quinta-feira, maio 28, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como a soja tem se comportado


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a colheita está paralisada devido às chuvas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega abril e pagamento fim de abril na casa de R$ 134,00. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. 30/04, R$ 132,00 Ijuí – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento meados de maio. O preço da pedra, em Panambi, caiu para R$ 126,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a estiagem prejudica a segunda safra de soja em Santa Catarina. “No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, valor que incorpora as preocupações do mercado com o cenário climático adverso. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, valor que incorpora as preocupações do mercado com o cenário climático adverso”, completa.

No Paraná, mais especificamente no porto de Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,63. “Em Ponta Grossa foi de R$ 125,36 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 123,01. Em Maringá, o preço foi de R$ 122,15 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 125,36 por saca FOB, sem negócios reportados. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, indica.

A safra de soja 2023/24 em Mato Grosso do Sul está quase concluída, com 93% da colheita finalizada até 28 de março, atingindo 14,686 milhões de toneladas, um crescimento de 11,4% apesar do estresse hídrico. A produtividade média subiu para 54,4 sc/ha, e a área plantada aumentou 6,8%, chegando a 4,5 milhões de hectares. Os preços da soja no mercado spot ficaram em R$ 118,04 na maioria das praças, exceto Chapadão do Sul, que registrou R$ 103,04.

Colheita recorde de soja pressiona fretes e eleva custos logísticos em Mato Grosso. “Campo Verde: R$ 115,22, Lucas do Rio Verde: R$ 110,51 Nova Mutum: R$ 110,51. Primavera do Leste: R$ 115,22. Rondonópolis: R$ 115,22. Sorriso: R$ 110,51”, conclui.

 





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CitrusBR avalia os impactos do tarifa americana no mercado de suco de laranja



O diretor executivo da Associação Nacional de Sucos Cítricos (Citrus BR), Ibiapaba Netto, disse que a entidade ainda “está avaliando os impactos” do tarifaço de importação anunciadas pelos Estados Unidos. 

No caso do Brasil, foi anunciada uma tarifa uniforme de 10% para todos os produtos, mas há dúvidas sobre se a tarifa será cumulativa às atualmente aplicadas ou vão ser uniformizadas. “Ainda vamos ler a ordem executiva do governo dos EUA para avaliar”, diz Netto, que representa a indústria exportadora de suco de laranja no Brasil.

Atualmente, os Estados Unidos aplicam uma tarifa de US$ 415 por tonelada de suco de laranja brasileiro exportado para lá. Netto diz que, considerando-se o preço futuro do suco de laranja de hoje na Bolsa de Nova York, isso daria uma tarifa em torno de 11% a 12%. Mas, quando o preço do suco está mais baixo, esta tarifa pode alcançar até 30% por tonelada, como já aconteceu.

Desta forma, Netto diz: “Por enquanto, o posicionamento oficial da Citrus BR é de que estamos analisando, vendo os impactos e aí, assim que tivermos uma posição falaremos”.

No ano passado, o Brasil exportou para os Estados Unidos 1,346 milhão de toneladas de sucos, sendo a maior parte de suco de laranja. Em 2023, havia exportado 2% menos em volume, com 1,34 milhão de toneladas. O faturamento alcançou, no ano passado, US$ 1,193 bilhão (27% mais ante 2023, com US$ 930 milhões), conforme dados do Agrostat, do Ministério da Agricultura.



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Em meio a disputas tarifárias, algodão brasileiro deve ganhar mercado chinês



A disputa comercial entre Estados Unidos e China pode levar a um aumento das exportações brasileiras e também australianas de algodão para o país asiático, disse o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) em relatório mensal.

“Em 2018 e 2019, durante o período de tensões comerciais entre EUA e China, o país asiático redirecionou suas importações de algodão dos Estados Unidos para o Brasil e a Austrália”, afirmou o Icac.

“Esses países são os que mais devem se beneficiar caso a escalada das disputas tarifárias entre EUA e China continue em 2025.”

A China é o maior importador mundial da pluma, enquanto os EUA são o segundo maior exportador. “Qualquer mudança nas políticas comerciais entre esses dois países pode gerar impactos significativos no comércio mundial de algodão”, informou o conselho.

Ontem (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um “tarifaço” global sobre impostos de importação. A data foi nomeada pelo republicano como o “Dia de Libertação”. Ele confirmou uma taxa de 10% para os produtos brasileiros.



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Bahia alcança maior média de produtividade da soja


Com a colheita de soja da safra 2024/25 feita em 90% da área plantada, pela primeira vez, a Bahia alcançou a maior média de produtividade da soja na história, com 68 sacas por hectare, segundo consenso do Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Durante reunião realizada na última quarta-feira (26), o Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) apresentou uma atualização detalhada da safra, com informações sobre a produtividade das lavouras e os desafios enfrentados pelos produtores.

Segundo a Aiba, apesar do avanço da colheita, as chuvas registradas recentemente interromperam temporariamente as operações em algumas áreas.

Os dados, coletados pelo Núcleo de Agronegócio da Aiba em mais de 130 pontos amostrais, abrangem diversas microrregiões produtoras do estado.

Além da soja, o levantamento revisou as estimativas de área e produtividade do milho e do algodão, considerando os impactos das variações climáticas registradas ao longo do ciclo.

“Ainda há cerca de 10% da área a ser colhida, e os números finais serão revisados na próxima reunião, em maio. Mas os dados já apontam um resultado muito positivo para a safra”, destacou o presidente do Conselho Técnico da Aiba, Orestes Mandelli.

Conselho técnico da Aiba; colheita de soja, safra 2024/25Conselho técnico da Aiba; colheita de soja, safra 2024/25
Foto: Divulgação/Aiba

Mandelli também ressaltou que o retorno das chuvas trouxe um alívio importante para a cultura do algodão, evitando perdas em áreas que estavam próximas do limite de estresse hídrico.

O levantamento confirma uma tendência observada desde o início da safra: lavouras semeadas dentro da janela ideal (outubro e novembro) apresentaram melhor desempenho, enquanto o plantio tardio sofreu com o déficit hídrico de fevereiro, principalmente nos municípios de Formosa do Rio Preto e São Desidério.

Perspectivas para o setor

A Aiba reforça a importância do acompanhamento técnico contínuo da safra, garantindo que os dados reflitam com precisão o cenário agrícola da Bahia.

O monitoramento realizado pela equipe técnica do Núcleo de Agronegócio e validado pelo Conselho Técnico serve como referência para produtores, agentes do mercado e tomadores de decisão do setor.

Para Aloísio Júnior, gerente de Agronegócio da Aiba, a atualização desses números é fundamental para a previsibilidade do mercado e o planejamento estratégico dos produtores.

“O avanço da colheita confirma a força do setor agrícola da Bahia, mas também evidencia a importância de um monitoramento constante das condições climáticas e produtivas. Os dados atualizados ajudam a traçar um panorama mais realista da safra e auxiliam os produtores a tomarem decisões mais seguras para os próximos ciclos agrícolas”, destaca Aloísio.

Com a colheita da soja se aproximando da reta final, o foco agora se volta para o desenvolvimento das demais culturas de grãos e fibras no estado, consolidando a Bahia como uma das maiores potências agrícolas do país.


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apesar da nova tarifa, Abiec crê em estreitamento de parceria com EUA



A Abiec lembra também que, atualmente, a carne bovina brasileira que entra nos Estados Unidos é taxada em 26,4%, caso ultrapasse a cota de 65 mil toneladas, que é distribuída entre dez países. “Esta cota, que é anual, costuma se esgotar logo no primeiro mês do ano”, ressalta. “Mais de 70% do que exportamos de carne bovina no ano passado entraram com a tarifa de 26,4%.”

A Abiec diz que, apesar disso e das tarifas agora impostas por Trump, a entidade “acredita num estreitamento da parceria entre Brasil e Estados Unidos, já que os norte-americanos enfrentam desafios no ciclo pecuário e, por pelo menos dois anos, precisarão de quem possa garantir volume, qualidade e preço”, diz a Abiec, que complementa: “E esse parceiro é o Brasil”.

Os Estados Unidos enfrentam, atualmente, um ciclo de alta de preços da carne bovina, em função da oferta restrita de bovinos para abate. O Brasil, embora também esteja entrando agora neste ciclo de alta, tem condições de fornecer a proteína vermelha, já que exporta em média apenas 25% do que produz.



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Carga de fertilizantes avaliada em R$ 240 mil é recuperada no interior de SP



A Guarda Municipal de Paulínia (SP) recuperou cerca de 15 mil litros de fertilizantes, avaliados em R$ 240 mil, que estavam sendo descarregados em uma residência. A carga era de uma empresa que alegou ter sido vítima de um golpe.

Na terça-feira (1), uma equipe da Guarda Municipal estava em patrulhamento quando desconfiou de um caminhão suspeito. Durante a abordagem, foi confirmado que o descarregamento era de 15 mil litros de um fertilizante foliar, sendo 600 galões de 25 litros cada.

Os guardas entraram em contato com um representante da empresa da nota fiscal apresentada pelo motorista, que confirmou a compra dos produtos. Com isso, o condutor e três ajudantes foram liberados.

Porém, horas depois, um representante do setor de vendas da empresa contatou a Guarda e informou que havia sofrido um golpe, pois o comprador identificado na nota fiscal não havia efetuado a compra do produto

Os agentes retornaram ao local e constataram que os galões ainda permaneciam no quintal da residência, com o portão e a porta dos fundos da casa abertos, porém, sem a presença de qualquer pessoa.

A Polícia Civil foi acionada e solicitou que a empresa responsável pela entrega dos fertilizantes enviasse um caminhão para recolher a carga. Um responsável na região recebeu a carga na delegacia de Paulínia.

Por enquanto, ninguém foi preso pela ocorrência.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho volta a cair na B3; Chicago misto


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com mercado físico começando a reduzir os preços, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O milho B3 teve um dia de correção neste meio de semana. O mercado físico começou a ceder a pressões e os preços estão começando a recuar com a entrada do milho verão e a reta final do plantio do milho safrinha”, comenta.

“Com os preços altos, o mercado de exportadores de milho, está optando por manter parte desse grão no mercado interno e aumentando a disponibilidade até o grande volume da segunda safra chegar aos armazéns. No entanto ainda existe uma queda de braço entre comprador e vendedor na hora de fechar novos lotes”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 77,30 apresentando baixa de R$ -1,23 no dia, alta de R$ 0,32 na semana; julho/25 fechou a R$ 72,70, baixa de R$ -0,67 no dia, alta de R$ 0,86 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 71,80, baixa de R$ -0,80 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou de forma mista com cautela do mercado. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,76 % ou $ -4,00 cents/bushel a $ 457,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,64 % ou $ -3,00 cents/bushel a $ 465,25”, informa.

“O milho está na linha de frente das retaliações dos outros países, o que pode pressionar as cotações. Com isso o mercado teve um dia cauteloso e o milho fechou com leves altas e baixas. A LSEG Commodities Research estimou que a produção de milho da Argentina para a temporada 2024/25 pode chegar a 48,49 milhões de toneladas. O ritmo da colheita está em 13%, o que é melhor do que o ritmo do ano passado de 7% até agora”, conclui.

 





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etanol brasileiro deve continuar entrando nos EUA



Temas que impactam diretamente o agronegócio e os produtores de cana-de-açúcar dominaram as discussões, nesta quarta-feira (2), no primeiro dia do Cana Summit 2025. Dentre as pautas debatidas, destaque para o tarifaço imposto pelos Estados Unidos – Donald Trump anunciou taxação mínima de 10% sobre todos os produtos importados do Brasil – e o Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, aprovado pelo Senado e na Câmara dos Deputados.

O projeto estabelece medidas de resposta a políticas unilaterais adotadas por outros países, o que tem gerado preocupação entre produtores, lideranças do setor e autoridades políticas. O texto vai à sanção presidencial.

Entre os pontos levantados, destacou-se o impacto das normas da ISO (Organização Internacional do Açúcar) sobre o mercado. O CEO da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), José Guilherme Nogueira, ressaltou a competitividade do etanol brasileiro, especialmente em relação à descarbonização, fator essencial para o setor.

“A competitividade do etanol brasileiro é muito pujante. O norte-americano compra o etanol brasileiro principalmente pela intensidade de carbono. Produzir aqui no Brasil, através da cana, tem um poder de descarbonização maior do que o próprio etanol de milho dos Estados Unidos”, explicou.

Paticipantes do Cana Summit

A cerimônia de abertura contou com a presença de representantes de entidades do setor, entre eles José Mário Schreiner, vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Tania Zanella, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB).

Também estiveram presentes o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema e o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Segurança jurídica no campo

Diferentes parlamentares e, também, o governador mineiro ressaltaram a necessidade de garantir a proteção das propriedades privadas e mencionaram um decreto recente que destinou recursos financeiros para áreas vulneráveis a invasões.

Segundo o CEO da Orplana, a FPA segue atenta a essas questões para assegurar um ambiente seguro e estável. “Ter os produtores junto com os políticos é fundamental. Eles sentem, medem a temperatura e entendem a importância dessa proximidade para fortalecer nossa representatividade”, afirmou.

Agenda

O Cana Summit 2025, evento organizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), acontece até hoje (3), em Brasília (DF), e reúne mais de 600 canavicultores de diferentes regiões produtoras do país.

O evento segue nesta quinta-feira, com painéis técnicos e debates que vão tratar das questões estratégicas para o setor, com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Brasil.

Na oportunidade, também será gerada uma atualização da Carta de Brasília, com reivindicações para os poderes Legislativo e Executivo em prol da sustentabilidade e o desenvolvimento da produção canavieira.



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Tarifaço, PL da Reciprocidade e segurança rural são destaques do Cana Summit



Temas que impactam diretamente o agronegócio e os produtores de cana-de-açúcar dominaram as discussões, nesta quarta-feira (2), no primeiro dia do Cana Summit 2025, evento organizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana). O encontro, que acontece até hoje (3), em Brasília (DF), e reúne mais de 600 canavicultores de diferentes regiões produtoras do país.

A cerimônia de abertura contou com a presença de representantes de entidades do setor, entre eles José Mário Schreiner, vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Tania Zanella, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB).

Também estiveram presentes o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema e o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Discussões no Cana Summit

Dentre as pautas debatidas, destaque para o tarifaço imposto pelos Estados Unidos – Donald Trump anunciou taxação mínima de 10% sobre todos os produtos importados do Brasil – e o Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, aprovado pelo Senado e na Câmara dos Deputados. O projeto estabelece medidas de resposta a políticas unilaterais adotadas por outros países, o que tem gerado preocupação entre produtores, lideranças do setor e autoridades políticas. O texto vai à sanção presidencial.

Segurança jurídica no campo

Diferentes parlamentares e, também, o governador mineiro ressaltaram a necessidade de garantir a proteção das propriedades privadas e mencionaram um decreto recente que destinou recursos financeiros para áreas vulneráveis a invasões.

Segundo o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira, a FPA segue atenta a essas questões para assegurar um ambiente seguro e estável. “Ter os produtores junto com os políticos é fundamental. Eles sentem, medem a temperatura e entendem a importância dessa proximidade para fortalecer nossa representatividade”, afirmou.

Durante as discussões foram abordados os desafios e oportunidades do setor sucroenergético em um cenário global. Entre os pontos levantados, destacou-se a importância da reciprocidade comercial e o impacto das normas da ISO (Organização Internacional do Açúcar) sobre o mercado.

Nogueira ressaltou a competitividade do etanol brasileiro, especialmente em relação à
descarbonização, fator essencial para o setor. “A competitividade do etanol brasileiro é muito pujante. O norte-americano compra o etanol brasileiro principalmente pela intensidade de carbono. Produzir aqui no Brasil, através da cana, tem um poder de descarbonização maior do que o próprio etanol de milho dos Estados Unidos”, explicou o CEO da ORPLANA.

Agenda

O Cana Summit 2025 segue nesta quinta-feira, com painéis técnicos e debates que vão tratar das questões estratégicas para o setor, com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Brasil.

Na oportunidade, também será gerada uma atualização da Carta de Brasília, com reivindicações para os poderes Legislativo e Executivo em prol da sustentabilidade e o desenvolvimento da produção canavieira.



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Queijo artesanal de cabra conquista o primeiro ‘Selo Arte’ da Paraíba


O queijo artesanal de cabra da fazenda Coruja, que fica na cidade de Barra de São Miguel, no cariri, Paraíba (PB) ganhou o primeiro Selo Arte do estado em 2024, o certificação concedido pelo Ministério da Agricultura permite a venda de produtos artesanais em todo o território nacional.

Essa conquista reforça a qualidade e a tradição do queijo artesanal de cabra, impulsionando as vendas e consolidando a marca no mercado. O Sebrae foi um parceiro estratégico nesse processo, apoiando a regularização e estruturação da produção. 

Com isso, o Queijo da Coruja pode abrir porteiras e chegar a novos consumidores em diferentes estados do Brasil.

Para Pedro Pedrosa, produtor rural da fazenda Coruja, essa conquista representa um grande avanço.

“Antes do selo, o queijo era vendido no estado da Paraíba. A qualidade do produto não alterou em absolutamente nada. O que alterou com as consultorias do Sebrae/PB foi a possibilidade de nós comercializarmos de forma regular nosso produto em todo o território nacional. O que mudou efetivamente foi no que diz respeito à possibilidade de novas vendas. Hoje, nós estamos vendendo para todo o Brasil”, comentou Pedro Pedrosa”, destaca Pedrosa.

Tradição e inovação garantem selo inédito

O nome ‘Queijo da Coruja’ remete à Fazenda Coruja, onde essa tradição queijeira começou. Inspirado pelo avô materno, Pedro Pedrosa iniciou a produção artesanal com leite de cabra da raça Murciano Granadina, trazendo inovação e um sabor diferenciado ao mercado.

Desde 2018, a marca tem se destacado pela qualidade e pelo aprimoramento das técnicas de maturação. 

O Selo Arte reconhece essa excelência, permitindo que o queijo seja vendido além das fronteiras regionais, sem necessidade de registro em serviços de inspeção federal.

Isso facilita o acesso a novos mercados e aumenta a competitividade do produto. Além do reconhecimento oficial, a certificação garante que o queijo preserva características artesanais e segue boas práticas de produção.

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Expansão no mercado nacional

Coruja Família/ Foto: Arquivo Coruja

O crescimento do Queijo da Coruja também se deve às parcerias estratégicas. Além do Sebrae, o Senar, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a Secretaria de Agricultura do Estado e a prefeitura do município têm apoiado o fortalecimento da cadeia produtiva. A Fundação Banco do Brasil (FBB) também investe no aprimoramento da infraestrutura e capacitação dos produtores.

Com a certificação e o suporte técnico, a marca tem expandido sua presença em feiras agropecuárias e eventos gastronômicos. O queijo artesanal já é comercializado em diversos estados, ganhando destaque entre os produtos premium de origem sustentável.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer conhecer mais histórias como a do Pedro Pedrosa, da Paraíba, acompanhe diariamente as novidades aqui no site do Canal Rural/ Empreendedorismo.

Você também pode ter a sua história contada no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Acesse o nosso canal canal no YouTube e venha empreender com a gente!



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