terça-feira, abril 7, 2026

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Mato Grosso do Sul se destaca como polo florestal do Brasil; entenda



O estado de Mato Grosso do Sul consolidou-se como um dos maiores polos florestais do Brasil, com um crescimento significativo impulsionado pelos sistemas integrados de produção, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Segundo a Indústria Brasileira de Árvores, em apenas uma década, a área de florestas plantadas no estado aumentou 88%.

Em 2014, Mato Grosso do Sul registrava 833 mil hectares de florestas plantadas; no ano passado, esse número ultrapassou 1,5 milhão de hectares. Em 2024, a área cresceu 15% no estado.

Destes, 99,5% correspondem ao eucalipto, destinado à indústria de celulose. Mato Grosso do Sul ocupa a vice-liderança no ranking nacional de árvores plantadas, atrás apenas de Minas Gerais, e busca ser o primeiro estado Carbono Neutro do Brasil até 2030.

Crescimento sem impacto na pecuária

A expansão florestal do estado é acompanhada por um aumento na capacidade de integrar diferentes atividades. No que se refere aos sistemas integrados de produção, como a ILP e a ILPF, Mato Grosso do Sul é o líder nacional, com mais de três milhões de hectares nessas modalidades.

O crescimento da área de florestas plantadas não prejudicou a pecuária. Em 20 anos, o estado reduziu suas áreas de pastagens em mais de 15%, muitas delas convertidas para o cultivo de eucalipto, sem impactar a produção de carne, que aumentou em quase 10% no mesmo período.

Essa situação demonstra que a intensificação e o uso inteligente da terra, por meio da integração, permitem ao pecuarista ceder áreas para outras culturas e ainda assim aumentar sua produção. O estado, portanto, se destaca na implementação de práticas sustentáveis que favorecem tanto a agricultura quanto a pecuária.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Operação apreende quase 7 mil m³ de madeira ilegal no Pará



O Ibama, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Força Nacional, iniciou neste mês nova fase da Operação Maravalha, no município de Rurópolis (PA).

A ação tem como objetivo combater o desmatamento e o comércio ilegal de madeira visto que a região contém dezenas de serrarias suspeitas de receber matéria-prima procedente de terras indígenas e unidades de conservação federais.

Em uma semana de operação, os agentes flagraram diversas indústrias madeireiras em situação irregular, sem licença ambiental e com estoques de madeira sem origem legal comprovada.

A ação também identificou pontos clandestinos de armazenamento de toras, sem qualquer identificação, utilizados para ocultar grandes quantidades de madeira ilegal.

Ação bem-sucedida

Até o momento, as equipes identificaram dois locais de ocultação, contendo cerca de 630 toras, o que corresponde a aproximadamente 1.825 m³ de madeira, material que está sendo inutilizado, conforme prevê a legislação ambiental.

Além disso, os agentes identificaram sete serrarias operando ilegalmente, o que resultou na apreensão de aproximadamente 4.300 m³ de toras e 823 m³ de madeira serrada.

O Ibama aplicou diversas multas até o momento, relacionadas a infrações ambientais como funcionamento sem licença, depósito de madeira ilegal e prestação de informações falsas.

A gerente regional do ICMBio na Amazônia, Carla Lessa, afirma que a fiscalização de irregularidades nas unidades de conservação do Pará permanecerá ocorrendo de forma ininterrupta.

“Há previsão legal tanto para o exercício de quaisquer atividades econômicas quanto para os usos permitidos em nossas reservas extrativistas e florestas nacionais, que prezam por modalidades sustentáveis. A prática ilegal e degradadora do meio ambiente, seja na extração da madeira ou na mineração, será efetivamente combatida”, ressalta.

O coordenador da operação, Luciano Silva, comentou que o apoio das demais instituições foi fundamental para o êxito da operação. O ICMBio disponibilizou a infraestrutura e apoio operacional, enquanto a Força Nacional assegurou a integridade dos agentes.

Parte da madeira apreendida está sendo destinada a órgãos da administração pública, conforme os procedimentos legais de destinação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Feijão enfrenta desafios de qualidade e apresentação



Outro ponto de atenção destacado é a baixa umidade dos grãos


Outro ponto de atenção destacado é a baixa umidade dos grãos
Outro ponto de atenção destacado é a baixa umidade dos grãos – Foto: Pixabay

A safra de feijão deste ano tem enfrentado dificuldades significativas, principalmente em relação à qualidade dos grãos. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), um comprador relatou que grande parte do produto disponível apresenta defeitos como grão miúdo, presença de palha e cisco, exigindo muitas vezes a passagem pela máquina para tentar corrigir ou ao menos reduzir esses problemas.

Apesar desses desafios, parte do feijão é empacotada mesmo com essas condições, buscando atender à realidade do varejo, que precisa de preços competitivos para atrair consumidores. Outro ponto de atenção destacado é a baixa umidade dos grãos, que compromete a uniformidade do enchimento dos pacotes e prejudica a apresentação visual do produto nas prateleiras.

Em termos de preços, é possível afirmar que o Feijão-carioca nota 8,5, com peneira acima de 90/12 e umidade em torno de 11%, tem sido negociado entre R$ 240 e R$ 250, embora negócios ocorram também abaixo dessa faixa. Lotes de qualidade inferior, com peneira menor e baixa umidade, variam de R$ 180 a R$ 210, dependendo da quebra de fundo e das condições do grão.

Apesar das dificuldades, segundo o Instituto, o comprador acredita que o momento é sazonal e que o mercado deve se normalizar nos próximos meses. No entanto, ele alerta que muitos produtores podem reavaliar seus plantios devido ao impacto das pragas e à frustração com os resultados desta safra. Ainda assim, a confiança na recuperação do mercado permanece, com base no histórico da cadeia produtiva. As informações foram divulgadas no encerramento da semana.

 





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Chuvas benéficas e acima de 50 mm devem chegar em breve; veja quando e onde



A previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja do país indica uma mudança importante no padrão de chuvas nos próximos dias. O solo começa a apresentar melhora na umidade em áreas do norte de Mato Grosso do Sul e do sul de Mato Grosso, mas ainda há necessidade de volumes mais expressivos em Goiás, Minas Gerais e no interior do Matopiba, onde o avanço do plantio segue limitado pela falta de precipitação.

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Uma frente fria continua avançando pelo país, levando chuva para o Tocantins e o interior do Matopiba, especialmente para o oeste da Bahia, com acumulados entre 30 e 40 milímetros nos próximos cinco dias. No Centro-Sul, o ar mais seco favorece o andamento dos trabalhos de campo, já que não há previsão de chuva.

Nova Mutum (MT)

Em Nova Mutum (MT), o tempo deve permanecer firme até o dia 26 ou 27 de outubro, com o retorno das chuvas previsto para o início de novembro. A primeira quinzena do mês deve registrar mais de 100 milímetros, garantindo boas condições para o desenvolvimento das lavouras.

Nova frente fria à vista

Na próxima semana, uma nova frente fria deve avançar sobre o Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com acumulados que podem ultrapassar 80 milímetros em cinco dias, especialmente no Paraná.

A precipitação também alcança o sul de Goiás e o oeste de Mato Grosso, porém com volumes mais modestos, entre 10 e 15 milímetros, o que ainda gera preocupação entre produtores devido à má distribuição das chuvas.

Alta Floresta (MT)

No norte de Mato Grosso, em municípios como Alta Floresta, a previsão indica mais 15 a 20 milímetros de chuva até quarta-feira (22), seguida por um período de tempo firme entre os dias 23 e 28. Na virada do mês, o cenário muda: estão previstos acumulados superiores a 200 milímetros, o que deve normalizar a umidade do solo e garantir o avanço do plantio.

Fim de outubro

A expectativa é que as precipitações mais volumosas retornem a partir do fim de outubro, ultrapassando 50 mm. Isso proporcionará melhores condições aos produtores de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e do interior do Matopiba.

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Chuvas irregulares preocupam sojicultor; USDA aponta lavouras em boas condições nos EUA



O plantio da safra 25/26 de soja no Brasil avançou nos últimos dias, porém, em ritmo lento. Segundo a plataforma Grão Direto, os trabalhos seguem abaixo da média histórica dos últimos cinco anos. Em Mato Grosso, por exemplo, a escassez de chuvas retardou o início das atividades, enquanto no Rio Grande do Sul o excesso de umidade atrasou o plantio em algumas áreas.

Em relação à semeadura, nos estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo, o cultivo ocorre principalmente em áreas irrigadas, garantindo melhores condições para o desenvolvimento das lavouras. No Norte e Nordeste, o retorno das chuvas, especialmente em Tocantins e Pará, tem acelerado o plantio ao melhorar a umidade do solo.

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Além dos trabalhos em campo, o mercado foca o olhar, também, para o ‘tarifaço’, já que Brasil e Estados se reuniram para discutir sobre o tema. Até o momento, nenhuma atualização foi divulgada.

Shutdown

Por falar em Estados Unidos, o shutdown do país se estendeu ao longo da semana, interrompendo a divulgação de dados essenciais sobre as safras e trazendo cautela e incertezas ao mercado internacional.

Em Chicago, os contratos de soja apresentaram comportamentos distintos. O vencimento para agosto de 2025 encerrou a semana cotado a US$ 10,21 por bushel, registrando alta de 1,39%, enquanto o contrato para março de 2026 recuou 1,33%, fechando a US$ 10,38 por bushel. O dólar também teve queda de 1,64%, terminando a semana a R$ 5,41.

No mercado físico brasileiro, a tendência foi de valorização, sustentada principalmente pelos prêmios portuários ainda em patamares elevados, refletindo a firme demanda externa pela soja nacional.

O que esperar do mercado?

As projeções climáticas para os próximos dias indicam continuidade de um padrão irregular de chuvas no Brasil. Parte do Centro-Oeste e do Sul deve receber novas precipitações, beneficiando o plantio e o desenvolvimento inicial das lavouras.

Por outro lado, Norte, Nordeste e áreas do Sudeste ainda podem registrar volumes abaixo da média, com destaque para o leste de Mato Grosso, onde a umidade permanece insuficiente para o avanço das semeaduras.

Cenário internacional

O cenário internacional apresenta oportunidades para o Brasil. Na China, as margens de esmagamento de soja seguem positivas e as indústrias operam com alta ocupação. Os estoques atingiram níveis recordes devido ao forte volume de soja exportado pelo país em curto período, superando a capacidade de processamento e logística dos portos chineses.

Embora esse desequilíbrio seja temporário, as projeções para 2025 indicam estoques médios mais baixos, o que pode levar à ampliação das importações chinesas e beneficiar os preços internos, contratos futuros e prêmios de exportação brasileiros. No entanto, essa tendência depende da manutenção da ausência dos Estados Unidos no mercado chinês, já que um eventual acordo comercial poderia reverter a situação e pressionar os prêmios.

Soja nos EUA

Nos Estados Unidos, as condições das lavouras de soja permanecem atrativas. Segundo o USDA, 62% das áreas estão classificadas como boas ou excelentes, indicando bom potencial produtivo. A colheita avança rapidamente, podendo atingir cerca de 30% da área projetada, acelerando em relação aos 9% da semana anterior. O clima seco e quente previsto para os próximos dias deve facilitar o trabalho das máquinas e ampliar a oferta inicial.

Com a evolução da semeadura no Brasil e a continuidade da colheita nos Estados Unidos, a expectativa é que os preços da soja permaneçam pressionados, especialmente se a demanda externa não se intensificar. Nos próximos dias, a atenção do mercado estará voltada à evolução climática nas regiões produtoras, que pode influenciar diretamente as cotações e estratégias comerciais.



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Fintech do agro alcança R$ 600 mi em carteira e foca em indústrias de insumo



A Agrolend, fintech especializada em crédito digital para o agronegócio, alcançou em 2025 uma carteira de crédito de R$ 600 milhões e ampliou sua atuação para atender também grandes indústrias de insumos agrícolas, além de produtores e revendas. O anúncio foi feito, na sexta-feira (17) pelo diretor financeiro e cofundador Alan Glezer, durante o Agrolend Day, em São Paulo. “Esse é um passo enorme desde o nosso início, em dezembro de 2020. Nossa originação mensal está em torno de R$ 100 milhões, mantendo disciplina de risco e velocidade de resposta ao cliente”, afirmou.

Segundo ele, a Agrolend tem ocupado um espaço que antes era dominado pelos grandes bancos, que hoje mostram menor apetite por crédito ao agro.

A fintech, fundada pelos irmãos Alan e André Glezer, vem diversificando suas fontes de financiamento por meio de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), que já somam cerca de R$ 500 milhões captados em plataformas como XP, BTG, Nubank, Itaú e Mercado Livre, com participação de quase 20 mil investidores pessoas físicas. “Isso é confiança de quem coloca o capital onde enxerga valor, governança e propósito”, disse.

Glezer afirmou que a empresa nasceu com foco em produtores de médio porte e revendas de insumos, mas agora passa a desenhar estruturas de crédito sob medida para indústrias. “Estamos oferecendo soluções mais sofisticadas, ágeis e integradas à realidade da cadeia de suprimento. São financiamentos com prazos alinhados à safra, processos enxutos e integração de dados em tempo real”, afirmou.

Entre os novos produtos estão antecipação de recebíveis, CPR financeira com repasse direto ao fornecedor e CPR financeira com recebíveis em garantia. “Essa evolução não substitui o que já fazemos bem. Ela soma, amplia o alcance da Agrolend e nos posiciona como parceiro estratégico para quem quer vender mais, receber melhor e financiar com segurança”, disse o executivo.

Glezer destacou que a expansão ocorre em um momento de escassez de crédito no agronegócio, cenário que tende a continuar. “Há produção, há demanda por insumos, e há necessidade de mecanismos financeiros eficientes para girar estoques, apoiar vendas e dar suporte ao produtor. É aí que a Agrolend cria valor, conectando capital à necessidade real, com agilidade e precificação adequada ao risco”, afirmou.

O executivo também observou que o processo de consolidação entre revendas perdeu força e que as multinacionais estão mais cautelosas na concessão de crédito no Brasil. “As empresas buscam alternativas locais que preservem capital de giro e deem previsibilidade à cadeia. Isso abre espaço para estruturas que integrem indústria, distribuição e produtor com governança e dados de ponta a ponta”, avaliou.



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Exportações de carne bovina mantêm ritmo acelerado e crescem 26% em outubro



As exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo forte em outubro e já somam 201,3 mil toneladas embarcadas nos primeiros 13 dias úteis do mês, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume representa uma média diária de 15,4 mil toneladas, com receita de US$ 1,108 bilhão e valor médio de US$ 5.506 por tonelada.

Em relação a outubro de 2024, houve alta de 48,9% no valor médio diário exportado, ganho de 26,1% na quantidade embarcada e avanço de 18,1% no preço médio. O desempenho reforça a boa fase do setor, que vem de recorde histórico em setembro, quando o Brasil exportou 373,8 mil toneladas e faturou US$ 1,92 bilhão, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Mesmo com as sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o setor manteve resultados positivos, impulsionado pela forte demanda da China, que respondeu por 47,2% das exportações até setembro, e pela União Europeia, que vem ampliando as compras, especialmente de países como Itália, Países Baixos e Espanha.

De janeiro a setembro, o Brasil já faturou US$ 12,76 bilhões, com 2,34 milhões de toneladas exportadas, ambos recordes para o período. Além da China, Estados Unidos, México, Chile e Rússia completam o grupo dos principais importadores da carne bovina brasileira em 2025.



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Índia abre mercado para derivados de ossos bovinos, chifres e cascos do Brasil



O Brasil poderá exportar derivados de ossos bovinos, além de chifres e cascos para a Índia, informou o Ministério da Agricultura, em nota. A abertura de mercado foi anunciada durante a missão oficial do governo brasileiro à Índia, liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, na sexta-feira (17).

Os certificados com aval à entrada de produtos de origem animal brasileiros no mercado indiano foram entregues em reunião bilateral da secretária-adjunta de Pecuária e Lácteos da Índia, Varsha Joshi, com o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Marcel Moreira, segundo a pasta.

“Essas aberturas demonstram que o Brasil tem capacidade de aproveitar integralmente o potencial dos nossos rebanhos, agregando valor a cada parte dos animais. A exportação desses produtos contribui diretamente para a competitividade das cadeias pecuárias brasileiras”, afirmou Moreira.

Segundo o secretário, os produtos são utilizados em diferentes segmentos da indústria de alimentos, química e farmacêutica, como, por exemplo na produção de gelatinas e “pet food”.

No encontro, as pastas também discutiram avanços nas negociações para exportação de outros produtos de alimentação animal do Brasil, material genético avícola e itens da reciclagem animal.

Em outra reunião, entre a comitiva do ministério com o secretário-adjunto de Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores da Índia, Ajeet Kumar Sahu, o governo indiano demonstrou interesse em buscar a equivalência de padrões para análises de risco de pragas, para acelerar os processos e avançar nos fluxos de comércio.

Do lado brasileiro, há interesse na exportação de pulses e de erva-mate.

“Existe um enorme potencial para ampliar o acesso dos produtos do agronegócio brasileiro na Índia. O aumento da renda e do consumo no país tem impulsionado a demanda por pulses, proteínas e frutas, segmentos em que o Brasil pode ser um parceiro estratégico. A missão tem o objetivo de fortalecer a aproximação e cooperação e avançar nas avaliações técnicas para aberturas de mercado”, acrescentou Moreira.

A implementação do Memorando de Entendimento (MoU) entre a Embrapa e o Conselho Indiano de Pesquisa Agrícola (Icar), assinado em julho, voltado à cooperação em pesquisa agropecuária também foi tratada na reunião.



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Pará reduz desmatamento em 47% e atinge menor nível em oito anos



Em setembro de 2025 o Pará registrou o menor valor de áreas com alertas de desmatamento para o mês em oito anos, totalizando 107 km².

O dado representa uma redução de 47% em relação ao ano anterior (202 km²) e consolida uma queda de 80% em relação ao mesmo período em 2023, maior pico da série analisada, segundo os dados provenientes do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter/Inpe).

A avaliação técnica confirma a redução contínua entre 2023 e 2025. O resultado demonstra o impacto direto das ações integradas de fiscalização, monitoramento e gestão ambiental conduzidas pelo governo do Pará.

Nos municípios prioritários para ações de prevenção e controle, a redução foi ainda mais expressiva: queda de 56% entre 2024 e 2025, passando de 118,96 km² para 52,16 km².
Os principais números de redução foram observados em Altamira (-90%), Novo Progresso (-93%), Itaituba (-67%), Pacajá (-63%) e São Félix do Xingu (-55%).

Considerando o acumulado de agosto e setembro, o Pará reduziu as áreas sob alerta de 394 km² em 2025 para 181 km² em 2026, o que representa uma queda de 54% e consolida o terceiro ano consecutivo de diminuição

Sede da COP30

Próximo de receber a maior conferência climática do mundo, a COP30, que será realizada em Belém, os números reforçam o papel do Pará como protagonista na agenda ambiental do país, fortalecendo políticas públicas voltadas à transição para uma economia verde, que valoriza a floresta viva e o uso sustentável dos recursos.



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China zera importações de soja dos EUA pela 1ª vez em sete anos



A China não importou soja dos Estados Unidos em setembro pela primeira vez desde novembro de 2018, com os embarques caindo a zero. Em contrapartida, as compras de soja da América do Sul cresceram em relação ao ano anterior. O movimento ocorre em meio à disputa comercial entre os dois países e às tarifas impostas pelos EUA sobre produtos chineses.

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Protagonismo da soja brasileira

Segundo a consultoria Safras & Mercado, as importações de soja do Brasil subiram 29,9% em setembro em relação ao ano anterior, alcançando 10,96 milhões de toneladas, segundo dados da Administração Geral da Alfândega.

No acumulado do ano, o volume importado do Brasil chegou a 63,7 milhões de toneladas, 2,4% acima do registrado em 2024. Da Argentina, o país importou 1,17 milhão de toneladas, alta de 91,5% frente ao mesmo mês do ano passado.

Possível acordo em pauta

Diante desse cenário, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que pode reduzir tarifas sobre produtos chineses, mas impôs condições. Entre elas estão a retomada das compras de soja pela China “nos volumes de antes” e o fim do envio de fentanil (droga sintética) aos Estados Unidos.

Trump disse manter uma “boa relação” com o presidente chinês Xi Jinping, mas reforçou que espera compromissos concretos antes de rever as sobretaxas impostas a Pequim.



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