ser considerada no curto prazo.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 23,30 o quilo, aumento de 1,30% frente aos R$ 23 praticado na semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 18 o
quilo, avanço de 1,12% ante os R$ 17,80 registrados no período anterior.

Exportações de carne bovina

carne bovina exportações Chinacarne bovina exportações China
Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 447,189 milhões em agosto (6 dias úteis), com média diária de US$ 74,531 milhões, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chega a 80,470 mil toneladas, com média diária de 13,411 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.557,20.

Em relação ao mesmo período de agosto de 2024, há alta de 70% no valor médio diário da exportação, ganho de 35,7% na quantidade média diária embarcada e valorização de 25,3% no preço médio.



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Ciclone provoca temporais e ventos de até 100 km nos próximos dias



O aprofundamento de um sistema de baixa pressão atmosférica na altura do Paraguai no decorrer da próxima segunda-feira (18), começa aumentar a condição de vento sobre áreas do centro-sul do Brasil no início da próxima semana.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Na terça-feira (19), teremos a formação de um ciclone extratropical e de uma frente fria, o que potencializa o risco para fortes rajadas de vento, principalmente no Rio Grande do Sul, no centro-oeste e sul de Santa Catarina, oeste e sudoeste do Paraná e nas cidades do sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul, com alerta para rajadas variando de 80 até 100 km/h em algumas localidades.

O risco é muito alto para problemas relacionados a ventania como queda de estruturas, principalmente as mais fragilizadas, destelhamentos, queda de árvores e interrupção da distribuição de energia elétrica.

Durante o processo de formação da frente fria, a condição de chuva aumenta e as linhasde instabilidades que se formam pelo processo de frontogênese, podem provocar temporais com granizo, sobretudo no estado do Rio Grande do Sul. A chuva pode cair forte, e com risco para temporais com raios e fortes rajadas de vento, também em Santa Catarina e no sudoeste, oeste e sul do Paraná, além das cidades do extremo sul de Mato Grosso do Sul, que ficam em alerta.

O risco para alagamentos e transtornos aumenta em decorrência do volume pontual mais elevado e a forte ventania pode provocar agitação no litoral da região Sul.

O contraste entre a massa de ar frio e a barreira criada pelo bloqueio atmosférico no interior do país, gera a condição também para algumas rajadas fortes no norte do Paraná, interior e oeste de SP, no norte de Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso na terça-feira (19) com rajadas de 60 até 80 km/h.

Na quarta (20), o ciclone de afasta mais para alto mar, porém, ainda teremos bastante vento presente com rajadas fortes no Sul, ainda podendo alcançar os 80 km/h, especialmente no Rio Grande do Sul.



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