quarta-feira, maio 20, 2026

News

News

guerra entre Israel e Irã preocupa o agro nacional



O recente conflito entre Irã e Israel traz preocupações ao setor agrícola brasileiro. Isso porque deve influenciar a oferta global de fertilizantes e consequentemente, os preços de alguns insumos. Essa é a análise dos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Irã é um dos principais produtores mundiais de amônia anidra. Este, por sua vez, é a matéria-prima para produção de fertilizantes nitrogenados, como a ureia. 

Dessa forma, o país é atualmente responsável por cerca de 7% a 8% da uréia produzida no mundo. 

Diante disso, produtores brasileiros de culturas que dependem de ureia, tais como milho, algodão, arroz, café e citros, temem possíveis novos aumentos nos custos de produção.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

iniciada a colheita da safra 2024/25



Com expectativa de produção recorde, a safra de algodão 2024/25 começa a ser colhida, aos poucos, no Brasil. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Por outro lado, as negociações seguem lentas no spot nacional e os preços, estáveis, de acordo com o Cepea. 

A desvalorização do dólar frente ao Real, somada aos recuos nas cotações internacionais vêm pressionando a paridade de exportação. Dessa forma, vendedores domésticos tem se mantido afastados de novos negócios, mesmo diante da entrada da nova safra. 

Compradores, por sua vez, ficam ativos no spot apenas quando há necessidade mais urgente de renovar estoques. 

Em relatório divulgado no último dia 12, a Conab apontou novos reajustes positivos na produção brasileira de pluma da temporada 2024/25, de 0,2% frente aos dados de maio/25 e de 5,7% em comparação à safra 2023/24, podendo chegar a 3,913 milhões de toneladas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Café segue apresentando queda nos preços com avanço da colheita



O avanço da colheita de café nas principais regiões produtoras do Brasil tem mantido os preços do grão em queda. Isso de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, voltou a operar abaixo de R$ 2.200 a saca de 60 kg nesta semana. A variedade não atingia valores tão baixos desde dezembro de 2024, em termos nominais. No acumulado da parcial de junho (até o dia 16), a retração é de 7,2%. 

Para o robusta, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, acumula queda ainda mais intensa no mês. A baixa acumulou de 8,65% (também até o dia 16), voltando a fechar abaixo dos R$ 1.300/sc, patamar de agosto/24. 

Levantamento do Cepea mostra que, até o fim da última semana, a colheita do arábica somava entre 20% e 25% do esperado. Para o robusta, as atividades se aproximam da metade. Destaca-se que a safra desta variedade deve superar as 20 milhões de sacas, compensando a menor produção do arábica em 2025/26.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

11 casos suspeitos são investigados no Brasil



Até às 8h30 desta quarta-feira (18), o painel de dados disponibilizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apontava que há onze casos suspeitos de gripe aviária em investigação no Brasil.

Eles envolvem galinhas domésticas em Alto Alegre (RR), Parauapebas (PA), Cedro (CE), Novo Cruzeiro (MG), Sacramento (MG), São Joaquim de Bicas (MG) e Serra (ES).

Há ainda quatro casos suspeitos da doença em aves silvestres, envolvendo as espécies biguá, maçarico-branco, coruja-das-torres e pombo, em Morro do Chapéu (BA), Linhares (ES), Vila Velha (ES) e São Valentim (RS).



Source link

News

incertezas com clima dos EUA sustentam leve alta de Chicago



Os contratos do milho operam com preços levemente mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) desta quarta-feira (18).

O mercado é sustentado pela incerteza sobre as condições climáticas nas lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos. Os investidores aguardam previsões mais consistentes.

Também ajuda na valorização do cereal a leve queda do dólar frente a outras moedas, o que aumenta a competitividade do produto norte-americano.

Os contratos com entrega em julho estão cotados a US$ 4,32 por bushel, alta de 0,50 centavo de dólar, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (17), o milho fechou com alta nos preços. O mercado foi sustentado pela expectativa de que há uma demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos, além dos fortes ganhos do petróleo em Nova York.

Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 4,00 centavos, ou 0,95%, cotados a US$ 4,23 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 3,75 centavos, ou 0,86%, cotados a US$ 4,38 3/4 por bushel.



Source link

News

NY recua mais de 1% com aumento de estoques certificados e colheita no Brasil



O café arábica opera com preços mais baixos na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) neste momento.

O mercado recua mais de 1%, acompanhando o robusta na Bolsa de Londres e das bolsas de valores da Europa. O contínuo avanço dos estoques certificados pela ICE e a pressão natural da entrada da safra brasileira são fatores baixistas.

Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 17 de junho de 2025 estão em 859.389 sacas de 60 quilos, com aumento de 6.540 sacas em relação ao dia anterior.

Comerciantes disseram que os riscos geopolíticos ligados à guerra entre Israel e Irã parecem estar pesando sobre o café por enquanto, em vez de impulsioná-lo.

Os contratos com entrega em setembro/25 operam a 327,20 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 5,25 centavos ou 1,57%.

Na terça-feira (17), o café arábica encerrou as operações com preços mais baixos. Em mais uma sessão volátil, NY chegou a esboçar ganhos em parte do pregão, mas não os manteve. O arábica em NY seguiu o robusta em Londres e caiu diante da pressão natural com a entrada da safra brasileira.

Apesar de alguns períodos de chuvas atrapalhando a colheita, os trabalhos vão andando relativamente bem e a chegada da safra do maior país produtor e exportador do mundo acaba pesando sobre os preços internacionais.

Os preços atingiram para setembro os patamares mais baixos desde 09 de abril. Os contratos com entrega em julho/2025 fecharam a 335,85 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 8,10 centavos, ou de 2,3%. A posição setembro/2025 fechou a 332,45 centavos, com perda de 7,80 centavos, ou de 2,3%.



Source link

News

Chicago opera no vermelho, buscando realizar lucros



Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira (18).

Após três pregões consecutivos de alta, o mercado ensaia um movimento de realização de lucros. Porém, limitam a correção à recente valorização do óleo e às incertezas tarifárias dos Estados Unidos.

Investidores monitoram as negociações comerciais entre Washington e Pequim – maior compradora de soja norte-americana. A decisão da China de reduzir o uso de farelo de soja na ração animal pode diminuir as importações de soja em cerca de 10 milhões de toneladas até 2030, reduzindo a dependência externa do país.

Os contratos com vencimento em julho operam cotados a US$ 10,72 3/4 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (17), a soja fechou em alta. O mercado foi sustentado pela forte alta do petróleo em Nova York, também seguindo os vizinhos milho e trigo, apesar do clima benéfico às lavouras nos Estados Unidos ter limitado os ganhos. O grão chegou a registrar baixa no início do dia, mas reverteu o cenário ao longo da sessão.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 4,25 centavos, ou 0,39%, a US$ 10,74 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,67 3/4 por bushel, ganho de 7,25 centavos ou 0,68%.



Source link

News

‘Etno Expo 2025’ destaca etnoturismo e valorização indígena em MT



A terceira edição da ‘Etno Expo 2025’ será realizada nos dias 27 e 28 de junho, na Aldeia Wazare, em Campo Novo do Parecis, a 391 km de Cuiabá.

O evento tem como objetivo valorizar a cultura indígena e fortalecer o etnoturismo. A proposta é promover a geração de renda, preservar tradições e estimular o turismo sustentável.

A iniciativa é do Sebrae/MT em parceria entre as prefeituras de Campo Novo do Parecis e Sapezal. Durante os dois dias, o encontro reunirá lideranças indígenas, empreendedores, agentes de turismo, pesquisadores e autoridades.

As inscrições são gratuitas e a programação já está disponível. Clique aqui para participar.

Segundo Wlademir Alves da Silva, gerente regional do Sebrae/MT em Tangará da Serra, a instituição atua na roteirização de destinos turísticos. Além disso, promove capacitação dentro das aldeias para ampliar seu potencial.

“Precisamos desenvolver as comunidades por meio de cursos e capacitações para promover um turismo sustentável, consciente, além de preservar a cultura das pessoas em seus territórios. Dessa forma, fazemos com que as pessoas dessas comunidades se tornem protagonistas de suas próprias histórias e gere emprego e renda para a região”, explica Silva.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Tradição e desenvolvimento lado a lado

Desde 2021, oito aldeias da etnia Haliti-Paresi recebem apoio para estruturação de roteiros turísticos. Para o cacique Rony Paresi, o trabalho do Sebrae/MT foi fundamental e, como resultado, houve aumento no número de visitantes e oportunidades de negócio.  

“Graças a esse casamento de conhecimento e turismo, podemos trazer muito mais pessoas para conhecer nossa aldeia, desmistificar a figura do índio e mostrar que nos adaptamos à contemporaneidade, mas sem perder a cultura e os costumes. Estamos conectados com o mundo global”, finaliza Paresi.”

Além disso, aldeias dos povos Rikbaktsa, Manoki e Myky também estão sendo preparadas para visitação. Isso amplia ainda mais o alcance do projeto em Mato Grosso.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas bloqueiam rodovia entre Novo Cabrais e Candelária



Com pista alagada e ponte danificada, motoristas enfrentam desvios no Centro do RS




Foto: Reprodução/Redes Sociais

As intensas chuvas que atingem a região Central do Rio Grande do Sul provocaram o bloqueio total de dois trechos da RSC-287 entre os municípios de Novo Cabrais e Candelária, principal ligação entre o interior e a Região Metropolitana. 

Segundo informações do Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, a sinalização de alerta foi instalada ainda nas primeiras horas do dia, e os motoristas precisam buscar rotas alternativas. A principal opção indicada é utilizar a BR-153 por Cachoeira do Sul, com acesso posterior à BR-290 em direção a Porto Alegre.

Além desse ponto crítico, outro trecho da RSC-287 também foi interditado no km 167, ainda em Novo Cabrais. Neste caso, o bloqueio ocorreu após o Arroio Barriga transbordar e cobrir o desvio provisório construído pela concessionária Rota de Santa Maria — estrutura que substitui temporariamente a pista original danificada em enchentes anteriores.

Nos dois locais, o tráfego está completamente interrompido nos dois sentidos, sem previsão para liberação. Equipes da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), com sede em Candelária, devem inspecionar os danos ainda na tarde deste domingo para definir as próximas ações de recuperação.

Com a RSC-287 comprometida em dois pontos estratégicos, a recomendação é que condutores programem seus deslocamentos com atenção redobrada e consultem as condições das estradas antes de sair. 





Source link