terça-feira, maio 19, 2026

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Brasil recebe missão japonesa para avaliar defesa sanitária animal



O Brasil recebeu uma missão oficial de auditores do Ministério da Agricultura, Silvicultura e Pesca do Japão (MAFF). A visita faz parte do processo de análise de risco conduzido pelo governo japonês, no âmbito das tratativas para a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira. A programação incluiu atividades em três estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

A missão teve início com uma reunião na sede da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), em Brasília, com a presença do secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e do diretor do Departamento de Saúde Animal, Marcelo Mota.

Em Santa Catarina, a Superintendência de Agricultura e Pecuária (SFA/SC) e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) apresentaram a estrutura administrativa e operacional do Serviço Veterinário Oficial (SVO). A comitiva japonesa também visitou a Unidade Veterinária Local (UVL) da Cidasc, em Biguaçu, para conhecer as atividades de campo da defesa sanitária animal no estado.

No Rio Grande do Sul, os auditores visitaram a Unidade de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) em Uruguaiana, na fronteira com a Argentina. Durante a visita, foi apresentado o Programa Sentinela, desenvolvido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seagri-RS), que foca na vigilância ativa de doenças de interesse em saúde animal.

As atividades no Paraná incluíram visitas aos Escritórios Regional e Local do SVO em Cascavel, além de uma auditoria técnica na sede da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). A missão foi concluída com uma reunião na sede da Superintendência de Agricultura e Pecuária em Curitiba (SFA-PR), onde o governo brasileiro apresentou informações complementares sobre a saúde animal no país, com ênfase no Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA).

A auditoria realizada diretamente no país representa uma etapa importante no processo de avaliação do sistema sanitário brasileiro pelo Japão, reforçando a credibilidade do Brasil como potencial fornecedor de carne bovina e destacando a integração entre o Mapa, os serviços estaduais de defesa agropecuária e o setor produtivo.



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Queijo colonial do Paraná conquista reconhecimento nacional


O queijo colonial produzido no sudoeste do Paraná agora tem reconhecimento oficial. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu, nesta semana, o selo de indicação geográfica (IG) ao produto artesanal, tornando-o o 19º item paranaense com essa certificação.

A IG contempla a produção em 42 municípios da região, que concentra a principal bacia leiteira do estado, com cerca de 20 mil produtores e uma produção anual estimada em 1 bilhão de litros de leite.

A conquista representa mais do que um selo de origem. Para os produtores, a certificação abre portas para novos mercados, amplia o valor agregado do produto e reforça a identidade cultural da região. O processo de obtenção da IG contou com a atuação conjunta de instituições públicas e privadas, como o IDR-Paraná, Seab, Sebrae-PR, UTFPR, cooperativas, prefeituras e os próprios produtores locais.

Segundo Karolline Marques, coordenadora de agroindústria do IDR-Paraná, o reconhecimento é reflexo direto da qualidade e da assistência técnica prestada às queijarias da região. “Das mais de 300 queijarias acompanhadas no estado, 40 estão no Sudoeste. O trabalho vai desde a alimentação dos animais até a finalização do queijo. O resultado é um produto com identidade própria e qualidade garantida”, afirma.

A Associação dos Produtores de Queijo Artesanal do Sudoeste do Paraná (Aprosud), que reúne 18 produtores em 11 municípios, comemora o selo como um marco. Claudemir Roos, presidente da entidade, afirma que a IG “traz mais visibilidade, valoriza a produção e gera renda para as famílias que vivem do queijo. É também um estímulo para outros agricultores investirem na atividade”.

O produtor e presidente da (Aprosud), Claudemir Roos -Foto: Carina Pelegrini/Sebrae-PR

Para Angela Bach, produtora de Santa Izabel do Oeste, que mantém a tradição familiar iniciada com duas vacas na década de 1990, o reconhecimento é motivo de orgulho. “A IG valoriza histórias como a da minha família, que atravessam gerações. Hoje entregamos queijos coloniais, temperados e maturados para toda a região. Essa chancela representa a força da nossa trajetória”, declara.

Cristina Bombonato, de Pinhal de São Bento, ressalta que a IG também aumenta a responsabilidade com o consumidor. “Implica em seguir boas práticas, garantir segurança no processo produtivo e manter a tradição. É o resgate da identidade italiana trazida pelos imigrantes e preservada até hoje.”

A área geográfica coberta pelo selo abrange municípios como Francisco Beltrão, Pato Branco, Dois Vizinhos, Palmas, Capanema, Coronel Vivida, entre outros. A região se consolida como referência na produção artesanal de queijo colonial, sendo reconhecida nacionalmente pela qualidade e diversidade do produto.

A certificação do queijo do sudoeste reforça a posição do Paraná como o segundo estado brasileiro com mais registros de indicação geográfica, atrás apenas de Minas Gerais. Com a recente inclusão da carne de onça de Curitiba, o estado soma 19 produtos com IG. Outros itens tradicionais já reconhecidos incluem o café do Norte Pioneiro, o barreado do litoral, o mel de Ortigueira e a erva-mate de São Mateus do Sul.

O reconhecimento do queijo colonial do Sudoeste como produto de Indicação Geográfica fortalece não apenas a economia local, mas também a preservação cultural e o saber-fazer artesanal que marca a história de milhares de famílias no interior do Paraná.




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AgroNewsPolítica & Agro

Safras de milho e soja avançam nos Estados Unidos, aponta USDA



Iowa registra 84% da lavoura de milho em bom estado




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (17) o boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin com atualização sobre o progresso das lavouras de milho e soja no país.

Até o dia 15 de junho, 94% da safra de milho havia emergido, resultado dois pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado, e alinhado à média dos últimos cinco anos. Quanto à qualidade, 72% do milho foi classificado como bom a excelente, um ponto percentual acima da semana anterior. No estado de Iowa, maior produtor nacional, 84% da lavoura de milho recebeu essa classificação.

Em relação à soja, 93% da área prevista para o cultivo já havia sido plantada até 15 de junho, um ponto percentual acima do ritmo do ano passado, mas um ponto abaixo da média de cinco anos. O USDA informou que 84% da soja já havia emergido, número quatro pontos percentuais à frente do mesmo período de 2024 e um ponto acima da média histórica.

A avaliação de qualidade da soja indicou que 66% da safra foi classificada como boa a excelente, uma queda de dois pontos percentuais em comparação com a semana anterior.





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Balão cai e deixa mortos em Praia Grande (SC)



Um balão pegou fogo e caiu durante um voo turístico na manhã deste sábado (21) em Praia Grande, no sul de Santa Catarina. A cidade, conhecida como um dos principais destinos de balonismo do país, registrou uma das maiores tragédias de sua história recente. De acordo com as mais recentes informações do governador Jorginho Mello (PL), ao menos oito pessoas morreram e 13 foram resgatadas com vida. Mais de 20 pessoas estavam a bordo da aeronave, segundo o Corpo de Bombeiros.

Em nota, a Prefeitura de Praia Grande manifestou solidariedade às famílias das vítimas e informou que uma força-tarefa foi criada para prestar apoio aos sobreviventes. O município decretou luto oficial de três dias. Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Saúde e Polícia Científica seguem mobilizadas no atendimento à ocorrência e na investigação das causas do acidente.

As circunstâncias da queda ainda estão sendo apuradas. Imagens feitas por moradores mostram o balão em chamas antes de despencar. O acidente ocorre menos de uma semana após uma outra tragédia com balão no interior de São Paulo, que resultou na morte de uma mulher.



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valor necessário para sustentar famílias no Semiárido chega a R$ 5 mil



As famílias do Semiárido nordestino precisariam de uma renda familiar mínima entre R$ 1.986,00 a R$ 4.996,00 mensais para conseguir sustentar uma vida digna. Os cálculos são de um estudo encomendado pela Fundação IDH, realizado pelo Anker Research Institute em parceria com o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).

Os valores se referem a uma renda considerada suficiente para arcar com despesas básicas em 10 macrorregiões rurais de três estados brasileiros, com montantes diferentes a depender das características específicas dos territórios estudados.

O estudo calcula, com base em dados oficiais, os valores necessários para custear alimentação saudável, educação, moradia, saúde e lazer, adicionado ainda 5% de provisões para emergências e imprevistos.

Diante das diferenças territoriais e custos de vida desiguais, foram mapeadas três macrorregiões na Paraíba, quatro no Rio Grande do Norte e três em Pernambuco. O estudo determina uma renda digna para produtores da agricultura familiar e um salário digno mensal para trabalhadores empregados em estabelecimentos de atividades agrícolas.

Na Paraíba, a região da Mata Paraibana registrou os valores mais baixos necessários para uma renda digna familiar a pequenos agricultores familiares, de R$ 2.807, e salário digno a empregados de estabelecimentos a atividades agrícolas, de R$ 1.968.

No Agreste Paraibano, Borborema e Sertão Paraibano, esses valores sobem a R$ 3.005 e R$ 2.109, respectivamente, e, na capital João Pessoa e região metropolitana, a R$ 3.947 e R$ 2.624.

No Rio Grande do Norte, os valores se estendiam desde R$ 3.530 de uma renda digna a pequenos agricultores familiares e salário digno de R$ 2.556 a empregados rurais no Agreste e Leste Potiguar até R$ 4.996 e R$ 3.357, respectivamente, na capital Natal.

Em Pernambuco, os cálculos iam desde R$ 3.524 de renda digna a pequenos agricultores familiares e salário digno de R$ 2.503 a empregados rurais no Agreste, Mata e Sertão Pernambucanos até R$ 4.400 e R$ 2.977, respectivamente, na capital Recife e região metropolitana.

Os valores se referem a rendimentos domiciliares mensais necessários a uma família com quatro pessoas, sendo dois adultos e dois dependentes de até 18 anos, considerando as diferenças de custos que recaem para produtores de pequenas propriedades rurais e para empregados em atividades no setor agrícola.

Segundo a Fundação IDH, a renda digna no campo está ameaçada pela degradação do bioma da Caatinga, que reduz as oportunidades de sustento das famílias que vivem da agricultura.

“Além disso, a renda de quem trabalha no campo, quando insuficiente para uma vida sem privações, impossibilita a estruturação e manutenção de cadeias produtivas com práticas regenerativas”, declarou Grazielle Cardoso, gerente do Programa Raízes da Caatinga, da Fundação IDH, em nota.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Confinamento/Cepea: Custos sobem, mas confinamento deve se manter rentável


Em abril, o custo do confinamento teve nova alta. Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado esteve atrelado aos avanços nos gastos diários de alimentação e operacional e à valorização do boi magro. Mesmo com essa elevação, a rentabilidade da atividade deve se manter positiva, conforme previsão calculada pelo Cepea em parceria com a Tortuga/DSM. Para abates programados para agosto (considerando-se os custos de abril), a previsão de rentabilidade do confinamento é de 1,74%; para abates programados para julho (com custos calculados em março), a previsão é de rentabilidade de 4,34%. 

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Mapa realiza operação contra entrada irregular de produtos no RS



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou, nesta sexta-feira (20), que realizou uma operação para coibir a entrada ilegal de produtos agropecuários no Noroeste do Rio Grande do Sul. A Operação Ronda Agro LXXXIX, coordenada pelo Programa Vigifronteiras, foi executada nos municípios de Santa Rosa e Três Passos e resultou na apreensão de 51 toneladas de soja, 12 toneladas de cebola e quase dois mil litros de produtos similares a agrotóxicos sem registro.

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A fiscalização foi realizada de forma conjunta com a Brigada Militar, o Exército Brasileiro, a Polícia Federal, a Receita Federal, o Programa Sentinela (Seapi) e o Centro Integrado de Segurança Pública e Proteção Ambiental (CISPPA), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Durante a operação, foram vistoriados estabelecimentos rurais e terminais de grãos. Além dos produtos irregulares, também foram apreendidos um caminhão truck, um trator, um carretão e uma esteira elétrica usados no transporte da carga vinda ilegalmente da Argentina. O material foi encaminhado à Receita Federal, e o prejuízo aos infratores ultrapassa R$ 500 mil.

Segundo o Mapa, a operação visa proteger a saúde pública, a segurança alimentar e a sanidade agropecuária do país. “A atuação integrada nas fronteiras é fundamental para proteger a agropecuária nacional de riscos sanitários e econômicos”, afirmou Fabrício Pedrotti, diretor substituto de Serviços Técnicos do Mapa.

Para o major Anderson Machado, da Brigada Militar, a cooperação entre os órgãos fortalece a segurança pública e a legalidade nas regiões de fronteira. Já o major Salóes, do Comando Militar do Sul, destacou o papel da ação na proteção da soberania nacional e no combate às redes de ilícitos transnacionais.

As ações do Vigifronteiras fazem parte do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) e seguem a Política Nacional de Fronteiras, respaldadas por decretos que autorizam a Secretaria de Defesa Agropecuária a atuar na prevenção e repressão de crimes relacionados à produção e ao comércio agropecuário.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil discute parceria comercial com Honduras



Máquinas e café ganham destaque na pauta




Foto: Divulgação

O fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Honduras foi tema de uma reunião realizada nesta quarta-feira (18), em Brasília, entre o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e o ministro de Promoção de Investimentos de Honduras, Miguel Medina.

Entre os produtos com potencial para impulsionar a balança comercial estão café, frutos do mar, têxteis, máquinas e veículos. Segundo o secretário Márcio Elias Rosa, há um interesse crescente por parte das empresas brasileiras em ampliar o comércio e os investimentos com o país da América Central. “Queremos prosperar nesta parceria e desenvolver a complementariedade econômica, especialmente em áreas estratégicas como descarbonização e digitalização”, afirmou.

Atualmente, Honduras ocupa a 97ª posição no ranking de países com maior fluxo comercial com o Brasil. Em 2024, as exportações brasileiras para Honduras alcançaram US$ 205,4 milhões, com predominância de produtos da indústria de transformação, que representaram 95,1% do total embarcado, e da agropecuária, com 4,6%.

Do lado das importações, o Brasil comprou US$ 23,9 milhões em mercadorias de Honduras em 2024. As aquisições foram compostas por 65,9% de produtos diversos, 31,8% da indústria de transformação e 2,3% de itens do setor agropecuário.





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O que dificulta a adoção de práticas sustentáveis na sua propriedade? 


Na interatividade da semana, perguntamos: O que dificulta a adoção de práticas sustentáveis na sua propriedade? 

A enquete ficou bastante acirrada, com 49% dos votos o custo inicial muito alto é a maior dificuldade. “Esse é um desafio real, especialmente quando falamos de pequenas propriedades com menor acesso a crédito ou tecnologias. Muitos produtores têm receio de fazer investimentos sem ter certeza do retorno.” afirma analista do Sebrae, Carolina Moraes.

Seguido de 44% dos votos para falta de informação ou assistência técnica. Segundo a Carolina “a sustentabilidade na propriedade não depende apenas de investimentos financeiros. Muitas vezes, pequenas mudanças no manejo, no uso da água, do solo ou na diversificação da produção já trazem benefícios ambientais e econômicos”.

Já o medo de reduzir a produtividade ficou com 7% dos votos. “Esse receio é compreensível, mas o que a experiência tem mostrado é que, no médio e longo prazo, práticas sustentáveis tendem a melhorar a produtividade e a resiliência da propriedade”, conclui Moraes.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Toda quinta-feira tem uma nova enquete no Porteira Aberta Empreender!

Participe, envie sua opinião e ajude a construir pautas ainda mais importantes para você, micro e pequeno empreendedor rural.

A resposta da pergunta da semana vai ao ar todo sábado no canal do YouTube do Canal Rural.

Acompanhe!



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AgroNewsPolítica & Agro

Geadas comprometem qualidade da mandioca



Santa Rosa registra impactos do frio




Foto: Canva

A colheita da mandioca segue em ritmo acelerado na região administrativa de Soledade, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (18) pela Emater/RS-Ascar. Os agricultores intensificam o trabalho de seleção e armazenamento das ramas, que serão utilizadas na multiplicação das plantas no próximo ciclo.

Em busca de garantir mudas mais resistentes, muitos produtores têm adquirido material de regiões livres de contaminação por bacterioses. No entanto, o cenário de mercado tem pressionado os preços. Em Mato Leitão, a caixa de 22 quilos é comercializada entre R$ 20,00 e R$ 25,00, com tendência de novas quedas, segundo o boletim da Emater.

Na região de Santa Rosa, os efeitos do frio intenso começam a impactar o desenvolvimento da cultura. O informativo destaca que a mandioca, por ser uma planta de origem tropical, tem sua atividade metabólica reduzida com as temperaturas baixas, o que limita o crescimento e a fotossíntese.

Nas áreas da Fronteira Noroeste e das Missões, as temperaturas chegaram a 5°C ou menos em alguns momentos, o que aumentou o risco de geadas leves. Os técnicos alertam que as geadas podem causar danos nas folhas e nos ramos, além de endurecer a casca e reduzir a qualidade da raiz, o que compromete a produtividade futura.

Apesar das temperaturas baixas, o tempo seco tem contribuído para manter o solo firme. Essa condição tem favorecido os tratos culturais e ajudado a prevenir doenças fúngicas.





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