quinta-feira, maio 21, 2026

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cotações seguem em baixa frente à queda nas vendas



Os preços do açúcar cristal no mercado spot de São Paulo iniciaram o mês de junho com novas quedas. É isso que  apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De maneira geral, pesquisadores explicam que o ritmo das negociações envolvendo o cristal de melhor qualidade (Icumsa 150 – 180) continuou lento. No balanço da primeira semana de junho, a média do Indicador Cepea/Esalq para o açúcar cor Icumsa de 130 a 180, foi de R$ 133,22 por saca de 50 kg. O valor representa um recuo de 0,98% frente ao mês anterior. No acumulado de maio, o Indicador caiu 7,2%. 

Outro fator que influenciou a desvalorização doméstica foi a maior oferta de cristal de pior qualidade. De acordo com o instituto, as vendas e a liquidez têm sido maiores para esse açúcar de qualidade inferior. 

Assim, na última semana, o preço médio desse produto ficou R$ 16,00 abaixo da média do Indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 kg. Quanto às exportações, dados da Secex analisados pelo Cepea mostram que o Brasil embarcou 2,257 milhões de toneladas de açúcares e melaços em maio/25. Representando assim, um recuo de 19,6% em relação ao mesmo mês de 2024. 

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2025, o país exportou 9,526 milhões de toneladas de açúcar. Valor este que é 29,6% menor no comparativo com igual intervalo de 2024.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Etanol registra queda de preços na primeira semana de junho



Os preços dos etanóis abriram o mês de junho em queda, sobretudo nas regiões mais distantes das principais bases de São Paulo. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Para o hidratado, as baixas já vem sendo registradas há quatro semanas. Segundo o Centro de Pesquisas, um dos fatores que vem contribuído para a pressão baixista é o aumento gradativo da oferta de etanol motivada pelo avanço da safra. 

Além disso, o anúncio da redução no preço da gasolina na segunda-feira (2), acelerou as vendas de algumas usinas. Estas ficaram receosas de recuos mais fortes no valor do biocombustível.

Distribuidoras ainda seguiram cautelosas, tentando realizar aquisições a preços menores. Em alguns casos, houve sucesso, mesmo considerando que compradores seguem esperando valores mais baixos. 

Entre 2 e 6 de junho, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou em R$ 2,5492 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa um recuo de 2,33% no comparativo com o período anterior. Já o Indicador Cepea/Esalq do etanol anidro fechou a R$ 2,9448/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins), baixa de 3,65% no mesmo comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Boi gordo atinge até R$ 325 em SP com demanda firme e baixa oferta a pasto



O mercado físico do boi gordo começou a semana com cenário firme, impulsionado pela combinação de demanda aquecida e baixa oferta de animais a pasto. Segundo o boletim desta terça-feira (10) do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), muitos compradores reajustaram em R$ 5 a arroba, tanto para machos quanto para fêmeas, refletindo a escassez de oferta e o bom desempenho das vendas de carne no atacado.

As escalas de abate, em sua maioria, estão limitadas a no máximo 10 dias, com vários frigoríficos ainda tentando preencher os abates desta semana. No estado de São Paulo, os negócios giraram entre R$ 305 e R$ 325 por arroba nesta segunda-feira (9). O indicador Cepea/Esalq fechou o dia cotado a R$ 311,75, acumulando valorização de 1,8% nos primeiros dias de junho.

A escassez de animais de pasto é apontada como fator decisivo para o movimento de alta. O vigor das pastagens diminui nesta época do ano, mas, segundo o Cepea, a lotação média dos pastos neste ano está acima da observada em temporadas anteriores.

No mercado de reposição, a demanda por bois magros permanece firme, com oferta restrita. Muitos dos animais já estão nos confinamentos, que registram ocupação superior à do mesmo período de 2024, segundo análise do centro de estudos.

De acordo com o boletim Boi Cepea, o desempenho das exportações também reforça a firmeza do mercado. Segundo a entidade, o volume médio exportado por dia neste inóicio de junho foi quase 24% maior do que a média de maio e 33% acima da média de junho do ano passado.

O preço também aumentou, tanto em dólar quanto em real: na média, uma tonelada de carne exportada na primeira seman de junho esteve cotada a R$ 30.217, o que significa 2,5% a mais do que no mês passado e 25% superior à média de junho de 2024, já considerando o efeito do cãmbio.



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ministério mantém em investigação 8 casos suspeitos no Brasil



Até às 8h30 de hoje, o painel de dados disponibilizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apontava que há oito casos suspeitos de gripe aviária em investigação no Brasil.

Eles envolvem galinhas domésticas em Parauapebas (PA), Novo Cruzeiro (MG), Alegre (ES), e Caçador (SC).

Há ainda quatro casos suspeitos da doença em aves silvestres, envolvendo a espécie gralha-cancã, em Utinga (BA), carcará, em Florestal (MG), pombo, em Santo Antônio do Monte (MG) e albatroz-de-sobrancelha, em Angra dos Reis (RJ).

Ontem (9), o Mapa descartou dois casos suspeitos em galinhas domésticas de subsistência em Itaituba (PA) e Viamão (RS).

Desde o primeiro registro de gripe aviária ocorrido no Brasil, em 15 de maio de 2023, foram 172 casos registrados. Eles envolvem quatro casos em aves domésticas de subsistência, 167 casos em aves silvestres e mamíferos marinhos e um em aves comerciais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Novo ciclo para a pecuária e consolida protagonismo de MS



O painel “Cadeias Produtivas da Agroindústria” aprofundou as análises



O painel “Cadeias Produtivas da Agroindústria” aprofundou as análises sobre os diferentes setores
O painel “Cadeias Produtivas da Agroindústria” aprofundou as análises sobre os diferentes setores – Foto: Nadia Borges

O Interagro 2025, realizado pelo Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho (SRCG), reuniu especialistas e representantes das cadeias produtivas da pecuária de corte, leite, avicultura e suinocultura para debater os rumos do setor diante do cenário de retomada econômica e desafios geopolíticos. O evento destacou projeções otimistas para os principais segmentos da pecuária nacional, apontando Mato Grosso do Sul como um dos polos estratégicos para o desenvolvimento agroindustrial.

Durante o encontro, foi apresentado um panorama que indica o fim da fase de pressão nos preços da pecuária de corte, causada pelo excesso de abate de fêmeas. Com a recuperação das margens dos produtores e a perspectiva de valorização do boi gordo e dos animais de reposição, os próximos dois anos devem marcar um ciclo de crescimento. No caso de Mato Grosso do Sul, a menor diferença entre os preços da arroba no estado e em São Paulo fortalece estratégias comerciais e facilita operações na Bolsa, ampliando a competitividade dos pecuaristas locais.

Apesar do ambiente favorável no mercado interno, os participantes do evento ressaltaram que o cenário internacional continua instável. As guerras na Europa e no Oriente Médio, somadas às tensões comerciais envolvendo grandes potências, afetam a oferta global de alimentos e insumos, exigindo resiliência e capacidade de adaptação dos produtores brasileiros.

O painel “Cadeias Produtivas da Agroindústria” aprofundou as análises sobre os diferentes setores. A suinocultura se destacou como um segmento em expansão no estado, com crescimento expressivo do rebanho e atração de investimentos em tecnologia e estrutura produtiva. O associativismo também foi apontado como ferramenta estratégica para ampliar a rentabilidade e fortalecer o poder de negociação dos produtores. 

 





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FPA critica novo pacote de tributos do governo



O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), criticou a proposta do governo de instituir uma alíquota de 5% de imposto sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Atualmente, tanto as LCAs quanto as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) são isentas de Imposto de Renda.

“Eles (governo) sabem que (o Congresso) não tem como aceitar isso, sabem que isso é prejudicial para o setor que carrega a nossa economia. Não vamos nos calar”, afirmou o parlamentar.

Entidades do mercado imobiliário também se manifestaram contra o fim da isenção das LCIs. O setor alerta que a mudança pode encarecer o crédito imobiliário, exigindo maior valor de entrada por parte dos consumidores na aquisição de imóveis.

O pacote tributário foi apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião com parlamentares no domingo (8). Após quase seis horas de conversas, foi anunciado um acordo para reduzir o impacto do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com compensações via taxação de apostas eletrônicas (bets) e outras medidas sobre o sistema financeiro.

Essas mudanças devem ser encaminhadas ao Congresso por meio de uma medida provisória, um projeto de lei complementar e, eventualmente, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a depender do conteúdo.

No entanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (9) que não há compromisso do Congresso com a aprovação dessas medidas. “A medida provisória será enviada apenas para que, do ponto de vista contábil, não se tenha de aumentar o contingenciamento que já está sendo feito”, afirmou, durante evento promovido pelos jornais Valor Econômico e O Globo, e a rádio CBN.

Parlamentares da base do governo minimizaram a declaração, indicando que outras lideranças políticas ainda serão consultadas. Contudo, a resistência de grupos como a FPA e representantes do setor imobiliário aponta para uma tramitação com forte oposição.

Em nota, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) afirmou que o pacote tem “caráter arrecadatório e de curto prazo”, e não resolve “o problema em si, que é estrutural e exige ações coordenadas de curto, médio e longo prazos”.

*Com informações do Estadão Conteúdo



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Casal paraibano lança rótulos de vinho fino em Sousa, sertão da Paraíba



Em meio ao sertão da Paraíba (PB), um sonho plantado por Herta Sônia e Jarismar Gonçalves começa a transformar a paisagem e a economia do município de Sousa.

O casal que é responsável pela criação da Vinícola Château HS, lançou com apoio do Sebrae/PB, os primeiros rótulos de vinho fino produzidos em Sousa (PB). A apresentação aconteceu durante o Sousa Wine e Festival.

Herta e Jarismar iniciaram o processo do cultivo das uvas há dois anos – apostando na força do sonho e no potencial do solo -, destaque para uva vitis vinífera – espécie de videiras para a produção de vinho -, em quatro variedades: Malbec, Syrah, Tannat e Touriga Nacional. 

A produção já alcançou uma tonelada, resultado de técnicas modernas como a fertirrigação, inspiradas na vitivinicultura do Vale do São Francisco.

A vitivinicultura é o conjunto de atividades que envolvem tanto o cultivo da uva (viticultura) quanto a produção de vinho (vinicultura).

Uvas abrem as porteiras em Sousa

A vinícola Château HS também celebra a história de vida do casal. Um dos rótulos, Nozze D’argento, marca os 25 anos de casamento de Herta e Jarismar.

Já o rótulo Abelisaurus homenageia as famosas pegadas de dinossauros da região, reforçando o vínculo com a cultura local.

“Trata-se do primeiro lançamento de rótulos de vinho produzido em solo de Sousa. E o Sebrae enquanto instituição de fomento ao desenvolvimento dos pequenos negócios, participa dessa ação cumprindo o seu dever”, afirma Camila Nóbrega, gerente da agência do Sebrae/PB em Sousa.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Com apoio do Sebrae/PB, a vinícola aposta também no enoturismo como novo vetor de desenvolvimento para Sousa.

“Não só para a vinícola em particular, mas para toda a região, que cresce junto com a história e o enoturismo, que é a atividade do turismo – pode agregar muito nesse ambiente dos negócios”, afirma Gonçalves.

Mais que vinhos, o casal colhe reconhecimento e abre caminho para que a produção de uvas finas floresça no sertão.



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AgroNewsPolítica & Agro

Goiás projeta safra recorde de girassol em 2024/25


A cultura do girassol vem ampliando sua presença nas lavouras goianas e se consolida como alternativa estratégica para a segunda safra no estado. Segundo o boletim Agro em Dados de junho, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, a expectativa para a temporada 2024/25 é de uma colheita recorde de 71 mil toneladas em uma área plantada estimada de 47,3 mil hectares.

Com esses números, Goiás deve responder por 71,6% da produção nacional de girassol. Em comparação com a safra anterior, a projeção é de crescimento de 58,8% no volume colhido, 20,7% na área cultivada e 31,6% na produtividade das lavouras.

A Secretaria aponta que o desempenho é reflexo de boas condições climáticas, ausência de doenças fúngicas e manejo agronômico eficiente. “O girassol tem ganhado cada vez mais espaço nas propriedades rurais de Goiás, assumindo posição de destaque como uma das culturas mais promissoras para a segunda safra no estado”, destaca o boletim.

Cultivado logo após a soja, o girassol se beneficia do período da segunda safra, com maior resistência à escassez hídrica e menor incidência de pragas e doenças. Além disso, favorece a fertilidade do solo e amplia a biodiversidade, especialmente quando associado à apicultura.

Com ampla aplicação industrial, as sementes do girassol são utilizadas para produção de óleo com alto valor nutricional, com destino aos setores alimentício, farmacêutico, cosmético, de nutrição animal e biocombustíveis. O estado de Goiás apresenta vantagens estruturais e climáticas para o cultivo da oleaginosa.

Desde 1997, quando a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou o monitoramento da cultura, Goiás já se destacava como maior produtor nacional. A retomada da liderança ocorreu na safra 2020/21, com crescimento contínuo desde então. Os municípios de Silvânia, Ipameri, Rio Verde e Catalão figuram entre os principais polos produtores do estado.





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Como as negociações entre China e EUA e os números do IPCA impactam o Brasil


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados com sinalizações positivas nas negociações entre Estados Unidos e China. No Brasil, rumores sobre contenção de gastos ajudaram a derrubar os juros futuros e o dólar, que fechou a R$ 5,56.

O Ibovespa recuou 0,30%, pressionado por setores sensíveis a novas tributações. Hoje, o foco é o IPCA de maio, que deve mostrar desaceleração na inflação livre e alta nos preços administrados.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Grande chance de geada e muito frio em três regiões: confira a previsão de hoje



Sul

A previsão é de geada em partes dos três estados da Região: no Rio Grande do Sul, o centro-sul, a campanha gaúcha, áreas do sudoeste e da serra gaúcha, além de regiões próximas à fronteira com o Uruguai podem ser afetadas; em Santa Catarina, pode gear no planalto sul, em parte do meio-oeste catarinense e nas faixas do planalto norte; já no Paraná, apenas o sul do estado, na divisa com o território catarinense, deve sentir os efeitos da geada. Nos três estados, o frio se intesifica de manhã e à noite.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sudeste

A frente fria que avançou sobre a costa sul do país nos últimos dias segue na altura do Espírito Santo e ainda estimula instabilidades no estado, além de no Rio de Janeiro e no leste de Minas Gerais. Em São Paulo ainda haverá condições para pancadas no litoral, mas o destaque é para as baixas temperaturas que afetam todo o território.

Centro-Oeste

Tempo firme em toda a região, com sol entre algumas nuvens. A massa de ar polar mantém as temperaturas mais baixas em Mato Grosso do Sul e amenas na metade sul de Mato Grosso. Entre o norte de Goiás e o Distrito Federal, as tardes ainda serão quentes, com umidade relativa do ar em níveis críticos.

Nordeste

A umidade vinda do oceano continuará estimulando nuvens de chuva sobre parte da costa leste. As pancadas são irregulares, mas episódios localizados de temporais não estão descartados, sobretudo entre o litoral de Alagoas e o Rio Grande do Norte. Também pode chover no litoral do Maranhão e do Ceará. No interior, predomínio de tempo firme, temperaturas elevadas e umidade crítica nas horas mais quentes.

Norte

Instabilidades se espalham por Amazonas, Roraima e Amapá, com chuva forte e temporais. No Acre, a chuva fica restrita ao oeste, e no Pará ocorre no norte e no litoral. Tocantins e Rondônia têm tempo firme.



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