quinta-feira, maio 28, 2026

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Tecnoshow Comigo deve gerar R$ 10 bi em negócios



Começou hoje (7) em Rio Verde (GO), a 22° edição da Tecnoshow Comigo 2025. O evento, um dos principais do agronegócio brasileiro e considerado o maior da região Centro-Oeste, é organizado anualmente pela Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudeste Goiano. Este ano, a expectativa dos organizadores é de receber um público recorde, com 150 mil visitantes e gerar 10 bilhões de reais em negócios até o dia 11 de abril.

Nesta edição, a Tecnoshow Comigo conta com mais de 1000 estandes de expositores de máquinas e equipamentos agropecuários, plots agrícolas, animais das mais variadas espécies, palestras técnicas e econômicas e educação ambiental.

A abertura do evento contou com a presença de muitas autoridades. O presidente do Conselho de Administração da Tecnoshow Comigo, Antonio Chavaglia, destacou a questão em torno da sustentabilidade. Ele também falou sobre a infraestrutura e o potencial que o estado de Goiás pode alcançar com investimentos.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reiterou o potencial do estado e disse que o evento serve de modelo para ser replicado no cotidiano do agronegócio brasileiro, com o que existe de mais moderno em tecnologia.

Sobre a Comigo

A cooperativa foi fundada em Rio Verde por 50 produtores rurais do sudoeste goiano que estavam dispostos a mudar o perfil da agropecuária regional, instituindo novos conceitos de produção e de comercialização.

A entidade incentivou o uso de insumos modernos, de tecnologias inovadoras, instalou um grande sistema armazenador e partiu para a transformação de matérias-primas.

Além de Rio Verde, onde está a sede administrativa e o complexo industrial, a Comigo está presente em mais 18 municípios de Goiás, com lojas agropecuárias, produção de suplementos minerais e unidades armazenadoras.

A Tecnoshow acontece no Anel Viário Paulo Campos, km 7, na cidade de Rio Verde, Goiás.



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Brasil recebe importadores e exportadores de feijão



Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores



Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores
Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores – Foto: Canva

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), a partir desta segunda-feira (7), compradores de 15 países desembarcam no Brasil para participar do Summit Brazil Superfoods, que ocorre em Brasília nos dias 7 e 8 de abril. O evento tem como foco principal os Feijões e o Gergelim, produtos que despertam grande interesse no mercado internacional. Além das negociações, os visitantes trarão uma importante bagagem de informações sobre tendências globais, que deverão influenciar diretamente as decisões estratégicas do agro brasileiro ao longo de 2024.

Durante o Summit, painéis voltados ao mercado mundial vão orientar produtores e agentes do setor sobre quais culturas priorizar, especialmente nas áreas com irrigação voltadas à terceira safra deste ano e à primeira safra de sequeiro do próximo. Esse direcionamento técnico é aguardado com expectativa, principalmente diante da instabilidade atual no mercado interno de feijões.

Na última semana, o mercado de Feijão-carioca e Feijão-preto apresentou ritmo lento. A esperada retomada de compras pelos empacotadores não se confirmou, o que gerou recuo nas cotações em algumas regiões. Segundo o Ibrafe, produtores pressionados por necessidade de caixa chegaram a aceitar descontos entre R$ 5 e R$ 10 por saca. Essa queda foi observada nas cotações do CEPEA-CNA, tanto em Goiás quanto no interior de São Paulo, onde ainda restam poucos lotes armazenados.

“Outro ponto de atenção no setor é a chegada iminente da primeira onda de frio, que gera preocupação para os produtores. No entanto, previsões meteorológicas indicam que, até o momento, apenas a região mais alta de Palmas, no sul do Paraná, deve enfrentar geadas. Essa previsão alivia a ansiedade inicial, permitindo aos produtores planejar com mais confiança suas atividades futuras”, conclui.

 





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Como trabalhar a nutrição do trigo?



O trigo é uma cultura altamente exigente em nutrientes



A nutrição estratégica também contempla a adoção de fertilizantes foliares de qualidade
A nutrição estratégica também contempla a adoção de fertilizantes foliares de qualidade – Foto: Divulgação

Segundo a Amazon AgroSciences, um dos pilares para o sucesso no cultivo do trigo está no manejo eficiente da fertilidade do solo, iniciado obrigatoriamente com uma boa análise de solo. Esse diagnóstico permite compreender as necessidades da área e traçar estratégias nutricionais específicas para garantir o máximo desempenho da lavoura.  

O trigo é uma cultura altamente exigente em nutrientes, e o equilíbrio no fornecimento é essencial durante todo o seu ciclo. O nitrogênio (N) é o nutriente mais demandado, sendo responsável pelo crescimento vegetativo e produtividade final — seu fornecimento deve ser bem distribuído ao longo do desenvolvimento da planta. O fósforo (P), por sua vez, exerce um papel determinante no desenvolvimento das raízes, favorecendo uma base forte para absorção de água e nutrientes. Já o potássio (K) é crucial para a tolerância a estresses abióticos, como seca e variações de temperatura.  

A nutrição estratégica também contempla a adoção de fertilizantes foliares de qualidade, que são ferramentas valiosas para ajustes ao longo do ciclo. Aplicados nos momentos certos, esses insumos auxiliam na correção de deficiências pontuais e contribuem para a expressão máxima do potencial produtivo.  

Portanto, compreender as exigências nutricionais do trigo e agir com base em dados concretos — como os obtidos pela análise de solo — é o caminho mais seguro para elevar os resultados na lavoura. Investir em tecnologias e práticas recomendadas, como o uso criterioso de fertilizantes foliares, é uma forma inteligente de garantir sanidade, vigor e produtividade no campo.

 





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Projeto de algodão fortalece comunidades quilombolas



O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias



O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias
O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias – Foto: Canva

A comunidade quilombola São Maurício, em Alcântara (MA), foi palco, na última terça-feira (25), do lançamento do projeto algodão Agroecológico Consorciado com Produtos Alimentares – algodão da Liberdade. A iniciativa visa impulsionar a economia local por meio do cultivo de algodão agroecológico integrado a alimentos tradicionais como milho, feijão, mandioca e hortaliças, promovendo segurança alimentar e sustentabilidade para as famílias da região.

O evento contou com a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Maranhão, a Embrapa Algodão e a Prefeitura de Alcântara. A parceria permitirá a capacitação técnica dos agricultores, a certificação agroecológica e a doação de sementes. Para Bira do Pindaré, secretário da SAF, o projeto resgata a história do município de forma transformadora: “Antes, o algodão era símbolo da dor da escravidão. Agora, ele é símbolo de liberdade e desenvolvimento.”

A agricultora Eliane Rodrigues celebrou a chegada do projeto como uma nova esperança para São Maurício. “Estamos muito gratos por esse olhar para nossas comunidades. Vai incentivar toda a região”, disse emocionada. Segundo o pesquisador da Embrapa, Frederico Lisita, os produtores serão capacitados com técnicas de cultivo orgânico e participativo, com unidades de aprendizagem e pesquisa (UAPs), valorizando práticas sustentáveis e preços diferenciados.

O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias e, indiretamente, cerca de 60 em Alcântara, com previsão de expansão para outras comunidades. Coordenado pela Embrapa Algodão e financiado pelo MDA, o Algodão da Liberdade faz parte de uma estratégia maior para fortalecer consórcios agroecológicos em todo o Nordeste e Semiárido mineiro.

 





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BR-101 é liberada após caminhão tombar e incendiar 21 carros



O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina (CBMSC) conseguiu controlar controlar as chamas que tomaram conta da BR-101, no domingo (6), na região do Morro dos Cavalos na Grande Florianópolis, após um caminhão-tanque que transportava álcool etílico tombar na pista, provocando um incêndio de grandes proporções. Após o acidente, o combustível vazou e se espalhou pela via.

Ao entrar em ignição, o etanol provocou a queima de 21 automóveis e três carretas. A ocorrência mobilizou 36 bombeiros de diversas cidades da região e demandou mais de 12 horas de trabalho ininterrupto. A operação foi concluída por volta das 3h da manhã desta segunda-feira (7) e a pista foi totalmente liberada às 5h07.

“Esta operação foi uma das mais complexas enfrentadas pelas equipes do nosso Corpo de Bombeiros. Nosso trabalho inicial foi voltado ao controle do risco e ao combate às chamas. A situação era extremamente perigosa, pois o líquido inflamável escoou por baixo dos veículos parados e, ao pegar fogo, ameaçava causar uma tragédia ainda maior”, explicou o comandante-geral do CBMSC, coronel Fabiano de Sousa.

O combate direto ao incêndio levou cerca de quatro horas e meia, sendo seguido pela etapa de transbordo da carga restante — cerca de 22 mil litros de etanol que permaneceram no tanque do caminhão —, o destombamento do veículo e a liberação da pista.

Apesar da gravidade da ocorrência, apenas cinco pessoas ficaram feridas, todas com queimaduras e lesões consideradas leves. “A estratégia adotada pelas equipes foi fundamental para evitar uma tragédia com o fogo se propagando para mais veículos e possíveis outras vítimas”, complementa o coronel.

A operação contou com o apoio de diversas instituições: Instituto do Meio Ambiente (IMA), Prefeitura de Palhoça, Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).



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Guerra comercial, câmbio e clima: os fatores que movimentaram a soja e o milho



A semana foi marcada por diferentes acontecimentos econômicos que impactaram os mercados de soja e milho, no Brasil e no exterior. Segundo a plataforma Grão Direto, a intensificação da guerra comercial entre Estados Unidos e China, aliada a dados econômicos robustos nos EUA e movimentações na área de plantio americana, trouxe volatilidade aos preços e influenciou decisões estratégicas de produtores e tradings.

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O principal destaque da última semana foi o agravamento da disputa comercial entre Estados Unidos e China. Na quarta-feira (2), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou novas tarifas sobre diversos países. Em resposta, a China divulgou na sexta-feira (4) um aumento de 34% nas tarifas sobre produtos agrícolas americanos, incluindo a soja, o que torna inviáveis as exportações dos EUA para o país asiático.

A medida favorece diretamente a soja brasileira, que já vinha sendo beneficiada desde o início do conflito comercial em 2018. Com isso, os prêmios de exportação subiram nos portos brasileiros, enquanto os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) para maio encerraram a semana em queda, cotados a US$ 9,77 por bushel, recuo de 3,41%.

Mercado no Brasil segue firme

No mercado interno, os preços da soja seguiram sustentados pela demanda internacional aquecida e pela competitividade frente ao produto americano. O índice de soja exportação da Grão Direto iniciou a semana a R$ 133,66 por saca e fechou a R$ 134,10 na sexta-feira. Apesar da estabilidade nos preços, gargalos logísticos e a alta nos fretes continuam a dificultar o escoamento da safra recorde nacional.

Óleo de soja sofre impacto

As cotações do óleo de soja recuaram mais de 4% ao longo da semana, pressionadas pela queda do petróleo, que acumulou baixa de 7,5%. O óleo de soja, amplamente utilizado na produção de biocombustíveis, acompanha diretamente os movimentos do setor energético.

Além disso, a desvalorização do óleo de palma no mercado internacional também reforçou o cenário de baixa, pressionando as cotações da soja em grão.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, na última segunda-feira, aumento de 5% na área plantada de milho (95,3 milhões de acres) e redução de 4% na área de soja (83,5 milhões de acres) para a próxima safra. A mudança reflete a tentativa de produtores americanos de reduzir os impactos das tarifas chinesas sobre a soja, uma vez que o milho é menos dependente da exportação.

A reconfiguração das áreas de plantio pressionou os preços futuros das commodities em Chicago e reforçou o cenário de competição internacional mais acirrada.

O avanço do dólar

O dólar comercial encerrou a semana cotado a R$ 5,83, com alta acumulada de 3,85%. O avanço da moeda americana foi impulsionado pelos dados do payroll norte-americano, que registrou a criação de 228 mil empregos em março, acima das expectativas. A divulgação reforçou o otimismo com a economia dos Estados Unidos e fortaleceu o dólar globalmente.

Além disso, o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais, provocado pela escalada da guerra comercial, também beneficiou moedas fortes. No Brasil, a valorização cambial melhora a competitividade das exportações agrícolas, mas impõe pressão sobre os custos de produção, já que diversos insumos são cotados em dólar.



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Hoje é o último dia para votar no Prêmio Personagem Soja Brasil!


Ainda dá tempo de escolher seu pesquisador ou produtor favorito e ajudar a reconhecer os profissionais que impulsionam o avanço e a sustentabilidade da soja no Brasil. A votação se encerra nesta segunda-feira, 7 de abril, às 16h (horário de Brasília).

Para participar, basta acessar o link, preencher seus dados e confirmar seu voto. É rápido, simples e faz a diferença.

Foto: Prêmio Personagem Soja Brasil
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Conheça os indicados ao Prêmio Soja Brasil:

Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), alia tradição e inovação no cultivo da soja. Sua família suíça se estabeleceu no Brasil em 1921, e ele segue investindo no crescimento sustentável da produção.

Outro indicado é Anderson Cavenaghi, professor e doutor em proteção de plantas no Mato Grosso, se especializou no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, promovendo maior produtividade e sustentabilidade nas lavouras do Cerrado.

Já Cecilia Czepak, professora na Escola de Agronomia da UFG, em Goiás, é referência no manejo integrado de pragas, desenvolvendo estratégias eficazes para o controle de pragas na soja.

Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia (PR), assumiu a fazenda da família ao lado da irmã e busca inovações para aumentar a produtividade e fortalecer a sucessão familiar na agricultura.

Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, é especialista em manejo de solos. Seus estudos impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das lavouras.

Para finalizar o time dos indicados, Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas (MA), atua no desenvolvimento agrícola desde 1995 e participa do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



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Guerra tarifária redesenha tabuleiro do agronegócio



“É hora do Brasil consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável”



Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China
Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China – Foto: Pixabay

As recentes tensões comerciais entre Estados Unidos, China e União Europeia acendem um alerta para o agronegócio brasileiro. De acordo com Carlos Cogo, Sócio-Diretor de Consultoria da Cogo Inteligência em Agronegócio, a escalada de tarifas, sobretaxas e barreiras não tarifárias não é apenas uma disputa econômica, mas envolve também interesses em tecnologia, segurança nacional e liderança geopolítica. A imposição de tarifas de 34% por parte da China sobre produtos norte-americanos, por exemplo, desencadeia uma reorganização no comércio global de alimentos, com impactos diretos no setor agrícola mundial.

Nesse cenário, o Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China, que busca novos fornecedores diante do embate com os EUA. Produtos como soja, milho, carne bovina e suína ganham espaço no curto prazo, substituindo exportações norte-americanas e europeias. No entanto, Cogo alerta para os riscos: a excessiva dependência de um único mercado – como a China, que responde por até 70% das vendas em algumas cadeias – torna o Brasil vulnerável a reviravoltas políticas e comerciais.

Além disso, a tendência global de desglobalização e neoprotecionismo, impulsionada por essa guerra tarifária, ameaça o crescimento das exportações agrícolas no longo prazo. Muitos países estão priorizando segurança alimentar e autossuficiência, o que fragmenta cadeias globais de suprimento e impõe novos desafios aos exportadores. 

“É hora do Brasil consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável. Diversificar mercados e agregar valor aos produtos são caminhos essenciais para reduzir riscos e ampliar margens. O momento é de oportunidade, mas também de cautela. A atuação do setor privado e da diplomacia comercial será determinante nos próximos anos”, conclui.

 





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Tempestade provoca enxurrada e vacas são arrastadas pela correnteza no RJ



Um vídeo publicado no X, por uma moradora do município de Angra dos Reis, registrou o momento em que vacas são arrastadas pela correnteza nas ruas da cidade. Fortes chuvas atingiram o Rio de Janeiro neste final de semana e 300 pessoas estão desalojadas após a tempestade.

A região foi uma das mais afetadas pelo temporal. No vídeo é possível observar dois animais tentando resistir à correnteza com o corpo quase coberto pela água. De acordo com a Defesa Civil do município, nem os bombeiros e nem o próprio órgão foram acionados para ocorrência.

Em alguns pontos da cidade, o nível das chuvas atingiu 300 milímetros em um intervalo de 24 horas entre sexta e sábado. A expectativa era de 170 milímetros para o mês inteiro. No sábado (5), a prefeitura decretou situação de emergência em Angra dos Reis devido aos alagamentos e deslizamentos causados na cidade.

Além de Angra dos Reis, a cidade de Petrópolis, na região da serra fluminense também registrou fortes chuvas que alagaram o município e deixando pessoas desalojadas.

*Com supervisão de Thiago Dantas





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