terça-feira, maio 19, 2026

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Preços do café caem em junho no Paraná


Os preços recebidos pelos produtores de café no Paraná registraram queda em maio e apresentam nova retração em junho, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na última quarta-feira (18) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o levantamento, os valores pagos pela saca de café beneficiado recuaram 1% em maio, alcançando média de R$ 2.361,33. A cotação diária de 18 de junho indica novo recuo, com o preço sendo negociado a R$ 2.083,57, o que representa redução de 13% em relação aos valores praticados em meados de maio.

Apesar da desvalorização recente, os analistas do Deral destacam que os preços atuais estão “muito superiores em relação à safra anterior”, chegando a quase o dobro da média registrada em junho de 2024, que foi de R$ 1.151,55. Outro fator relevante é a margem positiva em relação aos custos totais de produção, estimados em R$ 1.186,69 por saca em maio.

Com 36% da colheita concluída sobre uma produção estimada de 713 mil sacas para 2025, os produtores começam a comercializar volumes maiores e a capturar parte da valorização acumulada durante a entressafra. Segundo o Deral, o pico de preços ocorreu em fevereiro, quando cerca de dois terços da safra de 2024 já haviam sido vendidos. Muitos cafeicultores não tinham produto disponível para comercializar naquele período.

Até maio deste ano, apenas 1% da nova safra havia sido comercializada. A expectativa é que o percentual suba significativamente em junho, superando os 11% registrados no mesmo período da safra anterior.

O impacto da alta de preços também já aparece no Valor Bruto da Produção (VBP) regional. Carlópolis, responsável por um quarto da produção estadual de café, apresentou o maior aumento absoluto de VBP no Paraná em 2024, saltando de R$ 513 milhões para R$ 763 milhões, impulsionado especialmente pela cafeicultura.

O levantamento do Deral indica ainda que o VBP do café no Paraná ultrapassou novamente a marca de R$ 1 bilhão. O resultado estadual subiu de R$ 563 milhões em 2023 para R$ 1,1 bilhão em 2024. Parte desses recursos deve ser reinvestida na renovação do parque cafeeiro paranaense. Os dados preliminares do VBP foram divulgados no dia 16 de junho.





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preços seguem em queda com baixa liquidez no mercado



A liquidez no mercado spot de açúcar cristal branco está baixa no estado de São Paulo. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, a semana passada, apresentou movimentação reduzida por conta do feriado de Corpus Christi na quinta-feira (19). O cenário contribuiu para reduzir o volume das negociações, fazendo com que compradores não adquirissem grandes quantidades no spot. 

Apesar disso, os pesquisadores do Cepea ressaltam que a demanda tem sido limitada desde o início da atual safra 2025/26 (abril/25). Aparentemente, o volume de açúcar recebido por meio dos contratos se mostra suficiente para o andamento da produção, reduzindo, desta forma, a necessidade de compras adicionais no spot. 

Dessa forma, os preços seguem em queda. Na segunda-feira, 16, o Indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal branco até mostrou sinal de reação, quando fechou a R$ 128,22/saca de 50 kg. O valor representa uma alta de 2,14% frente ao período anterior. 

Porém, ao longo da semana, os valores voltaram a cair, e na sexta-feira, (20), o Indicador Cepea/Esalq encerrou a R$ 123,02/saca. No acumulado da parcial de junho (até o dia 20), a retração do Indicador é de quase 8%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Conciliação no STF mantém marco temporal para terras indígenas



O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou nesta segunda-feira (23) a última reunião da comissão de conciliação convocada pelo ministro Gilmar Mendes sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas.

Após nove meses de trabalho, foi elaborada uma minuta com sugestões de um anteprojeto que será enviado ao Congresso Nacional para alteração na lei 14.701 de 2023, norma que, apesar de tratar direitos dos povos indígenas, inseriu o marco temporal para as demarcações.

Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

A questão do marco temporal não foi alterada porque não houve consenso.

Além disso, no ano passado, Gilmar Mendes negou uma liminar contra a suspensão da regra e enviou o caso para conciliação.

Também não há consenso sobre o procedimento de indenização dos proprietários de terras após o reconhecimento de que eles ocupam uma terra indígena.

As regras estão sendo elaboradas pela Advocacia-Geral da União (AGU) e deverão ser protocoladas no STF até quinta-feira (26).

Minuta

A minuta apresenta pontos de consenso entre os representantes do Senado, da Câmara dos Deputados, do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e de estados e municípios.

A aprovação não contou com a participação ampla dos povos indígenas.

Em agosto do ano passado, representantes da Articulação dos Povos Indígenas (Apib) se retiraram da conciliação. A entidade entendeu que os direitos dos indígenas são inegociáveis e não há paridade no debate.

O documento trata de pontos consensuais que, em alguns casos, já constam na lei 14.701/2323 e foram explicitados, como permissão para turismo em áreas indígenas, desde que seja autorizado pelos indígenas, além da obrigatoriedade de participação de estados e municípios no processo de demarcação.

A minuta também prevê que o processo demarcatório, que é realizado pela Funai, deverá ser público, e os atos deverão ser amplamente divulgados.

Em dezembro de 2022, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco.

Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.



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Frente fria avança e provoca geada, chuva e ventania; veja previsão do tempo para hoje


Nesta terça-feira (24), o sol predominará em grande parte da região Sul, com chance de pancadas isoladas apenas na faixa leste e nordeste do Paraná, devido à circulação mar–continente. Há previsão de geada em boa parte do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná.

As rajadas de vento soprarão entre 51 e 70 km/h no leste gaúcho e catarinense; no litoral norte do Rio Grande do Sul, podem chegar a 90 km/h.

Na região Sudeste, a frente fria progride lentamente, deixando o tempo instável em São Paulo (sobretudo no sul do estado), no sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, com pancadas de moderada a forte intensidade ao longo do dia.

No sudeste paulista, no centro-norte mineiro e no Espírito Santo, o céu ficará claro, e o calor se fará sentir especialmente no norte de Minas e no Espírito Santo, em virtude do efeito pré-frontal.

Há risco de geada na faixa sul do estado de São Paulo, pelo avanço da massa de ar polar. Rajadas de 51 a 70 km/h são esperadas no Vale do Paraíba, na Zona da Mata Mineira e na capital fluminense.

No Centro-Oeste, a frente fria continuará seu deslocamento lento, provocando pancadas de chuva moderada a forte em Mato Grosso, no norte de Mato Grosso do Sul e no centro-sul de Goiás. Enquanto isso, o Distrito Federal, o norte de Goiás e o nordeste de Mato Grosso terão tempo firme e temperaturas elevadas no pré-frontal.

Em Mato Grosso do Sul, o tempo volta a estabilizar na faixa central e sul, mas, com o ingresso de ar polar, a sensação térmica tende a cair. Há previsão de geada nessas áreas.

No Nordeste, a chuva se concentrará entre o litoral norte da Bahia e o litoral leste do Rio Grande do Norte, com volume moderado a forte, novamente estimulado pela circulação mar–continente.

Há alerta de temporais em Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa e Natal. Nas demais áreas — interior da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão —, o tempo permanece firme, o ar seco predomina e a umidade relativa despenca nos horários mais quentes.

Por fim, na região Norte, pancadas moderadas a fortes ocorrerão em Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, oeste do Pará e Amapá, com destaque para esta última, onde a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) reforça os temporais.

No sudeste do Pará e no Tocantins, o tempo fica estável, mas a umidade diminui nas horas de sol intenso.



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Família paulista aposta na praticidade e lança quentão no pote



No clima do São João, quando o cheirinho de quentão invade das festas juninas, a família de Ana Zilda, de Embu Guaçu (SP), resolveu dar um toque especial: lançou o quentão no pote! A ideia que mistura tradição e praticidade recebeu o nome de ‘Gengibrão do Vô Paulo’.

“Pegamos a receita, que já levava gengibre, cravo, canela e açúcar mascavo, e acrescentamos açafrão e lírio do brejo, que também cultivamos. Acrescentando essas duas especiarias, agregou mais valor e propriedade terapêutica para o quentão”, diz Coutinho.

Junto com o marido e o filho, Coutinho cultiva especiarias em um sistema agroflorestal biodinâmico e já conta com a certificação orgânica.

Para consumir o quentão no pote, o preparo é simples: basta aquecer um litro e meio de água e acrescentar o conteúdo do pote. A convite do Sebrae, a novidade foi apresentada na feira internacional Bio Brazil Fair/Biofach América Latina e a Naturaltech 2025, realizada no distrito do Anhembi, em São Paulo.

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Além de impulsionar as vendas nas festas juninas, a aposta da família tem potencial para manter a produção durante todo o ano. “Agora no inverno aumenta bastante as vendas, mas a gente também vende uma versão gelada. Trazendo uma bebida que é muito típica do inverno [festas juninas] para o verão também”, conta Coutinho, orgulhosa do seu produto.



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Integração lavoura-pecuária eleva produção de grãos e fixa carbono no Matopiba, aponta Embrapa


Pesquisa realizada pela Embrapa Meio-Norte aponta que sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) são a alternativa mais adequada para garantir sustentabilidade na produção de grãos no Matopiba — região que abrange áreas de Cerrado do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

O estudo avaliou os estoques de carbono e nitrogênio em diferentes arranjos de uso do solo: integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), ILP com plantio direto, ILP com preparo do solo recente, pastagens e vegetação nativa do Cerrado.

Os resultados mostraram que as duas formas de ILP e as áreas de pastagem apresentaram maiores estoques de carbono e nitrogênio. Esses sistemas também registraram maior presença de substâncias húmicas, fundamentais para a fertilidade, retenção de água, estrutura do solo e atividade microbiana.

Segundo o pesquisador Edvaldo Sagrilo, a eficiência desses sistemas depende de um manejo adequado. Ele destaca que tanto o pecuarista que mantém uma pastagem bem conduzida quanto o agricultor que investe em ILP obtêm benefícios ambientais e produtivos semelhantes.

sistemas de integração no Matopiba. Doto: Edvaldo Sagrilosistemas de integração no Matopiba. Doto: Edvaldo Sagrilo
Foto: Edvaldo Sagrilo/Embrapa

Vantagens da fixação de carbono no solo

Sagrilo ressalta que melhorar o estoque de carbono traz ganhos econômicos e ambientais. A elevação da matéria orgânica no solo contribui para o aumento da produtividade e a redução da perda de fertilizantes, otimizando o uso de insumos.

Do ponto de vista ambiental, o aumento do carbono no solo reduz emissões para a atmosfera e pode contribuir para mitigar o aquecimento global. Com a regulamentação do mercado de carbono em andamento, produtores que adotam esses sistemas podem ser remunerados por serviços ambientais no futuro.

A capacidade de o solo agir como sumidouro ou fonte de carbono está diretamente relacionada ao manejo adotado. Sistemas integrados, segundo os dados da pesquisa, favorecem o sequestro e a estabilidade do carbono no solo.

Metodologia e resultados

A pesquisa foi conduzida no município de São Raimundo das Mangabeiras (MA), em áreas com clima e solo semelhantes. Os pesquisadores compararam o desempenho de cinco sistemas: vegetação nativa do Cerrado, ILPF com 13 anos, ILP com 16 anos sob plantio direto, ILP com revolvimento do solo e pastagem cultivada por 15 anos.

As análises em quatro profundidades diferentes do solo mostraram que os sistemas ILP e pastagem apresentaram os maiores estoques de carbono em todos os níveis. As áreas de ILPF e Cerrado nativo registraram os menores estoques.

A adoção dos sistemas ILP e pastagem resultou em aumentos significativos de carbono: 84% para ILP com plantio direto, 108% para ILP com aração recente e 66% para pastagem, em comparação à vegetação nativa. Os resultados são atribuídos ao tempo de adoção dos sistemas e à baixa fertilidade natural das áreas de Cerrado avaliadas.

Experiência no campo

Fernando Devicari, produtor de soja em Brejo (MA), adota o ILP há 15 anos e o ILPF há nove. Segundo ele, a motivação foi recuperar a matéria orgânica do solo, que vinha diminuindo. “A palhada se degradava muito rápido na época chuvosa. Com o consórcio de milho e capim, conseguimos dobrar a matéria orgânica nas áreas de ILP”, relata.

Além da melhoria no solo, Devicari destaca o ganho produtivo: “Hoje, colhemos 7,8 sacas de soja a mais por hectare nessas áreas”.

Sagrilo reforça que, embora os dados sejam específicos para o Matopiba, os conceitos podem ser aplicados em outras áreas do Cerrado. Estudos em diferentes regiões têm mostrado resultados semelhantes, com melhoria de indicadores ambientais e produtivos nos sistemas integrados em comparação aos convencionais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como o milho encerrou a semana


O mercado de milho segue travado no Rio Grande do Sul com oferta curta e compradores em espera, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As referências continuam estáveis: R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, R$ 69,00 em Seberi e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro, refletindo a ausência de estímulos que movimentem as negociações. As indicações de compra no interior, com entrega prevista para junho, variam entre R$ 66,00 e R$ 68,00, mas os vendedores seguem firmes, evitando aceitar valores abaixo do esperado”, comenta.

Descompasso entre oferta e demanda mantém mercado quieto em Santa Catarina. “No Planalto Norte, as pedidas seguem firmes em R$ 82,00 por saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 79,00. Em Campos Novos, o cenário é ainda mais desequilibrado, com pedidos entre R$ 83,00 e R$ 85,00 e ofertas CIF limitadas a R$ 80,00, o que reforça o desalinhamento nas tratativas”, completa.

Colheita avança no Paraná, mas mercado segue sem sinal de reação. “O mercado de milho no Paraná continua lento, com negociações pontuais e resistência entre as partes, refletindo o impasse entre produtores firmes nas pedidas e compradores ainda cautelosos. Nos Campos Gerais, o milho disponível é ofertado a R$ 76,00 por saca FOB, com pedidos isolados chegando a R$ 80,00, enquanto as ofertas CIF para junho permanecem em R$ 73,00, destinadas principalmente à indústria de rações”, indica.

Ritmo lento e incertezas mantêm milho estagnado no Mato Grosso do Sul. “As cotações seguem instáveis entre as regiões: R$ 50,60 em Dourados, R$ 53,00 em Campo Grande e Maracaju, R$ 54,00 em Sidrolândia e R$ 46,59 em Chapadão do Sul, esta última reagindo após forte queda na semana anterior. A colheita da segunda safra já começou, mas o ritmo ainda é lento”, conclui.

 





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Com formulação inovadora, novo multissítio garante mais controle e aplicabilidade em campo


Com Triunfe®, a Vittia, empresa líder no setor de defesa e nutrição das mais diversas culturas, atende a essa demanda com o fungicida multissítio à base de minerais. Com uma formulação inovadora, promete otimizar a defesa e nutrição de culturas como soja, café, citros, tomate e algodão, ao mesmo tempo em que oferece um excelente custo-benefício.

Jhonatan Coradin, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da Vittia, aponta que os resultados no campo são positivos. O Engenheiro Agrônomo detalha os benefícios e diferenciais do Triunfe, um produto que surge para preencher uma lacuna no mercado de fungicidas multissítios, um segmento em ascensão e com grande potencial de geração de receita.

“Produtores e técnicos que participaram dos testes do Triunfe relatam que, além da eficácia ser igual ou superior aos padrões de mercado, os principais feedbacks destacam o ganho no rendimento operacional e o melhor custo-benefício. Esses diferenciais resultam da produção verticalizada na fábrica, garantindo a qualidade e a eficiência de Triunfe”, conta Coradin. O especialista pontua que a empresa preparou a página https://marketing.vittia.com.br/triunfe para que o produtor possa conhecer os resultados de incremento de produtividade. 

Eficiência no Campo: Maior rendimento operacional

Um dos grandes trunfos do Triunfe é seu alto grau de aplicabilidade. Coradin explica que, na prática, isso se traduz em um ganho significativo no rendimento operacional para o agricultor. “Com o Triunfe no tanque, é possível tratar uma área maior em menor tempo. Essa agilidade é resultado da formulação desenvolvida para evitar os problemas mais comuns na pulverização: o entupimento de bicos”, afirma. 

Isso porque, Triunfe foi pensado com tecnologia de partículas ultrafinas dos minerais cobre e enxofre em uma formulação líquida e concentrada. “Essa formulação exclusiva Vittia contribui para evitar o entupimento dos bicos de pulverização”, revela o gerente.

Além disso, a natureza líquida do produto garante uma fácil mistura e rápida diluição, eliminando a incompatibilidade física na calda e contribuindo para a redução do tempo de parada para reabastecimentos, o que otimiza o uso dos equipamentos e o tempo das equipes em campo. 

Proteção Duradoura compatível com Biológicos Vittia

Reconhecida em todo o país por sua linha de produtos biológicos, a Vittia assegura que o Triunfe é totalmente compatível com seus defensivos biológicos. Os testes de compatibilidade realizados internamente pela equipe de P&D da Vittia conferem segurança no uso dos defensivos biológicos da Vittia em misturas com o Triunfe, garantindo a máxima eficácia em campo. 

Outro ponto crucial é o poder de fixação do Triunfe. As partículas ultrafinas presentes na formulação conferem uma maior aderência às folhas. “Com isso, a ação do cobre e do enxofre acontecem por um maior período. Esse efeito residual prolongado proporciona proteção mais duradoura às lavouras”, explica Coradin. 

Triunfe: Tecnologia, Sustentabilidade e Rentabilidade

Em uma frase, Jhonatan Coradin resume o papel do Triunfe dentro de um programa moderno de manejo agrícola: “Triunfe é um produto com tecnologia inovadora para o controle de doenças, que oferece excelente custo-benefício, otimiza o rendimento operacional e é focado na sustentabilidade”.

Triunfe® é a escolha para quem quer produzir mais, melhor e com maior segurança, pois possui impacto ambiental reduzido e ainda proporciona nutrição complementar para a área produtiva. “O que estamos apresentando hoje ao produtor com Triunfe é resultado de anos de estudos e testes em todo o país para garantir sua eficácia a partir da inovação com o DNA nacional”, pontua Edgar Zanotto, Diretor de Inovações e Novos Negócios da Vittia.  

Com o Triunfe, a Vittia entrega ao produtor rural uma solução completa, que une eficácia, praticidade e respeito ao meio ambiente, contribuindo para uma agricultura mais produtiva e sustentável.

Gostaria de saber mais sobre como o Triunfe® pode beneficiar sua lavoura? Acesse aqui o link oficial e acompanhe a Vittia nas redes sociais:

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Confira as notícias econômicas de hoje para começar o dia bem preparado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio parcial nos mercados após o ataque simbólico do Irã, que evitou escalada no conflito.

O petróleo despencou mais de 6%, o dólar recuou e as bolsas subiram com aposta de corte de juros pelo Fed. Aqui, o dólar caiu para R$ 5,50 e o mercado aguarda a ata do Copom, que deve reforçar o tom duro após a Selic subir para 15%.

O Ibovespa caiu, pressionado pela Petrobras. Hoje, atenção à ata do Copom, NTN-B e dados nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Mercado de trigo deve seguir pressionado



Existem alguns pontos de atenção



Existem alguns pontos de atenção
Existem alguns pontos de atenção – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de trigo, especialmente no Rio Grande do Sul, enfrenta atualmente uma pressão de preços para baixo, reflexo da menor demanda e do aumento da oferta, devido aos estoques remanescentes e sobras de sementes. No Paraná, a situação é agravada pelo excesso de importações de trigo, que já somaram cerca de 150 mil toneladas em pelo menos cinco navios, gerando sobra de farinhas inteira e especial e estimulando a concorrência com a farinha argentina. 

Segundo análise da TF Agroeconômica, o atual cenário tem preços pressionados, mas a expectativa para a próxima safra é de recuperação dos valores. A guerra no Oriente Médio, combinada com problemas climáticos nos EUA e Rússia, levou a alta nas cotações da CBOT, embora a lucratividade do trigo ainda esteja muito baixa. A produção prevista para o Brasil em 2025/2026 é menor que a safra atual, o que deve elevar os preços a partir de fevereiro de 2026. A recomendação é que os produtores evitem vender entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, enquanto compradores devem aproveitar o momento para adquirir o produto.

Entre os fatores que podem sustentar a alta, destacam-se as exportações dentro do esperado, com vendas para 2025/2026 já alcançando 427 mil toneladas; as hostilidades no Oriente Médio, região dependente de trigo importado; e a demanda da Argélia, que adquiriu entre 550 e 570 mil toneladas a preços competitivos. Entretanto, há pontos de atenção como as condições climáticas nos EUA, onde a colheita do trigo de inverno está atrasada devido a chuvas, e a seca na região russa de Krasnodar, que pode impactar a produção.

Por outro lado, fatores que atuam para conter os preços incluem a melhora do clima nos EUA, que favoreceu o progresso das lavouras, o aumento inesperado da produção russa projetada em 90 milhões de toneladas para 2025/2026 — número que pode incluir áreas ucranianas sob controle russo — e a recuperação das safras europeias, beneficiadas pelas chuvas recentes. Além disso, a Ucrânia enfrenta barreiras comerciais que ampliam a competição internacional, pressionando os preços globalmente. No Brasil, a falta de margens para os moinhos e o aumento da matéria-prima disponível devem continuar limitando os reajustes de preço, mesmo em períodos tradicionalmente mais favoráveis.





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