terça-feira, maio 19, 2026
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Abate de bovinos cresce 3,3% no primeiro trimestre de 2026, diz IBGE


Abates de bovinos, suínos e frangos crescem no 1º trimestre de 2026

Os produtores brasileiros abateram 10,29 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no primeiro trimestre de 2026, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (19). O volume representa alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2025. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, porém, houve recuo de 6,8%, segundo os resultados preliminares das pesquisas trimestrais do instituto.

De acordo com o IBGE, a produção de carcaças bovinas alcançou 2,63 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026. O resultado ficou 5,1% acima do registrado no primeiro trimestre do ano anterior. Frente ao quarto trimestre de 2025, houve queda de 10,2%.

Os números fazem parte das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha. O levantamento considera animais abatidos sob algum tipo de inspeção sanitária, critério que delimita a base estatística acompanhada pelo instituto.

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Na comparação anual, o avanço no número de cabeças abatidas e no volume de carcaças indica aumento da atividade na pecuária de corte e na indústria frigorífica em relação ao início de 2025. Já o recuo frente ao trimestre imediatamente anterior mostra perda de ritmo na passagem entre o fim de 2025 e o começo de 2026, movimento que pode refletir fatores sazonais da cadeia, embora o dado divulgado não detalhe as causas.

Para o setor, os indicadores do IBGE são usados no acompanhamento da oferta de animais terminados e da disponibilidade de carne bovina. Também servem de referência para análise de processamento industrial e comparação do desempenho ao longo do ano.

O material preliminar divulgado nesta terça-feira (19) não apresenta, no conteúdo informado, recorte por estados, perfil dos animais abatidos ou detalhamento sobre preços, exportações e consumo interno.

Os dados do primeiro trimestre indicam avanço na comparação anual, mas queda ante o trimestre anterior. A avaliação mais completa do comportamento da pecuária de corte dependerá do detalhamento regional e da evolução dos próximos levantamentos do IBGE.

Fonte: Estadão Conteúdo

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