domingo, abril 26, 2026

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Altos custos e queda da soja preocupam produtores rurais


Os produtores rurais estão enfrentando um cenário desafiador com a queda no preço da soja e os altos custos de produção, especialmente em relação a fertilizantes e combustíveis. Essa situação gera preocupações sobre a próxima safra, levando a decisões mais cautelosas no campo.

Impacto no mercado e na produção

Em Mato Grosso, os reflexos dessa realidade já são visíveis, com um ritmo mais lento nos negócios e um sinal de alerta nas revendas de insumos. A desvalorização da soja, combinada com o aumento dos custos, compromete o caixa dos produtores e acende um alerta para a próxima safra.

Desafios na colheita e produtividade

O atraso na colheita da soja impactou o calendário de plantio do algodão, que já está fora da janela ideal. Isso gera preocupações sobre a produtividade da pluma e a rentabilidade dos agricultores. A margem de lucro está cada vez mais apertada, levando os produtores a repensarem seus investimentos.

Expectativas para a próxima safra

Os agricultores estão cautelosos em relação à próxima safra, com muitos ainda não tendo adquirido insumos essenciais. A expectativa é de que a próxima safra seja ainda mais desafiadora, com custos de produção aumentando e a necessidade de garantir a lucratividade se tornando cada vez mais urgente.

  • Queda de 15% no preço da soja
  • Aumento de 36% nos custos de produção
  • Somente 20 a 25% dos fertilizantes comercializados até agora
  • Preocupação com a rentabilidade no campo
  • Necessidade de decisões cautelosas para a nova temporada

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Semana inicia com calor intenso no Centro-Sul do Brasil


A semana começa com temperaturas elevadas e calor intenso no Centro-Sul do Brasil. No último domingo, a cidade de Porto Estrela, em Mato Grosso, registrou uma temperatura máxima de 40,6ºC, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A umidade relativa do ar pode ficar abaixo dos 30%, o que aumenta o risco de focos de incêndio na região.

Calor e umidade baixa

O meteorologista Artur Miller destacou que o calor e o tempo seco afetam grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, incluindo o estado do Paraná. Um sistema de baixa pressão está atuando na região, mas uma frente fria deve trazer chuvas apenas para o Rio Grande do Sul, sem avançar para o Brasil central.

Previsões para os próximos dias

  • Temperaturas máximas podem chegar a 36ºC em Mato Grosso do Sul, Paraná e interior de São Paulo.
  • Risco de incêndios é elevado em Mato Grosso do Sul, norte do Paraná, interior de São Paulo e Triângulo Mineiro.
  • Chuvas no Rio Grande do Sul podem somar entre 30 e 40 mm, mas a situação de bloqueio no Brasil central deve persistir.
  • Expectativa de calor intenso até o final de abril, com possibilidade de chuvas volumosas a partir do início de maio.

Impactos na agricultura

As altas temperaturas e a falta de chuvas podem afetar as atividades agrícolas, especialmente em regiões produtoras como Bataguaçu. A previsão é de que o calor persista, mas a chuva deve voltar a ganhar volume na região sul, com a influência do fenômeno El Niño.

Condições climáticas no Sudeste

No Sudeste, as temperaturas devem continuar elevadas, com mínimas frias pela manhã e calor à tarde. A previsão é de que o ar frio avance para o Rio Grande do Sul, mas o risco de geadas deve ser mais significativo apenas no início de maio.

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Homem é preso com 600 kg de defensivos agrícolas sem nota fiscal


Defensivos agrícolas apreendidos pela Polícia Militar da Bahia
Foto: Polícia Militar

Um homem de 56 anos, que transportava defensivos agrícolas em uma caminhonete, foi preso na noite deste domingo (19) por policiais militares do 27º Batalhão de Polícia Militar (BPM), durante a Operação Paz no Trânsito, do Detran-BA.

A ação, supervisionada pelo Comando de Policiamento da Região Oeste (CPRO), aconteceu no bairro Jardim Imperial, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste do estado.

De acordo com a Polícia Militar da Bahia, após a abordagem ao veículo Toyota Hilux, o homem informou que retornava para o distrito de Roda Velha com a carga.

homem preso por transportar defensivos sem nota fiscal em Luís Eduardo Magalhães, Bahia
Foto: Polícia Militar

No entanto, os policiais estranharam a maneira como os produtos eram transportados, visto que a prática não é comum naquelas circunstâncias.

Ao ser questionado sobre a origem da carga, o homem, em um primeiro momento, não soube informar onde a recebeu nem quem seria o responsável pela entrega. Além disso, apresentou uma nota fiscal que não correspondia aos produtos transportados.

Após conferência, foram contabilizados 400 kg de DK MAX (em pacotes de 10 kg) e 200 litros de BRAVONIL (em galões de 20 litros) sem origem comprovada.

Diante do exposto, o homem foi apresentado na Delegacia Territorial de Luís Eduardo Magalhães, juntamente com todo o material apreendido, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.


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Chuvas de até 100 mm e rajadas de vento colocam nove estados em alerta; veja onde


chuva frente fria
Foto: Pixabay

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja, com grau de severidade avaliado como perigo, em razão de chuvas intensas em pelo menos nove estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O alerta, que começou a valer à 0h desta segunda-feira (20) e vigora até as 23h59 de hoje, cita chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora (mm/h) ou 50 e 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos intensos que devem variar de 60 a 100 quilômetros por hora (km/h).

Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. As orientações, em caso de rajadas de vento, incluem não se abrigar debaixo de árvores, diante do risco de queda e de descargas elétricas, e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à defesa civil (telefone 199) e ao corpo de bombeiros (telefone 193)”, completou o instituto.

Emergência em Belém

O alerta inclui o município de Belém, que decretou estado de emergência em razão das fortes chuvas que atingem a capital paraense – foram mais de 150 milímetros (mm) em menos de 24 horas, volume classificado pela prefeitura como extremo.

“Belém registrou uma das chuvas mais intensas dos últimos dez anos”, informou a prefeitura em nota, ao acrescentar que acompanha, desde as primeiras horas de domingo (19), os impactos do temporal na cidade.

Ainda de acordo com o comunicado, a Defesa Civil coordena um comitê integrado, com o apoio do Corpo de Bombeiros, com o objetivo de garantir resposta rápida em todas as áreas da capital.

“As ações incluem reforço nos abrigos, atendimento às famílias atingidas, limpeza de canais e bueiros, além de intervenções emergenciais nos pontos de alagamento”, concluiu a prefeitura.

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Lula defende biocombustíveis brasileiros e critica regras ambientais da União Europeia


Lula
Foto: Ricardo Stuckert / PR / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (20), durante visita à Alemanha, o que chamou de trajetória pioneira dos biocombustíveis brasileiros e criticou o regulamento ambiental adotado pela União Europeia (UE). As declarações foram dadas durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hanôver.

“Nosso etanol, de cana-de-açúcar, produz mais energia por hectare plantado, tem uma das menores pegadas de carbono do mundo e reduz emissões de até 90% em relação à gasolina”, disse, ao citar que a UE espera chegar a 50% de renováveis em sua matriz até 2050 enquanto o Brasil já cumpriu essa meta em 2025.

Lula destacou que o transporte figura atualmente como um dos principais gargalos de descarbonização da Europa. “Apesar disso, a União Europeia está revisando o seu regulamento sobre biocombustíveis. Estão na mesa propostas que ignoram práticas de sustentabilidade no uso do solo brasileiro”.

O presidente lembrou que, em janeiro, entrou em vigor um “mecanismo unilateral” de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis.

“Essas iniciativas podem dificultar a oferta de energia limpa ao consumidor europeu em momento crítico. A elevação de padrões ambientais é necessária, mas não é correta. Adotar critérios que ignorem outras realidades e prejudicam os produtores brasileiros”, completou.

“Estamos dispostos a deixar de ser um país em vias de desenvolvimento e queremos nos tornar um país desenvolvido. E não jogaremos fora as oportunidades da transição energética que estão colocadas para o mundo. Quem quiser produzir com energia mais barata e com energia verdadeiramente limpa, procure o Brasil, que nós temos espaço e oportunidade para quem quiser apostar no futuro”, concluiu.

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Sial Canadá 2026: Brasil amplia presença e mira novos mercados no setor de alimentos


Sial Canadá
Foto: Sial/divulgação

Mais de 50 empresas brasileiras irão participar do Sial Canadá 2026, que será realizado entre 29 de abril e 1º de maio, em Montreal. A feira é considerada uma das principais plataformas globais de negócios e tendências da indústria de alimentos e bebidas.

O evento reúne empresas, compradores e especialistas de diversos países, em um cenário de crescimento do setor impulsionado por produtos mais saudáveis, sustentáveis e práticos.

Segundo o CEO do Sial Network, Nicolas Trenteseaux, o Sial Paris, criado em 1964, tornou-se um dos principais encontros globais da indústria alimentícia. Já o Sial Canadá, realizado desde 2001, é hoje a maior feira de inovação alimentar da América do Norte, conectando empresas a mercados estratégicos.

Brasil busca ampliar negócios e presença internacional

O Brasil participa de forma ativa do circuito global do Sial. Em 2025, a presença brasileira no Canadá gerou cerca de R$ 22 milhões em exportações. Já na edição de 2024 do Sial Paris, o país alcançou aproximadamente US$ 3,25 bilhões em negócios imediatos e futuros.

Para 2026, mais de 50 empresas brasileiras estarão no Sial Canadá, em uma estratégia voltada à expansão de mercados e fortalecimento das exportações.

A edição anterior do evento reuniu cerca de 23 mil visitantes profissionais de 78 países. Desse total, 83% tinham poder de decisão de compra, o que reforça o potencial de geração de negócios.

A diretora da Bäumle Organização de Feiras, Brena Bäumle, avalia que a presença brasileira é consistente e posiciona o país em uma das principais plataformas globais do setor.

Portfólio diversificado e foco em tendências de consumo

A participação brasileira reúne produtos com diferentes perfis e alinhados às tendências globais. Entre os itens apresentados estão:

  • açaí em diferentes formatos
  • cafés especiais
  • chocolates premium
  • mel e castanhas
  • frutas in natura e processadas
  • sucos e bebidas funcionais
  • alimentos plant-based

Também ganham espaço produtos como própolis, ingredientes amazônicos e alimentos processados voltados à conveniência.

Empresas como Natural One, 100% Amazônia, Annora Alimentos e Vapza representam segmentos estratégicos, como saudabilidade, sustentabilidade, conveniência e inovação.

Além de marcas consolidadas, o evento também reúne empresas brasileiras em processo de internacionalização, ampliando a competitividade do país no exterior.

Estrutura e articulação institucional

A delegação brasileira é organizada pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), em parceria com entidades como Ministério da Agricultura, CNA, OCB e Invest Paraná.

As empresas participam em um estande coletivo, com apoio na conexão com compradores internacionais. Como ação complementar, a CCBC promove uma experiência gastronômica com produtos brasileiros para atrair potenciais clientes.

Segundo Beatriz Calegare, da CCBC, o Sial Canadá é uma vitrine estratégica para apresentar a diversidade e o potencial dos alimentos brasileiros ao mercado internacional.

Ela destaca ainda que o crescimento das relações comerciais entre Brasil e Canadá tem sido impulsionado também por fatores geopolíticos.

Expansão global e novos mercados

O Sial Network organiza mais de 12 eventos por ano, conectando cerca de 700 mil profissionais e 17 mil expositores.

Entre as novidades para 2026 está o lançamento do Sial Vietnam, que ocorre de 11 a 14 de novembro, em Ho Chi Minh City. O evento marca a expansão da rede para o Sudeste Asiático, região com forte crescimento no consumo de alimentos e bebidas.

O Vietnã, com mais de 100 milhões de habitantes, apresenta aumento da renda e maior demanda por produtos importados. O país também se consolida como hub regional de comércio e produção.

Atualmente, o comércio entre Brasil e Vietnã ainda é concentrado em commodities, mas há crescimento na presença de alimentos industrializados, como proteínas, snacks, bebidas e produtos prontos.

Calendário Sial 2026

  • Sial Canadá: 29 de abril a 1º de maio — Montreal
  • Sial Shanghai: 18 a 20 de maio — Xangai
  • Gourmet Selection: julho — Paris
  • Sial China South (Guangzhou): 3 a 5 de setembro
  • Sial Paris: 17 a 21 de outubro
  • Sial Interfood Jakarta: 4 a 7 de novembro
  • Sial Vietnam: 11 a 14 de novembro — Ho Chi Minh

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O que é a vaquinha-verde-amarela e por que ela pode ser uma ameaça nas lavouras?


vaquinha-verde-amarela
Foto: Pereira, Paulo Roberto Valle da Silva/Embrapa Trigo

A vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) é um dos besouros que mais preocupam produtores rurais por causa dos danos que pode causar em diversas lavouras ao longo de todo o ano.

Presente em praticamente todas as regiões do Brasil e também em outros países da América do Sul, a espécie ataca culturas como batata, soja, trigo, milho, feijão, tomate, abóbora, melão e pepino, comprometendo o desenvolvimento das plantas e reduzindo a produtividade no campo.

Pertencente à família dos crisomelídeos, a vaquinha-verde-amarela faz parte de um dos grupos de besouros mais associados a prejuízos agrícolas. Esses insetos são fitófagos, ou seja, alimentam-se de plantas, e por isso encontram nas lavouras um ambiente favorável para se desenvolver.

Comportamento

Segundo o mestre em zoologia pela Universidade de Pernambuco (UFPB), João Paulo Nunes, na fase larval, a vaquinha permanece no solo e se alimenta das raízes das plantas, prejudicando a absorção de água e nutrientes. Já na fase adulta, o besouro ataca a parte aérea da cultura, raspando folhas e podendo atingir flores e frutos.

“As larvas vão estar no subsolo no caso no solo se alimentando das raízes e os adultos vão estar na parte aérea, ou seja, plantas. Os adultos podem raspar as folhas, atacar as flores e frutos também. E e eu acho que essa espécie ela tem uma chance maior de causar doenças para as plantas”, explica Nunes.

De acordo com Nunes, essa dupla forma de ataque torna o controle mais difícil para o produtor, já que o inseto atua tanto abaixo quanto acima do solo. Enquanto os adultos podem ser atingidos por defensivos aplicados na lavoura, as larvas permanecem protegidas no solo, o que exige o uso de estratégias combinadas para evitar infestações.

Prejuízos

Além dos danos diretos, a vaquinha-verde-amarela pode deixar as plantas mais vulneráveis a doenças, agravando ainda mais os prejuízos. Segundo Nunes, folhas danificadas, manchas e redução no vigor das plantas são alguns dos sinais observados em áreas afetadas pela praga.

“Uma planta doente é geralmente aquela planta que a folha fica com a coloração mais escura, sabe? Com algumas manchas, e pode ficar com uma folha enrugada, ela fica toda estranha. Os agricultores certamente conseguem identificar quando a planta está saudável e quando ela tem alguma doença”, destaca.



Dano de adulto de Diabrotica speciosa em colmo de trigo
Foto: Marsaro Júnior, Alberto/Embrapa

Manejo

Como a espécie ocorre durante todo o ano, o manejo precisa ser contínuo. Diferente de outras pragas que apresentam períodos específicos de maior incidência, a vaquinha-verde-amarela exige monitoramento constante e controle em diferentes fases do ciclo.

Entre as estratégias utilizadas estão o uso de inseticidas, o controle biológico com organismos que atacam ovos e larvas, e práticas de manejo como a rotação de culturas. Para Nunes, alternar espécies cultivadas ajuda a interromper o ciclo da praga e reduzir sua permanência na área.

A combinação dessas medidas é considerada fundamental para evitar perdas econômicas e manter a produtividade das lavouras. Sem controle adequado, a presença da vaquinha-verde-amarela pode comprometer o desenvolvimento das culturas e aumentar os custos de produção.

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Radar Rural: dólar, El Niño e boi gordo são os destaques do novo episódio


Dólar em queda e preço do boi gordo são temas do videocast Radar Rural
Foto gerada por IA para o Canal Rural

Queda do dólar, retorno do fenômeno El Niño e preço do boi gordo em patamar recorde. Esses são os destaques do novo episódio do Radar Rural. Apresentado pelos jornalistas João Nogueira e Beatriz Gunther, o videocast foi pensado primeiro para o Youtube e reúne os principais assuntos que movimentam o agronegócio.

O segundo episódio já está disponível:

Dólar abaixo de R$ 5 divide impactos no agro

A queda do dólar, que chegou a operar abaixo de R$ 5, traz impactos diferentes dentro do setor. Enquanto pressiona quem exporta, pode favorecer a compra de insumos — embora fatores externos ainda limitem esse alívio.

Segundo o economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria, ouvido pela equipe do programa, o movimento reflete um enfraquecimento global da moeda norte-americana, com investidores buscando ativos em mercados emergentes.

Retorno do El Niño acende alerta

No clima, o retorno do El Niño acende o alerta para a safra 2026/27. O fenômeno pode provocar mudanças no regime de chuvas e temperaturas em diferentes regiões do país, exigindo atenção do produtor.

De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, há possibilidade de intensificação do fenômeno nos próximos meses. Já o consultor do Planeta Campo, Renato Rodrigues, destaca que o produtor pode adotar estratégias para mitigar impactos.

Arroba do boi atinge maior valor da história

Na pecuária, a arroba do boi gordo segue em patamar recorde.

Conforme explicou o analista Fernando Iglesias, da Safras & Mercado, a alta está ligada à oferta mais restrita de animais e à demanda internacional aquecida no início do ano, especialmente por parte da China.

População de jumentos gera debate

O episódio também aborda o debate sobre a população de jumentos no Brasil, que ganhou repercussão após decisão judicial e levanta discussões sobre preservação e uso da espécie.

O Radar Rural é publicado no Youtube do Canal Rural às sextas-feiras, a partir das 15h. Na grade de TV, é exibido aos sábados, às 09h15, com reprise às segundas-feiras, às 11h30.

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Exportação de carne bovina cai 6,6% em volume, mas receita sobe 21,4%, segundo Abrafrigo


carne bovina frigoríficos
Foto: Freepik

As exportações brasileiras de carne bovina perderam fôlego em volume em março, mas mantiveram crescimento expressivo em receita, refletindo a valorização dos preços no mercado internacional.

A receita cambial somou US$ 1,476 bilhão no mês, alta de 21,42% ante março de 2025, enquanto o volume embarcado recuou 6,65%, para 270,53 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base nas informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Considerando apenas a carne bovina in natura, responsável por cerca de 90% das vendas externas do setor, os embarques cresceram 8,95% em março, para 233,79 mil toneladas, com receitas de US$ 1,36 bilhão, avanço de 29,14% na comparação anual. O desempenho indica desaceleração frente aos meses anteriores, pois o volume havia avançado 28,7% e 24% em janeiro e fevereiro, respectivamente, em um cenário de base de comparação elevada após recordes sucessivos em 2025.

Acumulado do primeiro trimestre

No acumulado do primeiro trimestre, as exportações totais de carne bovina (incluindo industrializados e subprodutos) somaram US$ 4,32 bilhões, crescimento de 32,29% ante igual período de 2025. O volume embarcado atingiu 827,64 mil toneladas, alta de 10,98%.

Apenas a carne in natura respondeu por US$ 3,98 bilhões no trimestre, avanço de 37,45%, com embarques de 700,98 mil toneladas (+19,92%). O preço médio de exportação subiu 14,61%, para US$ 5.642 por tonelada.

China segue líder; EUA mantém segunda posição

A China seguiu como principal destino, com receitas de US$ 1,816 bilhão no trimestre (+41,83%) e volume de 325,68 mil toneladas (+39,35%). Os preços médios avançaram 15%, para US$ 5.578 por tonelada. O país respondeu por 46,4% do volume exportado e 45,6% da receita com carne in natura.

Os Estados Unidos mantiveram a segunda posição, com forte expansão das compras diante do déficit interno de oferta. As exportações de carne in natura cresceram 60,96% em valor, para US$ 588,98 milhões, enquanto o volume aumentou 28,51%, para 98,17 mil toneladas. Os preços médios subiram 25,25%, para cerca de US$ 6 mil por tonelada.

Europa, Chile e Rússia ampliam compras

Para a União Europeia, as vendas de carne in natura avançaram 29,48% em receita, para US$ 187,96 milhões, e 21,16% em volume, para 21,71 mil toneladas, com preços médios de US$ 8.656 por tonelada (+6,86%). Considerando todos os produtos, as exportações ao bloco somaram US$ 251,57 milhões (+49,84%).

Entre outros mercados relevantes, o Chile ampliou as compras em 27,6% em volume e 36,9% em valor no trimestre, enquanto a Rússia registrou forte expansão, com alta de 73,4% no volume e 91,1% na receita. O México também apresentou crescimento consistente, com avanço de 37,5% no volume e 55,6% no valor.

No trimestre, 106 países elevaram suas importações de carne bovina brasileira, enquanto 49 reduziram as compras, reportou a Abrafrigo.

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Fiscais apreendem 42 mil litros de diesel e 55 cabeças de gado em operações


Apreensão de Gado
Foto: divulgação/Sefa

A Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (Sefa) apreendeu 42 mil litros de óleo diesel e 55 cabeças de gado durante operações de fiscalização realizadas nos dias 18 e 19 de abril, no posto da Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Gurupi, em Cachoeira do Piriá, nordeste paraense.

No domingo (19), os fiscais estaduais apreenderam uma carga de óleo diesel avaliada em R$ R$ 217.728,00 após identificarem irregularidades na documentação apresentada pelo transportador.

O motorista do caminhão-tanque apresentou nota fiscal indicando origem e destino em São Luís (MA), mas a equipe constatou divergências entre o condutor informado na nota fiscal e no manifesto eletrônico, além de irregularidades cadastrais da empresa destinatária no Pará.

Apreensão de diesel
Foto: divulgação/Sefa

“O contribuinte apresentava inscrição estadual suspensa, pois não foi localizado no endereço informado. Isso reforçou a suspeita de tentativa de burlar a fiscalização”, explicou o coordenador da unidade, Gustavo Bozola.

Após a autuação, ainda houve a emissão de uma nova nota fiscal simulando o envio da carga para Manaus (AM), configurando nova tentativa de burlar a fiscalização. Diante das irregularidades, foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 74.462,98.

Gado

No sábado (18), também em Cachoeira do Piriá, a fiscalização apreendeu 55 cabeças de gado avaliadas em R$ 192.500,00.

Os animais saíram de Iguatu (CE) com destino a Garrafão do Norte (PA), com documentação que indicava negociação entre pessoas físicas. No entanto, a quantidade transportada e o perfil dos animais indicavam finalidade comercial, o que exige inscrição estadual do destinatário.

“Pela idade dos animais, a venda não era para cria, recria ou engorda, mas para abate e comercialização, o que reforça o caráter comercial da operação”, destacou Gustavo Bozola.

Foi lavrado TAD no valor de R$ 51.205,00, referente a imposto e multa.

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