sexta-feira, maio 22, 2026

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Mercado do feijão segue estável


O mercado brasileiro de feijões vive um momento de estabilidade com nuances regionais, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE) com base em dados do CEPEA. O cenário atual reflete um equilíbrio entre oferta e demanda, embora apresente movimentos distintos em algumas praças do país.

Na última quarta-feira, Itapeva (SP) se destacou com uma expressiva valorização de 5,03% no preço do Feijão 8/8,5, que fechou cotado a R$ 232,27 — a maior alta registrada no dia. Lucas do Rio Verde (MT) também apresentou desempenho positivo, com aumento de 1,63%, alcançando R$ 200,72 para o mesmo tipo de grão.

Por outro lado, algumas regiões sentiram pressões negativas. O Noroeste de Minas teve queda de 2,61%, com preço médio de R$ 213,13. A Metade Sul do Paraná também registrou leve retração nas cotações, variando entre -0,41% e -0,49%, refletindo um mercado mais cauteloso por parte dos compradores.

Outro ponto de atenção é a escassez de feijões nota 9, praticamente sem oferta no dia. No Noroeste de Minas, a referência se mantém na faixa de R$ 280, enquanto em Itapeva (SP) chega a R$ 290 — porém, essa última é considerada uma referência nominal, já que não há relatos concretos de negociações efetivas nessa faixa de preço.

“Esses movimentos refletem um mercado que, embora aparentemente estável nas referências de preços, apresenta um volume reduzido de negócios nas fontes. Ontem à noite, na Live, Marcelo Lüders destacou que o fluxo previsto de Feijão-carioca até o final do ano indica um volume final menor do que no ano passado. Ele salientou que, no mercado mundial, nada está definido, afinal as colheitas mais importantes ocorrerão de maio em diante na Argentina e no México, e nos Estados Unidos durante o segundo semestre”, conclui.





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Soja: clima benéfico nos EUA e dúvidas sobre demanda pressionam Chicago antes do intervalo


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Foto: Vinicius Ramos/Canal Rural BA

A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo desta segunda-feira (2) com preços mais baixos para grão e farelo, e cotações mais altas para óleo.

O mercado é pressionado pelo clima benéfico nos Estados Unidos e pelas dúvidas sobre a demanda por biodiesel no país. Porém, com o dólar caindo forte frente a outras moedas e com om petróleo disparando em Nova York com alta superior a 4% -, o grão se afastou das mínimas do dia.

  • Os contratos com vencimento em julho de 2025 tinham preço de US$ 10,39 1/2 por bushel, baixa de 2,25 centavos de dólar por bushel ou 0,21%.
  • A posição agosto de 2025 era cotada a US$ 10,33 por bushel, retração de 3,75 centavos de dólar por bushel ou 0,36%.
  • No farelo, julho de 2025 tinha preço de US$ 294,20 por tonelada, desvalorização de US$ 2,10 por tonelada ou 0,70%.
  • Já a posição julho de 2025 do óleo era cotada a 47,12 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,23 centavo de dólar por libra-peso ou -0,49%.

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Selic no fim de 2025 continua em 14,75%, diz Focus; 2026 segue em 12,50%



A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 continuou em 14,75% pela quarta semana consecutiva. Os juros estão nesse nível desde 7 de maio, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa em 0,5 ponto percentual.

Considerando apenas as 40 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana para o fim de 2025 também se manteve em 14,75%.

Na ata da reunião de maio, o Copom afirmou que a taxa básica de juros está em nível “significativamente contracionista” e “já tem contribuído e seguirá contribuindo para a moderação de crescimento”. “Dadas as defasagens inerentes aos mecanismos de política monetária, espera-se que tais efeitos se aprofundem nos próximos trimestres”, afirmou o Comitê.

Uma semana antes, no comunicado da sua decisão, o colegiado já havia tornado o seu balanço de riscos para a inflação simétrico e abandonado o forward guidance, deixando as possibilidades em aberto para a sua próxima reunião, nos dias 17 e 18 de junho.

“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação”, afirmou.

A mediana para a Selic no fim de 2026 ficou estável em 12,50% pela 18ª semana consecutiva. Levando em conta apenas as 40 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária também se manteve em 12,50%.

A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 16ª semana seguida. A mediana para a Selic no fim de 2028 se manteve em 10,0% pela 23ª semana consecutiva.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 6 estados, afirma ANP



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em seis estados na semana de 25 a 31 de maio.

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 68,10% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:

  • Acre (69,56%);
  • Mato Grosso (63,25%);
  • Mato Grosso do Sul (65,29%);
  • Minas Gerais (69,67%);
  • Paraná (68,09%) e
  • São Paulo (66,29%).

Preços do etanol

Segundo a ANP, em dados compilados pelo AE-Taxas, os preços médios do etanol hidratado caíram em 18 estados, subiram em 6 e ficaram estáveis em 2 estados e no Distrito Federal na semana de 25 a 31 de maio.

Nos postos pesquisados pela agência em todo o país, o preço médio do etanol cedeu 0,23% na comparação com a semana anterior, para R$ 4,27 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média caiu 0,25%, de R$ 4,08 para R$ 4,07 o litro.

A maior queda percentual na semana, de 1,31%, foi registrada no Ceará, onde o litro passou de R$ 5,35 para R$ 5,28. A maior alta no período, na Bahia, foi de 1,04%, para R$ 4,87 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,38 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,89, foi registrado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,49 o litro. 



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Chicago busca recuperação, apoiada pelo impulso do petróleo



Os contratos do milho operam nesta segunda-feira (2) com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

Após acumular perdas superiores a 3% na semana e 6% no mês, o mercado tenta iniciar um movimento de recuperação técnica. A desvalorização de quase 0,5% do dólar frente a outras moedas correntes, aliada ao forte avanço de mais de 4% do petróleo em Nova York, oferece suporte para a correção dos preços.

Os contratos com entrega em julho estão cotados a US$ 4,46 3/4 por bushel, alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,61%, em relação ao fechamento anterior.

Na sexta-feira (30), o milho fechou com baixa nos preços. O mercado foi pressionado pelos sinais de uma fraca demanda pelo cereal dos Estados Unidos, além do crescimento da tensão comercial entre a China e o país norte-americano.

Além disso, a valorização do dólar frente a outras moedas, as perdas do petróleo em Nova York e a perspectiva de uma boa produção nas safras da América do Sul e dos Estados Unidos complementaram o quadro negativo da sessão.

Na semana, a posição julho/25 registrou queda acumulada de 3,37%. Em maio, a mesma posição apresentou recuo acumulado de 6,62%.

Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com baixa de 3,00 centavos, ou 0,67%, cotados a US$ 4,44 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com recuo de 2,75 centavos, ou 0,62%, cotados a US$ 4,38 1/2 por bushel.



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clima favorável no Meio-Oeste dos EUA pressiona baixa de Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira (2).

O mercado segue próximo das mínimas registradas nas últimas três semanas, pressionado pelo clima favorável no Meio-Oeste dos Estados Unidos e pela incerteza em relação à demanda por biocombustíveis.

Analistas ouvidos por agências internacionais também destacam que as preocupações com a demanda pela oleaginosa seguem pesando negativamente sobre as cotações.

Os contratos com vencimento em julho operam cotados a US$ 10,37 1/4 por bushel, baixa de 4,50 centavos de dólar, ou 0,43%, em relação ao fechamento anterior.

Na sexta-feira (30), a soja fechou em baixa, ampliando as perdas da semana. No mês, o resultado também foi negativo.

A volta da tensão comercial entre China e Estados Unidos, o cenário fundamental negativo e dúvidas envolvendo a questão do biodiesel nos Estados Unidos voltaram a pressionar o mercado.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 10 centavos de dólar ou 0,95% a US$ 10,41 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,26 3/4 por bushel, perda de 10,50 centavos ou 1,01%.



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Previsão do tempo para hoje mostra volta chuva e até temporais em algumas áreas; confira


Nesta segunda-feira (2), uma área de baixa pressão começa a atuar sobre o Paraguai e estimula a formação de nuvens carregadas no norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná.

Há alerta para temporais no extremo norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e oeste e sudoeste do Paraná.

Apesar do frio persistir durante a manhã, as temperaturas sobem gradativamente à tarde. Em Florianópolis e Porto Alegre, o tempo segue firme, com predomínio de sol. Há previsão de geada na campanha gaúcha.

No Sudeste, a infiltração marítima favorece o aumento da nebulosidade e organiza pancadas de chuva entre o leste de São Paulo, o sul do Rio de Janeiro e o leste e norte do Espírito Santo. Nessas áreas, o dia será de sol entre nuvens e possibilidade de chuva fraca a moderada.

Já no interior da região, o tempo permanece mais aberto, sem previsão de chuva e com tardes ligeiramente mais quentes.

No Centro-Oeste, a migração de um cavado (forte variabilidade dos ventos em altos níveis) sobre a região favorece o retorno da chuva sobre o oeste, sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul. O tempo volta a ficar instável nessas áreas, e as temperaturas se mantêm mais amenas.

Já em Goiás e no norte de Mato Grosso, o sol predomina e o calor aumenta, acompanhado de ar mais seco.

No Nordeste, pancadas de chuva moderadas atingem do sul da Bahia ao litoral leste do Rio Grande do Norte, enquanto há risco de temporais em Sergipe e Alagoas, inclusive nas capitais.

A umidade vinda do oceano estimula nuvens mais carregadas no litoral do Maranhão, onde pode chover forte em diversos momentos do dia. No interior da região, o tempo seco e o calor continuam predominando, com destaque para os baixos níveis de umidade no sul do Piauí e no norte da Bahia.

Na região Norte, o sol aparece entre muitas nuvens e há previsão de chuva a qualquer momento no norte do Amazonas, noroeste e faixa litorânea do Pará, além de Roraima e Amapá. Nesses locais, pode chover com moderada a forte intensidade.

Em contraste, o tempo firme segue predominando na faixa sul da região, incluindo áreas do Acre, Rondônia e sul do Amazonas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Biológicos deixam de ser alternativa e se tornam estratégia



O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente



O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente
O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente – Foto: Nadia Borges

O uso de agentes biológicos na agricultura deixou de ser uma opção e se consolidou como uma estratégia indispensável para quem busca produtividade, sustentabilidade e economia. De acordo com a MyFarm, produtores estão adotando bioinsumos como fungos, insetos, bionematicidas e bioestimulantes porque eles entregam resultados claros: menor perda, menor custo e menos risco para a lavoura.

Mais do que controlar pragas, o uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente, atender às exigências de um mercado cada vez mais atento à sustentabilidade e, ao mesmo tempo, manter altos níveis de produtividade. Na soja, por exemplo, o manejo correto é decisivo. A produção cresce, mas os desafios permanecem, especialmente nas áreas em sucessão com milho, algodão, trigo e feijão, onde pragas e doenças continuam sendo uma ameaça constante.

Além de reduzirem a necessidade de defensivos químicos, os biológicos garantem mais segurança para o solo, para o trabalhador e para o consumidor. Quando aplicados de forma correta, eles se estabelecem na lavoura, promovem equilíbrio biológico e reduzem significativamente os custos com insumos.

A tecnologia dos biológicos vai muito além do controle de pragas. Ela inclui bionematicidas, bioestimulantes, condicionadores de solo, indutores de raiz e redutores de estresse oxidativo. O resultado é percebido tanto no campo quanto na imagem do produtor, que entrega uma soja mais limpa, sustentável e alinhada às exigências do mercado atual. As informações foram publicadas no perfil oficial da empresa no LinkedIn.

 





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Trump anuncia que vai dobrar tarifas sobre aço e alumínio para 50%



Durante um comício em West Mifflin, Pensilvânia, o presidente Donald Trump anunciou que dobrará as tarifas sobre aço e alumínio importados, passando de 25% para 50% a partir de 4 de junho de 2025.

A medida, segundo ele, visa proteger a indústria siderúrgica americana e manter empregos nos Estados Unidos.

O anúncio foi feito em meio à promoção de um acordo de US$ 14 bilhões entre a US Steel e a japonesa Nippon Steel. Apesar da parceria, Trump assegurou que a US Steel permanecerá americana, com liderança majoritariamente composta por cidadãos dos EUA e supervisão federal para garantir a conformidade com um acordo de segurança nacional.

A Nippon se comprometeu a investir US$ 2,2 bilhões no complexo Mon Valley e mais US$ 7 bilhões em atualizações de fábricas em diversos estados, além de manter altos-fornos em operação por 10 anos e pagar bônus de US$ 5 mil aos trabalhadores.

O aumento das tarifas deve beneficiar os produtores nacionais ao permitir que aumentem os preços, mas também pode provocar retaliações de parceiros comerciais como a União Europeia, que já se manifestou contra a medida.

O sindicato United Steelworkers segue cético quanto ao acordo com a Nippon, temendo impactos na segurança nacional e na estabilidade das comunidades locais, além da falta de transparência nos detalhes da transação.

Apesar das incertezas, a reação de alguns trabalhadores e autoridades locais foi positiva, com destaque para o otimismo gerado pelas promessas de investimento e manutenção de empregos.

Ainda assim, há preocupação quanto a quem realmente tomará as decisões dentro da empresa após a conclusão do negócio, cujo prazo final é 18 de junho.



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ALI Rural impulsiona a inovação e contribui para o aumento do faturamento dos produtores no Piauí



Produtores rurais do Piauí estão colhendo bons resultados com o programa Agente Local de Inovação (ALI) Rural, do Sebrae.

A iniciativa oferece acompanhamento gratuito por 12 meses, ajudando a melhorar a gestão, adotar inovações e ampliar o faturamento.

O produtor José Flávio, de Parnaíba, é exemplo disso.

“Antes do acompanhamento do ALI, eu não sabia como inovar e não tinha perspectiva de ampliar a comercialização. Com o acompanhamento do agente do programa, eu passei a ter uma visão mais profissional do meu empreendimento, inovei e adotei controles gerenciais. Assim, a produção aumentou e ampliei a comercialização, o que impactou diretamente no faturamento”, destaca o produtor.

Gestão profissional na prática

Além da região de Parnaíba, o programa já alcança Teresina, Picos e Bom Jesus, totalizando 25 municípios atendidos. 

Em Cacimba Velha, zona rural de Teresina, a fábrica de licores Petrichor também se beneficiou com o apoio do ALI Rural.

Os empreendedores Ivani Gonçalves e Marcos Gonçalves, já implementaram muitas soluções propostas pelo ALI Rural, como é o caso da rotulagem dos licores com informações nutricionais e de mudanças nas instalações da indústria para melhor adequação aos critérios de boas práticas de fabricação.

“As melhorias já feitas garantiram registro da nossa indústria e dos nossos produtos junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Além disso, estamos testando o software de gestão, indicado pelo agente, para facilitar a nossa rotina e alcançar novos mercados”, comenta a empresária Ivani Gonçalves.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp  

Novas vagas em agosto

Um novo ciclo do programa começa em agosto no Piauí, com 150 vagas para produtores rurais interessados em transformar seus empreendimentos.

“Estamos finalizando o ciclo que iniciou em 2024 e observamos um grande avanço dos empreendimentos atendidos. Isso reforça a importância do programa para o setor rural do nosso Estado. Em agosto, lançaremos o novo ciclo, com cerca de 150 vagas previstas para serem ofertadas nas regiões já atendidas e também em Floriano”, disse Francisco Holanda, gestor do Programa ALI Rural no Piauí.

10 motivos para participar do ALI Rural

  • 1. Programa gratuito e exclusivo para o agro
  • 2. Acompanhamento de um agente especializado
  • 3. Diagnóstico com foco em melhorias reais
  • 4. Inovação em produtos e processos
  • 5. Planejamento para competir melhor no mercado
  • 6. Controles financeiros que ajudam a reduzir custos
  • 7. Acesso a tecnologias e soluções práticas
  • 8. Apoio em divulgação para aumentar vendas
  • 9. Participação em feiras e rodadas de negócios
  • 10. Expansão da rede de contatos e parcerias

Para mais informações, acesse aqui!



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